segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Porque o Imprensa Jovem pode ser um projeto Gestão do Conhecimento na escola

Veja abaixo texto do blog Nas Ondas do Rádio e reflita sobre a proposta educomunicativa do projeto Imprensa Jovem!

O Imprensa Jovem, do Programa Nas Ondas do Rádio, é uma proposta educomunicativa que pode ser um projeto de Gestão do Conhecimento e de Comunicação nas Escolas. Confira a entrevista do consultor Ladislau Dowbor.

domingo, 19 de dezembro de 2010

1º CineAmbiente

Compartilhamos abaixo alguns curta-metragens de animação que participaram do 1º Cine Ambiente, promovido pelos ministérios da Cultura (Secretaria do Audiovisual) e Meio Ambiente, em 2009. O tema é Mudanças climáticas!

1 - Caixa, de Luciana Kimie Eguti (São Paulo)



2 - Gente Grande
Roteiro e Produção: Caroline Santos
Direção, Animação e Montagem: Walkir Fernandes
Trilha sonora e Sound Design: Guto Teixeira
Mixagem e Masterização 5.1: Victor França


3 - Ponto de Equilíbrio,de Analúcia de Godoi (Rio de Janeiro)

Livro de Dan Gillmor acessível na web

Publicamos abaixo uma dica do professor Manuel Pinto, da Universidade do Minho/Portugal, acerca do livro Mediactive, de Dan Gillmor.

"De acordo com o site Boingboing, o novo livro de Dan Gillmor, Mediactive, (...) constitui uma masterclass do jornalismo do século XXI que supõe novos media da geração da Internet. Deste ponto de vista, ele interessará tanto a jornalistas como a todos quantos acompanham o jornalismo, enquanto produtores e utilizadores (...) Outra boa novidade é que Mediactive está disponível para download livre (também em PDF). Por outro lado, o site de Gillmor, também intitulado Mediactive, publica mais recursos relacionados com este livro."

Infância & Consumo: Estudos no Campo da Comunicação

A Agência de Notícias dos Direitos da Infância - ANDI e o Instituto Alana lançam o segundo livro da série Infância e Consumo: Estudos no Campo da Comunicação. A obra é composta por artigos que são resultados obtidos nos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) de bolsistas da 4° edição do InFormação - Programa de Cooperação para Qualificação de Estudantes de Jornalismo, mantido pela ANDI com apoio do FNPJ - Fórum Nacional de Professores de Jornalismo. As monografias foram defendidas em universidades públicas ou privadas de ensino superior, no final do ano de 2009. Você pode acessar o livro na íntegra clicando aqui!

Para conhecer um pouco mais sobre a publicação, veja abaixo texto de apresentação que consta no site do Instituto Alana.


O conceito de infância não é natural e sim construído sócio-historicamente. Ou seja, cada época e cultura tendem a proferir um discurso sobre a infância que apresenta características próprias, contribuindo assim para moldar e estabelecer o lugar social das crianças. Atualmente, cabe lembrar, é cada vez mais predominante a presença das mídias no cotidiano de crianças e jovens, ditando padrões de socialização, transmitindo valores, circulando informações e, também, estimulando o consumo.

É inegável que uma outra pedagogia se instalou na vida das crianças brasileiras, as quais estão, por exemplo, entre as campeãs mundiais no que se refere ao tempo diário passado em frente às telas da televisão – quase 5 horas, segundo dados do Ibope. Assim, não podemos mais relegar a segundo plano a existência deste mecanismo educacional informal. Da mesma forma que alcança este estrato da sociedade por meio dos mais diversos canais de comunicação e informação.

Conseqüentemente, nota-se imprescindível articular políticas públicas que promovam a produção de qualidade dirigida a meninos e meninas. Ao mesmo tempo, devemos implementar medidas para protegê-los de conteúdos inadequados a seu desenvolvimento integral.
É nesse cenário que se situa a presente publicação, iniciativa da Agência de Notícias dos Direitos da Infância - ANDI e do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, reunindo 7 artigos redigidos por alunos de graduação da área de Ciências Humanas de todo o país, em parceria ou com apoio de seus orientadores.

A obra perpassa três grandes temáticas que mobilizam tanto a academia quanto os formuladores de políticas públicas: Criança, Consumo e Mídia; Representações da Infância na Mídia; e Educomunicação e Consumo.
Os artigos apresentam alguns dos resultados obtidos nos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) produzidos pelos autores, todos eles bolsistas da 4° edição do InFormação - Programa de Cooperação para Qualificação de Estudantes de Jornalismo, mantido pela ANDI com apoio do FNPJ - Fórum Nacional de Professores de Jornalismo.

Ao conceder essas bolsas de estudo, o objetivo das duas organizações é estimular a produção de trabalhos sobre alguns dos temas considerados mais urgentes para agenda pública quando estão em foco os direitos da infância e da adolescência.

Sumário:
  • O controle da publicidade de alimentos não saudáveis dirigidos às crianças: autocontrole ou sistema misto? (Aline Vasconcelos)
  • Criança de papel: representações das crianças nos jornais pernambucanos. (Andréa Maciel Aquino e Isaltina Maria de Azeredo Mello Gomes)
  • As representações de infância na publicidade pela percepção de crianças de cinco a seis anos. (Clarissa Borges Muller)
  • Há educomunicação na televisão brasileira? (Flávia Vasconcelos Paravidino)
  • Consumo cultural na web: as práticas de crianças e adolescentes de escolas públicas de Gravataí / RS. (Simone Luz Ferreira e Nilda Jacks)
  • A criança adultizada na publicidade televisiva: Uma análise da recepção infantil. (Tarcísio de Souza Filho)
  • Blog, ciência e educação: construindo o conhecimento nas crianças. (Tierri Rafael Ribeiro Angeluci e Zeneida Alves de Assumpção)
Mais informações: www.andi.org.br e www.criancaeconsumo.org.br

Marjane Satrapi leva nova história ao cinema

Publicamos abaixo texto do site português Boas Notícias sobre nova adaptação cinematográfica do quadrinho Frango com Ameixas, de Marjane Satrapi. Quem nunca ouviu falar nessa quadrinista/roteirista/escritora, tá na hora de correr atrás e conhecê-la. Obs: Quadrinhos ou Comic em português de Portugal é Banda Desenhada, certo?

"Depois da aclamada adaptação cinematográfica da banda desenhada "Persépolis" (2007), a realizadora Marjane Satrapi vai levar "Poulet aux Prunes" ao grande ecrã, contando desta vez com um elenco de carne e osso. A portuguesa Maria de Medeiros foi uma das atrizes escolhidas.
As rodagens começam em julho na capital alemã, Berlim.

Maria de Medeiros irá contracenar com Mathieu Amalric, Chiara Mastroianni, Djamel Debbouze, Isabella Rossellini e Golshifteh Farahani, para dar vida à história de um músico que decide morrer depois de o instrumento que toca se partir.


"Poulet aux Prunes" (Frango com Ameixas, em português), já lançado no Brasil, valeu a Marjane Satrapi o prémio de melhor álbum de BD no Festival de Angoulême.
Recorde-se que Satrapi, uma exilada iraniana a residir em França, ganhou reconhecimento no mundo da realização após o lançamento do filme de animação "Persépolis", baseado na sua banda desenhada autobiográfica com o mesmo nome. O filme estreou no Festival de Cannes de 2007, onde recebeu o prémio do júri."

Fonte: Site português Boas Notícias

sábado, 18 de dezembro de 2010

Desconstruindo a neutralidade da internet

Compartilhamos abaixo postagem do professor e pesquisador Manuel Pinto, da Universidade do Minho (Portugal).

A "neutralidade da internet" é um assunto há anos na ordem do dia, especialmente em países, como os Estados Unidos da América, que mais poder de iniciativa possuem no terreno da definição e controlo da infraestrutura. Há quem a explique de uma forma talvez simplista, mas certamente elucidativa: oposição a uma internet para ricos e outra para pobres.

O Media Literacy Project decidiu fazer desta questão (politica e economicamente) sensível objecto de análise, partindo da desconstrução de um anúncio publicado em jornais dos EUA sobre o asunto. Vale a pena consultar aqui: Deconstruct this!

Palestra sobre Educomunicação

Compartilhamos abaixo, via slideshare, palestra de Ismar Soares sobre Educomunicação.
Educomunicação

Saiu o número 2 da Revista Educação, Formação & Tecnologias

A revista portuguesa Educação, Formação & Tecnologias lançou o número 2. Para você conhecer melhor a revista reproduzimos abaixo informações do próprio site da publicação.

A revista Educação, Formação & Tecnologias é um projecto editorial de natureza científica que visa promover e divulgar actividades de reflexão, investigação e intervenção no domínio das Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação e na Formação, contribuindo, deste modo, para a consolidação e expansão do conhecimento e das práticas neste campo.

É objectivo da revista pautar-se por critérios de pertinência, actualidade e rigor científico contando para isso com um corpo de especialistas reconhecidos a nível nacional e internacional.

Para além da Direcção, a revista inclui uma Comissão Consultiva e uma Comissão de Referee de modo a assegurar o objectivo de se constituir como uma publicação pautada pelo rigor e qualidade.

A revista terá uma periodicidade bianual com um número a sair em Maio e outro em Novembro. Em cada ano civil poderá ser editado um terceiro número de carácter temático.


Directora
Maria João Gomes, Universidade do Minho, Portugal

Director-Adjunto
Fernando Albuquerque Costa, Universidade de Lisboa, Portugal

Conselho de Redacção
Altina Ramos, Universidade do Minho, Portugal
António Marcelino Lopes, Educom - APTE, Portugal
Luís Valente, CC-Universidade do Minho, Portugal
Maria José Loureiro, CRIE - Universidade de Aveiro, Portugal
Rui Páscoa, Educom - APTE, Portugal

Comissão Consultiva
António Moreira, Universidade de Aveiro, Portugal
António Dias de Figueiredo, Universidade de Coimbra, Portugal
Duarte Costa Pereira, Universidade do Porto, Portugal
Fernando Carrapiço, Universidade de Algarve - ESE, Portugal
Fernando Ramos, Universidade de Aveiro, Portugal
João Pedro da Ponte, Universidade de Lisboa, Portugal
José Bidarra, Universidade Aberta, Portugal
José Luís Ramos, Universidade de Évora, Portugal
Paulo Dias, Universidade do Minho, Portugal
Tomás Patrocínio, Universidade de Lisboa, Portugal
Vitor Duarte Teodoro, Universidade Nova de Lisboa, Portugal

Comissão de Referência
Ana Amélia Carvalho, Universidade do Minho, Portugal
Ana Paula Correia, Iowa State University, Estados Unidos
António José Mendes, Universidade de Coimbra, Portugal
António José Osório, Universidade do Minho, Portugal
Antonio Ramon Bartolome, Universidade de Barcelona, Espanha
Bento Duarte da Silva, Universidade do Minho, Portugal
Carlos Marcelo, Universidad de Sevilha, Espanha
Carlos Morais, Instituto Politécnico de Bragança, Portugal
Carlos Rodríguez-Hoyos, Universidad de Cantabria
Carlos Vaz de Carvalho, Instituto Superior de Engenharia do Porto, Portugal
Clara Pereira Coutinho, Universidade do Minho, Portugal
Edméa Santos Oliveira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil
Eduardo Luís Cardoso, Universidade Católica Portuguesa, Portugal
Guilhermina Lobato Miranda, Universidade de Lisboa, Portugal
Isabel Cabrita, Universidade de Aveiro, Portugal
Isabel Cunha Chagas, Universidade de Lisboa, Portugal
Jesús Valverde Berrocoso, Universidad de Extremadura, Espanha
João Carlos Paiva, Universidade do Porto, Portugal
João Correia de Freitas, Universidade Nova de Lisboa, Portugal
João Filipe Matos, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Portugal
José Luís Rodriguez Illera, Universidade de Barcelona
José Henrique Costa Portela, ESE de Viana do Castelo, Portugal
José Reis Lagarto, Universidade Católica Portuguesa, Portugal
Lia Raquel Oliveira, Universidade do Minho, Portugal
Lúcia Graça Amante, Universidade Aberta, Portugal
Luísa Miranda, Instituto Politécnico de Bragança, Portugal
Lynn Alves, Universidade do Estado da Bahia, Brasil
Marco Silva, Univ. Estácio de Sá e Univ. do Estado do Rio de Janeiro, Brasil
Maria Elizabeth Bianconcini Almeida, Pontificia Univ. Católica de São Paulo, Brasil
Maria João Loureiro, Universidade de Aveiro, Portugal
Nelson De Luca Pretto, UFBA/Faculdade de Educação, Brasil
Teresa Bettencourt, Universidade de Aveiro, Portugal
Teresa Pessoa, Universidade Coimbra, Portugal
Víctor Amar, Universidad de Cádiz, Espanha


Vol. 3, No. 2 (2010)
Sumário
A Comunicação Científica e o Acesso Livre ao Conhecimento [Editorial]
Maria João Gomes, Fermando Albuquerque Costa
Referências importantes para a inclusão coerente das TIC na educação numa sociedade “sistémica”
Jacinta Paiva, Carla Morais, João Paiva
ICT integration in Primary and Secondary Education in Andalusia, Spain: Curricular and Organizational Implications
Ramón Tirado Morueta, Manuel Fandos Igado, J. Ignacio Aguaded Gómez

Implementação da educação a distância na Universidade de Cabo Verde: análise de uma experiência-piloto
Adriana Mendonça dos Santos, Ana Cristina Ferreira, Marcel Pierres Pereira
Representações Sociais sobre Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação e o Contexto Escolar
Maria de Fátima Barbosa Abdalla, Adauto Galvão Rocha

Avaliação da metodologia b-Learning no Mestrado Multimédia em Educação (edição 2007-2009) da Universidade de Aveiro
André Brigham Silva, Fernando Ramos

O trabalho pedagógico em cenários presenciais e virtuais no ensino superior
José António Moreira, Angélica Monteiro

Videojogos e aprendizagens matemáticas na educação pré-escolar: um estudo de caso
Isolina Rosa Oliveira, Cândida Barro
Recensão bibliográfica
Tecnologías de la Información y la Comunicación, Sociedad y Educación (de Victor Amar)
Luís Filipe Barbeiro

Recensão de recurso digital
Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (http://www.rcaap.pt/)
António C Lopes

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Gallery: The Most Amazing Science Images of 2010

No link www.popsci.com/science/gallery/2010-12/gallery-most-amazing-science-images-2010?image=8 você poderá ver belas e/ou impressionantes imagens que a ciência e a natureza nos proporcionam. Bom deleite!

Bioluminescent Critters
Edith Widder

Most bioluminescence in the ocean is blue, the color that travels
furthest through seawater, but there are interesting exceptions such as the yellow bioluminescence of some pelagic worms (e.g. Tomopteris sp. shown at top)

Fruit Fly Embryo
Damian Brunner

In this micrograph of a dorsal closure in a fruit-fly embryo, the protein actin is marked red, prominent around the gap in the epithelial cells. The microtubules that give shape to cells are green, and epithelial cells with their microtubules destroyed are blue. This dorsal closure is similar to the healing of wounds, and could help scientists figure out ways to improve the process in humans.

Sandy, Salty Swirls
Courtesy ESA


In the Tanezrouft Basin of south-central Algeria, vegetation is sparse and sand is plentiful. Images like this one, taken by Japan’s Advanced Land Observing Satellite, provide researchers with an easy look at hard-to-reach areas to survey natural resources, monitor disasters, and track vegetation coverage.

Educomunicação tem primeiro vestibular com concorrência ainda baixa

A licenciatura em Educomunicação, novo curso da USP, teve uma concorrência de 4,27 em seu primeiro vestibular de 2011. Antes de tecermos qualquer comentário isolado em relação ao número de candidatos/vagas, vale a pena dar uma olhada na concorrência de cursos tradicionais e mais "próximos" - na falta de uma palavra melhor - ao tema da Educomunicação.

Se por um lado a concorrência pode parecer pequena se olharmos para Jornalismo, por exemplo, que ficou com a relação candidato/vaga em 34,36, e o Curso Superior de Audiovisual, com 31,40 por vaga, ao analisarmos a concorrência para Pedagogia, de 5,53; para Letras, de 3,93 e para Artes visuais, de 4,3, temos mais parâmetros para arriscar dizer que a tendência é que, aos poucos, à medida em que a licenciatura em Educomunicação e o conceito se tornem mais conhecidos, a concorrência seja cada vez mais alta e, quem sabe, próxima à de Jornalismo.


Talvez não seja exagero dizer que possa haver até um certo "roubo" de candidatos da Pedagogia e do Jornalismo que sonham em trabalhar na interface entre Educação e Comunicação, mas não sabiam muito bem pra onde dirigir sua vontade.
Especulação? Talvez. Fico mais à vontade em dizer que é apenas um palpite, uma opinião, sem nenhum caráter científico. Esperemos para ver o que vai acontecer no futuro e aí, sim, poderemos discutir com mais profundidade o que as inscrições no vestibular, o andamento da licenciatura em Educomunicação e o movimento dos estudantes entre as áreas tem a nos dizer.

Sorte de quem se inscreveu agora, no primeiro vestibular.

De qualquer forma, cabe àqueles que trabalham com o conceito, estudam a partir dele ou o conhecem, ficar de olho na primeira turma. Há muito o que se analisar!


Cristiane Parente

Curso de formação em Educomunicação

O Instituto Gens de Educação e Cultura, que fica em São Paulo, está periodicamente promovendo cursos de formação em educomunicação. Quer saber como eles conceituam a educomunicação e conhecer um pouco mais desse grupo? Leia as informações abaixo, retiradas do seu site e fique de olho nas datas dos próximos cursos, que divulgaremos aqui.

"Educomunicação é o nome dado ao campo de reflexão/ação que une as áreas de Educação e Comunicação Social.

Apresenta-se, na atualidade, sob a forma de leitura crítica dos meios, produção coletiva de comunicação e epistemologia.

O que a torna peculiar, em todas as suas vertentes, é que ela coloca em destaque um dos temas mais importantes da nossa história: a influência da comunicação social na formação das pessoas e na consolidação da nossa sociedade.

Essa compreensão, decorrente, em especial, da produção coletiva de comunicação, resgata o direito humano de todas as pessoas, independente de idade, gênero, origem ou titulação, também dizerem o que sentem e pensam sobre assuntos que julgarem oportunos por sua própria vontade ou necessidade".

Por esses motivos o Instituto Gens afirma que seus cursos se propõem a evidenciar a Educomunicação como uma forma de intervenção social. Veja seus objetivos:

  • Promover a compreensão das bases teóricas da Educomunicação;

  • Desenvolver formação teórico-prática, a partir da vivência da Metodologia "Cala-boca já morreu" voltada para a vertente Produção coletiva de comunicação, na perspectiva da Educomunicação;

  • Oferecer condições para o entendimento das dinâmicas próprias de grupos envolvidos em produção coletiva de comunicação, baseados no princípio da co-gestão;

  • Desencadear reflexões sobre as possibilidades de a Produção coletiva de comunicação, na perspectiva da Educomunicação, constituir-se numa proposta de Educação pelos Meios de Comunicação, e

  • Contribuir para o movimento de democratização da comunicação no Brasil.
A quem se destina o curso:

A todos os interessados em aprofundar seus conhecimentos e sua prática em produção coletiva de comunicação, na perspectiva da Educomunicação, independente de sua formação acadêmica e área de atuação.

Aos portadores de diploma de curso superior oferecemos certificado de extensão universitária.

Formato do curso

Dividido em três módulos dedicados à teoria e à prática de produção coletiva de rádio, vídeo e mídia impressa, o curso pode ser realizado de forma intensiva, extensiva ou imersão, na cidade de São Paulo ou em outras localidades.

Coordenação Geral

Donizete Soares
Professor de filosofia, fundador e diretor do INSTITUTO GENS, diretor de relações institucionais do Projeto Cala-boca já morreu.

Grácia Lopes Lima
Doutora em Educação pela FEUSP, Coordenadora do Programa de Educomunicação do Instituto GENS e do Projeto Cala-boca já morreu e coordenadora do Núcleo de Educomunicação da Faculdade de Educação da USP.

Para saber mais: Instituto GENS de Educação e Cultura - consultoria e assessoria em Educação, Educomunicação, Cultura e Filosofia fundada em 1988.

Em 1995 cria, desenvolve e mantém até 2004, como uma ação sem fins lucrativos, o Projeto Cala-boca já morreu – uma proposta de Educação pelos meios de comunicação, do qual, atualmente é instituição apoiadora e parceira.

Projeto Cala-boca já morreu organização não-governamental, fundada em 2004, voltada para o intercâmbio científico sobre educação, comunicação, cultura, saúde e meio ambiente.

Desenvolve oficinas de produção coletiva de comunicação, documentação e registro audiovisual e cursos de formação em Educomunicação, em parceria com o Instituto GENS de Educação e Cultura.

Informações

11 3719 3098 ou 11 3714 8158/ curso@educomunicacao.org.br

Fonte: Instituto Gens

Conselho Nacional de Educação fixa diretrizes curriculares para o Ensino Fundamental

As diretrizes curriculares nacionais fixadas pelo CNE(Conselho Nacional de Educação) foram publicadas no Diário Oficial da União da quarta-feira (15/12). O documento define princípios fundamentais e procedimentos definidos para orientar as políticas públicas educacionais do país.

As diretrizes aplicam-se a todas as modalidades do ensino fundamental regular, bem como a educação no campo, educação escolar indígena e a educação escolar quilombola. Entre os princípios destacados no documento estão os objetivos previstos para essa etapa de escolarização, como o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio de leitura, escrita e cálculo.

O ensino fundamental de nove anos abrange crianças de adolescentes de 9 a 14 anos. Crianças com 6 anos completos até 31 de março do ano em que vai ocorrer a matrícula devem ser inscritas no ensino fundamental, segundo as diretrizes. Caso o aniversário seja depois desse mês, ela deve ser matriculada na educação infantil (pré-escola).

A carga horária mínima prevista para esse período escolar é de 800 horas distribuídas em 200 dias letivos. Os componentes curriculares obrigatórios do ensino fundamental serão organizados em relação às seguintes áreas de conhecimento: linguagens (língua portuguesa, língua materna para populações indígenas, língua estrangeira moderna, arte e educação física); matemática; ciências da natureza; ciências humanas (história e geografia) e ensino religioso.

As aulas devem ser dadas em português no ensino regular e na língua da respectiva etnia, no caso das comunidades indígenas. O ensino de história deve levar em consideração as diferenças étnicas e culturais do povo brasileiro, bem como a história indígena e afro-brasileira ser obrigatórias nas salas de aula.

Veja aqui a íntegra do documento do Diário Oficial da União.

Fonte: R7 15/12/2010

Novo plano prevê igualar salário do professor ao de outros profissionais

O governo enviou na quarta-feira, 15/12, para o Congresso, o novo Plano Nacional de Educação, que prevê metas para o setor para o período entre 2011 e 2020. A que exigirá mais investimentos, das 20 que foram propostas, é a que prevê igualar o salário dos professores ao de outros profissionais de nível superior, que atualmente ganham 60% a mais.

Atingir esse objetivo, segundo o ministro Fernando Haddad, custará 40% dos recursos adicionais previstos. O plano estabelece que, até 2020, o país deverá destinar 7% do PIB à Educação, percentual que hoje está em cerca de 5%.

O texto enviado ao Congresso também coloca novamente duas metas que já deveriam ter sido cumpridas pelo plano de 2001-2010. É o caso do objetivo de matricular em creches 50% das crianças até 3 anos e em universidade 33% da população entre 18 e 24 anos (o plano anterior falava em 30%).

O novo plano também joga para 2020 promessa feita no início do governo Lula: a erradicação do analfabetismo.

Entre as metas que são novas estão o estabelecimento de padrões de qualidade da educação e a previsão de que até 2020 metade dos professores tenha pós-graduação.

Para entrar em vigor, o Plano precisa ser aprovado pelo Congresso, que ainda pode modificá-lo.

Fonte: Folha.com / Angela Pinho - 15/12/2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Revista científica nova: Cinema: Journal of Philosophy and the Moving Image

Para você que é pesquisador na área de mídia, tem revista nova na área. É a "Cinema: Journal of Philosophy and the Moving Image", que acaba de lançar seu número 1. Veja abaixo mais detalhes e também o corpo editorial da revista, que conta com o professor e pesquisador brasileiro Ismail Xavier, da USP.

Cinema: Journal of Philosophy and Moving Image is an international peer-reviewed publication dedicated to the philosophical inquiry, not just into film, but into cinema in the broadest sense, that is, including video, television, and new media. It gathers scholars and contributions from different philosophical traditions, it is published online by the Philosophy of Language Institute (Faculty of Social and Human Sciences, New University of Lisbon). The journal publishes original critical articles, book reviews, conference reports, interviews, and makes available art work within the field of philosophical research on the moving image. It accepts submissions in English, French, Portuguese, and Spanish.

Nº 1 (2010)

EDITORIAL - Patrícia Silveirinha Castello Branco, Sérgio Dias Branco, Susana Viegas

A CARE FOR THE CLAIMS OF THEORY - D. N. Rodowick

CARROLL ON THE MOVING IMAGE - Thomas E. Wartenberg

DELEUZE: THE THINKING OF THE BRAIN - Raymond Bellour

MUCOUS, MONSTERS AND ANGELS: IRIGARAY AND ZULAWSKI’S POSSESSION - Patricia MacCormack

FILM THEORY MEETS ANALYTIC PHILOSOPHY; OR, FILM STUDIES AND L’AFFAIRE SOKAL - Murray Smith

INTERVIEWS

GEORGES DIDI-HUBERMAN : « .... CE QUI REND LE TEMPS LISIBLE, C`EST L´IMAGE »

Susana Nascimento Duarte, Maria Irene Aparício

CONFERENCE REPORTS

COGNITIVE DELEUZE: REPORT ON THE SCSMI CONFERENCE (ROANOKE, 2-5 JUNE 2010) AND THE DELEUZE STUDIES CONFERENCE (AMSTERDAM, 12-14 JULY 2010) - William Brown

Editor

1. Patrícia Silveirinha Castello Branco, New University of Lisbon

Associate Editors

1. Sérgio Dias Branco, New University of Lisbon
2. Susana Viegas, New University of Lisbon

Editorial Advisory Board

1. D. N. Rodowick, Harvard University
2. Francesco Casetti, Università Cattolica del Sacro Cuore/Yale University
3. Georges Didi-Huberman, École des hautes études en sciences sociales
4. Ismail Norberto Xavier, University of São Paulo
5. João Mário Grilo, New University of Lisbon
6. Laura U. Marks, Simon Fraser University
7. Murray Smith, University of Kent
8. Noël Carroll, City University of New York
9. Patricia MacCormack, Anglia Ruskin University
10. Raymond Bellour, Centre national de la recherche scientifique/Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3
11. Stephen Mulhall, University of Oxford
12. Thomas E. Wartenberg, Mount Holyoke College

Interviews Editor

1. Susana Nascimento Duarte, New University of Lisbon

Conference Reports Editor

1. Joana Pimenta, Harvard University/New University of Lisbon

Book Reviews Editor

1. Maria Irene Aparício, New University of Lisbon

ISSN: 1647-8991

Gostou? Quer conhecer mais e ler os textos em PDF? Basta clicar aqui.

I Congreso Internacional “Comunicación y educación: Estrategias de alfabetización mediática

Notícia quentinha da Universidade Autônoma de Barcelona e seu atuante Gabinete de Comunicação e Educação, que também está à frente das pós-graduações em comunicação e educação.


El Gabinete de Comunicación y Educación, grupo de investigación de la Universidad Autónoma de Barcelona, reconocido y consolidado por las principales autoridades del ámbito académico estatal, presenta el I Congreso Internacional "Comunicación y educación: Estrategias de alfabetización mediática", se celebrará del 11 al 13 de mayo de 2011.


El congreso tiene como objetivo propiciar un espacio de debate, reflexión y análisis de iniciativas, proyectos, investigaciones, experiencias de éxito y tendencias sobre la alfabetización mediática en Europa y América Latina.


El evento recoge la experiencia, la tradición y el acervo de proyectos, publicaciones e investigaciones del Gabinete de Comunicación y Educación de la Facultad de Ciencias de la Comunicación de la UAB. Durante cerca de dos décadas, el Gabinete de Comunicación y Educación se ha caracterizado por su trabajo en el ámbito de la edu-comunicación mediante el desarrollo de diferentes iniciativas en el ámbito académico, profesional y social.


El Congreso contará con la participación de profesionales, investigadores, teóricos y docentes de los principales organismos y universidades europeas y latinoamericanas, que expondrán sus reflexiones y perspectiva sobre el estado y alcance de la "comunicación", la "educación" y la "alfabetización mediática".


En este contexto el congreso busca conformar un espacio para la exposición y la presentación de ideas, investigaciones y experiencias, que impulse la cooperación en esta materia entre medios, universidades, investigadores, docentes y sociedad civil.


Aquellas personas interesadas en presentar una comunicación deberán hacerlo desde el 16 de diciembre al 26 de marzo de 2011, enviándola al siguiente e-mail: g.comunicacio.educacio@uab.cat


Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona

Agenda Digital: Plano de Acção do 'E-Government' para facilitar o acesso aos serviços públicos da UE

A Comissão Europeia apresentou dia 15/12 um plano ambicioso de trabalho para todos os Estados Membros, relacionado com as autoridades públicas, no sentido de expandir e melhorar os seus serviços via Internet. Este novo plano, que foca sobretudo as questões colocadas à governação dos diversos países em matéria de serviços públicos online [E-Government] prevê cerca de 40 medidas específicas para os próximos cinco anos para ajudar cidadãos e empresas na utilização de recursos online: registar uma empresa, candidaturas de acesso à segurança social e benefícios de saúde, a uma vaga num estabelecimento de ensino superior, adquirir bens ou aceder aos serviços públicos de finanças, entre outros.

Em termos de medidas concretas do plano, poderíamos destacar algumas, tais como:

-implementação de uma rede de segurança de dados dos governos, através de um portal único onde as informações possam ser consultadas e os procedimentos realizados numa única plataforma online;

- desenvolvimento de um sistema de identificação europeu, uma espécie de bilhete de identidade europeu para facilmente aceder aos serviços prestados pela Comissão, como criação de empresas, deslocações aos estrangeiro por motivos académicos, trabalhar fora do país de origem e burocracia inerente, entre outros ;

- permitir que os cidadãos e as empresas possam acompanhar em tempo real o progresso das suas transacções com os serviços governamentais, num esforço de maior transparência e abertura.

Promover o 'E-Government' - defende a Comissão - pode ajudar a fomentar a competitividade na Europa e permitirá às autoridades públicas oferecer melhores serviços e reduzir custos orçamentais, bem como em termos de economia de tempo.

É por isso que este plano é considerado pela UE 'fundamental', inscrito no programa 'Agenda Digital para a Europa 2015'. A Comissão pretende, em cinco anos, que 50 por cento dos cidadãos e 80 por cento das empresas estejam já familiarizados com os serviços públicos de governação online.

Neelie Kroes, vice-presidente da Comissão para a Agenda Digital, reitera que «este plano de governação online ajudará as autoridades públicas a usar as tecnologias de informação e comunicação na oferta de melhores serviços e a preços mais reduzidos de manutenção, enquanto trabalham para facilitar a vida de pessoas e empresas, nos termos de acesso aos serviços públicos».

Para consultar o plano com mais detalhe, aqui.
Fonte: Educomunicação

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Senac tem mais de 50 cursos com inscrições abertas

O Senac-SP está com inscrições abertas para mais de 60 cursos. Entre eles, cursos de pós-graduação. Sugerimos abaixo um dos cursos. Veja os detalhes!


Tecnologias na Aprendizagem
Curso de pós-graduação lato sensu que visa preparar profissionais que atuam ou que desejam atuar na gestão e mediação de projetos educacionais em espaços formais, informais, não-formais, integrando o uso das tecnologias da informação e da comunicação aos processos de ensino e aprendizagem.


Pré-Requisitos:
Candidato: ter graduação completa e disponibilidade de, no mínimo, 2 (duas) horas diárias para estudo; Disponibilidade para participar de 3 (três) encontros para avaliações presenciais obrigatórias (sempre agendadas aos sábados) na cidade de São Paulo (SP) e possuir acesso regular à internet, conhecimentos de uso de correio eletrônico (receber, responder e enviar mensagens) e navegação na web, em nível de usuário.


Computador: Acesso à internet (recomendável banda larga); Sistema operacional indows, Mac OS ou Linux; Possuir endereço eletrônico; Plug-in dos aplicativos: Flash Player, Windows Media Player, Acrobat Reader, Java Runtime Environment; Browser de navegação (Internet Explorer, Mozilla Firefox); Mínimo de 512 Mb de memória Ram; Placa de som (on-board ou off-board); Caixas de áudio ou fone de ouvido e Microfone (em caso de conferências de áudio).
Método


Este curso é oferecido no formato a distância. Acontecerá por meio do ambiente virtual de aprendizagem Blackboard, onde são disponibilizadas as disciplinas e seus respectivos recursos didáticos. As disciplinas dispõem de textos base que subsidiam conceitualmente os alunos. As propostas de atividades ancoram-se na interação e colaboração entre os participantes da turma e envolvem pesquisa, elaboração de propostas, exercícios, sínteses, aprofundamento teórico e prático, discussões, registros de percurso, produções coletivas para diferentes mídias e publicações. Também está disponível no curso o recurso de vídeo-colaboração, que permite a comunicação síncrona entre alunos e professores, com recursos de voz, texto e apresentação.


Programa
• Espaços Educativos no Século XXI
O significado da proposta das cidades educadoras frente à consecução de uma sociedade do conhecimento;
A conceitualização de espaços educativos formais e não-formais;
As abordagens do ensino e concepções de aprendizagem.


• Aprender por Projetos
A concepção sociointeracionista da aprendizagem;
A prática dialógica;
A aprendizagem significativa;
A metodologia de projetos.


• Avaliação e Mediação Pedagógica
O marco conceitual da avaliação;
Os modelos de avaliação;
A avaliação da aprendizagem;
Os instrumentos de avaliação.


• Reconhecendo o espaço
A disciplina pensa de que maneira os espaços do ser humano foram sendo modificados pelas tecnologias, alterando os modos de viver, de conhecer o mundo e interagir. Leva os alunos a refletirem também sobre as conseqüentes mudanças de espaços na Educação - nos quais as mediações tecnológicas se fazem cada vez mais presentes – e na Educação a Distância como uma forma organizada de utilizar esse tipo de mediação.


• Consumo e Produção – espaços de aprender e publicar: texto
A disciplina aborda o ciberespaço como lugar de aprendizagem e publicação. Leva o aluno a examinar alguns lugares onde se faz educação a distância, demonstrando como os mesmos podem ser ‘consumidores’ desses espaços. Capacita o aluno a utilizar a Internet para produzir conteúdos, publicando texto.


• Consumo e Produção – espaços de aprender e publicar: áudio e vídeo
A disciplina aborda o ciberespaço como lugar de aprendizagem e publicação. Capacita o
aluno a utilizar a Internet para produzir conteúdos, publicando áudio e vídeo.


• Gestão em educação a distância
Processos de gestão de cursos a distância: planejamento, elaboração, execução e avaliação.


• Educomunicação: espaço de intervenção
Histórico da Educomunicação. Educação formal, Educação não-formal. Programas de
Educomunicação. Tipos de mídia.


• Áreas da Educomunicação: leitura crítica
Leitura crítica de produtos comunicacionais em diversas mídias (impressa, áudio,
audiovisual).


• Áreas da Educomunicação: produção coletiva de mídia impressa e de áudio
Leitura crítica de produtos comunicacionais em diversas mídias (impressa, áudio,
audiovisual). Produção coletiva de comunicação nas mídias impressa e rádio.


• Áreas da Educomunicação: produção coletiva de vídeo
Leitura crítica de produtos comunicacionais em diversas mídias (impressa, áudio,
audiovisual). Produção coletiva de comunicação na mídia vídeo.


• Gestão da Educomunicação
Poder e responsabilidade. Tipos de gestão. Metodologia de Educomunicação.


• Metodologia de Pesquisa
Apresenta os fundamentos teóricos para as diferentes formas de pesquisa e produção
acadêmica, proporcionando condições ferramentais para que o aluno elabore o Trabalho de Conclusão de Curso. Fornece instrumentos de análise para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso de acordo com a proposta do curso, oportunizando a escolha do tema.


Período: Março de 2011 a Junho de 2012
Valor: Formas de pagamento: 21 parcelas de R$ 450,00 ou pagamento à vista com 10% de desconto (Informações sobre outras formas de desconto institucional pelo e-mail posead@sp.senac.br. Os valores são sujeitos a reajuste a partir da 13ª parcela.
Seleção: Inscrição on-line, carta de intenções, análise curricular, análise de documentos e entrevista on-line.
Taxa de inscrição: R$ 50,00
Número de vagas: 35


Coordenação: Adriana Clementino


Docentes:
Prof. Ms. Maria Salete Prado Soares
Graduada em Comunicações pela FAAP e em Letras pela USP. Mestre em em Ciências da Comunicação na ECA/USP, na área de Comunicação e Educação.


Prof. Dra. Adriana Clementino
Graduada em Administração de Empresas com Ênfase em Informática, pós-graduada (lato-sensu) em Administração de Bancos de Dados, Mestre em Educação e Doutora em Educação na Faculdade de Educação da USP.


Prof. Carlos Alberto Mendes de Lima
Radialista e professor de Língua Inglesa da Rede Municipal de Ensino de São Paulo com pós – graduação em Gramática da Língua Inglesa. Coordenador do Programa Nas Ondas do Rádio da Secretaria Municipal de Ensino de São Paulo e presidente do Comitê Gestor da Lei EDUCOM.


Prof. Ms. André Carrieri
Mestre em Educação pela Faculdade de Educação/USP pesquisador em Linguagem e Educação. Graduado em Comunicação Social da ECA/USP, com especialização em Rádio e Televisão.


Profª Ms Rosângela de Abreu Amadei Duarte
Graduada em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, é Mestre em Educação: currículo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, doutoranda em Educação: currículo na mesma universidade. Atua como Coordenadora Pedagógica em empresa especializada no desenvolvimento de projetos de Educação a Distância para a área Corporativa. Na área Acadêmica, atua como professora em cursos de especialização para o uso de tecnologia na educação.


Prof. Dr. Antonio Alberto Trindade
Doutor em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas, Mestre em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Graduado em Ciências Sociais pelo Centro Universitário Fundação Santo André. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Tecnologia Educacional, atuando principalmente nos seguintes temas: Fundamentos da Educação, Fundamentos Teóricos da Educação a Distância, Educação e Comunicação, Fundamentos da EAD Digital, Comunicação Pedagógica.


Mais informações: posead@sp.senac.br

Rivais reclamam que Google privilegia seus próprios sites

Reproduzimos abaixo matéria do Wall Street Journal Americas publicada no jornal Valor Econômico, em 14/12/2010

O Google Inc. tem promovido cada vez mais alguns de seus próprios conteúdos em detrimento do de websites rivais quando os usuários fazem uma busca on-line, o que começa a atrair críticas de sites concorrentes.

A gigante da internet tem, mais e mais, exibido links para seus próprios serviços - como informações sobre empresas locais ou do serviço Google Health - acima de outros conteúdos que não os seus nos resultados de busca.

O Google, que está desenvolvendo mais sites de conteúdo ou de busca especializada para tentar aumentar o faturamento publicitário, afirma que exibir com mais destaque os links para eles é mais útil para o usuário que apenas exibir links para sites que estão no topo do ranking de seu sistema de buscas. Mas as mudanças também põem o Google em rota de colisão com sites que dependem da ferramenta de buscas para receber visitantes.

Essas empresas alegam que seus links estão descendo cada vez mais na página de resultados, para abrir espaço aos sites promovidos pelo Google. Entre os críticos estão executivos do site de viagem TripAdvisor.com, do site de saúde WebMD.com e sites que oferecem avaliações de usuários a serviços locais, como Yelp.com e Citysearch.com, entre outros.

"Não há como negar que hoje em dia o Google está concorrendo [com muitos sites] pelo mesmo tráfego da web e os mesmos dólares de propaganda", diz Jay Herratti, diretor-presidente da CityGrid Media, divisão da IAC/InterActiveCorp. que é dona do Citysearch e dos sites irmãos Urbanspoon.com e InsiderPages.com.

Herratti diz acreditar que as mudanças do Google estão prejudicando o crescimento de seus sites, embora acrescente que é difícil medir o impacto.

O diretor-presidente do site TripAdvisor, Stephen Kaufer, diz que o número de visitantes direcionados ao seu site pela página de busca do Google caiu mais de 10%, já eliminando fatores sazonais, em relação a meados de outubro - pouco antes de o Google anunciar a mais recente mudança na maneira como seu site de busca exibe informações sobre empresas locais. O TripAdvisor.com, cuja principal fonte de tráfego é o Google, oferece resenhas sobre hotéis e outras empresas frequentadas por viajantes.

"O Google parece estar disputando com a gente e não gosto disso nem um pouco", diz Kaufer, acrescentando que negocia há dois meses com o Google para tentar melhorar sua situação.

"Criamos o Google para os usuários, não para os sites, e nossa meta é dar respostas aos usuários", disse uma porta-voz da empresa num comunicado. "Às vezes a resposta mais útil não é 'dez links azulados', mas um mapa para uma busca de endereço, ou várias imagens para uma busca sobre 'fotos das pirâmides egípcias'. Normalmente oferecemos esses resultados na forma de 'respostas rápidas' no topo da página, porque nossos usuários querem uma resposta rápida."

Ela não quis comentar quaisquer críticas específicas ou quaisquer discussões com outros sites.

As queixas ressaltam a importância das buscas do Google para praticamente qualquer negócio na internet, e atenção crescente à maneira como a empresa opera. Em novembro, a maior autoridade antitruste da União Europeia anunciou uma investigação para determinar se o Google manipula seus resultados de busca para prejudicar sites concorrentes ou dá destaque para os próprios serviços.

A UE recebeu uma queixa de um site de busca de compras, que alegou que ele e outros sites parecidos perderam visitantes depois que o Google começou a promover seu próprio serviço de busca de produtos acima dos resultados convencionais de busca.

O Google informou que jamais prejudicou intencionalmente serviços concorrentes. A empresa afirmou também que as queixas na UE foram feitas por empresas ligadas à concorrente Microsoft Corp.

As recentes queixas de concorrentes da internet não se concentram no sistema de algoritmos de busca do Google - que exibe os links supostamente mais relevantes para uma palavra-chave -, mas na maneira como o site exibe os links para seus próprios serviços. A empresa insiste que está apenas ajudando as pessoas.

O problema não é inteiramente novo. Durante vários anos, o Google exibiu com destaque links para serviços como Google Finance e Google Maps, para aumentar a popularidade dos serviços, com resultados variados.

Mas as últimas mudanças do Google parecem estar motivando mais queixas dos concorrentes. Nos últimos 12 meses, o Google encaminhou as pessoas para um novo catálogo de empresas chamado Google Places, quando elas buscam coisas como "spa em Nova York". Essas buscas geralmente exibem resultados com endereços de empresas específicas, mas também grandes alfinetes vermelhos em cada um dos resultados. Quando clicados, os marcadores encaminham as pessoas para uma página do Google Places que também exibe anúncios e detalhes sobre o lugar.

Links para alguns sites de opiniões sobre empresas locais caíram na listagem dos resultados de pesquisa. Os links para páginas do Google Places ganharam mais destaque nos últimos meses e o Google lançou também novas iniciativas de propaganda relacionadas a essas mudanças

Ano passado, o Google começou a exibir links para páginas do Google Health quando as pessoas buscavam informações sobre doenças como "câncer", "acne" e "enfisema". As páginas do Google Health organizam dados como causas, sintomas, ilustrações e informações recentes sobre certas enfermidades. Links para essas páginas são exibidos acima dos resultados normais de busca.

"É o contrário da noção de uma busca natural", diz Adam Grossberg, vice-presidente sênior de comunicação da WebMD Health Corp., acrescentando que a empresa não tem detectado repercussões negativas da mudança, mas a está acompanhando atentamente.

O Google planeja usar métodos parecidos para direcionar visitantes de seu site de busca a dois novos serviços lançados mês passado, dizem representantes da empresa. O primeiro, chamado Hotpot, permite que as pessoas deem nota para empresas, museus e locais públicos e compartilhem essas avaliações com os amigos, de modo parecido com o Yelp e outros sites do tipo. O outro serviço do Google, a loja de roupas de grife Boutiques.com, espera se tornar a primeira parada das pessoas que usam a internet para comprar roupas e acessórios.

O Google promover seu próprio conteúdo em detrimento dos outros é uma das muitas questões que surgiram na investigação antitruste sobre a aquisição da ITA Software Inc., disseram pessoas envolvidas nas discussões. A ITA ajuda sites como Kayak.com a buscar preços de passagens de avião e o Google afirmou que pretende usar a tecnologia dela para desenvolver seu próprio site de buscas de viagens. Analistas esperam que o Google exiba links para o novo site no topo dos resultados de busca sobre viagens.

Os executivos do Google já disseram que o governo vai concluir que o segmento de agências de viagem na internet continuará competitivo depois que a aquisição for concretizada, e que o acordo não deveria ser motivo de preocupações antitruste porque o Google não concorre com a ITA.

Praticamente todo o faturamento do Google vem de anúncios exibidos ao lado de resultados de busca. Mas o crescimento desse negócio ficou mais lento, levando a empresa a oferecer também "sites de destino" que entram mais fundo em categorias como comparação de preços.

O Bing, o site de buscas da Microsoft Corp., também encaminha as pessoas, em alguns casos, para páginas próprias com listas de empresas locais, de finanças ou serviços de busca de preço de passagem aérea. Mas a influência do Bing é muito menor - ele recebe menos de 30% das buscas nos EUA, incluindo as dos sites do Yahoo, ante os 66% do Google, segundo números da comScore para outubro.

Pelo menos um site, o MayoClinic.com, que publica informações de saúde, afirmou que as mudanças no Google aumentaram ligeiramente o tráfego. Brian Laing, executivo do MayoClinic.com, atribui isso ao fato de que o Google exibe um link para o MayoClinic.com ao lado de um link do Google Health sobre certas doenças, mesmo que os links do MayoClinic.com não sejam exibidos na primeira página dos resultados normais - determinados pelo algoritmo especial de relevância.

Dirceu diz que mídia é contra regulação por ter medo de novos concorrentes

Reproduzimos abaixo matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo, em 14/12/2010. Para ler e refletir!

O ex-ministro José Dirceu afirmou ontem, no Rio, que "o Brasil precisa entrar no século 21 em matéria de mídia". Para isso, defendeu a criação de um ente regulador dos meios de comunicação.

"Regulação da mídia não é censura à mídia. Regulação como existe nos EUA, na França e na Inglaterra, adaptada às nossas necessidades e pactuada. Não é imposto a ninguém. Nós estamos numa democracia, é o Congresso que aprova, se não pactuar, não construir consensos, não aprova."

O ministro Franklin Martins (Comunicação Social) finaliza um projeto de regulação da mídia para deixar à presidente eleita, Dilma Rousseff.

A Folha revelou que a proposta inclui a criação de uma Agência Nacional de Comunicação, que teria poderes para multar empresas que veicularem programas considerados ofensivos ou preconceituosos.

Para Dirceu, os meios de comunicação são contra a regulação por medo de enfrentar novos concorrentes. "O Brasil precisa de mais meios de comunicação, cada vez mais."

O ex-ministro foi um dos homenageados no prêmio Democracia e Liberdade Sempre, da CUT. O evento também foi um ato de desagravo a Dilma pelo que a entidade viu como "criminalização" de sua luta armada durante a ditadura.

"Nós não pegamos em armas. Quem pegou em armas foram as Forças Armadas, usurpando as armas que a Constituição deu a elas para impor uma ditadura ao país. Nós só resistimos", disse.

Ele saudou ainda a notícia de que Lula irá "expor a farsa do mensalão" após deixar a Presidência. (RODRIGO RÖTZSCH)

Educação científica e tecnológica: um compromisso de educadores e cientistas para o desenvolvimento da ciência e tecnologia na Brasil

Compartilhamos abaixo resumo do artigo "Educação científica e tecnológica: um compromisso de educadores e cientistas para o desenvolvimento da ciência e tecnologia na Brasil", de Wildson Luiz Pereira dos Santos, publicado na Revista GIS (Revista Virtual de Gestão de Iniciativas Sociais), uma opção de leitura de qualidade no universo virtual (*).

Widson dos Santos é Doutor em Ensino de Ciências pela Leeds Metropolitan University, Inglaterra (2001). Professor do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências (Instituto de Química) e Programa de Pós-Graduação em Educação (Faculdade de Educação) da Universidade de Brasília.

Se você gostou e ficou interessado (a) em ler o artigo completo. Basta clicar aqui!

RESUMO: Como desafio para o desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro que possa contribuir para nossa projeção enquanto nação propõe-se uma educação científica crítica de toda a população que reflita sobre as implicações sociais da ciência e tecnologia (C&T). A partir do quadro atual do ensino de ciências, caracterizado por uma descontextualização e ausência de educação tecnológica, discute-se uma proposta de educação crítica que questione modelos e valores de desenvolvimento em C&T. Nesse contexto, aponta-se como os educadores e a comunidade científica podem assumir o compromisso de discutir os rumos da C&T no Brasil, por meio de ações no sistema formal e não-formal de educação dirigido a toda população.

Palavras-chave: educação científica e tecnológica, letramento científico e tecnológico, educação para cidadania, CTS (Ciência-Tecnologia-Sociedade), aspectos sociocientíficos.

(*) Veja abaixo texto de apresentação da revista e expediente, retirados do site da mesma.

A Revista Virtual de Gestão de Iniciativas Sociais é uma publicação científica gratuita, de periodicidade quadrimestral, do Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social (Programa de Engenharia de Produção da COPPE/UFRJ).

Dedica-se a divulgar trabalhos voltados para a apresentação e análise de propostas e experiências ligadas à gestão social. Pretende manter uma atitude prospectiva, apontando possíveis tendências nesse campo.

Como seções fixas, reúne artigos, reportagens, entrevistas, apresentação de casos e resenhas críticas. Procura utilizar ao máximo os recursos oferecidos pelo formato de periódico on-line, explorando as possibilidades do meio eletrônico para oferecer e trocar informações, em particular o recurso do hipertexto e oferecendo sempre que possível indicação de fontes de informação complementar disponíveis na web.

O título abreviado da revista é Revista Virtual GIS, forma a ser utilizada em bibliografias, notas e referências.

CORPO EDITORIAL

Editor responsável

Roberto dos Santos Bartholo Jr. - Professor do Programa Engenharia de Produção - COPPE/UFRJ e Coordenador do Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social (Currículo Lattes)

Comitê editorial

Carlos Renato Mota - Professor do Instituto de Economia da UFRJ e pesquisador do Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social da COPPE/UFRJ (Currículo Lattes)

Arminda Eugenia Marques Campos - Pesquisadora do Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social da COPPE/UFRJ (Currículo Lattes)

Conselho editorial

Geraldo de Souza Ferreira - DEGEO/UFOP, Ouro Preto, MG (Currículo Lattes)

Marcel Bursztyn - CDS/UnB, Brasília, DF (Currículo Lattes)

Maurício Cesar Delamaro - FEG/UNESP, Guaratinguetá, SP (Currículo Lattes)

Michel Thiollent - COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ (Currículo Lattes)

Paulo Márcio de Melo - UERJ, Rio de Janeiro, RJ (Currículo Lattes)

Susana Finquelievich - Fac. Ciências Sociais, Universidade de Buenos Aires, Argentina (Currículo Lattes)

Organização e redação

Elizabeth Tunes (Coordenação Geral) (Currículo Lattes)

Gabriela Tunes da Silva (Currículo Lattes)

Tereza Hamendani Mudado (Currículo Lattes)

Maria Carmen Villela Rosa Tacca (Currículo Lattes)

Secretaria

Maria Joselina de Barros

Concepção do projeto gráfico

Ivan Bursztyn

Web design

Marise Carpenter Elias e Beatriz Watanabe