domingo, 12 de novembro de 2017

Livro aborda estereótipos de gênero, identidade e sexualidade no entretenimento infantil

"Heroes, Heroines, and Everything in Between: Challenging Gender and Sexuality Stereotypes in Children's Entertainment Media" examines how this media ecology now includes a presence for nonheteronormative genders and sexualities. 
It considers representations of such identities in various media products (e.g., comic books, television shows, animated films, films, children’s literature) meant for children (e.g., toddlers to teenagers). 
The contributors seek to identify and understand characterizations that go beyond these traditional understandings of gender and sexuality. By doing so, they explore these nontraditional representations and consider what they say about the current state of children’s entertainment media, popular culture, and global acceptance of these gender identities and sexualities. (By Amazon)

Edited by: Carrielynn D. Reinhard and Christopher J. Olson 
Contributions by Fatima Q. Al Hattami; Sara Austin; Thomas J. Billard; Nancy Bressler; Claire Burdfield; Chrys Egan; Rebecca Feasey; Susan G. Kahlenberg; Brian L. Macauley; Jennifer Miller; Jerralyn R. R. Moudry; Annick Pellegrin; Christopher J. Olson; Carrielynn D. Reinhard ; Richard J. Schaefer and Heike Steinhoff.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

II Fórum Informal sobre Literacia Mediática acontece em Lisboa


O Grupo Informal de Literacia para os Media (GILM) e a Comissão Nacional de Proteção de Dados organizam o II Fórum Informal sobre Literacia Mediática (FILM) sobre o tema “Internet, proteção de dados e Literacia dos Média”.

A iniciativa, que decorrerá em Lisboa, na Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, acontece dia 3 de novembro, entre 14h30 e 17h30.

A entrada é livre, tendo os interessados que confirmar a sua presença para o e-mail: gielm2009@gmail.com


Fonte: http://www.cecs.uminho.pt/ii-film-forum-informal-sobre-literacia-mediatica/

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Universidade Católica Portuguesa sedia Seminário "Imagem corporal e autoestima em crianças e adolescentes"

No próximo dia 14 de outubro a Universidade Católica Portuguesa (UCP) sediará o seminário "Imagem corporal e autoestima em crianças e adolescentes", promovido pela instituição e o Programa Media Smart, da APAN (Associação Portuguesa de Anunciantes).

O evento tem acesso livre, mediante inscrições prévias, e destina-se primordialmente a educadores e formadores de crianças, adolescentes e jovens.

A ideia é discutir como a exposição desse público à publicidade _ devido ao acesso cada vez mais facilitado às novas tecnologias _ pode impactá-lo e criar novos estigmas e promover um debate a partir de algumas questões como:
* De que modo podem os professores, pais e educadores explicar às crianças e aos adolescentes que os corpos e as imagens que aparecem nos anúncios publicitários das marcas não devem ser encarados como ideais, conferindo-lhes capacidade de interpretação dos objetivos daquelas mensagens comerciais?

O seminário contará com a presença de especialistas que dinamizarão os seguintes temas: “a publicidade que nos rodeia - como recebemos e o que fazemos com as mensagens publicitárias”, “imagem corporal e autoestima em crianças e jovens - impactos na vivência escolar” e “publicidade e aparência - o impacto positivo e negativo na autopercepção dos jovens sobre o seu corpo”. Susana Paiva (APAN), Rita Francisco (FCH/UCP) e Amélia Souto Moura (psicóloga clínica) serão responsáveis por essas intervenções que antecederão o debate e a síntese a cargo de José Lagarto (FCH/UCP).

Evento: Seminário “Imagem corporal e autoestima em crianças e adolescentes” 
Data: 14 de outubro, sábado 
Hora: 9h às 13h 
Local: Universidade Católica Portuguesa - Anfiteatro A3 Palma de Cima | 1649-023 Lisboa 
Inscrições: mediasmart@apan.pt ou https://goo.gl/forms/ZVOrKtnrTux0XStd2 até 13 de outubro

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Professoras organizam livro mostrando experiências com tecnologias na educação

Acesse o livro “Narrativas de experiências docentes com o uso de tecnologias na educação ‘básica’”, organizado pelas professoras Adriana Barroso de Azevedo (Universidade Metodista de São Paulo) e Maria da Conceição Passeggi (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) neste link: https://anlitemedia.com/2017/09/14/narrativas-das-experiencias-docentes-com-as-tic/ ou em: https://meocloud.pt/link/9113bebb-c160-45a4-84d7-0af3067b1ceb/narrativas.pdf/
O livro, editado pela Universidade Metodista de São Paulo em 2016, mostra desde experiências com TV a jogos em aulas de filosofia e meios digitais para troca entre os professores. 

Guia voltado a centros educativos discute homofobia

Como trabalhar com Homofobia na escola? O guia de Gonçalo Martinez pretende dar algumas dicas nesse sentido, ajudando professores a debater o tema e trabalhar esse preconceito com os alunos. Resenha no site "Red de Escuelas de Ciudadanía"Esta Guía contra la Homofobia de Gonzalazo F. Serrano Martínez es un material dirigido a instituciones y el cuerpo docente para atender las necesidades específicas de los niños y adolescentes LGBT, no sólo asegurando el normal desarrollo de su personalidad (refuerzo de la autoestima), sino educando además a la comunidad educativa en sentido amplio en los valores de respeto a la diversidad afectivosexual (lucha contra la discriminación). La guía integra una serie de recomendaciones que pueden resultar de utilidad a la hora de emprender esta labor.
Para fazer download do guia, acesse: 
http://www.fundacioncives.org/rec/recursos/guia-contra-la-homofobia.html

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

I used to think social media was a force for good. Now the evidence says I was wrong

I used to think social media was a force for good. Now the evidence says I was wrong
Matt Haig (By The Guardian - Opinion 06/09/2017)


I used to think social media was essentially a force for good, whether it was to initiate the Arab spring of 2011, or simply as a useful tool for bringing together like-minded people to share videos of ninja cats. Having spent a lot of time thinking about mental health, I even saw social media’s much-maligned potential for anonymity as a good thing, helping people to open up about problems when they might not feel able to do so in that physical space we still quaintly call real life.

I also knew from my own experience that it could sometimes provide a happy distraction from the evil twins of anxiety and depression. I have made friends online. As an author, it’s also been a great way to test new ideas, and has taken storytelling from its castle in the sky back down to the metaphorical (now hashtag-heavy) campfire. As someone who often finds social situations mentally exhausting, social media seemed far more solution than problem.
Yes, I would occasionally feel that maybe staring at my Twitter feed near-continuously for seven hours wasn’t that healthy, especially when I was arguing with an army of Trump fans telling me to jump off a cliff. Yes, I’d see articles warning of the dangers of excessive internet use, but I dismissed these as traditional, reactionary takes. I saw social media naysayers as the first reviewers of Technicolor movies, who felt the colour distracted from the story, or were like the people who walked out on Bob Dylan at Newport folk festival for playing an electric guitar, or like those who warned that radio or TV or video games or miniskirts, or hip-hop or selfies or fidget spinners or whatever, would lead to the end of civilisation.
I remember a Daily Mail headline, “How using Facebook could raise your risk of cancer”, which made things even clearer: to be anti-social media was to be hysterically on the wrong side of history.
Then I started the research for a book I am writing on how the external world affects our mental health. I wanted to acknowledge the downsides of social media, but to argue that far from being a force for ill,it offers a safe place where the insanities of life elsewhere can be processed and articulated.
But the deeper into the research I went, the harder it was to sustain this argument. Besides the Daily Mail screeching about the dangers, other people – scientists, psychologists, tech insiders and internet users themselves – were highlighting ways in which social media use was damaging health.
Even the internet activist and former Google employee Wael Ghonim – one of the initiators of the Arab spring and one-time poster boy for internet-inspired revolution – who once saw social media as a social cure – now saw it as a negative force. In his eyes it went from being a place for crowdsourcing and sharing, during the initial wave of demonstrations against the Egyptian regime, to a fractious battleground full of “echo chambers” and “hate speech”: “The same tool that united us to topple dictators eventually tore us apart.” Ghonim saw social media polarising people into angry opposing camps – army supporters and Islamists – leaving centrists such as himself stuck in the middle, powerless.
And this isn’t just politics. It’s health too. A survey conducted by the Royal Society of Public Health asked 1,500 young people to keep track of their moods while on the five most popular social media sites. Instagram and Snapchat came out worst, often inspiring feelings of inadequacy, anxiety and self-loathing. And according to another survey carried out by the youth charity Plan International UK, half of girls and two-fifths of boys have been the victims of online bullying.
The evidence is growing that social media can be a health risk, particularly for young people who now have all the normal pressures of youth (fitting in, looking good, being popular) being exploited by the multibillion-dollar companies that own the platforms they spend much of their lives on.
Kurt Vonnegut said: “We are what we pretend to be, so we must be careful who we pretend to be.” This seems especially true now we have reached a new stage of marketing where we are not just consumers, but also the thing consumed. If you have friends you only ever talk to on Facebook, your entire relationship with them is framed by commerce. When we willingly choose to become unpaid content providers, we commercialise ourselves. And we are encouraged to be obsessed with numbers (of followers, messages, comments, retweets, favourites), as if operating in a kind of friend economy, an emotional stock market where the stock is ourselves and where we are encouraged to weigh our worth against others.
(...) See all the content in the link bellow/ Veja o resto do artigo de Opinião no link:
https://www.theguardian.com/commentisfree/2017/sep/06/social-media-good-evidence-platforms-insecurities-health?CMP=share_btn_fb

Campanha Afroeducom em Movimento busca apoio para realização de livro


Com parceria da ABPEducom - Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação, a campanha Afroeducom em Movimento busca recursos para a criação de um livro com práticas sobre Educomunicação e Equidade Racial em três importantes países da América Latina: Argentina, Colômbia e Peru.

Para saber mais sobre o livro e o projeto, visite o site: https://benfeitoria.com/afroeducom

https://www.youtube.com/watch?v=Jybs0QLnAS0

Roda de Encontros traz Alexandre Le Voci para discutir participação dos pais na escola dos filhos

No dia 19 de Setembro a Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena), em São Paulo, recebe o jornalista Alexandre Le Voci Sayad (foto) para conversar sobre a importância da participação dos pais na escola dos filhos e os limites dessa relação. O bate-papo, que tem como tema "A boa relação com a escola que você escolheu”, acontece das 12h às 14 e faz parte da Roda de Encontros da Matutaí.

Alexandre Le Voci Sayad é o segundo convidado do ciclo  de debates promovido pela Matutaí. Além de jornalista, ele é educador e membro do comitê GAPMil da Unesco. A partir de suas experiências em projetos com escolas, ONGs e governos, Alexandre estimulará reflexões sobre a escola como um polo cultural que envolva a comunidade e que possa ser um local onde o jovem possa aprender com interesse e entusiasmo.  

A ideia é mostrar diferentes perfis de escolas e propor caminhos para se estabelecer uma relação saudável entre os pais e as instituições de ensino, que envolva parceria e também olhar crítico e avaliação: “Qual o perfil da escola que escolhi para o meu filho? O que é ser um pai parceiro da escola? Até que ponto posso interferir na abordagem pedagógica da escola?”serão algumas questões abordadas.


RODA DE ENCONTROS

A Roda de Encontros, que teve início no dia 29/8 com a psicanalista Vera Iaconelli, continua no mesmo local até dezembro, com um evento mensal, sempre às terças-feiras (abaixo, programação completa). O valor cobrado inclui almoço do Santo Grão para os participantes.

Roda de Encontros Matutaí: "A boa relação com a escola que você escolheu", com Alexandre Le Voci Sayad
DATA: 19/9/17, terça-feira
HORÁRIO: das 12h às 14h
LOCAL: Livraria da Vila - Rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena – São Paulo
VALORES: R$ 230 o encontro avulso e na compra do pacote com quatro encontros cada um sai por 
R$ 180 (para ambos, incluso almoço do Santo Grão)  

MAIS INFORMAÇÕES E PARA COMPRAR: https://goo.gl/sEU4do

PRÓXIMOS ENCONTROS

10/10: "O cultivo dos vínculos familiares"
Lucia Rosenberg
Psicóloga psicoterapeuta, palestrante do TEDx SP e professora na Casa do Saber. A conversa com a Lucia carrega cada um de nós de volta para casa, para o colo da mãe, para os almoços em família. Tem cheiro de bolo quente em dia de aniversário. O amor familiar, para ela, não nasce pronto. Ele cresce junto com as marcas e os marcos, os medos, os risos, as brigas e as conquistas que a gente cultiva todos os dias. Escutar a Lucia é arar o solo, é plantar a semente para que o vínculo cresça forte e possa criar raízes profundas, capaz de gerar os seus próprios frutos. 

7/11: "A luta diária de educar"
José Bueno
Arquiteto e urbanista, mestre em Aikido e convidado especial em projeto de formação de lideranças da Amana-Key por mais de 10 anos. O melhor papel de Bueno, segundo ele mesmo, é o de faixa preta em criar pontes. Com essa metáfora, ele promove suas buscas por formas colaborativas de interação entre as pessoas, principalmente fora do tatame. Essa será uma oportunidade de seguir seus passos de mestre, numa travessia que pode aproximar pais e filhos, estabelecendo, nessa relação, uma coreografia mais harmoniosa, com menos embates e mais encontros positivos, construtivos e reveladores. 

5/12: "A relação entre pai e mãe e sua influência sobre os filhos"
Luiz Alberto Hanns
Administrador de empresas, psicólogo de casais e especialista em orientação para pais, autor dos livros “A equação do casamento” e “A arte de dar limites”. 
O casamento, na compreensão de Hanns, deixou de ser uma "missão", para tornar-se um projeto prazeroso. Os desafios dessa nova instituição trazem angústias que podem atingir toda a família. Esse encontro vai discutir aspectos que podem acolher questões decorrentes das expectativas dessa relação, tais como: a atração sexual, a fidelidade, os papeis, a individualidade, os filhos, a família de origem (sogros, cunhados…), divórcio, novas configurações de casais etc., e a forma como essa dinâmica influencia os filhos.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O que Charlottesville tem a nos ensinar...

"OS HOMENS NÃO APRENDEM MUITO COM AS LIÇÕES DA HISTÓRIA, E ESTA É UMA DAS MAIS IMPORTANTES LIÇÕES DA HISTÓRIA" (Aldous Huxley)

Importante ver o documentário Charlottesville: Race and Terror, sobre o que aconteceu nessa cidade nos EUA no sábado, 12 de agosto, e refletir um pouco sobre como vários fatos no mundo estão interligados, vários episódios de violência, discriminação, escalada da Direita ao poder, volta do discurso do Medo e em seu nome a retirada dos direitos sociais de toda uma população já marginalizada.

Vídeo de Vice News Tonight/HBO: https://www.youtube.com/watch?v=P54sP0Nlngg

Há alguns dias li o livro "As crianças de Hitler", sobre o Programa Lebensborn, ou sobre o "fabrico de crianças perfeitas nas maternidades SS". Uma história assustadora de um fato que ocorreu há mais de 70 anos durante a Segunda Guerra Mundial.
E apesar do mundo não ter mais vivido um conflito global daquela natureza, a ideia completamente absurda de que possa existir um sangue puro e de que uma pessoa possa ser superior a outra por causa de sua raça ainda persiste, assim como as guerras (maiores ou menores) que acontecem no dia a dia por causa disso.
Os neo-nazistas estão aí para comprovar que a estupidez e a ignorância parece ser algum tipo de doença sem cura.
Mais do que nunca, a educação parece ser a única arma possível para abrir os olhos do mundo. Nunca foi tão importante estudar História, em suas várias perspectivas (vencedores e vencidos). Nunca foi tão importante entender o que são Direitos Humanos e a dimensão deles na vida de cada sujeito, em cada lugar do mundo.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Comunicação e publicação na Ciência


O GT Jovens Investigadores da SOPCOM (Associação Portuguesa de Ciências da Comunicaçãopromoveu mais um Webnário no final de Junho, desta vez com a professora Anabela Gradim, da Universidade da Beira Interior. O tema foi Comunicação e publicação na Ciência. 

A professora Anabela Gradim tem doutorado em Ciências da Comunicação, é docente e Diretora do Doutorado em Ciências da Comunicação e é vice-presidente da Faculdade de Arte e Letras da Universidade da Beira Interior - UBI. Tem cerca de 10 livros publicados. 

Acompanhe o Webnário pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=NiobSLXge_A

terça-feira, 1 de agosto de 2017

II Congresso Internacional sobre Competências Midiáticas está com inscrições abertas para trabalhos. Evento acontece em outubro, na UFJF



Entre 23 e 25 de outubro de 2017 acontece o II Congresso Internacional sobre Competências Midiáticas, na Faculdade de Comunicação da UFJF, em Juiz de Fora/Minas Gerais, Brasil.


Com objetivo de promover o intercâmbio de informações sobre as Competências Midiáticas e os resultados encontrados no projeto conjunto que está sendo desenvolvido pela Rede Alfamed, o evento terá a presença de palestrantes do Brasil e do exterior. A programação preliminar do evento prevê discussões sobre o panorama atual midiático e os desafios para a popularização deste campo de estudos a fim de promover o desenvolvimento da Competência Midiática no século XXI.

Serão aceitos trabalhos em português, espanhol e inglês, de autoria de professores e estudantes de graduação e pós-graduação, para as seguintes sessões temáticas:


ST 1 - Comunicação, Educação, Produção e Consumo 
A sessão propõe a reunião de pesquisadores interessados em discutir temas relacionados à produção, consumo, circulação e ressignificação de conteúdos na sociedade contemporânea. Abrangendo estudos, dentro de diferentes perspectivas teóricas e metodológicas, relacionados com o audiovisual, a publicidade, o jornalismo e as novas mídias. 

ST 2 - Comunicação, Educação e Artes
A sessão reúne trabalhos que atuem na interface entre a comunicação, a educação e as artes. Buscando refletir sobre a experimentação de novos formatos, o uso de plataformas tecnológicas na criação de obras e experiências interativas que explorem novas formas de expressão no campo das artes.

ST 3 - Comunicação, Educação e Aprendizagem
A sessão reúne trabalhos que refletem sobre o diálogo entre a comunicação e a educação. Discutindo as experiências de métodos e processos de ensino e aprendizagem no âmbito formal e não formal, além das intermediações das novas mídias no processo educacional.

ST 4 - Comunicação, Educação e Minorias 
A diversidade tem sido um conceito chave na discussão sobre a mídia educação e de suma importância para o empoderamento de diferentes grupos culturais, sociais, étnicos e relativos às identidades de gênero e sexualidade. Esta sessão abriga trabalhos que reflitam sobre o papel e a atuação das minorias na nossa sociedade.

O resumo expandido deverá ter um limite mínimo de 3.900 mil e o máximo de 4 mil caracteres com espaço (incluindo as notas de rodapé, as palavras-chave e as referências). O prazo para envio é 15 de agosto. 



Bolsa de estudos para estudantes que contem suas histórias de vida e superação com o câncer


Um bolsa de estudos diferente, voltada a estudantes nos Estados Unidos, que estejam vivendo ou tenham vivido uma luta contra o câncer ou que estejam cuidando de uma pessoa próxima com essa doença. É o que Danziger & De Llano, LLP oferece, no valor de 2000 mil dólares, para que os contemplados atinjam seus objetivos acadêmicos, bastando para isso que contem suas experiências pessoais com relação à luta contra o câncer.
A chamada esta aberta ate o dia 15 de agosto, com inicio da bolsa em Setembro deste ano.
Os candidatos a essa bolsa devem estar matriculados em cursos universitários de dois anos, quatro anos, comunidade, junior ou em um programa de pós-graduação em tempo integral. Todos os estudantes universitários nos Estados Unidos são elegíveis, mas devem estar em boa posição acadêmica em sua instituição com uma média de classificação de 3.0 ou superior. Também são qualificados os alunos do ensino médio e do ano livre que planejam assistir a qualquer dos programas mencionados acima, com classificação de 3.0 ou superior.
Para concorrer à bolsa o(a) estudante deve escrever um ensaio entre 500 e 800 palavras, detalhando suas experiências pessoais com câncer, contando como o câncer impactou sua vida, como superou a adversidade, como moldou seu futuro e objetivos e como mudou sua visão de mundo. Além disso, é importante explicar como e porque a bolsa é importante. Incluir nome, endereço de e-mail, telefone e universidade que frequenta ou planeja frequentar e enviar para scholarship@mesothelioma.net 
Mais informações em: https://mesothelioma.net/scholarship/ e https://mesothelioma.net/mesothelioma/

Texto original do site:
Scholarship for students who tell their stories about life and overcome cancer
Danziger & De Llano, LLP. is now offering qualifying college students the chance to win a $2000 scholarship for detailing their personal experiences either living with cancer or watching a loved one battle cancer. We hope to offer this financial assistance to help one deserving student meet his or her academic goals.
Who Should Apply?
Any student who has lived with and fought against any type of cancer, not limited to mesothelioma, is welcome to apply. We also encourage any students who have watched a family member or close friend go through the experience of fighting cancer.
We are now accepting applications for the next fall semester with a deadline of August 15, 2017. We will award one scholarship this September 2017.
Students applying for this scholarship must be enrolled at a two-year, four-year, community, or junior college, or in a graduate degree program on a full time basis. All college students in the United States are eligible, but must be in good academic standing at their institution with a grade point average of 3.0 or higher. Also qualifying are high school and gap-year students planning on attending any of the programs mentioned above.
What to Include in the Application
The main component of your application for this scholarship will be an essay, between 500 and 800 words, detailing your personal experiences with cancer. Tell us your story, how cancer has impacted your life, how you overcame adversity, how it shaped your future and goals, and how it has changed your outlook on life. Please also tell us why this scholarship is important for you.
Please include your name, email address, phone number, and university you attend or plan to attend.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Educación para los medios y feminismo: una articulación que posibilita el empoderamiento de las mujeres.

Resumo: El presente artículo ofrece los resultados preliminares de la investigación doctoral de la autora, la cual tiene por objetivo desarrollar una propuesta de educación para los medios con perspectiva de género feminista. Una revisión sobre propuestas de educación para los medios a nivel mundial determinó la necesidad de generar metodologías cuya base teórica, ética y política sea la promoción del empoderamiento de las mujeres y las niñas. Dicha necesidad está basada en que las prácticas de discriminación, exclusión y violencia contra las mujeres y las niñas persisten, incluso en sociedades con altos niveles de desarrollo humano y económico. Se recurrió al empoderamiento de las mujeres como punto de partida teórico y metodológico, como categoría de análisis y como una meta. Se utilizó la propuesta de Nelly Stromquist acerca de los componentes del empoderamiento de las mujeres, y el trabajo de campo se planeó siguiendo el método de los grupos de autoconciencia (creados por el feminismo radical durante los años sesenta en Estados Unidos) con mujeres jóvenes estudiantes de Comunicación.
Autora:  Raquel Ramírez Salgado

Revista Comunicando, disponível online, faz tributo a pioneiro nos estudos de mídia em Portugal


Já se encontra disponível a nova edição da Revista Comunicando (vol. 6, n.º 1), da SOPCOM Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação. O  tema é "Média e Cidadania: Um tributo a Paquete de Oliveira".
É a primeira vez que a revista lança um número especial, em julho, com uma versão impressa, resultado da parceria dos editores da revista com a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), de Portugal. 
O tema da revista homenageia o jornalista e sociólogo português, Paquete de Oliveira, antigo provedor de leitores e telespectadores.  
Os organizadores dessa edição são: Fábio Ribeiro, Mafalda Oliveira, Renata Freitas e Francine de Oliveira.
A publicação em formato online pode ser acessada no link: www.revistacomunicando.sopcom.pt/edicao/170

terça-feira, 25 de julho de 2017

Transmedia Literacy International Conference: envio de propostas até 31 de outubro


Até 31 de outubro está aberto o período para o envio de propostas para a Transmedia Literacy International Conference (Teenagers, Tansmedia Skills and Informal Learning Strategies in the New Media Ecology), que se realiza em Barcelona (Universitat Pompeu Fabra), de 22 a 24 de março de 2018. Esta iniciativa assinala o fim do projeto europeu Transliteracy, que teve início em junho de 2016 e que pretende, entre outros objetivos, compreender a relevância de práticas midiáticas na vida de adolescentes de oito países (Austrália, Colômbia, Espanha, Finlândia, Itália, Portugal, Reino Unido e Uruguai), mapeando as capacidades transmidiáticas de jovens com idades entre os 12 e os 18 anos. 

O principal objetivo da conferência é compartilhar resultados e práticas de pesquisa em torno dos seguintes tópicos:

  • Transmedia literacy
  • Transmedia education
  • Transmedia skills and informal learning strategies
  • Media literacy
  • Educommunication
  • Student-generated contents
  • Collaborative cultures and education
  • Fan cultures and education 

Workshops: A conferência aceitará um curto número de oficinas voltadas para professores do ensino médio. Elas devem ser pensadas para grupos pequenos (no máximo 20 pessoas) e a duração deve ser de 4 horas (240 minutos, incluindo uma pausa). Podem ser explorados diferentes usos e experiências em torno da narrativa transmídia e das culturas colaborativas na sala de aula.
As oficinas ocorrerão no dia 23 de março (manhã e tarde) e, eventualmente, no dia 24 de março (manhã). Podem ser em inglês, espanhol ou catalão.

Prazos
Apresentação de propostas: 31 de outubro de 2017
Notificações: 15 de dezembro de 2017

Palestrantes principais já confirmados
David Buckingham – University of Loughborough (United Kingdom)
Divina Frau-Meigs – Université Sorbonne Nouvelle (France)
Alejandro Piscitelli – Universidad de Buenos Aires (Argentina)

Registro

Com propostas aceites: de 15 de dezembro a 15 de fevereiro de 2017
Outros participantes: a partir de 16 de fevereiro de 2017