sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Conferência Europeia de Educação para a Mídia

Nos dias 2 e 3 de dezembro acontece no Parlamento Europeu, em Bruxelas/Bélgica, a Conferência Europeia de Educãção para a Mídia. O título é “A educação para a mídia para todos” e a promoção é do Conselho Superior de Educação para a Mídia (CSEM) no âmbito da presidência belga da União Europeia.

Segundo os organizadores do evento, a conferência buscará respostas para as seguintes questões:
1. Qual o papel que devem desempenhar as instituições internacionais, europeias e locais em matéria de educação para a mídia e como se devem articular?
2. Quais são os perfis de competências do cidadão europeu em educação para a mídia?
3. Como é que a educação para a mídia pode contribuir para a redução da fratura mediática e cívica e favorecer o acesso críticoàos meios no sentido mais amplo do termo?

Para mais informações sobre a conferência, basta clicar aqui! O site tem opções de textos em inglês e francês.
Fonte: Página23

Você conhece o projeto Conectando Mundos?

Reproduzimos abaixo texto de apresentação do projeto Conectando Mundos, da Intermón Oxfam. Esperamos que possa ser interessante para você.
Conectando Mundos é uma proposta educativa telemática que combina actividades na aula e o trabalho em rede entre alunos(as)s dos 6 aos 17 anos, inseridos em diferentes realidades culturais, económicas e sociais, na qual participam escolas de todo o mundo.

Se quiser conhecer o que é o Conectando Mundos através dos alunos, alunas, professores e professoras que participaram em edições anteriores, não pode perder o seguinte vídeo.

A proposta educativa está estruturada à volta de comunidades de aprendizagem. Em cada comunidade participam cerca de 15 turmas de diferentes proveniências, mas pertencentes à mesma faixa etária:
• 6-8 anos

• 8-10 anos

• 10-12 anos

• 12-14 anos

• 14-17 anos

Além disso, o Conectando Mundos é desenvolvido numa plataforma multilingue e todos os materiais estão disponíveis nas seguintes línguas: italiano, castelhano, português, inglês, catalão, euskera e galego.

Os objectivos gerais do Conectando Mundos são:
• Favorecer o diálogo intercultural entre alunos e alunas de diferentes contextos sociais e geográficos.

• Promover um espaço de trabalho cooperativo efectivo através das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC), que possibilite o conhecimento mútuo, a partilha de diferentes realidades e a descoberta de problemas comuns, baseando-se no lema "pensa globalmente, actua localmente".

• A partir da reflexão sobre o contexto circundante e do conhecimento acerca da realidade dos restantes participantes, tomar consciência das causas pelas quais a maioria da população mundial não pode satisfazer as suas necessidades básicas e tem falta de oportunidades e direitos. Em consequência da reflexão, elaborar conjuntamente uma proposta-compromisso para alterar esta realidade.

O fio condutor desta proposta contribui para a Educação para a Cidadania Global, entendendo que o cidadão e a cidadã global se caracteriza por:
• Estar consciente da grande amplitude do mundo e estar ciente do seu papel enquanto cidadã ou cidadão do mesmo, dos seus direitos e deveres.

• Sentir indignação perante qualquer injustiça social.

• Respeitar e valorizar a diversidade, entendendo-a como fonte de enriquecimento humano.

• Responsabilizar-se pelas suas acções.

• Participar, comprometer-se e contribuir para a comunidade a diversos níveis, desde os locais aos globais, com o objectivo de alcançar um mundo mais justo e sustentável.

• Conhecer como funciona o mundo a nível económico, político, social, cultural, tecnológico e ambiental, sempre com a constante vontade de procurar e analisar a informação.

A proposta educativa de cada edição gira em torno de uma temática socialmente relevante, ligada à cidadania global, o que permite trabalhar os objectivos gerais apresentados. Nas edições anteriores trabalhámos os seguintes temas:

• Edição 03-04: Direitos laborais

• Edição 04-05: Vamos construir a paz

• Edição 05-06: Pobreza zero

• Edição 06-07: O ouro azul (água)

• Edição 07-08: Alterações climáticas

• Edição 08-09: Efeito borboleta (modelo de desenvolvimento: energia e transportes)

• Edição 09-10: Sonhos de andorinha (migrações e desenvolvimento)

MG e RJ lançam projeto para criação de Conselho de Comunicação Social

O deputado estadual Carlin Moura (PC do B), do bloco de oposição na Assembleia, apresentou terça-feira projeto de lei que cria o Conselho de Comunicação Social de Minas Gerais. A proposta, que pretende 'definir' a política de comunicação no Estado, é inspirada nas sugestões aprovadas na Conferencia Nacional de Comunicação (Confecom) de 2009.

No texto do projeto, figura como competência do conselho a defesa do 'exercício do direito de livre expressão, de geração de informação e de produção cultural'. No mesmo artigo, a proposta afirma que o órgão a ser criado deverá 'realizar estudos, pareceres, recomendações, acompanhando o desempenho e a atuação dos meios de comunicação locais, particularmente aqueles de caráter público e estatal'.

É estabelecido como competência do conselho também a elaboração, semestralmente, 'de relatórios sobre a produção e programação das emissoras de rádio e televisão locais, balizados no monitoramento do cumprimento de suas finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas'.

Caberá ao conselho ainda 'receber e encaminhar aos órgãos competentes, denúncias sobre funcionamento e atividades irregulares por emissoras de rádio e/ou televisão, especialmente as relativas a atitudes preconceituosas de gênero, sexo, raça, credo, classe social e outros, nos meios de comunicação locais'.

De forma genérica, a proposta, por fim, afirma que o Estado não 'pode estar omisso' na 'formulação de políticas voltadas para a cidadania mediante possíveis abusos e arbitrariedades dos meios de comunicação'. Em Minas, o projeto de lei (PL) 4968/2010 deverá ser publicado hoje no Diário Oficial do Estado. A proposta foi distribuída para análise nas comissões de Constituição e Justiça, Administração Pública e Fiscalização Financeira e Orçamentária.

Rio de Janeiro
Também começou a tramitar esta semana na Assembleia Legislativa do Rio projeto de lei para a criação de um órgão de orientação e acompanhamento dos meios de comunicação locais. De autoria do deputado Paulo Ramos (PDT), o projeto 3.323/2010 prevê a formação de um conselho com 23 pessoas, seis delas do poder público, para o acompanhamento das atividades da imprensa falada, escrita e televisionada.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio, seguindo posicionamento da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), é a favor da criação do conselho. 'Não se trata de um controle público, mas da sociedade civil, com jornalistas e empresas no conselho', disse a presidente do sindicato, Suzana Blass.

Para o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, o projeto 'pode ser a proposta para a entrada do autoritarismo no País'. 'Não tenho dúvidas de que isso é um viés ideológico de um segmento partidário do País que, infelizmente, tenta restringir a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa.

Fonte: O Estado de S. Paulo 29/10/2010

Rede de televisão portuguesa lança 'Nativos Digitais', programa de educação para a mídia

O canal de TV RTP2, da rede pública de Portugal, estreou no dia 24 de outubro, às 14h15, o programa 'Nativos Digitais', documentário que tem como objetivo a reflexão sobre a vida social e política através da mídia e a educação para a mídia.

O programa é produzido pela 'Farol de Ideias' e tem a consultoria de Manuel Pinto, Joaquim Fidalgo e Sara Pereira, professores do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, Braga/Portugal.

A partir da educação para a mídia a TRP2 responde ao compromisso de "participar em actividades de educação para os meios de comunicação social, garantindo, nomeadamente, a transmissão de programas orientados para esse objectivo", conforme estabelecido no Contrato de Concessão do Serviço Público de Televisão de 2008 (Cláusula 7ª, nº2, g).

O primeiro dos 13 episódios é dedicado às audiências televisivas. Mais informações podem ser encontradas aqui.

Fonte: Educomunicação

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Rádio Escola

Veja abaixo depoimento de educador e aluno sobre o uso de uma rádio na escola! Você já pensou em criar uma rádio com seus alunos?

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Nobel de Literatura 2010 vai para o escritor peruano Mario Vargas Llosa

Para compartilhar minha alegria por Mario Vargas Losa (foto abaixo)ter ganhado o Prêmio Nobel de Literatura de 2010, reproduzo abaixo artigo de Héctor Abad Faciolince publicado em 07/10, no jornal espanhol El País. Héctor é escritor colombiano, autor de El olvido que seremos e Traiciones de la memoria, e o que escreve sobre Vargas Llosa é extremamente lúcido. Espero que estimule você a correr para a livraria mais próxima para adquirir as obras de Vargas Llosa.

Por Héctor Abad Faciolince / El País
Mario Vargas Llosa, aunque ya no sea, como hasta hace muy poco, un trotador empedernido, es un setentón juvenil, de mente y de cuerpo. Si un signo claro de la vejez son la rigidez y el estancamiento de las ideas, Vargas Llosa no ha envejecido. Si el signo más claro de la frescura del pensamiento es, por el contrario, la curiosidad y la capacidad de poner en duda las propias creencias, con una mente abierta, entonces Vargas Llosa es un señor de 74 años que más parece un joven de 37.

No es un traidor a la causa, como lo ha visto la extrema izquierda, sino un hombre fiel -por encima de todo- a unas cuantas convicciones: la de la libertad del individuo, la del rechazo a la coerción por parte del Estado, la del rechazo feroz a las dictaduras, sean estas de izquierda o de derecha. Políticamente nunca estuvo con Cortázar, para quien no eran lo mismo los crímenes de la izquierda que los de la derecha, ni con Borges, quien estuvo dispuesto a recibir honores de Pinochet. Su maestro en asuntos políticos ha sido más bien Karl Popper, con su defensa de la sociedad abierta, y en general los pensadores liberales anglosajones.

El "primer amor" literario del reciente Nobel de Literatura fue teatral y casi prematuro, pues escribió y llevó a las tablas una obra dramática en 1952, cuando tenía apenas 16 años. No podemos saber, sin embargo, cómo serán sus últimos amores, que esperamos sean muchos. Si nos atenemos a lo ambicioso de la novela cuyo lanzamiento está previsto para el 3 de noviembre y cuyo título es El sueño del celta (la cual ocurre en el Congo y también en el Putumayo, en la frontera entre Colombia y Perú), sabemos que seguirá buscando lo imposible, lo que ningún escritor ha conseguido nunca, pero aquello que él y unos pocos más han estado a punto de lograr varias veces: la novela total. De lo que sí podemos estar absolutamente seguros es de que seguirá escribiendo siempre, o al menos hasta el día en que su inteligencia conserve la agudeza, la creatividad y la curiosidad que lo han caracterizado durante más de medio siglo de incesante actividad intelectual.

Une bête à ècrire
Con una laboriosidad asombrosa (el editor Carlos Barral lo definía ya en 1967 como une bête à ècrire) y con una independencia ética que jamás ha sucumbido a los chantajes morales ni a las acusaciones infames de sus innumerables contradictores, Vargas Llosa es, para todos aquellos que hemos apostado la vida a la pasión por las letras, un ejemplo permanente de actividad y un desafío constante contra la pereza o el conformismo mental, tanto en el campo literario como en el político.

En los últimos meses, heído (o releído) buena parte de sus libros y al final de esta extraordinaria experiencia no dudo en calificar su obra, por rimbombante que suene el adjetivo, como monumental. Sus dimensiones, para empezar, son casi balzacianas, con unos 50 volúmenes a su haber. Pero la cantidad es lo de menos, pues más vasta es la obra de Corín Tellado. Lo asombroso consiste en que casi todos sus libros son técnicamente impecables y su obra abarca muchos registros, desde el humor y la levedad, pasando por la gracia galante, hasta la más densa complejidad histórica o psicológica. Además, su prosa ensayística es clara y rigurosa; podemos estar o no de acuerdo con él, pero sus argumentos son nítidos, directos, nunca tramposos, pues no recurren jamás a la mentira o a la deshonestidad intelectual. Vargas Llosa ilumina con la inteligencia, conmueve con la sensibilidad, apabulla con la amplitud de su conocimiento y, en resumen, deja ver un escritor, un intelectual y un ser humano íntegro, completo.

En una vida de gran simetría, Vargas Llosa empezó publicando, antes de cumplir siquiera los treinta años, novelas ya maduras, y sigue publicando ahora, después de los setenta, novelas que por su frescura y humor poseen un ímpetu y una gracia juveniles. Las de la madurez precoz son La ciudad y los perros (1963), La casa verde (1965) y Los cachorros (1967). La más importante de la madurez rejuvenecida es su muy entretenida y muy reciente Travesuras de la niña mala (2006) que recupera el refrescante humor de Pantaleón y las visitadoras (1973). Y entre estos dos extremos de su obra, está el núcleo central, lo más asombroso de su actividad intelectual novelística y ensayística.

Novelas totales
Por un lado, tres novelas totales, tres universos ficticios perfectamente construidos: Conversación en La Catedral (1969), La guerra del fin del mundo (1981) y La fiesta del chivo (2000). Estas tres novelas, al mismo tiempo íntimas, históricas y políticas son, cada una a su manera, tres de las más grandes novelas de nuestra lengua de todos los tiempos. La primera, ambientada durante la dictadura de Odría, es uno de los más complejos y perfectos artefactos técnicos del arte de contar, con una asombrosa mezcla en el manejo de los narradores, de las voces y del tiempo que, pese a su dificultad (el libro exige un lector atento y apasionado), sortea magistralmente todos los escollos.

La segunda, situada en los sertones brasileños a finales del siglo 19, consigue construir un mundo aparte, paralelo al nuestro, con cientos de personajes basados en la realidad pero también inventados, cada uno con una vida y una personalidad convincentes, en medio de una naturaleza agobiante descrita con exactitud. Sus protagonistas están poseídos por una pasión mesiánica y política de gran complejidad, tanto en el plano social e histórico como en el psicológico. Quizá no haya un estudio más completo, en toda su complejidad, sobre los mecanismos del fanatismo y de la pasión mística. Me atrevería a decir que la locura del extremismo islámico, que no es el tema de La guerra del fin del mundo, se puede iluminar muy bien, indirectamente, con la lectura de esta novela. La última, La fiesta del chivo, es el cumplimiento de un viejo compromiso (tácito o explícito) de varios escritores del boom: el de hacer una saga colectiva sobre los dictadores latinoamericanos, Trujillo en el caso de Vargas Llosa.

Al mismo tiempo que escribía estas tres novelas extraordinarias, con intervalos de muy pocos años, Vargas Llosa fue publicando excelentes monografías sobre otros escritores. La primera es un extenso estudio sobre García Márquez y su obra, que tuvo origen en su tesis doctoral en la Universidad de Londres. Historia de un deicidio, publicada en 1971 (y nunca más reeditada hasta fecha muy reciente, en sus Obras Completas, a causa de su triste trifulca con el escritor colombiano). Todavía hoy este largo ensayo sigue siendo una de las mejores introducciones al autor de Cien años de soledad, y una muestra indudable de inmensa generosidad por parte de un colega casi coetáneo, al principio de su carrera, con lo celosos y egoístas que suelen ser los escritores. Vinieron después libros sobre Flaubert y Madame Bovary, sobre Sartre y Camus, sobre Arguedas, sobre la novela moderna (La verdad de las mentiras), sobre Los miserables de Victor Hugo, hasta el muy reciente estudio de la obra de Juan Carlos Onetti (El viaje a la ficción, 2008).

El fuego de la obra de Vargas Llosa y su personalidad arrasadora, tienen que ver con varios factores. Ante todo una fe inquebrantable en la literatura, la cual le ha permitido una fidelidad a su oficio que muy pocos poseen con tanta fuerza y constancia. A esto se une la confianza, también ciega, en que esta actividad de la fantasía humana, la literatura, es útil e importante para el mundo. Y por último la seguridad sin fisuras que tiene de pensarse a sí mismo como un gran escritor. Alguien dijo que para ser genio hay que creérselo (y Vargas Llosa se lo cree, como muchos otros), pero además, y sobre todo, hay que acertar (y Vargas Llosa acierta al tener esta idea de sí mismo).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A Complexidade e os Modos de Aprender na Sociedade do Conhecimento

Dica de artigo:

Modos de Aprender na Sociedade do Conhecimento

Resumo: O artigo trata da educação dentro de uma sociedade cada vez mais tecnológica. Os autores afirmam que a aprendizagem colaborativa é um sistema complexo e por isso é mais propensa a mudanças. É necessário entender o seu funcionamento, já que ela é imprevisível. O artigo, então, apresenta algumas das práticas pedagógicas que estão compondo a terceira geração de EAD, tais como o e-learning e suas variantes, o b-learning e o m-learning. Pontua, por fim, sobre ferramentas já existentes que podem desempenhar papel de destaque, como os blogs, wikis, SMS e MMS.
Local de publicação: Universidade do Minho

Autores: Clara Pereira Coutinho e João Bottentuit Junior

Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/6501

Só lembrando que 12 de outubro é...


Leitura e escola

Compartilhamos abaixo texto do querido professor Ezequiel Theodoro da Silva, da Unicamp, sobre a leitura na escola. Ela faz uam reflexão a partir de uma tirinha do cartunista Charles Schulz. Boa reflexão!

Essa tira de Charles Schulz apresenta uma crítica ao encaminhamento da leitura no âmbito da escola, ou seja, a leitura de livros seguida de redação, o que, de certa forma, afeta negativamente o processo de fruição.

Fundamentalmente, a história mostra a personagem com uma lista (implicitamente 'longa) de livros para ler e solicita um conselho a Marcia sobre o que fazer depois da leitura dos mesmos. O conselho aponta para uma redação sobre cada um dos livros lidos. E junto com essa redação acontece a contradição, ou seja, na longa tarefa de redação fazer a apreciação. Esta apreciação (gostou x não gostou) certamente será chata e negativa, o que podemos depreender do último quadro da tira.

Em outras palavras, a leitura do texto (certamente literário, pois 'em livro') se transforma em pretexto para uma tarefa didatizada, muito presente no contexto das escolas. Ao invés do ler por ler, ao invés de outras possibilidades de apreciação, como "conversas sobre as obras lidas", "dramatizações", "invenções imaginativas', etc, a escola solicita a redação. Muito provavelmente com número mínimo de linhas e elaborada a partir de alguma ficha que orienta a ação docente para avaliar o chamado "aproveitamento ou desempenho em leitura".

Em resumo, a tarefa de redação funciona, neste caso, como elemento desmotivador da leitura e, em médio ou longo prazo, pode ir aniquilando o interesse e o gosto pela leitura. Daí a necessidade de bom-senso pedagógico e, mais, de respeito à obra literária, que pede para ser recriada na fantasia, faz o trabalho de reescrita na própria imaginação do leitor e nem sempre precisa de "redação" ou atividades complementares para avaliar a sua compreensão.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Quadrinhos na sala de aula

Compartilhamos abaixo texto do editor do blog Nona Arte, jornalista Carlos Ely, sobre o blog The Graphic Classroom que como o nome já sugere, é um blog de quadrinhos para a sala de aula. Abaixo, o texto do jornalista. Aproveitamos para indicar o blog http://quadrinhos-nona-arte.blogspot.com/

"Essa dica vale para todos os fãs de quadrinhos, mas em especial para professores do ensino fundamental e médio. Escrito pelo professor e estudioso de Comics americano Chris Wilson, o blog The Graphic Classroom é uma fonte para professores e bibliotecários que buscam selecionar quadrinhos e novelas gráficas para estudantes e compor o acervo de bibliotecas.

Por seu trabalho inédito Chris conquistou o prêmio “Top Children Book Blog”.

Chris Wilson escreve uma resenha para cada graphic novel ou revista e confere uma nota para cada título publicado no Blog, além de uma indicação de idade a qual a história se destina.

Além das resenhas, Chris reúne ainda artigos diversos sobre a narrativa em quadrinhos e indicações sobre como estimular a leitura de comics em sala de aula.

Em uma entrevista a um jornal americano o professor revela que ele próprio achava que quadrinhos era algo estúpido e infantil... até o nascimento de sua filha. Nesse momento, Chris começou a pensar em como se conectar com ela. “Como eu faria para transmitir algumas das coisas em que acredito e gosto? Neste momento ele resgatou o contato com a leitura dos quadrinhos.

Quando Chris decidiu voltar à escola para fazer seu mestrado ele sabia que a literatura em quadrinhos seria o seu objeto de estudo. Ele começou a estudar e decidiu buscar uma forma de passar a outros pesquisadores as suas descobertas. “O ineditismo desse tema assusta as pessoas. Elas não querem que seus filhos sejam expostos a esse tipo de leitura. Os pais dão aos filhos Shakespeare, mesmo sabendo que suas obras contém sexo, drogas, venenos, assassinatos e coisas assim. Mas, tudo bem... afinal, são clássicos.” – diz Chris.

O trabalho de Chris logo se tornou conhecido e começou a gerar repercussão junto aos outros professores que puderam constatar o aumento do nível de leitura dos seus alunos. Ele afirma que o maior impacto da literatura em quadrinhos é motivar as crianças a ler. “Quando e estudei literatura, descobri que oferecer escolhas é a melhor forma de estimular a leitura.

Entretanto, a maioria dos professores não permitem escolhas na sala de aula. Nós lhes damos esta opção e as crianças começam a ler. Eu acredito firmemente que quando as crianças pegam quadrinhos elas naturalmente começarão a ler outras formas de literatura. Eu simplesmente uso os comics como ponte”, afirma." (Carlos Ely - Blg Nona Arte)

Dia Nacional da Leitura - 12 de Outubro


Curso em midiaeducação para professores do Estado do Rio

Boa notícia para o pessoal do Rio de Janeiro! A PlanetaPontoCom, responsável pela revista virtual RevistaPontoCom, vai oferecer uma formação em mídiaeducação para os professores da rede estadual do RJ. Veja informação de www.revistapontocom.org.br/:

Os professores dos Institutos de Educação e das escolas de Ensino Médio Inovador e Ensino Médio Integrado da rede estadual do Rio de Janeiro têm uma boa oportunidade de aprender mais sobre as ferramentas virtuais de comunicação. Estão abertas as inscrições para o Por Dentro dos Meios, curso de formação de professores em midiaeducação.

Realizado via internet e gratuito, o curso é uma realização da OSCIP Planetapontocom, que foi convidada pela Secretaria de Estado de Educação do Rio para oferecê-lo aos professores.

Os interessados têm até o dia 15 deste mês para confirmar a participação. Serão nove meses de aulas on-line gratuitas que vão reciclar o professor, ensinando-o a ter uma visão crítica e ser bem informado sobre o mundo da comunicação e suas ligações com a sala de aula. Além disso, os participantes que tiverem um bom desempenho nas primeiras semanas de aulas, terão direito a três meses de assinatura da revista Nova Escola, da Editora Abril, além de todos receberem o certificado de conclusão.

O curso será dividido em três módulos: “Midiaeducação no Ensino Médio – panorama e significado”, “Conhecendo os Meios – A evolução das linguagens e tecnologias de comunicação e seus impactos em nossas vidas” e “A Escola e os Meios – A midiaeducação e sua aplicabilidade em sala de aula”.

Textos, vídeos, animações, histórias em quadrinhos, dicas culturais, sugestões de atividades, banco de projetos, além de um livro e o acervo da Biblioteca Virtual apoiam o curso. Tudo isso no ambiente interativo e de intercâmbio educativo do Planetapontocom.

É possível assistir a uma aula demonstrativa no site www.planetapontocom.org.br antes de fazer a inscrição. As aulas começam no dia 18 de outubro, mas as inscrições vão até o dia 15, por isso não perca tempo!

Para fazer a inscrição, acesse www.planetapontocom.org.br/pdm

Educação para a mídia no Canadá

O Canadá é um país tido como líder em educação para a mídia. Mas como essa história começou? Como é a situação atualmente. Veja no texto abaixo do Media Awareness.

Media Education in Canada: An Overview
Canada is considered a world leader in media education. Being the "mouse beside the elephant," it's natural that Canadians would want to take a more analytical and reflective approach to the pervasive media culture imported from the United States. But despite this, implementing media education in Canadian schools has been a fairly recent phenomenon.
Media education in Canadian schools can be traced back to secondary "screen education" courses that were offered in the late 1960s. After an initial burst of enthusiasm, these courses waned under educational reform during the 1970s. However, due to the perseverance of small groups of media educators, media education steadily gained momentum in the 1980s and 1990s.


The 1990s saw dramatic curriculum reform in the Canadian education sector—activity that's had great significance for media education.

Although Canada's 10 provinces and 3 territories each have their own education systems, collaboration on the development of curriculum frameworks in core subject areas— through the Western and Northern Canadian Protocol for Collaboration in Education (WNCP) and the Atlantic Provinces Education Foundation (APEF)—has resulted in media education being granted official status across the country.



It is now widely accepted in education circles that in order to be literate, children and young people must be able to read, understand and bring critical thinking skills to information in many different forms. This thinking is broadly reflected in the new English Language Arts curriculum frameworks that have been developed by the WNCP and APEF, and in the new provincial curricula being developed in Ontario and Quebec. The cross-curricular potential of media education has also been recognized, through the inclusion of media-related outcomes and objectives in Social Studies, Health, Citizenship, and Careers and Personal Planning curricula.

For more details about media education and curricular outcomes for a particular province, see Provincial Overviews and Media Education Outcomes in the sidebar.


In 1993, Ministers of Education from British Columbia, Alberta, Saskatchewan, Manitoba, the Yukon and Northwest Territories joined forces as the Western Canadian Protocol for Collaboration in Basic Education (WCP) to develop common curriculum frameworks for Kindergarten to Grade 12. (Nunavut became a member of the WCP in 2000.) The WCP has since been renamed the Western and Northern Canadian Protocol for collaboratio in education (WNCP).

The WNCP English Language Arts framework, which contains a strong media education component, was completed in 1997. Member provinces are now developing their own curriculum or implementation documents to provide teachers with teaching strategies and ideas.

In this framework, an understanding of media texts is treated as an important language skill. The framework acknowledges the importance of the construction and analysis of media texts, especially as they relate to the development of viewing and representing skills.

Media-related outcomes are included throughout the WNCP English Language Arts framework, most notably in General Outcome 2: "Students will listen, speak, read, write, view, and represent to comprehend and respond personally and critically to oral, print, and other media texts."

According to this outcome:
  • Constructing meaning of oral, print and other media texts is fundamental to living in a democracy. In a technological society, students are required to comprehend and sort ideas and information from an increasing volume and variety of sources.
  • By exploring oral, print and other media texts, students experience a variety of situations, people and cultures, and learn about themselves.
  • Students respond to texts by reflecting, analyzing, synthesizing, evaluating and creating.

While this framework has been emerging, a similar framework has been developed for the Atlantic provinces. Since September 1995, Ministers of Education from Newfoundland and Labrador, Nova Scotia, New Brunswick and Prince Edward Island have been working on a joint framework for Entry to Grade 12 education, under the auspices of the Atlantic Provinces Education Foundation (APEF).

The four provincial members of APEF use the document "Foundation for English Language Arts for the Atlantic Provinces" as the blueprint for English Language Arts education in their provinces. Although each province could interpret and/or expand the framework, the English Language Arts learning outcomes for the four provinces are in fact almost identical. Each builds on the concept that literacy means going beyond competency in the written word to the ability to use and understand visual and technological means of communication.


In Atlantic Canada, Media Literacy, Critical Literacy and Visual Literacy are essential components of English Language Arts.
  • Visual Literacy is the ability to understand and interpret the representation and symbolism of a static or moving visual image—how the meanings of the images are organized and constructed to make meaning—and to understand their impact on viewers.
  • Media Literacy is the ability to understand how mass media, such as TV, film, radio and magazines, work, produce meanings, and are organized and used wisely.
  • Critical Literacy is the ability to understand how all speakers, writers, and producers of visual texts are situated in particular contexts with significant personal, social and cultural aspects.

In the Atlantic English Language Arts curriculum, each of these components is clearly defined and teachers are provided with ideas for their implementation. The framework also recognizes the importance of production—of multimedia and visual texts—as a way of attaining literacy.

In the Canadian educational landscape, there are two stand-alone provinces: Ontario and Quebec.

Ontario was the first Canadian province to introduce media education into the curriculum in 1987, thanks to the work of a dedicated group of media educators from the Association for Media Literacy. For a long time, Ontario was the only province officially addressing media literacy, although in the early 1990s, media literacy associations were formed in British Columbia, Manitoba, Alberta, Saskatchewan, Quebec and Nova Scotia.

In 1998, Ontario introduced a new curriculum for Grades 1-12. In Grades 1-8, media components are included throughout the Language curriculum, especially within the Oral and Visual Communication strands. At the secondary level, in Grades 9-12, the media studies component comprises one quarter of the Language curriculum, and students may earn a Grade 11 media studies credit.

Quebec is currently developing a new curriculum for Grades 1-11, to be fully implemented in schools by 2006. The elementary curriculum includes a Program of Programs that includes eight broad areas of learning: World View, Health and Well-Being, Personal and Career Planning, Social Relationships, Environmental Awareness, Consumer Rights and Responsibilities, Media Literacy, and Citizenship and Community Life. Each of these areas includes media-related outcomes, with most residing within Media Literacy, and Consumer Rights and Responsibilities.

Identifying media education as an essential curricular component is an important first step in developing this subject area, but much work needs to be done to bring media education into the classroom.

Media Education Challenges
Media education has made tremendous progress in the past decade, but significant challenges still lie ahead. Funding for professional development and for resources to support classroom activity in Canada is scarce. During MNet's 2000 research into the status of media education, officials from provincial ministries of education repeatedly stated that although media was strongly integrated into the English Language Arts program as another kind of "text," there was little professional development activity attached to this new discipline, and no money for new resources.

There are other concerns. Teacher apathy, overwhelming curriculum changes, high demands for accountability and reporting, a lack of resources, and pressures to integrate new technology into classroom learning, have all contributed to a general unwillingness on the part of teachers to "go the extra mile" for additional professional development.

The core problem comes down to funding. Many pre- and in-service teachers need specific training, and supporting resources, before they will undertake media education but, for the most part, this training and support is not available.

The Future of Media Education
Though media education has a long way to go in Canada, the picture is not bleak. A number of indicators point to growth in the practice of media education across the country.

As noted above, for the first time ever, media literacy has officially been endorsed as a key component of the core curriculum in all Canadian provinces. Ministry endorsement gives the immediate "green light" to teachers who are interested in, and feel capable of teaching media studies, and it provides "ammunition" for grassroots advocates. It will, however, take years for this major curriculum change to filter down to the average classroom.

For the first time in a number of years, new teachers are beginning to enter the system in sizable numbers. These young teachers are "naturals" for bringing media education into the classroom. They are closer to kids' popular culture, less intimidated by technology and less entrenched in their approach to teaching and choice of subject matter. More importantly, they are being asked by their provincial departments of education to consider media productions—such as television, film, music, the Internet and advertising in all forms—as "text." Before this potential can be realized, however, Canada's 35 faculties of education must take on media education in a serious way. This is beginning to happen, in response to the new curricula, but there is a real challenge ahead in getting media education into faculty programs. The courses of study are already overcharged and the majority of "media" courses still focus on using media as an educational tool, or using media to produce learning resources. Courses that focus on bringing critical thinking skills to popular culture, or on classroom strategies for media education, are beginning to grow in number but they are still relatively scarce.

A factor that could have an impact on media education is the shift, in the last decade, to student-centred learning; that is, an approach to education in which the teacher's role is less that of a subject "expert," and more one of a skilled learning "facilitator." Canadian media education experts have always stressed that a good media educator facilitates the process of inquiry—and the acquisition of critical thinking skills. The content of study is of secondary importance.

Another shift in education has been the extension of critical thinking skills downward from the secondary level into the elementary curriculum. Today's curricula demand that children in the primary and elementary grades not only acquire basic reading, writing, math and language skills, but that they relate, combine and analyze information, and draw conclusions. One media education expert describes media education as "the perfect curriculum" for the elementary grades, through which children, who love their media culture, are motivated to write, analyze and organize information and to express themselves orally—all the while preparing themselves to be wise consumers of information and appreciative audiences of popular entertainment.

The fact that media education resources are continuing to be produced, used and bought by Canadians is a good sign, indicating grassroots interest in the subject.

Finally, the Internet is already giving impetus to media education. Several media literacy organizations are or soon will be online, allowing educators to communicate with each other, create online media education communities and access practical media education resources quickly. The Internet may be important to the future of media education.

Technological advancements—home videos, computer games, a huge spectrum of television channels and now the Internet—have made access to all media easier and easier for children and young people. The skills for distinguishing reality from fantasy, and for determining what the real messages are, who are behind the messages, and why—are becoming ever more important in an environment in which information, education, advertising and entertainment are becoming seamlessly interwoven.

Traditional media education topics—stereotyping, bias, gender and minority portrayal; objectivity and point of view; fashion, advertising and self-image; questions of ownership and content; the globalization of media; the relationship between audience and content; are as pertinent as ever in the new industrial education/entertainment complex. However, crucial new topics are arising: the effects of interactivity; the protection of personal privacy; anonymity and identity; cyberhate— its tactics and motives; the impact of new technologies on personal communication; the potential of electronic democracy; freedom of expression versus censorship. And in an environment with millions of publishers and few gatekeepers, the skills to decode online marketing and to determine the differences between fact and opinion have become essential.

This thinking is reflected in new curricula across the country. It will take years to filter down to mainstream classroom activity, but it is clear that there is an imperative to provide children and young people with critical thinking skills to make good sense of the media in their lives.

Fonte: Media - Awareness

47 alternativas para usar o YouTube nas suas aulas

Compartilhamos abaixo algumas dicas para professores usarem o YouTube em suas aulas (mesmo quem não tem acesso na escola). As dicas estão em inglês porque foram publicadas no site Free Technology for Teachers. Inicialmente Richard Byrne havia colocado 30 dicas, mas com os comentários dos internautas e novas dicas, são agora 47 sugestões.

Some excellent educational content can be found on YouTube. However, many teachers cannot access YouTube in their classrooms. That is why I originally wrote what became one of the most popular posts to ever appear on Free Technology for Teachers, 30+ Alternatives to YouTube. That post is now fourteen months old and I've come across more alternatives in that time. Also in that time span some of the resources on the list have shut down. So it's time to update the list.

1.
School Tube is a website dedicated to the sharing of videos created by students and teachers. School Tube allows teachers and schools to create their own channels for sharing their students' works. School Tube also provides excellent how-to resources, copyright-friendly media, and lesson plans for using video in the classroom.
2. Teacher Tube has been around for a while now, but I still run into teachers who have not heard of it. Teacher Tube provides user generated videos for teachers by teachers. Many of the videos on Teacher Tube have teachers sharing lesson plans in action. Some videos on Teacher Tube are simply inspirational. And other videos don't have teachers or students in them, but contain educational lessons none the less.

3. Teachers.tv is a UK- based website of videos for teachers and about teaching. Teachers.tv provides hundreds of videos available for free download. On Teachers.tv there are videos for all grade levels and content areas. Teachers.tv also has videos about teaching methods and practices.

4. Next Vista is a nonprofit, advertising-free video sharing site run by Google Certified Teacher Rushton Hurley. Next Vista has three video categories. The Light Bulbs category is for videos that teach you how to do something and or provides an explanation of a topic. The Global Views video category contains videos created to promote understanding of cultures around the world. The Seeing Service video category highlights the work of people who are working to make a difference in the lives of others. Watch this interview I did with Rushton to learn more about Next Vista.

5. Academic Earth is a video depot for individual lectures and entire courses from some of the top universities in the United States. Visitors to Academic Earth will find lectures and courses from Yale, MIT, Berkeley, Harvard, Princeton, and Stanford.

6. Snag Films and its companion site Snag Learning are great places to watch full length documentaries from producers like National Geographic for free. Snag Learning provides a catalog of educational films that are accompanied by classroom discussion questions.

7. How Stuff Works is a video site that I have spent hours exploring at times because I was sucked in by the quality of the educational content.

8. Viddler is a service that I enjoy using because of its integrated in-video commenting system. Viddler also allows you to record videos directly to the site through your webcam. I use Viddler to post messages to my students on my classroom blow when I know that I'm going to be out of the classroom.

9. One of the first things you'll notice about Vimeo is the image quality of the videos. The image and sound quality of the videos on Vimeo is far superior to many of those found on YouTube. Vimeo has all of the sharing options found on YouTube, but in a much cleaner and easier to use interface.

10. Blip.tv aims to provide video creators with a high-quality service for sharing their web shows. The content on Blip.tv tends not to include "cat" videos and "hey, Mom, watch this!" content.

11. Dot Sub is full of user generated content that is subtitled into many different languages. I had a hearing impaired student a couple of years ago and Dot Sub was very useful for both of us.

12. CNN Student News is a daily web show highlighting a handful of stories. The stories covered by CNN Student News range from traditional serious news topics to how-to stories appealing mostly to students to light and fun stories. As a social studies teacher every week I find at least a couple of stories from CNN Student News that I can work into my curriculum. CNN Student News provides printable maps and a daily news quiz to go along with each episode.

13. If you're interested in showing your students the inner workings of Congressional proceedings, visit the C-Span video library.

14. To give my students a little more global perspective on the news than CNN Student News provides, I will use Reuters Video Index.

15. Hulu, a joint venture of NBC and News Corps, offers high quality video of television shows, movies, and old news broadcasts. In the past I've featured Hulu collections of NOVA programming and NBC News Time Capsules.

16. TED Talks are a great source of inspirational, thought-provoking, educational, and entertaining presentations given by some of the world's leading experts on a wide variety of topics. Check out this list of 15 TED Talks for Teachers.

17. Big Think is a video website containing expert commentary on a wide range of issues and ideas. The experts featured on Big Think really are experts in their fields. Harvard Professors, editors of major news publications, politicians, and other recognized authorities offer their commentary on various issues and ideas. Registered users of Big Think can comment on and discuss the videos or post an idea to have others discuss.

18. Untamed Science offers a collection of videos and podcasts about biology and Earth science topics.

19. FORA.tv is similar to Big Think in that it presents videos relevant to topics in the news and in the public conscious today. The videos feature well known personalities and experts talking about the important issues of the day. You will also videos of debates, press conferences, and public meetings.

20. PopTech is a conference similar to TED that features leading experts from a variety of fields sharing their knowledge and passions. Videos of the presentations can be found on the PopTech website.

21. iCue, presented by NBC News, features videos about history and current events. There is a capability to connect with other students to discuss topics and learn together. There are also quizzes and learning activities associated with many of the videos.

22. Current TV, the cable network started in part by Al Gore, features user generated content about a diverse array of cultural and current news topics.

23. PBS Video offers videos from the most popular shows including Frontline, NOVA, Nature, and American Experience. For the younger crowd, PBS Kids offers videos as well. If you're not sure what you're looking for, but you think PBS has an appropriate video you can search the PBS Video center by topic.

24 & 25. The History Channel and the Discovery Channel both offer a lot of content similar to and, in some cases, identical to that which is found on their respective television networks.

26. In addition to resources for learning languages, LangMedia offers a section called Culture Talk. LangMedia Culture Talk is a collection of video clips of interviews and discussions with people from many different countries, of different ages and from different walks of life. The videos are intended to give viewers insight into the cultures of peoples around the globe. Some of the videos feature English speakers while other videos do not. Those videos that are not in English are accompanied by a written English transcript.

27. The USGS Multimedia Gallery contains large collections of educational videos, animations, podcasts, and image galleries. You can search each collection by topic and or keyword tags. RSS feeds are available for each gallery.

28. PupilTube is a source of user-generated how-to videos. PupilTube hosts videos in thirteen categories. Some of the videos visitors to PupilTube can find include how to calculate compound interest, how to learn common Spanish phrases, and how to protect yourself from credit card fraud.

29. MonkeeSee.com is a collection of videos featuring experts sharing knowledge and how-to tips about the topic of their fields of expertise. MonkeySee.com, like many other video websites, has channels or categories. The channel most useful to teachers and students is the Careers & Education channel.

30. Europa Film Treasures is an online archive of classic European films. The films in the archive can be viewed for free on Europa Film Treasures. You can search the archives by dates, genre, country of origin, production method, and director. Along with each film in the collection Europa Film Treasures provides some background information such as production method, storyline, director's bio, and information about the the people appearing on camera.

31. Clip Syndicate is a provider of professionally produced news videos from television stations and other media outlets around the United States. Clip Syndicate also provides videos from the Associated Press. All of the videos on Clip Syndicate are categorized into 86 different channels. Users of Clip Syndicate can embed into their blogs one video or an entire channel of videos.

32. Explore.org produces and hosts high-quality documentary films and photographs. The films and images focus on exploring the world and the work of non-profit organizations around the world. The films and images are organized by location and by charitable and or environmental cause. Explore.org is funded in part by the Annenburg Foundation.

33. 22 Frames is a service that provides a central location for locating captioned videos for learning English and for Internet users who have hearing impairments. 22 Frames provides more than just captioned videos. For each video 22 Frames provides a list of idioms, slang words, and commonly mispronounced words in each video. 22 Frames tells viewers where each use of idioms, slang, and commonly mispronounced words appears in each video. Viewers can click on any of the words in the lists provided by 22 Frames to find a definition for each word and to find pronunciation tips.

34. I like websites whose names say exactly what they offers. Free Video Lectures is one of those sites. Free Video Lectures is a library of more than 18,000 video lectures from more than 700 courses offered by some of the world's top colleges and universities. The library of videos can be searched by subject and or university. The video sources are a mix of YouTube and other providers. Many of the videos are available for free download.

35. Kids Tube is a video sharing hosting and sharing site designed for hosting content produced by kids and content about kids. Kids Tube monitors all submissions and monitors comments left on videos. To encourage students to develop their videography skills, Kids Tube holds weekly videos submission contests. The contests are arranged around a theme and one winner is selected by the Kids Tube team.

36. ESL Basics is a site that provides short video vocabulary lessons for beginning and advanced ESL students. For teachers, ESL Basics has a small collection of suggestions and ideas for teaching ESL. ESL Basics is adding new content on a regular basis.

37. FedFlix, hosted by the Internet Archive, is a collection of nearly 2000 films produced by the US government during the 20th Century. The topics of these films range from presidential speeches to agricultural practices to public health and safety. Some films are instructional in nature, for example there is a film for police officers on how to arrest someone. Other films are more informative in nature and some films are flat-out propaganda films. All of the FedFlix films are in the public domain so feel free to reuse and remix them as you and your students desire. The films can be downloaded or viewed online. Films can also be embedded into your blog or website.

38. Art Babble is a video website designed and maintained by the Indianapolis Museum of Art. The purpose of Art Babble is to provide a place for people to learn about the creation of art, artists, and collections through quality video productions. Visitors to Art Babble will find videos related to many forms of and formats for art. Browse the video channels and you'll find videos covering a wide array of topics including abstract art, European Art and Design, African Art, graphic design, glass, sculpture, surrealism, and much more.

39. Math A Tube is a compilation of videos from a variety of users and other websites. Videos are categorized by mathematics topics and sub-topics. The videos demonstrate everything from basic addition through Geometry. The videos on Math A Tube are user-generated so some videos are better than others.

40. The Kids Know It Network is full of educational interactive games and movies intended for elementary school students. The Kids Know It Network hosts a number of animated videos explaining and demonstrating concepts from math, science, geography, and English. Each video starts with an introduction to a topic and is followed by a quiz. If a student gets less than 80% of the items correct they are prompted to start the video again.

41. The Futures Channel has come to the rescue of Math teachers who are constantly asked the question, "when are we ever going to use this?" On the Futures Channel there are many lesson plans and lesson ideas relating math (and other subjects) to current "real life" situations. And by "real life" the Futures Channel doesn't mean just converting recipes like my high school Algebra book did. Check out the Futures Channel today and stop answering the question, "when are we ever going to use this?" The Futures Channel isn't limited to just mathematics videos, you will also find videos for science, music, art, business, sports, and more.

42. The Biology Department at Davidson College has a large collection of videos and animations of cell biology processes. Most of the videos are in QuickTime format while most of the animations are GIF animations. The collection is divided into five categories; Movies of Cells, Movies of Cellular Calcium, Movies of Molecular Methods, Molecular Movies, and a miscellaneous category.

43. Wired Science has hundreds of videos addressing a variety of science and technology topics. In addition to the library of videos, Wired Science, has great articles and lists of science resources.

44. Test Toob is a free website where science teachers and science students can share videos of the experiments they conduct. The service is designed for use by middle schools and high schools. In addition to providing video sharing services, Test Toob offers suggestions for experiments that students can conduct.

45. Math TV offers an extensive collection of high quality mathematics tutorials. Math TV's video lessons cover basic mathematics and Algebra. Math TV videos are not easily embedded in other websites, but they are free and you can create your own individualized playlists.

46. Brightstorm is a provider of online study materials for mathematics as well as ACT and SAT preparation. The ACT and SAT preparation materials are not free, but the mathematics tutorials are free. The mathematics tutorials are videos featuring mathematics teachers explaining and demonstrating how to solve mathematics problems. There are tutorial videos covering Algebra, Geometry, Trigonometry, and Calculus.

47. The Week in Rap is produced by the same people that produce Flocabulary. Each Friday The Week In Rap posts a weekly news summary in the form of a rap music video. The videos cover stories from national and international politics as well as sports and entertainment news.

48. Please add your suggestions in the comments.And if you are fortunate enough to work in a school that allows you to use YouTube, you still might want to use View Pure or Safe Share to prevent the accidental display of inappropriate "related" videos or advertisements.