sexta-feira, 30 de julho de 2010

Por uma imprensa livre

A organização Repórteres sem Fronteiras lançou uma campanha em que as fotos dos presidentes Mahmoud Ahmadinejad, do Irã, Kim Jong Il, da Coreia do Norte, e Muammar Kadafi, da Líbia, na página amassada de uma revista. Eles estão na lista dos 40 maiores “Predadores da Liberdade de Imprensa”, ranking publicado todos os nos pela organização.

No ranking desse ano, entrou também Hu Jintao, da China. A campanha, da Saatchi & Saatchi e dos artistas Stephen J. Shanabrook e Veronika Georgieva, inclui ainda um vídeo com o close de uma pessoa amassando lentamente a página sob o slogan: “Somente a imprensa livre pode ferí-los”.


Fonte: Adriana Carranca/pelo Mundo

Para montar uma rádio na escola

O projeto EducomRádio do Núcleo de Comunicação e Educação (NEC) da ECA/USP disponibiliza informações para você montar uma rádio na escola e trabalhar a comunicação com seus alunos.
Mas lembre-se. Antes de criar uma rádio, discuta com os alunos a importância desse veículo de comunicação para a comunidade escolar, aspectos éticos, que temas serão debatidos, as responsabilidades de cada um...
Se você está interessado basta acessar os links abaixo:

Manuais de Implementação de Rádio Escolar
Como implementar:
http://www.usp.br/nce/manual/paginas/manual1.pdf

Conexões e regulagens de equipamentos 1: http://www.usp.br/nce/manual/paginas/manual2.pdf

Conexões e regulagens de equipamentos 2:
http://www.usp.br/nce/manual/paginas/manual3.pdf

Conexões e regulagens de equipamentos 3:
http://www.usp.br/nce/manual/paginas/manual4.pdf

Conexões e regulagens de equipamentos 4:
http://www.usp.br/nce/manual/paginas/manual5.pdf

Conexões e regulagens de equipamentos 5:
http://www.usp.br/nce/manual/paginas/manual6.pdf

História do computador

O Museu do Telefone do Rio de Janeiro, local bem legal para uma visita, produziu um vídeo sobre a história do computador. Vale a pena dar uma olhadinha!!!



A Pc World também realizou uma série de 15 vídeos contando a história do computador. Compartilhamos um deles abaixo. E se você quiser ver todos, basta clicar aqui!

Educação para a mídia como política pública: experiência inglesa e proposta brasileira

O artigo de Alexandra Bujokas (foto) que sugerimos para leitura fala sobre a relevância e a viabilidade de um sistema nacional de políticas públicas em educação para a mídia no Brasil.

Para tanto, parte da experiência que vem sendo desenvolvida na Inglaterra desde 2003, quando foi aprovada a nova lei de comunicações, que incluiu a media literacy entre as obrigações do Ofcom (Office of Communications), o órgão regulador da radiodifusão e das comunicações digitais.

Sem esquecer as peculiaridades do contexto da política e da radiodifusão brasileira, o trabalho considera conceitos básicos elaborados na Inglaterra, recobra revindicações da sociedade civil brasileira e sugere as linhas rudimentares de uma ação política na área.

Para ver o artigo completo, clique aqui!

Sobre mídia-educação

“É a história de uma antiga tribo, cujos membros levavam uma vida estável e reconfortante. As crianças partilhavam das tradições de seus pais e eram ensinadas a pescar em águas correntes límpidas e a caçar o tigre de dente-de-sabre. Aí veio o gelo, a água se tornou turva e o tigre se mudou para o sul. Mas a tribo preservou seus modos tradicionais. Eles limparam uma parte do rio para que as crianças continuassem a pescar, e empalharam um tigre, para que elas aprendessem a caçar. Então, um crítico jovem membro da tribo veio até o conselho e perguntou porque, ao invés disso, as crianças não eram ensinadas a pescar em águas turvas e a caçar o urso polar, que recentemente havia começado a assolar as tribos. O conselho ficou furioso. Nós sempre ensinamos a pescar em águas límpidas e a caçar o tigre, porque essas são as disciplinas clássicas. Além disso, o currículo já está sobrecarregado.” (Stuart Hall e Paddy Whannel – The popular Arts, 1964)

O trecho acima é uma dica de reflexão da colega jornalista e professora Alexandra Bujokas!

Políticas e práticas de mídia-educação

Apresentação de Alexandra Bujokas no V Seminário Nacional O Professor e a Leitura de Jornais - Educação, Mídia e Formação Docente, na Unicamp, entre 14 e 16 de Julho. A organização foi da Associação de Leitura do Brasil (ALB), faculdade de Educação da Unicamp, Rede Anhanguera de Comunicação e programa Jornal e Educação/Associação Nacional de Jornais.
Tive o prazer de ser uma das organizadoras do evento e da mesa Práticas e Políticas de Mídia-Educação, da qual Alexandra participou junto com a professora Regina de Assis (UFRJ).

II Encontro Brasileiro de Educomunicação

Entre os dias 23 e 24 de agosto de 2010, a USP promove, no Auditório Freitas Nobre, na Escola de Comunicações e Artes, o II Encontro Brasileiro de Educomunicação. O evento que terá como objetivo promover um diálogo entre a Sociedade e a Universidade sobre o perfil do profissional a ser formado pelo próximo curso de Licenciatura em Educomuncação, reunirá representantes da UNESCO, de órgãos públicos, da mídia, do terceiro setor e do campo educacional.

Nesse sentido, o II Encontro Brasileiro de Educomunicação dá continuidade às trocas de experiências ocorridas ao longo dos últimos dez anos e que permitiram identificar e legitimar o conceito da Educomunicação, presente em experiências como as desenvolvidas por emissoras de rádio e TV de caráter educativo e cultural, redes públicas de escola, assim como organizações com atividades que relacionam mídia e juventude.

O evento trabalhará a partir de cinco sub-temas, a saber:
Educomunicação no espaço das políticas públicas
Mídia e Tecnologia no espaço educativo: a perspectiva da Educomunicação
A interface comunicação e educação na universidade: pesquisa e extensão
O profissional da Educomunicação
Licenciatura em Educomunicação

No painel de abertura, o diretor da área de comunicação da UNESCO, Guilherme Canela, falará sobre o esforço da ONU no sentido de promover políticas públicas em favor da convivência entre civilizações a partir de programas de educação para a mídia, em todo mundo. Já o educomunicador Alexandre Sayad, do Colégio Bandeirantes e secretário executivo da Rede CEP, associação de ONGs que trabalha com o conceito, explicará os motivos que levaram 3.900 escolas do ensino médio a optar pela prática educomunicativa no contexto do programa Mais Educação do MEC.

No campo da mediação tecnológica, Sonia Sette, da UFPE, coordenadora do programa Mídias na Educação, da Secretaria de Educação a Distância do MEC demonstrará como vem se implementando em todo o país a formação de professores para o uso das linguagens da comunicação em sala de aula a partir da perspectiva da educomunicação.

O tema da educação a distância será também objeto da palestra de José Augusto de Melo Neto, do Centro de Mídias na Educação do Estado do Amazonas, responsável por um dos mais premiados programas brasileiro de formação a atingir o interior da floresta amazônica levando o ensino médio a comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas através o uso das tecnologias digitais.

O perfil do educomunicador ficará por conta de apresentações e debates sobre a atuação do profissional no espaço da mídia, tendo como referência a ação educomunicativa do Canal Futura, bem como o trabalho desenvolvido no âmbito do terceiro setor, como ocorre na Viração, revista, site e movimento social e na ONG Cidade Escola Aprendiz. O trabalho educomunicativo na universidade contemplará a produção da revista Comunicação & Educação (USP/PAULINAS). O evento finalizará suas atividades com a apresentação da proposta do novo curso, seus fundamentos, estrutura e carga horária.

Informações e inscrições: www.cca.eca.usp.br

II Encontro Brasileiro de Educomunicação
Diálogo entre sociedade civil e universidade
São Paulo, 23-24 de agosto de 2010
Auditório Freitas Nobre, ECA/USP

Promoção:
Licenciatura em Educomunicação – CCA-ECA-USP
Núcleo de Comunicação e Educação – NCE-USP
Revista Comunicação & Educação

Apoio:
Edições Paulinas

Programa
23 de agosto
08h00 – Recepção dos participantes

09h00 – 10h30 – Sessão de Abertura
Coordenação: Ismar de Oliveira Soares, Chefe do CCA-ECA-USP
Saudação: Prof. Dr. Mauro Wilton de Sousa, diretor da ECA-USP
Entrega do Prêmio Mariazinha Fusari de Educomunicação

11h00 – 12h30 – Painel I – Educomunicação no espaço das políticas públicas
Guilherme Canela, Coordenador da área da Comunicação da UNESCO/Brasil.

Tema: Educomunicação: a perspectiva internacional a partir do mandato do Fórum das Nações Unidas sobre a Aliança das Civilizações.
Alexandre Sayad, Secretário da Rede CEP. - Comunicação, Educação Participação.

Tema: Contexto nacional: “a Educomunicação no programa Ensino Médio Inovador do MEC”
Carlos Lima, Coordenador do Programa de Educomunicação da Prefeitura de são Paulo.

Tema: O Programa de formação de Educomunicadores no Projeto nas Ondas do Rádio, no Município de São Paulo
Sandro Ilídio da Silva, Coordenador do Centro de Referência em Educomunicação e Meio Ambiente da Fundação Hélio Augusto de Souza, da Prefeitura de São José dos Campos.

Tema: O programa de formação em Educomunicação da FUNDHAS

14h30 - 17h00 - Painel II – Mídia e Tecnologia no espaço educativo: a perspectiva da Educomunicação
Sonia Schechtman Sette, Coordenadora de Educação a Distância da UFPE.

Tema: A importância do Programa Mídias na Educação para a melhoria da qualidade do Ensino Público no Brasil
Patrícia Horta, Coordenadora de implantação do curso a distância “Mídias na Educação” no Estado de São Paulo (parceria entre MEC, UFPE e NCE-USP).

Tema: O caráter educomunicativo do programa Mídias na Educação
José Augusto de Melo Neto, do Centro de Mídias na Educação do Estado do AM - Seduc-AM. Tema: A especificidade educomunicativa do programa “Ensino Médio Presencial mediado por Tecnologias”
Luiz Fernando Santoro, ECA/USP.

Tema: Potencial aberto ao educomunicador pela convergência midiática

18h00 – Lançamentos:
- Revista Comunicação e Educação (ECA/USP – Edições Paulinas)
- Livro “Do MEC a WEB” - Coord. Nelson Pretto e Sandra Tosta).

24 de agosto
09h00 – 10h30
Painel III– A interface comunicação e educação, na universidade: pesquisa e extensão
Coordenação: Sandra Pereira Tosta, Faculdade de Educação, PUC/MG.

Tema: Pesquisa e extensão sobre a interface Comunicação e Educação no âmbito da Educação
Maria da Graça Setton, FE-USP

Tema: A pesquisa em torno da interface Comunicação e Educação na Faculdade de Educação da USP
Maria Aparecida Baccega, Professora do Programa de Pós-Graduação da SPM.

Tema: Pesquisa e extensão desde a Comunicação: o papel da revista Comunicação & Educação da ECA/USP
Ana Julia Campos – pós-graduanda no ILCE – Instituto Latino-americano de Comunicación Educativa, no México.

Tema: A experiência de pesquisa em educomunicação no México

11h00 – 12h30
Painel IV – O profissional da Educomunicação
Coordenação: Vivian Romão, Editora da Viração, revista, site e movimento social.

Tema: O papel e as funções dos profissionais da Educomunicação: a experiência da revista Viração
João Alegria, Gerente de Programação e Jornalismo do Canal Futura.

Tema: O caráter educomunicativo da programação do Canal Futura
Marina Rosenfeld, Coordenadora do núcleo de tecnologias em educomunicação da Associação Cidade Escola Aprendiz.

Tema: O profissional da educomunicação nos espaços da educação não formal
Maria Cristina Costa – Coordenadora do Curso de Especialização em Gestão da Comunicação. Tema: O gestor da comunicação: projetos voltados para a educomunicação.

14h30 - 17h00
Painel V – A Licenciatura em Educomunicação
Coordenação: Ismar de Oliveira Soares, CCA-ECA-USP.

Tema: Razões da opção pela Licenciatura, perspectiva a partir da comunicação
Adilson Odair Citelli, CCA-ECA-USP.

Tema: Razões da opção pela Licenciatura: perspectiva a partir da Educação
Roseli Fígaro, Comissão de Graduação do CCA-ECA-USP.

Tema: Estrutura curricular da Licenciatura

Fonte: ECA/USP/ Mídias na Educação

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Educomunicação é o mais novo curso da USP

Considerado como o curso do futuro ele permitirá que o profissional atue nos meios de Comunicação, em questões ambientais, na divulgação científica, no terceiro setor, em órgãos públicos e em escolas.

A partir do dia 27 de agosto até o dia 10 de setembro, visando o ingresso na Universidade de São Paulo (USP), os vestibulandos terão mais uma opção de curso na Fuvest. O novo curso é a licenciatura em Educomunicação, que será ministrado na Escola de Comunicações e Artes (ECA) e terá oferta de 30 vagas, todas no período noturno, com duração de quatro anos.

O curso de licenciatura em Educomunicação abre um campo diferenciado para o profissional da Comunicação e já é considerado por especialistas como a profissão da contemporaneidade para atuação no mercado midiático (envolvendo Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas , Internet e as áreas de Rádio e Televisão) no Terceiro Setor (ONGs), no campo da Educação e nos órgãos públicos.

Desde que comunicadores e educadores passaram a entender que por detrás do primeiro aspecto de entretenimento dos elementos midiáticos existiam também construções importantes de cidadania, aprendizados, informação e formação, a Comunicação passou a ser um bem cobiçado por muitos. No entanto, como usá-la enquanto ferramenta de ensino e aprendizado e a sua sistematização se tornou um grande desafio que vem sendo pensado nas últimas décadas.

É nesse processo que surge o profissional da Educomunicação. Trata-se de um profissional multimidiático e gestor, pois agrega os conhecimentos de diferentes agentes tais como jornalistas, publicitários, relações públicas, cineastas e outros. Ao mesmo tempo é multifacético, pois o educomunicador também está apto para atuar no ambiente escolar, envolvendo desde os ensinos fundamental e médio até o curso superior.

Por conhecer as teorias e práticas da educação, os modelos e os procedimentos que envolvem o mundo da produção midiática e das tecnologias, o educomunicador é em sua natureza gestor de processos comunicacionais.

Os órgãos públicos de diferentes áreas tais como secretarias de Educação, Cultura e Meio Ambiente, dentre tantas outras; as instituições de ensino fundamental, médio e superior; o terceiro setor (Organizações Não-governamentais) e os meios de comunicação, principalmente os que têm uma preocupação educativa, serão os campos de trabalho desse novo profissional.

Fonte: Blog Educomunicação USP

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Código de melhores práticas em alfabetização midiática

Compartilhamos link para o Code of Best Practices in Fair Use for Media Literacy Education

http://www.scribd.com/doc/8067947/Media-Literacy-Txt

Boa leitura!!!

O Fotógrafo - Uma apaixonante história sobre os Médicos sem Fronteiras

O Afeganistão é um pequeno e pobre país encravado entre a Ásia e o Oriente Médio. Em toda sua história, o povo daquele país nunca conheceu um período de paz. As guerras são parte do presente e do passado do país. É neste território dominado por montanhas íngremes e desérticas, pela fome, pela ignorância e pela violência, que a organização Médicos Sem Fronteiras tem realizado nas últimas décadas um dos seus trabalhos mais marcantes em defesa da vida.

Apesar de extremamente pobre, o Afeganistão tem estado presente no noticiário internacional nas últimas três décadas de forma quase ininterrupta. Entre 1979 e 1989 o país enfrentou uma guerra sangrenta contra a União Soviética. Estima-se que as tropas russas chegaram a reunir um contingente de aproximadamente 120 mil soldados durante o período da campanha. O conflito ficou para a história como o equivalente soviético à derrota americana no Vietnã. Diversos historiadores, inclusive, afirmam que as enormes despesas com a guerra foram fator determinante para o desmantelamento do bloco soviético. Com a retirada do exército russo, o país enfrentou anos de guerra civil, que deixou um saldo superior a um milhão e mortos. A primeira década do século XXI marcaria o início da dominação de uma nova superpotência: os Estados Unidos. O resultado dos sucessivos conflitos é uma população doente e desassistida. A violência e a intolerância praticamente destruíram o já frágil sistema de saúde deixando apenas poucos hospitais atuando de forma precária nas capitais das principais províncias. Para terem acesso a qualquer tipo de atendimento, os afegãos precisam se arriscar em viagens de milhares de quilômetros em zona de guerra. Por isso, a maioria das pessoas que precisam de atendimento acaba morrendo antes de chegar a um posto médico.

Ao longo de todo esse período, os Médicos Sem Fronteiras estiveram presentes no Afeganistão oferecendo atendimento em hospitais e postos avançados em plenas montanhas. O único período em que a organização esteve ausente do país se deu entre 2004/209, após o assassinato de cinco membros da equipe na província de Bagdhis.

Uma reportagem em fotos e quadrinhos
Em 1986, em pleno conflito soviético, a Médico Sem Fronteiras contratou o fotógrafo francês Didier Lefèvre para documentar a atividade da organização no país. Na época a MSF realizava caravanas clandestinas cruzando ilegalmente a fronteiras entre Paquistão e Afeganistão para levar atendimento aos povoados mais distantes da capital Cabul. Médicos e cirurgiões atravessavam quilômetros de desfiladeiros e territórios minados carregando medicamentos e equipamentos em lombos de burros e cavalos.

O resultado da viagem de três meses de Didier ao Afeganistão está reproduzido em uma série de três livros que começaram a ser lançados no Brasil pela Conrad Editora em 2006 e chegam agora ao último volume. Didier faz um relato pessoal e detalhista de tudo o que ele vê e descobre em sua viagem. Os atendimentos médicos, as diferenças culturais, os perigos da viagem... nada passa despercebido do olhar do autor. Ao final, nós temos a oportunidade de aprender não somente sobre a atuação dos Médicos Sem Fronteiras no Afeganistão, como sobre uma cultura tão complexa e diferente da nossa. Didier aborda as relações de gênero, as difíceis cirurgias feitas sob condições adversas, as belezas surpreendentes do país ainda em guerra, as diferenças religiosas...

“O Fotógrafo” usa a fusão entre fotos e quadrinhos para compor a história. Os desenhos estão a cargo de Emmanuel Guibert, um destacado artista francês que já foi objeto de outro post aqui no Nona Arte (A Guerra de Alan).

Uma grande história, um excelente roteiro e grandes imagens fazem de “O Fotógrafo” um trabalho memorável que entra para a história como um dos mais importantes relatos já produzidos em quadrinhos no mundo. Pena que os aficionados por quadrinhos no Brasil tivessem de esperar quatro anos pela conclusão da história...

O Afeganistão hoje
O site oficial dos Médicos Sem Fronteiras informa que “infelizmente, conforme as necessidades aumentam, se torna cada vez mais difícil para organizações de ajuda neutras e imparciais convencerem todas as partes envolvidas que seu único objetivo é levar ajuda. A distinção que já foi clara entre exércitos, atividades de reconstrução e desenvolvimento e ajuda humanitária se tornou confusa a partir do momento em que ajuda médica se tornou parte do campo de batalha: forças de coalizão internacional cooptaram assistência para iniciativas de “corações e mentes”, ocuparam hospitais e prenderam pacientes em suas camas enquanto grupos armados de oposição fizeram de trabalhadores humanitários e estruturas de saúde alvos por causa da presença de forças internacionais. Para ser aceita por todas as partes envolvidas no conflito, uma organização médica como MSF deve demonstrar, e comunicar claramente, completa imparcialidade, neutralidade e independência, por exemplo, não tomando nenhum partido no conflito, se recusando a aceitar fundos de qualquer governo que trabalhe no Afeganistão e no Paquistão e assegurando que nenhuma força militar, sejam elas nacionais, internacionais ou de oposição, entre no hospital com suas armas.”

Para saber mais sobre os Médicos Sem Fronteiras ou ajudar a organização, acesse o
site oficial da organização.

Confira um filme de divulgação do terceiro e último volume da série:

Fonte: Nosso blog irmão, o Nona Arte (http://quadrinhos-nona-arte.blogspot.com/)

domingo, 25 de julho de 2010

Escola e mídia: um encontro possível?

Artigo de Luciana Lobo Miranda (*)

Publicado no jornal O POVO (CE) - 24/07/2010

Na escola contemporânea, torna-se comum a culpabilidade da mídia pela má formação da infância e da juventude, pela exposição precoce à sexualidade, pela espetacularização da violência, por sua própria perda de autoridade como instituição de formação. A escola parece dizer: “nós educamos e a mídia deseduca”. Submetida à precariedade laboral, arraigada em modelos tradicionais ou esvaziada, frequentemente, de pensamento crítico sobre o seu fazer pedagógico, ela tem tido dificuldade em lidar e valorizar o modo como crianças e jovens significam aquilo que veem, escutam ou leem fora dos muros escolares.

Como trazer, então, estas reflexões para o cotidiano educacional? Nos últimos anos, têm surgido novas experiências acerca da mídia no âmbito escolar que apontam para a necessidade de superação das perspectivas apocalípticas, pautadas por uma concepção de vilania, ou integradas, ao proporem a simples substituição do professor pelas novas tecnologias, espécie de solução mágica para todos os problemas escolares.

São vários os termos utilizados para dar corpo a essa proposta de discussão e apropriação da mídia: educomunicação, mídia-educação, comunicação educativa, educação para o uso crítico da mídia etc. Em comum, a necessidade de que além da valorização das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) como recurso pedagógico, promova-se o debate sobre a comunicação como direito e como forma de expressão, e a apropriação da mídia e de suas linguagens. Afinal, mais importante do que o termo adotado é o fato de que o trabalho realizado vá além do uso instrumentalizado da comunicação em território escolar.

É insuficiente equipar a escola com laboratórios de informática, equipamentos de DVD, data show ou tela interativa sem que se potencialize o trabalho (e o lazer) do professor, sem um espaço de interlocução sobre os problemas cotidianos e as possíveis estratégias para o seu enfrentamento, em suma, sem que haja uma resignificação do próprio cotidiano e da função social da escola na contemporaneidade.

A relação escola-comunicação, devidamente qualificada, não pode prescindir da formação do professor em três perspectivas: pedagógica, estética e política. Pedagógica, pois implica a compreensão da comunicação como lugar privilegiado da constituição das identidades, das noções de pertencimento e do viver em sociedade e, por isso mesmo, da importância das TICs como instrumentos de ensino-aprendizagem. Estética, pois deve compreender a abertura para a criação, para o campo do sensível, explorando outras linguagens não usuais na mídia comercial. Política, pois a discussão sobre a comunicação no cotidiano escolar deve levar a uma reflexão tanto sobre os meios de comunicação, quanto sobre a própria escola. Desta forma, qualquer experiência com as TICs no campo educacional deve auxiliar na produção de novos modos de educar no cotidiano escolar.

Luciana Lobo Miranda - Doutora em Psicologia, professora da UFC e coordenadora do projeto TVEZ: educação para o uso crítico da mídia

Este artigo foi escrito em parceria com Inês Vitorino Sampaio, doutora em Ciências Sociais, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFC, coordenadora do projeto TVEZ: educação para o uso crítico da mídia e do Grupo de Pesquisa da relação infância, adolescência e mídia.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Instituto Alana promove ciclo de cursos no segundo semestre

O Instituto Alana realiza no 2º semestre de 2010 um ciclo de cursos e palestras, cujos principais objetivos são contribuir para a elevação dos recursos didáticos e do acesso à formação e informações de educadores, principalmente na zona leste de São Paulo, construindo assim outro padrão educacional na região.
Em 2010 o Centro de Formação já atendeu 220 profissionais e ofereceu 6 cursos e 2 palestras. Neste segundo semestre, realizará outros quatro cursos e uma palestra, atendendo mais de 120 educadores.
Data: a partir do dia 31 de julho
Horário: sempre a partir das 8h30
Local: Instituto Alana
Rua Erva do Sereno, 548 - Jd. Pantanal - São Paulo / SP
Inscrições: a partir de 28 junho e se encerram 3 dias antes do início de cada curso.
Para se inscrever é necessário ir até o local.
Mais informações: pelo e-mail: centrodeformacao@alana.org.br ou pelo telefone: (11) 2585-7646

Programação:
Palestra inaugural: Os impactos do consumismo na infância e o papel da educação
Sábado - 31 de julho: das 9h às 12h
A educação é a ferramenta principal no processo maior de transformação social. Devemos devolver aos educadores o poder de sua função social junto às crianças, pois eles tem, diariamente, a oportunidade de dialogar e contribuir para a formação de agentes autônomos e criativos, trazendo para a educação a reflexão sobre o sentido e a responsabilidade do que consumimos.
Lais Fontenelle é mestre em Psicologia Clínica pela PUC do Rio de Janeiro, coordenadora de Educação e Pesquisa do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana e autora da coluna Consumindo Ideias da Folhinha de São Paulo

Cultura popular na sociedade contemporânea
Sábados, das 8h30 às 12h30
Carga horária: 16 horas (14, 21 e 28 de agosto e 11 de setembro)
Público alvo: estudantes de pedagogia, educadores sociais de ONGs e professores
A cultura popular brasileira e sua incorporação nos dias atuais. Os encontros mostram a correlação entre raízes da nossa cultura e a essência da expressão humana, por meio do corpo, da música, da dança e improvisações.
Importante: Ir com roupas confortáveis.
Roseane Almeida estudou arte circense em São Paulo, na França e na Suíça. Atua como atriz-dançarina nos espetáculos de Antonio Nóbrega, com quem fundou o Teatro Brincante, em 1992

Sensação, emoção e razão se encontram na ação! Corpo e movimento na educação
Sábados, das 8h30 às 12h30
Carga horária: 20 horas (18 de setembro; 2, 16 e 23 de outubro e 6 de novembro)
Público alvo: professores de educação infantil, do Ensino Fundamental 1 e de Educação Física
Percorre as diversas etapas do desenvolvimento infantil à luz das teorias de Piaget, Vygotsky, Winnicott, Caillois, Freud e Reich e faz uma ponte com o trato de crianças de 0 a 10 anos nas suas manifestações corporais, como o brincar e o jogar.
Importante: Ir com roupas confortáveis
Marcelo Jabú Barros da Silva é educador, co-autor dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental) e assessor da Fundação Gol de Letra.

Violência familiar e institucional
Sextas-feiras, das 8h às 13h
Carga horária: 30 horas (20 de agosto; 3, 10 e 17 de setembro e 1e 8 de outubro)
Público alvo: estudantes de serviço social, pedagogia e psicologia, educadores sociais de ONGs, diretores, coordenadores e professores.
Preparar e organizar o conhecimento e a prática nas situações de violência. Ajuda a desconstruir preconceitos e mitos sobre o tema, e aperfeiçoar ações de intervenção e programas preventivos.
Equipe Sistemas Humanos, formada pelas terapeutas e professoras Suzanna Amarante Levy, Eliete Belfort Mattos e Adriana Fráguas. As três integram o Sistemas Humanos de São Paulo / Sorocaba


Gestão adminiatrativa e financeira para o terceiro setor
Sábados, das 8h30 às12h30
Carga horária: 16 horas (18 de setembro; 2, 16 e 23 de outubro)
Público alvo: diretores e coordenadores de instituições de ensino
Proporcionar conhecimentos básicos em Gestão Administrativa e Financeira, com ênfase em gestão de administração de pessoal e recursos humanos, isenções fiscais do terceiro setor e prestação de contas em geral
Carlos Vieira Júnior é formado em engenharia e administração pela Universidade Mackenzie; é diretor administrativo e financeiro do Instituto Alana

segunda-feira, 19 de julho de 2010

ECA recebe inscrições para pós em gestão da comunicação

A Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP está com inscrições abertas, até o dia 30, para o curso de especialização lato sensu Gestão da Comunicação.

Os interessados podem se inscrever na secretaria do Gestcom, localizada no segundo andar do prédio central da ECA. O endereço é Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, prédio central, 2º andar, sala 209, Cidade Universitária, São Paulo.

A duração do curso é de um ano e meio e é composto de módulos. Esta especialização é aberta a profissionais que tenham formação superior em qualquer área.

O programa forma especialistas para atuar em ambientes como o empresarial, cultural e educacional e preocupa-se com os diversos processos da comunicação humana em organizações da sociedade civil, sejam empresas públicas, privadas, pequenas e médias empresas, instituições e organizações do terceiro setor. O profissional será orientado para coordenar especialidades como jornalismo, propaganda, marketing e relações públicas.

Clique aqui para conferir o edital.
Mais informações: (11) 3091-4341/ email: gestcom@edu.usp.br

Fonte: Agência USP

Seminário Comunicação, Cultura e Cidadania

O Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Universidade Federal do Ceará, realizará entre 22 e 24 de setembro, o I Seminário Nacional de Comunicação, Cultural e Cidadania, em Fortaleza, na UFC.

O Seminário trará palestrantes de renome nacional e internacional para discutir o cenário atual das relações comunicativas e sua interface com o processo de construção da cidadania e da cultura na contemporaneidade. O objetivo central do evento é aprofundar a reflexão de temáticas cujo foco de atenção gira em torno da tríade: Comunicação, Cultura e Cidadania, cujas presença e dinamismo são evidentes nas sociedades brasileira e latino-americanas.

Os eixos de discussões estarão divididos em cinco grupos temáticos (GTs): Comunicação e Educação; Comunicação, Movimentos Sociais e Cidadania; Comunicação e Novas Tecnologias, Comunicação e Cultura e Comunicação Infância e Juventude. Com uma proposta interdisciplinar e transversal, o Seminário está voltado para estudantes de pós-graduação, pesquisadores, professores e profissionais das áreas de Comunicação, Artes, Filosofia, História, Educação, Psicologia, Sociologia, dentre outras.

A expectativa é que 400 pessoas participem, a cada dia, da programação do Seminário, que incluirá apresentações de produções científicas, conferências e eventos culturais.

GRUPOS DE TRABALHO
Os Grupos de Trabalho do Seminário Nacional de Comunicação, Cultura e Cidadania visam abarcar os temas secundários que circundam a temática geral do evento.
  • Comunicação e Educação

Compreende os estudos sobre práticas de comunicação na escola, dimensões educativas dos meios de comunicação de massa, além dos usos das tecnologias na escola e na sociedade com propostas educativas.

  • Comunicação, Movimentos Sociais e Cidadania
Privilegia estudos sobre os movimentos sociais populares e suas práticas comunicativas. Incluindo análises das dimensões políticas e culturais de processos educativos organizados pelas classes populares.

  • Comunicação e Novas Tecnologias
Compreende os estudos voltados para os usos e apropriações das novas tecnologias de informação e comunicação. Interessa-se peça investigação de fenômenos sócio-culturais que se dedicam a compreender a relação entre os sujeitos e as tecnologias no contexto de convergência midiática.

  • Comunicação e Cultura
Engloba estudos sobre aspectos da cultura em suas relações com os processos de comunicação, que envolvem percepções subjetivas e coletivas de territórios simbólicos. São contempladas ainda investigações acerca da cultura contemporânea em que se evidenciam influências das tecnologias e da comunicação midiática.

  • Comunicação, Infância e Juventude
Compreende os estudos acerca das relações estabelecidas por crianças e jovens com o sistema midiático. As investigações privilegiadas no grupo voltam-se para o modo como crianças e jovens interpretam os bens simbólicos aos quais têm acesso e como o sistema midiático apropria-se de referências da infância e da juventude para elaborar suas produções.


Os artigos aceitos nos referidos GTs serão publicados eletronicamente no site do Evento. Pelo menos um autor deve estar inscrito como participante do Seminário para apresentação do trabalho. Não é necessário pagar inscrição para submeter trabalhos, apenas para apresentá-los, se aprovados, no Seminário. Cada autor só pode submeter um trabalho, em autoria única ou co-autoria. Trabalhos de graduandos só serão aceitos em regime de co-autoria com pesquisadores que tenham, no mínimo, título de mestre.


Informações: http://www.sccc.ufc.br/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=1

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3º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação

Simpósio Hipertexto 2010

O 3° Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação: rede sociais e aprendizagem é um evento que pretende abrir espaço para apresentação e discussão de pesquisas concluídas ou em andamento nas áreas de Linguística, Letras, Educação, Informática e outras áreas afins que tenham como foco a utilização das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) para desenvolvimento de novas formas de aprendizagem pelos estudantes de diferentes níveis de escolaridade. O Simpósio Hipertexto tem periodicidade bienal. Sua primeira edição aconteceu em 2006 e a segunda em 2008 ambas no campus da Universidade Federal de Pernambuco.

Para mais informações: http://www.ufpe.br/nehte/simposio2010/o-evento.html

domingo, 18 de julho de 2010

Aprender y enseñar en tiempos de Internet. Formación profesional a distancia y nuevas tecnologías

Você pode obter online o livro "Aprender y enseñar en tiempos de Internet. Formación profesional a distancia y nuevas tecnologías", de Gabriel Kaplún, visitando o seguinte endereço:
www.cinterfor.org.uy/public/spanish/region/ampro/cinterfor/publ/kaplun/index.htm

El uso de las nuevas tecnologías ha renovado el interés y ampliado las posibilidades de la educación a distancia. La formación profesional no está ajena a ello, pero todavía hay muchas dudas sobre cuáles son sus potencialidades y límites, qué oportunidades y riesgos plantea.


  • ¿En qué casos sirve y en cuáles no? ¿A qué tipo de estudiantes y a qué tipo de necesidades educativas responde mejor?
  • ¿Es una herramienta democratizadora o, por el contrario, la brecha digital deja a mucha gente afuera?
  • ¿Todo tiene que ser a distancia o conviene combinar modalidades de trabajo?
  • ¿Educación a distancia significa estudiantes solitarios frente a la pantalla o es posible trabajar en grupos?
  • ¿El uso de ciertas tecnologías condiciona las opciones pedagógicas o es al revés?
  • ¿Qué equipos humanos hay que conformar para elaborar los cursos?
  • ¿Cómo es el proceso de desarrollo de un curso?
  • ¿Cuánto tiempo lleva y cuánto cuesta?
  • ¿Es conveniente tercerizar todas o algunas de las tareas?
  • ¿Qué diferencia hay entre un docente y un tutor?
  • ¿Un tutor puede ser también autor de los materiales?
  • ¿Cómo no marearse en el laberinto de las tecnologías digitales, que se renuevan y multiplican continuamente?
  • ¿Qué están haciendo algunas de las principales instituciones de formación profesional en este terreno?

Estas son algunas de las preguntas a las que este libro intenta responder. En muchos casos no hay respuestas únicas. Y en muchos otros se proponen nuevas preguntas que pueden ayudar a revisar y pensar con mayor claridad las prácticas educativas.

ÍNDICE

PRESENTACIÓN

PRIMERA PARTE: MARCO GENERAL

Capítulo 1. NTIC y EaD en la formación profesional: ¿de qué estamos hablando?
Pensar desde la formación profesional
Pensar desde la EaD en general y no sólo desde la que utiliza NTIC
Pensar desde las tecnologías de la información y la comunicación (TIC) –las “nuevas”, pero también las “viejas”–
¿Por qué (mejor no) hablar de e-learning?

Capítulo 2. E-learning: ¿para quiénes y para qué?
La distancia de los centros educativos
El tiempo de los estudiantes
Formación profesional: complementar pero no sustituir las modalidades tradicionales
¿Una estrategia para ampliar cobertura?
¿Una estrategia para disminuir costos?
¿Disminuir la brecha digital?
Oferta y demanda de e-learning

Capítulo 3. La pedagogía de la EaD con NTIC: ¿transmisión o construcción de conocimientos?
Los enfoques tradicionales transmisivos, centrados en los contenidos
Los enfoques conductistas, centrados en los estímulos y los efectos
El aprendizaje como construcción personal y social
Los enfoques crítico-dialógicos, centrados en los procesos y la construcción colectiva de saberes
Los materiales y las tecnologías desde una perspectiva crítica y constructivista

Capítulo 4. Construyendo la interdisciplinariedad: (los tres mosqueteros, que también son cuatro)
Las cuatro áreas básicas
¿El equipo ideal?
¿Cadena o equipo?
¿Tercerizar qué y cuánto?

SEGUNDA PARTE: DESARROLLANDO CURSOS

Capítulo 5. Diseñando un curso: los cuatro mosqueteros en acción
La decisión inicial
La investigación temática y diagnóstica
De los objetivos al plan (articulando lo temático, lo pedagógico, lo comunicacional y lo tecnológico)
Por fin: el plan

Capítulo 6. El diseño al detalle: los conejos de la galera
De los grupos a las comunidades de aprendizaje
Juegos
Casos y proyectos
La evaluación
Buenas respuestas… y mejores preguntas

Capítulo 7. El proceso de producción: ¡luz, cámara…!
Mejor rastrear que repetir
¿Producción “empaquetada” o progresiva?
La “escritura”
Rodaje y grabación, edición y montaje, diseño y arte final
Validación
Publicar en tiempos de Internet
Enterando y atrayendo a los estudiantes
Inscripción y selección
Distribuir nunca es gratis
Capacitación de docentes o tutores
Puesta en marcha, evaluación continua, reediciones
Los tiempos de producción
Planificar la producción
El presupuesto

Capítulo 8. ¿Docencia o tutoría?: de la taylorización educativa a la creatividad pedagógica
Autores y tutores
Las tareas del docente tutor
Buenas preguntas y mejores respuestas
Animar intercambios y debates
Animar el trabajo grupal y presencial
Equipos de tutoría, formación y desconfianza docente

Capítulo 9. Las opciones tecnológicas: ideas para guiarse en el laberinto de las NTIC
Evaluando tecnologías
Textos, imágenes y formación profesional
Modelos tecnológicos y modalidades educativas
NTIC para la EaD: armando el rompecabezas
Las plataformas educativas

TERCERA PARTE: PROGRAMAS Y COSTOS

Capítulo 10. Los costos: el (incierto) punto de equilibrio
Costos fijos y variables: economías de escala
Costos de programas, traslado de costos y costos de oportunidad
Producción de materiales
Realización del curso
Gestión e infraestructura

Capítulo 11. Iniciar y sostener un programa de EaD con NTIC
Velocidad, riesgos y oportunidades

¿Por dónde empezar?
Lo viejo y lo nuevo
La velocidad de implantación
La ubicación institucional

Para cerrar (o abrir)
Aprender y enseñar en tiempos de Internet: riesgos y oportunidades

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Globalização, Web 2.0 e movimentos sociais: Castells concede entrevista no Chile

No último dia 26 o sociólogo espanhol que leciona na Califórnia, Manuel Castells (à esquerda, na foto), foi entrevistado pelo jornalista chileno @gonzalotapia do ElQuintoPoder.cl. A entrevista foi transmitida online e deixou espaço aberto para perguntas de várias pessoas pelo twitter.

Como bom sociólogo, Castells abordou e se posicionou diante de diversos temas. Desde Globalização até os movimentos sociais que podem ser originados na Internet passando pelas eleições de Obama. O primeiro tema que ele se posiciounou foi sobre a recente crise econômica global. Segundo ele “temos um sistema global, mas não temos um governo global, e não teremos, pois, nem o estado nem as pessoas o querem”. Por isso, os Estados se ligam em redes como a União Européia para poder tratar de macroproblemas (meio ambiente, comunicação, saúde). "Não há governança global, há nações unidas em rede", defende e ainda complementa "Essas iInstituições devem ser co-nacionais, não supranacionais".

Em seguida, o pesquisador adentrou no campo da comunicação e falou da importância da Web 2.0 para a manutenção da Democracia e do fortalecimento dos movimentos sociais. “Passamos da comunicação de massas para a autocomunicação de massas, um sistema que também é de massas, mas há interatividade, eu recebo e envio mensagens, o emissor também é receptor", afirmou. Ele ainda ressaltou que vivemo num mundo híbrido. "O mundo virtual e o real se entrelaçam. A rede permite desenvolver comunidades e redes que podem intervir no mundo offline, esse é o papel do ativismo cibernético. Não podemos viver num mundo dicotômico entre real e virtual, devemos viver num mundo hibrido”, destaca.


As redes sociais são horizontais e não são mediadas pelos meios de comunicação tradicionais ou grandes corporações. "Você faz seu próprio jornal com informações coletadas na internet, nos transformamos em críticos e defensores da própria Democracia(...). A rede pode mudar mentalidades (...), permitem uma opinião pública conectada internacionalmente, as redes sociais são fundamentais nesse processo, servem para que pessoas se relacionem e possam existir fora do espaço controlado pelo poder público como é o caso de Cuba e Venezuela", defende.


Outros aspectos como uma possível destruição da identidade do Estado-Nação e uma possível censura da Internet também foram abordados em meio à entrevista. Confira o vídeo completo em: http://www.ustream.tv/recorded/7912966


Fonte: Blog do Eloy

Dez sites para os fanáticos por livros

Ela levou um pouco mais de tempo do que a música e o cinema para ser distribuída online, porém, como as outras artes, a literatura ganhou sites e redes sociais especificas para os seus aficionados.

Por aqui, os leitores contam com duas redes sociais exclusivas, onde podem compartilhar informações sobre obras e seus autores, além de sites para a compra e o escambo de exemplares. Confira nossa relação de dez sites para os fanáticos por livros.

1 - SkoobRede social voltada para os amantes da leitura, o site permite fazer buscas por obras, autores e editoras.Também possibilita pesquisar quais usuários já leram as obras, as notas que eles deram a elas, comunidades e outros livros relacionados. Conta com 165.546 usuários, segundo o site. www.skoob.com.br

2 - O Livreiro
Lançado durante a Festa Literária Internacional de Parati (Flip) do ano passado, a rede social permite aos seus usuários cadastrar os livros lidos, escrever resenhas, e criar comunidades sobre os autores. Também conta com a participação de escritores. O layout é intuitivo, o que facilita a navegação. Conta com 85 mil membros.www.olivreiro.com.br

3 - Good Reads
Serviço parecido com o O Livreiro e com o Skoob, porém, em inglês. Permite pesquisar pelos mais populares, melhores do século, mais lidos na semana etc. Em um de seus serviços mais interessantes, é possível pesquisar citações dos autores presentes nas obras. www.goodreads.com


4 - We Read
Também no formato de rede social, o site permitir pesquisar por autores e livros e suas resenhas relacionadas. Também conta com um acervo de 58 mil livros digitais disponíveis para a leitura. Possui integração com orkut, Facebook, Hi5 e MySpace. http://weread.com

5 - Google Books
Site do gigante das buscas para a pesquisa de livros. Permite encontrar reviews, capas, obras relacionadas e referências. Também oferece links para a compra de exemplares em lojas virtuais. http://books.google.com

6 - Visual Bookshelf

Esse aplicativo para o Facebook permite ao usuário cadastrar os livros os quais ele já leu e aqueles os quais ele está lendo no momento. Também possibilita a criação de uma estante virtual com os exemplares para ser colocada na página inicial do perfil. Conta com 548 mil usuários cadastrados. http://bit.ly/14WR71

7 -22 Books
Indicado para quem gosta de criar listas. O Site permite elaborar uma relação com o título, a capa e comentários sobre a obra, para serem publicadas em redes sociais, sites e blogs. A temática é livre e fica ao gosto do usuário. www.22books.com

8 - Estante Virtual
O Estante Virtual é um site que conta com 6,8 milhões de livros cadastrados, espalhados em sebos por todo o Brasil. Após realizar a busca, o usuário pode fazer contato com o livreiro via telefone ou via site. Possui 1 749 vendedores cadastrados. É o maior sebo online do país. www.estantevirtual.com.br

9 - Trocando Livros

Indicado para os usuários interessados em realizar trocas de exemplares. Após enviar um livro para um colega, a pessoa ganha um crédito, que pode ser usado para solicitar uma outra obra cadastrada no acervo. Conta com mais de 20 000 títulos, segundo o site.
www.trocandolivros.com.br

10 - Clube de Autores

Indicado para escritores que desejam publicar seus livros de forma independente, o site trabalha com o sistema de impressão sob demanda. O autor faz o upload da obra e o site a coloca à venda. Toda vez que é uma compra é realizada, o serviço ordena a impressão do exemplar. O autor fica com parte dos lucros. www.clubedeautores.com.br

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/curiosidades/dez-sites-para-os-fanaticos-por-livros/ - por Vinicius Aguiari

Pesquisadora da PUC-SP fala sobre a tecnologia na sala de aula

Veja abaixo, trecho de entrevista com a professora da PUC/SP, Maria Elizabeth Bianconcini, sobre tecnologias na sala de aula. A entrevista foi feita pela repórter Elisângela Fernandes e publicada na revista Nova Escola. A foto é de Marina Piedade. Boa leitura!

Em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração que está nos bancos escolares. A opinião é de Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida (foto), coordenadora e docente do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).


Defensora do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) em sala de aula, Beth Almeida faz uma ressalva: a tecnologia não é um enfeite e o professor precisa compreender em quais situações ela efetivamente ajuda no aprendizado dos alunos. "Sempre pergunto aos que usam a tecnologia em alguma atividade: qual foi a contribuição? O que não poderia ser feito sem a tecnologia? Se ele não consegue identificar claramente, significa que não houve um ganho efetivo", explica.

Nesta entrevista para NOVA ESCOLA, a especialista no uso de novas tecnologias em Educação, formação docente e gestão falou sobre os problemas na formação inicial e continuada dos professores para o uso de TICs e de como integrá-las ao cotidiano escolar.


O que é o webcurrículo?

MARIA ELIZABETH BIANCONCINI DE ALMEIDA - É o currículo que se desenvolve por meio das tecnologias digitais de informação e comunicação, especialmente mediado pela internet. Uma forma de trabalhá-lo é informatizar o ensino ao colocar o material didático na rede. Mas o webcurrículo vai além disso: ele implica a incorporação das principais características desse meio digital no desenvolvimento do currículo. Isto é, implica apropriar-se dessas tecnologias em prol da interação, do trabalho colaborativo e do protagonismo entre todas as pessoas para o desenvolvimento do currículo. É uma integração entre o que está no documento prescrito e previsto com uma intencionalidade de propiciar o aprendizado de conhecimentos científicos com base naquilo que o estudante já traz de sua experiência. O webcurrículo está a favor do projeto pedagógico. Não se trata mais do uso eventual da tecnologia, mas de uma forma integrada com as atividades em sala de aula.


O uso das TICs facilita o interesse dos alunos pelos conteúdos?

MARIA ELIZABETH - Sim, pois estamos falando de diferentes tecnologias digitais, portanto de novas linguagens, que fazem parte do cotidiano dos alunos e das escolas. Esses estudantes já chegam com o pensamento estruturado pela forma de representação propiciada pelas novas tecnologias. Portanto, utilizá-las é se aproximar das gerações que hoje estão nos bancos das escolas.

Quer ver a entrevista completa? Basta clicar aqui.

Para refletir

Crianças vêem, crianças fazem

sábado, 10 de julho de 2010

Diário de Anne Frank vira história em quadrinhos

Reproduzimos abaixo resenha escrita pelo jornalista Carlos Ely sobre a versão em quadrinho do Diário de Anne Frank.

O
Museu Anne Frank, em Amsterdã (Holanda), lançou nesta sexta-feira uma versão em quadrinhos do célebre diário escrito por uma adolescente que se tornou o documento mais conhecido sobre o Holocausto.

Annelies Marie "Anne" Frank (1929-1945) nasceu em Frankfurt (Alemanha) e morava na capital da Holanda quando o país foi invadido pelos nazistas.

Judia, durante meses a família Frank conseguiu viver escondida em uma casa em Amsterdã até ser denunciada e deportada para um campo de concentração. A garota relatou todo o drama — da vida reclusa ao horror da prisão — em uma série de diários.

Anne e sua irmã Margot morreram em março de 1945, vítimas de tifo, aos 15 e 19 anos, respectivamente, no campo de concentração de Bergen-Belsen, poucas semanas antes de sua libertação pelo exército britânico.

Best-seller
Annemarie Bekker, porta-voz do Museu Anne Frank (que funciona na casa onde a família se escondeu), disse que a versão em quadrinhos quer chegar aos jovens que, caso contrário, poderiam não ter acesso aos diários da menina.

Publicado pela primeira vez em 1947, o Diário de Anne Frank, relato simbólico da perseguição dos judeus pelos nazistas, foi traduzido desde então para 70 idiomas. Mais de 35 milhões de exemplares foram vendidos no mundo. Em 1959, Hollywood o adaptou ao cinema, com a atriz Millie Perkins no papel de Anne.

A versão para os quadrinhos do diário foi feita por Sid Jacobson e Ernie Colón, que assinam a adaptação no formato HQ para os relatórios dos atentados de 11 de setembro.

O livro deverá ser lançado ainda este mês nos Estados Unidos e em breve na Inglaterra. Traduções para o alemão, francês e italiano foram planejadas.

O museu colocou em seu canal no YouTube uma animação dos quadrinhos:

terça-feira, 6 de julho de 2010

Lista internacional de programas educativos na área de jornalismo

World Journalism Education Census
The purpose of the World Journalism Education Census is to identify journalism education programs around the world and provide contact information and a link to those programs Web sites.

Census Results as of July 6, 2010

Continent Programs Percent
Africa 214 9.15%

Asia 645 27.59%

Europe 530 22.67%

North America 691 29.56%

Oceania 53 2.27%

South America 205 8.77%

Total 2,338 100.00%


Número de Programas no Brasil: 42
1.
Centro de Pesquisa Motivacional
2.
Centro Universitario Barao de Maua, Curso de Jornalismo
3.
Centro Universitario de Votuporanga
4.
Escola Superior de Propaganda e Marketing
5.
Faculdade Casper Libero, Curso de Jornalismo
6.
Faculdade Radial Sao Paulo, Curso de Comunicacao Social
7.
Fundacao Oswaldo Cruz
8.
IBMEC
9.
PUCRS
10.
UMESP
11.
UNB
12.
UNESP
13.
UNESP
14.
UNISINOS
15.
Universidad Metodista
16.
Universidad Metodistade Sao Paulo
17.
Universidade Anhembi Morumbi, Curso de Comunicacao Social
18.
Universidade Catolica de Salvador, Faculdade de Comunicacao
19.
Universidade Catolica Dom Bosco, Curso de Jornalismo
20.
Universidade da Amazonia, Faculdade de Comunicacao
21.
Universidade de Brasilia, Faculdade de Comunicacao
22.
Universidade de Caxias do Sul, Curso de Jornalismo
23.
Universidade de Fortaleza, Curso de Comunicacao Social
24.
Universidade de Marilia, Curso de Comunicacao Social
25.
Universidade de Passo Fundo
26.
Universidade de Sao Paulo, Curso de Jornalismo
27.
Universidade de Sorocaba, Faculdade de Comunicacao
28.
Universidade de Taubate, Curso de Comunicacao Social
29.
Universidade de Uberaba, Curso de Comunicacao
30.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
31.
Universidade do Vale do Itajai, Curso de Comunicacao Social
32.
Universidade Estacio de a, Curso de Comunicacao Social
33.
Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Comunicacao
34.
Universidade Federal de Roraima
35.
Universidade Federal de Sergipe, Departamento de Jornalismo
36.
Universidade Federal do Acre, Curso de Jornalismo
37.
Universidade Federal do Parana, Curso de Comunicacao Social
38.
Universidade Federal do Piaui, Curso de Comunicacao Social
39.
Universidade Federal Rural de Pernambuco
40.
Universidade Gama Filho, Departamento de Comunicacao Social
41.
Universidade Paulista, Curso de Jornalismo
42.
USP

Aniversário de Frida Kahlo

Google homenageia a pintora mexicana Frida Kahlo em seu aniversário (6 de julho) e nós reproduzimos aqui. Quem dera todas as pessoas tivessem a vontade de viver como Frida!

Livro revela curiosidades sobre a infância da pintora mexicana Frida Kahlo

Fruto de um casamento infeliz. Afetada por poliomielite com apenas seis anos. Vítima de um acidente de carro que a impossibilitou de ter filhos. Com tantos infortúnios, era de se esperar que uma pessoa desanimasse. Essa, porém, não foi a escolha da pintora Frida Kahlo, que mesmo passando por episódios difíceis, produziu obras que encantaram e ainda encantam o mundo todo.

Para homenagear a artista mexicana, que hoje, dia 6 de julho, completaria 103 anos, a Callis Editora dá a dica do livro “Frida Kahlo”. No título, a escritora Camen Leñero conta a infância da menina que era fascinada pelas cores vivas, características de seu país.

Com uma linguagem poética, a obra revela o encanto da artista, além de mostrar o universo rico e repleto de diversidade. As páginas, ilustradas por obras de Frida, são indicadas para crianças a partir dos sete anos de idade.
Serviço:
Livro Frida Kahlo
Callis Editora
Autor: Carmen Leñero
Ilustração: Camila Mesquita
24 páginas
Preço sugerido: R$ 19,90

Crianças e Mídia é tema de novo livro da pesquisadora Maria Luiza belloni

Editora Papirus lança "Crianças e Mídia no Brasil - Cenário de Mudanças", da professora e pesquisadora Maria Luiza Belloni. Veja abaixo a sinopse!

Sinopse: Em países como o Brasil, o desigual acesso às tecnologias de informação e comunicação (TICs) tende a agravar as já profundas diferenças sociais e regionais.

Hoje, ninguém mais duvida de que precisamos todos aprender a lidar com as tecnologias, tornando-as verdadeiros instrumentos de comunicação e educação, uma vez que são tão incontornáveis quanto a multiplicidade e a profusão de informações e imagens a que estamos submetidos, a maioria delas orientada pela lógica capitalista de produção e consumo.

É em tal contexto que esse livro busca compreender como crianças e adolescentes percebem, desconstroem e reelaboram as mensagens das mídias (da televisão a celulares, computadores, videogames etc.), a fim de contribuir para a formação do professor. Se sua tarefa sempre foi desafiante, agora se tornou também ainda mais complexa. No entanto, nada como estar bem preparado para enfrentar o dragão: seja ele real ou virtual!

Ensaio 1
Infância e Mídias no Brasil: Desigualdade determinantes
1. Infans sacer: A criança com direitos e o menor sem nada.

2. Do grumete ao pivete: Breve histórico da infância no Brasil

3. Crianças, adolescentes e mídias no Brasil

4. A escola como cenário de mudança

Ensaio 2
Relatos de pesquisa: Desigualdades e aprendizagens

1. Introdução

2. Desigualdades

3. Aprendizagens: Novos modos de aprender copm as TIC´s

4. Escola e mídias: cenário de mudanças