terça-feira, 6 de março de 2012

Garoto de 11 anos publica 200ª edição de jornal comunitário

11-year-old publishes 200th issue of Boulder community newspaper 
Eli Boardman started his paper five years ago
By Laura Snider Camera Staff Writerdailycamera.com




Residents of one south Boulder neighborhood can get the Boardman Camera personally delivered once a week by the publisher (who is also the editor, reporter, illustrator, ads salesman, circulation manager and distributor): 11-year-old Eli Boardman.

Last weekend, Eli, who started the paper when he was just 6, celebrated the Boardman Camera's five-year anniversary and 200th edition with a neighborhood party.

"It's hard work, but it's fun," said Eli, who works on the paper for about an hour a day.

Eli got the idea for a community paper on the morning walks he took with his family because he was interested in getting to know more about the people he saw out in the neighborhood.

"He said, 'We see them all the time, and we don't know who they are, and I want to know them better,'" Eli's mom, Karen Boardman, recalls. "He said, 'I want to build community.'"

And he did.

"What is really remarkable about the Boardman Camera and Eli is that he set out from the very beginning to create community," said Laura Backus, a neighbor who has been getting the paper since the beginning. "He has succeeded. I think he has made a difference in this neighborhood and people knowing each other."



The Boardman Camera is Eli's second attempt at running a newspaper. The first incarnation, the Boardman Enterprise, began when Eli was 3 and fizzled out after a bit. But the Camera has gained a strong following.

Eli delivers about 65 copies by foot every Saturday, puts eight copies in the mail and delivers another 10 copies via car. Another 140 or so people receive the Boardman Camera via email, including readers as far away as Italy, Israel and Australia.

The issues are filled each week with a variety of stories about whatever has tickled his curiosity. He writes about plans for a neighborhood pocket park, about his family's travels, about local businesses and nonprofits, and about wildlife on the nearby open space land.

"I write about all sorts of things," he said. "Sometimes (I write) spotlights on different people such as a neighbor or a fireman. We're trying to get a postman to do one, but he's not so sure."

Artist Gina Blickenstaff, who also lives in the neighborhood, said she enjoys learning local news tidbits from the paper as well as reading the "Boardwalk" section, a nature column about what Eli has seen on his daily walks.

"I've learned a whole lot about little things I never knew I was interested in knowing," she said. "And the Boardwalk -- it's just really delightful. I'm a real nature person and I love to be outside. I see them walk by my house practically every morning."

With 200 issues behind him, Eli says he has no plans of closing up shop, though he says he may have to change his printing schedule a bit, depending on what other activities he has going on.

"The plan is to keep it going," Eli said. "But I might have to slow it down to once a month."

Contact Camera Staff Writer Laura Snider at 303-473-1327 or sniderl@dailycamera.com.

domingo, 4 de março de 2012

Projeto de Educomunicação de Itamambuca apresenta três cadernos resultados de oficinas

Compartilhando notícias com o Departamento de Comunicação e Artes da USP:
Projeto Educom Itamambuca é desenvolvido na Bacia Hidrográfica do Rio Itamambuca, no litoral norte deSão Paulo. Está reiniciando suas atividades dia 3 de março,às 14 horas,como relatou a blogueira Flavia Cunha.O projeto já conta com três cadernos de educomunicação que são resultados das Oficinas de Educomunicação de projeto de educação ambiental e comunicação, desenvolvido pela Associação Amigos de Itamambuca (SAI), com recursos do Fehidro (Fundo Estadual de Recursos Hídricos).




































Notícias sobre Recursos Educacionais Abertos - REA

Compartilhamos abaixo duas notícias sobre Recursos Educacionais Abertos - REA que nos deixam felizes e otimistas em relação ao destino dos REA no Brasil.


Semana Mundial da Educação Aberta

De 5 a 10 de março acontece a Primeira Semana Mundial da Educação Aberta (Open Education Week), que tem como objetivo a conscientização quanto aos benefícios do compartilhamento livre e aberto na educação.


As webinars do Projeto REA Brasil na Semana da Educação Aberta acontecem no dia 07/03, às 13h, com "Recursos Educacionais Abertos: como criar, usar e cpompartilhar" e, dia 08/03, às 15h, com "The case for open policy: the Brazilian experience". 

Você pode ver a progamação do evento, que acontecerá online e em diferentes lugares do mundo, com oportunidades de participação em webinars e discussões ao vivo aqui, e ler mais informações no blog do REA-Br.

Além disso, para conhecer mais sobre os recursos educacionais abertos, pode ver a apresentação feita pelo REA-Br (Débora Sebriam), em oficina, na última Campus Party/Educaparty (6 a 12/02/2012), abaixo. 

Estado de Washington aprova lei apoiando os REA

O senado do estado de Washington, nos EUA, aprovou recentemente lei para promover o uso de recursos educacionais abertos (REA) nas escolas de educação básica e média (K-12), conforme noticia o blog da organização Creative Commons. No blog do jornalista Luis Nassif, há, traduzido, um trecho da matéria (aqui).

A notícia original observa um ponto interessante: o "bom trabalho" que países como o Brasil têm feito na área dos REA.O que se evidencia, no caso brasileiro, tanto por legislações, quanto por políticas adotadas em secretarias de educação de municípios como São Paulo.

Fonte: Mídias na Educação (NCE/USP)

sábado, 3 de março de 2012

"Idade Mídia - Um programa que abre canais para que o estudante seja o ator de seu aprendizado"

Era começo de 2002 quando o conceituado Colégio Bandeirantes, escola particular de São Paulo, recebeu uma proposta inusitada dos jornalistas Alexandre Le Voci Sayad e Gilberto Dimenstein. A ideia era que os alunos pudessem desenvolver sua própria revista na escola, com autonomia para decidir temas e discuti-los, pensando numa formação crítica, experimentação de linguagens, comunicação, expressão, educomunicação. 


Naquele mesmo ano nascia o Idade Mídia, em vigor até hoje, sob a coordenação de Alexandre, que resolveu colocar no papel a trajetória desse projeto onde o jovem é sujeito e narrador de sua história, sua aprendizagem. Arquiteto de seu conhecimento!


Muita gente tem vontade de criar um projeto, mas não sabe como começar, desanima-se porque não sabe o que vai enfrentar ou tem medo de como será o processo. Talvez o livro "Idade Mídia - A Comunicação Reinventada na Escola", de Alexandre Le Voci Sayad, publicado pela Aleph Editora e já nas livrarias do país, possa ser um estímulo, porque mostra um caminho, um processo, erros e acertos, além de depoimentos de pessoas envolvidas com o projeto. Mostra de que maneira o Idade Mídia "tocou" cada um dos alunos e fez diferença em suas vidas. 


Pra contar um pouco do livro e do projeto, conversamos com Alexandre, que é jornalista, educomunicador, coordenador do Idade Mídia, secretário executivo da REDE CEP (Rede de Comunicação Educação e Participação) e mais um monte de outros cargos, voluntários ou não, que envolvem o ideal da comunicação voltada para o desenvolvimento. Boa leitura! (Cristiane Parente)

Alexandre Le Voci Sayad
Cristiane Parente - O livro Idade Mídia fala do projeto que você e Dimenstein começaram a desenvolver no Colégio Bandeirantes, em São Paulo, e que continua até hoje, dez anos depois, coordenado por você. Por que você resolveu escrever sobre esse projeto?

Alexandre Le Voci Sayad - Dez anos foram suficientes para criar não só um projeto que envolve comunicação, mas um modelo de educação que procura dialogar com o jovem e as grandes questões que cercam o aprendizado hoje. É tempo suficiente para se medir eficiência e o impacto da aprendizagem nos alunos. Resolvi contar tudo isso num livro e num blog para inspirar outras belas histórias.

Cristiane Parente - Como você definiria o Idade Mídia?


Alexandre Le Voci Sayad - Um programa que abre canais para que o estudante seja o ator de seu aprendizado, se expresse e esteja apto a desenvolver projetos com sucesso, além de acreditar na sua capacidade de realização.


Cristiane Parente - De que maneira você acha que ele pode contribuir para que educadores sintam-se estimulados a trabalhar com mídia nas escolas numa perspectiva emancipadora?


Alexandre Le Voci Sayad - Os projetos  em  comunicação (e aqui eu incluo também as artes numa perspectiva mais ampla) são a única maneira de realizar uma educação que interesse ao jovem em plena época em que os meio estão cada vez mais baratos e difundidos.
É parte da realidade da vida dos estudantes, Por que não trazê-la para dentro do ambiente de aprendizado? É uma chance de ouro para reposicionar a escola como espaço importante de aprendizado, e assim torná-la relevante ao estudante. Isso se traduz, em médio prazo, na redução da evasão escolar. 


CP - O livro não é uma produção individual sua. Há colaborações de Daniela Moreira, Fernando Rossetti, Ismar de Oliveira Soares, Marina Consolmagno, Sérgio Rizzo e Sylvio Ayala. Que relação essas pessoas possuem com o projeto Idade Mídia?



ALVS - Sou uma espécie de facilitador, ou complicador, no processo de aprendizagem no Idade Mídia. Mais um maestro do curso do que um músico da orquestra. O programa tem como princípio expandir o tempo e o espaço escolar e, justamente por isso, conto com a colaboração de diversos atores de fora do ambiente escolar para arejar e dinamizar o curso. Esses colaboradores do livro estão entre os mais de trinta que, de alguma maneira, contribuíram com o Idade Mídia nesses dez anos. Vão do Marcelo Tas, passando pela Sarah Oliveira, Sérgio Rizzo e Ismar Soares. 



CP – Qual foi a principal dificuldade de implementação do Idade Mídia naquela época, há dez anos e qual dificuldade você vê hoje, se um educador resolvesse criar um projeto como o Idade Mídia? Está mais fácil? Mais difícil?

ALVS - Quando surgiu em 2002, a internet ainda não era esse fenômeno de mudança paradigmática social que é hoje. Não havia redes sociais. O Idade Mídia foi uma aposta ousada. Muita gente, e aqui eu incluo muitos professores, não entendiam a realidade próxima de uma era em que a informação seria commodit – em que o aluno muito possivelmente poderia estar mais bem informado que o professor sobre determinado assunto. Fui muitas vezes mal compreendido ou mesmo tratado como um lunático quando já falava sobre esse tema – na verdade já falava em palestras sobre a necessidade de uma mudança nos modelos educativos desde o ano de 1999.
Hoje esse discurso é praxe – há mais elementos no cotidiano que o fazem ser mais facilmente entendido.  Em projetos como o Idade Mídia, ninguém sai perdendo. Os professores, os alunos e a escola ganham sempre. Quando isso passa a ser enxergado, os canais passam a se abrir.


CP - Como você, enquanto jornalista, se viu dentro da escola? Que papeis podem ser desempenhados por jornalistas ou pelos educomunicadores nos espaços educativos, especialmente agora que já temos uma licenciatura na área (USP) e um bacharelado (UFCG) e maior reconhecimento em relação ao conceito? Você se considera um educomunicador?

ALVS - Sim, me considero um educomunicador, ou melhor, um comunicador que encontrou na educação um campo fértil para a inovação. Foi difícil começar com vinte e poucos anos querendo que todos me vissem como educador no colégio mais sofisticado de São Paulo. Agora me sinto mais ambientado.
Acho que os profissionais de fora do campo da educação têm sempre muito a colaborar com ela; isso vai alem do comunicador. As universidade de pedagogia, em sua maioria,  formam pesquisadores em educação (e olhe lá!) e o mercado docente não atrai os melhores profissionais.
Ou seja, eu acho que os demais profissionais que canalizarem e votarem seus talentos no sentido de melhorar os modelos de ensino serão fundamentais para uma educação de ponta  - seja ela pública ou privada.
No campo da comunicação, vejo com bons olhos as licenciaturas, porque ousam misturar outras áreas à reativa “pedagogia pura” como cátedra.


CP – Que resultados você pôde ver após dez anos de Idade Mídia nos alunos que dele participaram? Tanto os resultados relacionados à questão mais didática, da escola e seus conteúdos, como resultados em termos mais pessoais e de amadurecimento dos alunos.

ALVS - Não tenho notícia de um ex-aluno que não tenha realizado algum projeto pessoal ou profissional do qual não se orgulhe. Todos construíram com autonomia o que, nas suas percepções, consideravam o sucesso. Nisso eu inclui os 30% de estudantes da periferia da cidade e os 70% que tiveram a sorte de poder estudar sem bolsa no Bandeirantes.
Esse sucesso se deve à capacidade de expressão, de escrita, de relacionamento, de construção de redes e de ousadia de tentar coisas novas e criativas. O lema do Idade Mídia sempre foi: “Ouse ser tolo”.


CP - Um projeto como o Idade Mídia pode dar certo em qualquer escola? Que princípios devem ser seguidos para que o projeto não vire uma imitação acrítica do que já é feito pela grande mídia ou vire apenas um projeto institucional da escola?

ALVS - A autonomia na gestão do projeto é um fator de sucesso do Idade Mídia que não pode ser esquecido. Tive muita independência para que os estudantes sempre fossem os condutores do processo e do produto, por parte da direção da escola. Ninguém quis ler uma única linha que seria publicada, nem fez nenhuma exigência. Essa relação de confiança é fundamental e, na minha visão, possível de ser construída em outros locais.
No livro, eu considero o Idade Mídia um projeto mãe; acho que deve inspirar outros que se baseiem em seus princípios e objetivos – na sua essência. Assim ele se torna flexível a vários ambientes – não precisa ser replicado exatamente igual. Há um direcionamento no livro, mas não uma fórmula mágica.
O processo educativo, que dura um ano, é fundamental para que os alunos pensem e criem algo autêntico e não mimetizem o Jornal Nacional. O livro detalha bem partes do processo que servem de ruptura de limites e ampliação de repertório para os estudantes.  É importante que o curso apresente a possibilidade de se sonhar com o novo e de também criar estratégias para transformar esse sonho em realidade.


CP - Você acredita em projetos como o Idade Mídia como fazendo parte de uma política pública de uso dos meios nas escolas de forma crítico e criativa? O que uma política pública que pensasse uma educação para/pelos/com os meios poderiam trazer para a Educação brasileira e a formação de toda uma geração?


ALVS - Traria uma nova importância para a escola, pois colocaria o jovem no centro do aprendizado e o faria produtor de conhecimento também.
Nunca ninguém perguntou o que o estudante quer viver na escola – o que ele deseja aprender, qual a escola que ele sonha.
As políticas públicas em educação são sempre baseadas no ego dos educadores e gestores ou nas demandas da economia, mas jamais tem o estudante no centro, como ator.
Não se trata só de uma educação para/pelos/com os meios, mas sobretudo da produção da própria comunicação e intervenção do estudante no "ecossistema comunicativo" da escola com sua voz. Essa é uma maneira de fazê-lo sentir-se parte da escola e da educação - como um ator.  De apropriar-se mesmo das questões da escola.
Uma educação que faça sentido para eles é fundamental para que consigam se formar com qualidade no que aprenderam. 

Chamada de artigos: Comunicação & Educação

Do Blog Mídias na Educação (NCE/USP)


Revista Comunicação Educação, do Departamento de Comunicações e Artes da ECA-USP, abriu chamada de trabalhos, até o dia 15 de março, para edição do segundo semestre de 2012 (ano XVII, n.2).

A publicação aceita artigos de doutores, ou doutores em coautoria com graduandos, pós-graduandos e mestres para a seção Artigos Nacionais.

As normas de publicação podem ser vistas a partir do "Leia Mais".

Visite também o site da revista

Informações e critérios para publicação na
REVISTA COMUNICAÇÃO & EDUCAÇÃO

A publicação é semestral: janeiro/junho; julho/dezembro.

• Os artigos têm fluxo contínuo, podendo, portanto, ser recebidos a qualquer momento. A resposta é enviada logo após a apreciação do Conselho Editorial.

• A revista não é temática. A pauta é feita de acordo com o número de colaborações recebidas. Havendo necessidade de pautar um tema específico, solicita-se a colaboração de um especialista.

• São aceitos artigos originais e inéditos de doutorandos e doutores. Para nível de graduação e mestrado, aceita-se trabalhos em coautoria com doutores e doutorandos.

• Os títulos devem ser curtos, e a intertitulação é necessária.

• Os textos apresentados em congressos, simpósios e seminários são aceitos, com a condição de estarem estruturados em forma de artigos, serem inéditos e estarem de acordo com as normas de publicação.

• Os artigos devem ser encaminhados com a indicação da seção da revista para a qual são mais adequados. Para os artigos internacionais, as línguas podem ser: inglês, espanhol, italiano ou francês (todos serão traduzidos para o português).

• Cada artigo deverá ter no máximo 25 mil e no mínimo 15 mil caracteres, com espaço, e apresentar as referências bibliográficas completas apenas e exclusivamente nas notas de rodapé, listando ao final somente a referência bibliográfica. Quaisquer outros comentários devem estar incorporados ao texto. Os títulos de obras estrangeiras devem vir acompanhados da tradução em português, colocada entre parênteses.

• Os artigos devem trazer resumo e abstract (inseridos no início do texto) com no máximo 10 linhas e 5 palavras-chave, em português e inglês, e no caso de artigo em língua estrangeira, na língua original e em português. Devem ser digitados em times new roman, corpo 12, entrelinhas com espaço 1,5 e seguir as normas da ABNT (no caso de texto em língua estrangeira, as referências devem estar completas para que sejam reestruturadas pelo editor de acordo com a ABNT).

• Os artigos podem ser enviados pelo e-mail comueduc@usp.br ou pelo site www.usp.br/comueduc ou ainda pelo correio, acompanhados de arquivos eletrônicos em CD ROM.

• Os trabalhos serão examinados através do sistema blind review, em que os autores não são identificados pelo conselho editorial em nenhuma fase da apreciação. Para tanto, em folha à parte, o(s) autor(es) deverá(ão) apresentar as seguintes informações:

a) título do trabalho;
b) nome completo;
c) titulação acadêmica máxima;
d) instituição onde trabalha(m) e a atividade que exerce(m);
e) endereço completo para correspondência;
f) telefone e e-mail para contato;
g) apontar (caso necessário) a origem do trabalho, a vinculação a outros projetos, a obtenção de auxílio para a realização do projeto e quaisquer outros dados relativos à produção do material.
Ilustrações

• A revista publica imagens ilustrativas em todas as suas seções.

• As fotografias devem ser nítidas, no tamanho máximo de 9 x 14 cm, e apresentadas em formato digital padrão JPEG em 300 dpi, ou em papel brilhante, em preto e branco.

• As figuras devem ser apresentadas no tamanho máximo de 20 x 30 cm, em formato digital padrão JPEG em 300 dpi, ou em papel, em preto e branco.

• Quadros e tabelas devem ser acompanhados de título que permita compreender o significado dos dados reunidos.
Assinalar, no texto, pela ordem, o local de inclusão.

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sexta-feira, 2 de março de 2012

Educação e Media: da teoria ao terreno

Compartilhamos resenha de Manuel González Mairena sobre o livro Educação e Media: da teoria ao terreno, publicada na Revista Comunicar 38:

Já está disponível a Revista Comunicar 38


Já está disponível o número 38 da Revista Comunicar, vol. XIX, de março de 2012, cujo tema é "Alfabetización mediática en contextos múltiples"


A publicação está disponível na internet de forma integral e gratuita na página web. www.revistacomunicar.com


O artigo de abertura da revista é do professor e pesquisador da Universidade de Huelva/Espanha, José Ignacio Aguaded Goméz. O tema é Apuesta de la ONU por una educación y alfabetización mediáticas


Entre os articulista deste número há o professor pesquisador brasileiro Marco Silva, da UERJ e Universidade Estácio de Sá, que divide o artigo Pedagogia de la Interactividad com Roberto Aparici Marino, da UNED, Madrid.


Veja os outros artigos:


Alfabetización mediática en contextos múltiples



A revista traz ainda: