sexta-feira, 27 de maio de 2011

1º ENFORMAE - Encontro de (in)formação em Mídias Alternativas e Educomunicação acontece de 1 a 3 de junho na UFRN

1º ENFORMAE - Encontro de (in)formação em Mídias Alternativas e Educomunicação acontece de 1 a 3 de junho na UFRN, em Natal/RN. Mais informações: http://enformae.blogspot.com/
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte será palco a partir do dia 1º para o I  Encontro Nordestino de (in)Formação em Mídias Alternativas e Educomunicação. Haverá oficinas, palestras, conferências, círculos de debates, mesas-redondas, apresentações culturais, Festival (multi)Cultural, apresentação de trabalhos acadêmicos sobre Educomunicação, Mídias Alternativas e Transformações Sociais através da Comunicação, dentre outros, se dividindo em vários espaços do campus central da Universidade até o dia 03 de junho. Confira a programação completa clicando AQUI.

O evento, cujas inscrições são gratuitas (faça AQUI), é uma realização da Articulação Viração Nordeste juntamente com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o Departamento de Comunicação da UFRN, o Departamento de Educação da UFRN, a Pró-Reitoria de Extensão da UFRN e o Programa de Pós Graduação em Educação da UFRN. Conta, ainda, com os apoios da Ong Viração Educomunicação (SP), da Universidade Federal de Alagoas, do Projeto de Extensão Agência FOTEC (RN), da base de pesquisa PRAGMA/UFRN e do Projeto de Extensão JECA – Juventude, Educação e Comunicação Alternativa (AL).

Mais informações: http://enformae.blogspot.com | enformae@gmail.com
Assessoria de imprensa: julianabulhoes.ad@gmail.com | (84) 8837-7029
Veja abaixo algumas coisas que vão acontecer por lá. O texto é do site oficial do evento:
PROGRAMAÇÃO

1º Dia - (01/06)

·  Tarde

12h30 – Credenciamento dos participantes;
LOCAL: Laboratório de Comunicação da UFRN (Labcom)

14h - Mesa de Abertura com a presença do prof. Cipriano Maia, Pró-Reitor de Extensão da UFRN, prof. João Tadeu Weck, coordenador do evento, o prof. Adriano Cruz, chefe do Departamento de Comunicação, a prof.ª Márcia Gurgel, chefe do Departamento de Comunicação, Lillian Romão, Diretora Executiva da Ong Viração Educomunicação e Alessandro Muniz, organizador do evento e representante do Núcleo Viração Natal e da Articulação Viração Nordeste;
14h30 - Relato/exposição: Uma História de Educomunicação no RN
LOCAL: Auditório do NEPSA/CCSA

15h30 - Apresentação de trabalhos acadêmicos sobre Educomunicação, Mídias Alternativas e Transformações Sociais através da Comunicação;
LOCAL: Auditório B/CCHLA

·  Noite

19h30 - Conferência - Educomunicação: Por um direito humano à comunicação garantido e exercido – Prof. Dr. Ismar de Oliveira Soares, Coordenador do Curso de graduação em Educomunicação da USP;
21h30 - Apresentação de Rap sobre comunicação alternativa (Edcelmo do Coletivo Lelo Melodia);
21h45 - Declamação de Cordel sobre comunicação alternativa (Poeta Abaeté).
LOCAL: Auditório da BCZM

2º Dia(02/06)

·  Manhã

8h-12h – Oficinas;
LOCAL: Cada oficina acontecerá em um local diferente que será informado no credenciamento dos participantes.  

8h30-11h Palestra-Diálogo sobre a elaboração e concretização da licenciatura em Educomunicação na Escola de Comunicação e Arte da USP – Prof. Dr. Ismar Soares-USP (programação específica para os docentes do DECOM e DEPED e discentes interessados);
LOCAL: Auditório B/CCHLA

·  Tarde

13h30-17h30 – Continuação das Oficinas;
(Local distinto para cada oficina)

14h-17h – Diálogo Temático: A profissão do educomunicador e a sociedade – perspectivas e realidades – Prof. Dr. Ismar Soares-USP;

17h-17h30 – Lançamento da Agência Jovem de Notícias / Ong Viração Educomunicação.
LOCAL: Auditório B/CCHLA
·  Noite

18h - Círculo de Debate: O papel das Mídias Alternativas na Sociedade
Mediador: Prof. José Zilmar A. da Costa / Convidados: Representante da Agência de Informação Frei Tito para a América Latina (Adital); Lillian Romão – Diretora Executiva da Ong Viração Educomunicação; Edu Mara, representando o Jornal Brasil de Fato, Ong Catavento Comunicação e Educação-CE; Yuno Silva – Blog SOS Ponta Negra;
 
20h30 - Mesa-redonda sobre os Conselhos Estaduais de Comunicação
Mediador: Prof. Ruy A. Rocha / Convidados: Representante da Ong Catavento Comunicação e Educação (CE), Lilian Romão (SP), representando a Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e Representante da Assembléia Legislativa (RN).
LOCAL: Auditório do NEPSA/CCSA

3º Dia – (03/06)

·  Manhã

8h-12h - Finalização das oficinas (4h) – totalizando 12h em cada oficina;
(Local distinto para cada oficina)

9h-11h – Vídeo-conferência sobre Democratização da Comunicação no Brasil
Convidados: Representante do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e Representante do Coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes)
LOCAL: Auditório D / CCHLA

9h-11h – Diálogo entre o prof. Ismar Soares (USP) e os professores da Pós-graduação em Educação da UFRN, professores de pós-graduação e discentes interessados;
LOCAL: Auditório A/CCHLA

·  Tarde

13h30-18h
- I Encontro Nordeste dos Conselhos Editorais da Revista Viração e da Rede de Adolescentes e Jovens Comunicadores e Comunicadoras (RAJCC);
LOCAL: Auditório A/CCHLA

- Grupos de Discussão Temáticos – Espaços de diálogo entre os participantes do encontro, reunidos por afinidade e interesse. Temas/Áreas: 1. Audiovisual / 2. Web / 3. Rádio / 4. Impresso / 5. Educomunicação; 
LOCAL: Bloco H / Setor II / CCHLA

- Oficinas autogeridas – Espaço livre para que os participantes ofereçam oficinas em diversos formatos. (Entrar em contato co a Organização do ENFORMAE informando desejo de realizar oficina autogerida: enformae@gmail.com)
LOCAL: Laboratório de Comunicação da UFRN (Labcom)

·  Noite

19h - Celebração da Diversidade e da Expressão – Festival (multi)Cultural
19h - Mostra de Mídias Alternativas produzidas no I ENFORMAE;
19h - Mostra de Projetos de Comunicação Alternativa e Educomunicação;
LOCAL: Setor II / CCHLA


PROGRAMAÇÃO Festival (multi)Cultural

19h até o fim da noite:
- Exposição de Artes (pintura, desenhos, quadrinhos, fotografia, etc.);
- Mural de Expressões (espaço aberto para manifestações das pessoas, mensagens, - manifestos, exigências, desejos, idéias e o que mais se quiser escrever!);
- Mural de Stencil (espaço aberto para as pessoas decorarem com stencils de sua preferência);
- Feira de Trocas e Sebos (livros, CDs, Vinis, etc.) – Traga seu livro, cd, camiseta ou qualquer outro objeto de valor afetivo para compartilhar com o coletivo;
- Performances e Instalações Artísticas
LOCAL: Corredor e área em frente à xérox do Setor II

19h-20h – Sarau Poético / Filhos de Baco / CA de Letras
LOCAL: Sala 2H1

20h-20h30 – Mostra de Mídias Alternativas Produzidas no ENFORMAE
LOCAL: Sala 2H1

20h30-21h30 – Mostra de Curtas / CABW
LOCAL: Sala 2H1

21h30 em diante – Sala de Improviso
LOCAL: Sala 2H1

20h-21h – Apresentação de Dança-teatro, Arte Circense, Performances
LOCAL: Praça em frente à Xérox do Setor II

21h até acabar – Íntimos Acústicos – Apresentações musicais seguidas de diálogos com os artistas
LOCAL: Praça em frente à Xérox do Setor II

Oficinas oferecidas:


1 – Produção de Zine (Conselho Editorial da Viração - RN) – Sala Labcom (20 vagas)

2 – Produção de Vídeo – Roteiro, Filmagem e Edição (Prof.ª Sandra Mara) – Estúdio de TV/Labcom (15 vagas)

3 – Produção de Jornal Mural (Prof.ª Socorro Veloso) – Sala Labcom (20 vagas)

4 – Produção de Rádio Comunitária (Prof. Sebastião Faustino) – Estúdio de Rádio/Labcom (20 vagas)

5 – Criação e design de blogs (Prof.ª Taciana Burgos) – Redação A/Labcom (20 vagas)

6 – Fotodocumentarismo (Prof. Itamar) – Auditório Labcom (25 vagas)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Leer para navegar o navegar para leer?

Compartilhamos texto de Sandra Della Giustina que vale a leitura e a reflexão!!!

Muy malas noticias para las profecías que auguran la muerte del texto impreso. Una nueva investigación realizada en Buenos Aires, Argentina demuestra que la lectura en pantalla mantiene fuertes continuidades con la lectura en papel. Y que ambas resultan en muchos casos complementarias. Leer y navegar dos verbos que comienzan a conjugarse en forma sincronizada.

“Estamos ante un proceso de transformación del acto de lectura, que no solo afecta al libro impreso sino también a la práctica de leer en la computadora de forma interactiva. Se lee para navegar y se navega para leer. Se establecen recorridos de lectura que avanzan de manera activa en pantalla a través de los hipervínculos”. Lo afirma Francisco Albarello[i], doctor en comunicación y docente universitario, quien durante 8 años, se dedicó a estudiar las sesiones de Internet de una muestra representativa de jóvenes entre 14 y 18 años de edad , alumnos de escuelas medias y un un grupo de adultos docentes mayores de 27 años todos de la ciudad de Buenos Aires, para poder determinar en una muestra representativa , no solamente qué y cuanto hace la gente en la computadora sino cómo y por qué lo hace.


Los resultados de la investigación, que forma parte de la tesis doctoral de Albarello, fueron publicados por Editorial La Crujia en el libro Leer/Navegar en Internet, recientemente presentado en la Feria del Libro de Buenos Aires.

“Tratamos de comparar la generación de los nativos digitales (aquellos que nacieron después del surgimiento de las tecnologías digitales) y los inmigrantes digitales (los que nacimos con anterioridad a ellas) y que se ven en la necesidad de aprender un nuevo lenguaje del mismo modo que se aprende una lengua extranjera”. Si bien Albarello reconoce que se trata de clasificaciones discutibles (la de nativos e inmigrantes), aclara que sirvió en su investigación para determinar claramente los segmentos de la comparación.

En cuanto a los pronósticos de algunos teóricos sobre la muerte del libro y en general del texto impreso, explicó que el error de origen de esas predicciones consiste en pensar que el contenido de la información va por separado del dispositivo de lectura. “Soporte y contenido están tan consustanciados que no podemos separarlo. Para graficar la idea Albarello recurre al ejemplo de un periódico: “es imposible pensar que un periódico digital es el mismo contenido que la edición en papel. Lo leemos y consumimos de distinto modo y tienen una propuesta de lectura diferente y como lectores tenemos una relación con el dispositivo también distinta”. Y justamente este proceso diferenciado se evidencia en esta investigación echando por tierra con la dicotomía entre la lectura digital y la que se realiza en soporte impreso.

Leer en la pantalla y leer en papel
Albarello señala en su libro 47 diferencias concretas entre el proceso de lectura en pantalla y la lectura del texto impreso. Entre las que se destacan las vinculadas con el entorno de lectura. Mientras la lectura de un libro o un periódico impreso invita al lector a olvidarse del entorno y del tiempo transcurrido, cuando leemos en pantalla los textos dan cuenta de las condiciones de lectura (los programas abiertos, la interfaz y la rapidez de avance y retroceso sobre el texto).

A partir del seguimiento de los procesos de lectura de los jóvenes y adultos Albarello logra probar la teoría que sostiene que la computadora personal se ha transformado en un metamedium, un medio de medios que no sólo reúne en un único lugar a todos los medios, sino que produce contagio, una mezcla entre los lenguajes de cada uno de ellos.


Un dato no menor y tal vez inesperado que surge de la investigación es un marcado desplazamiento de la televisión a partir del uso de computadoras personales. Jóvenes y adultos coincidieron en que la principal actividad que desplazó el uso de Internet fue el hecho de ver televisión (58.5% de los adultos y 51.5% de los jóvenes encuestados) “Cuando le preguntamos a los chicos cual era el medio que consumen menos desde que navegan por Internet en un gran porcentaje señalo a la televisión. Afirman que la televisión es un material de relleno que está de fondo mientras realizan gran cantidad de tareas en la computadora. Pero a su vez la televisión se ve en la pantalla de la computadora, lo que complejiza mucho más el planteo, aunque queda en evidencia que en sus preferencias representa un submedio”.


Según los resultados de la investigación en un 77% de los casos los más jóvenes prefieren leer en pantalla por la posibilidad de hacer varias cosas a la vez, principalmente chatear. En tanto para los adultos, esta posibilidad multitarea de la lectura en pantalla resultan molestos, invasivos y distractores. “En general los adultos manifiestan dificultades para manejar eficientemente la interfaz. Ellos intentan reproducir en la pantalla la forma de lectura impresa. Y los más jóvenes manifiestan dificultad respecto del texto”.


La posibilidad de realizar múltiples tareas mientras se lee un texto digital debe considerarse como una especie de talón de Aquiles de la lectura en pantalla, lo que la hace fragmentada , superficial y aleatoria. “Aunque debe verse no como un problema del dispositivo sino como un rasgo inherente al mismo”.


Si bien la oferta de estímulos en pantalla se presenta como atractiva para los jóvenes y dificultosa para los adultos, Albarello detectó en su estudio la incertidumbre es constante en todos los lectores/navegantes (nativos e inmigrantes) que deben estar tomando decisiones todo el tiempo frente a la pantalla. “Por eso gran parte de los jóvenes (75,2% de los encuestados) y un 89.2% de los adultos encuestados afirman que cuando quieren leer algo en profundidad, una lectura concentrada, recurren al dispositivo impreso. Renuncian a todos los estímulos de la pantalla y se dedican únicamente al texto impreso. Y esa es la mayor diferencia entre una y otra forma de leer”.


Otro dato curioso que aporta la investigación y que surge a partir del registro de la forma de lectura en pantalla que hacen los nativos, es que cuando los jovenes leen en la computadora replican las mismas practicas de marcado, subrayado y refuerzan la lectura con el puntero del mouse emulando lo que hacemos cuando seguimos con el dedo la línea de lectura en el papel.


Como afirma Albarello “todo indica que estamos ante procesos de lecturas complementarias y no sustituta”.


[i] Francisco Albarello es Doctor en Comunicación Social, de la Universidad Austral. Licenciado en Comunicación social con orientación en Periodismo (UNLP). Es docente universitario en la Universidad Nacional de Lomas de Zamora, en la Universidad de San Martín y coordina desde el año 2003 el proyecto Periodismo Escolar en Internet .

Fonte: http://www.miasterisco.com.ar/ 17/05/2011

A aprendizagem de ser educador

Sugerimos a leitura deste artigo de José Manuel Moran, Doutor em comunicação e professor de novas tecnologias na USP. Pesquisador de inovações na educação. www.eca.usp.br/prof/moran http://moran10.blogspot.com


O educador é especialista em conhecimento, em aprendizagem. Como especialista, espera-se que ao longo dos anos aprenda a ser um profissional equilibrado, experiente, evoluído; que construa sua identidade pacientemente, integrando o intelectual, o emocional, o ético, o pedagógico.
O educador pode ser testemunha viva da aprendizagem contínua. Testemunho impresso nos seus gestos e personalidade de que evolui, aprende, se humaniza, se torna uma pessoa mais aberta, acolhedora, compreensiva.
Testemunha viva, também, das dificuldades de aprender, das dificuldades em mudar, das contradições no cotidiano; de aprender a compreender-se e a compreender.
Com o passar do tempo ele vai mostrando uma trajetória coerente, de avanços, de sensatez e firmeza. Passa por etapas em que se sente perdido, angustiado, fora de foco. Retoma o rumo, depois, revigorado, estimulado por novos desafios, pelo contato com seus alunos, pela vontade de continuar vivendo, aprendendo, realizando-se e frustrando-se, às vezes, mas mantendo o impulso de avançar.
Há momentos em que se sente perdido, desmotivado. Educar tem muito de rotina, de repetição, de decepção. É um campo cada vez mais tomado por investidores, por pessoas que buscam lucros fáceis. Ele se sente parte de uma máquina, de uma engrenagem que cresce desproporcionalmente. Sente-se, em alguns momentos, insignificante, impotente, um número que pode ser substituído por muitos colegas ansiosos por encontrar trabalho. Sabe que sua experiência é importante, mas também que a concorrência é grande e que há muita gente disposta a ensinar por salários menores.
Ensinar tem momentos “glamourosos”, em que os alunos participam, se envolvem, trazem contribuições significativas. Mas muitos outros momentos são banais; parece que nada acontece. É um entra e sai de rostos que se revezam no mesmo ritmo semanal de aula, exercícios, mais aulas, provas, correções, notas, novas aulas, novas atividades.... A rotina corrói uma parte do sonho, a engrenagem despersonaliza; a multiplicação de instituições escolares torna previsíveis as atividades profissionais. Há um aumento de oferta profissional (mais vagas para ser professor), junto com uma diminuição das exigências para a profissão (mais fácil ter diploma, muitos estudantes em fase final são contratados, aumenta a concorrência). A tentação da mediocridade é real. Basta ir tocando para ficar anos como docente, ganhar um salário seguro, razoável. Os anos vão passando e quando o professor percebe já está na fase madura e se tornou um docente acomodado.

As etapas de aprendizagem a ser docente

Apesar de que cada docente tem sua trajetória, há pontos da evolução profissional coincidentes. Relato a seguir uma síntese de questões que costumam acontecer – com muitas variáveis - na trajetória de muitos professores, a partir da minha observação e experiência.
A iniciação
Recém formado, o novo professor começa a ser chamado para substituir um colega em férias, uma professora em licença maternidade, dá algumas aulas no lugar de professores ausentes. Ele ainda se confunde com o aluno, intimamente se sente aluno, mas percebe que é visto pelos alunos como uma mistura de professor e aluno. Ele luta para se impor, para impressionar, para ser reconhecido. Prepara as aulas, traz atividades novas, se preocupa em cativar os alunos, em ser aceito. Sente medo de ser ridicularizado em público com alguma pergunta impertinente ou muito difícil. Tem medo dos que o desafiam, dos alunos que não ligam para as suas aulas, dos que ficam conversando o tempo todo. Procura ser inovador e, ao mesmo tempo, percebe que reproduz algumas técnicas de lecionar que vivenciou como aluno, algumas até criticadas. É uma etapa de aprendizagem, de insegurança, de entusiasmo e de muito medo de fracassar.
O tempo passa, os alunos vão embora, chegam outros em outro semestre e o processo recomeça. Agora já tem uma noção mais clara do que o espera; planeja com mais segurança o novo semestre, repete alguns “macetes” que deram certo até agora, busca alguns textos diferentes, inova um pouco, arrisca mais. Vê que algumas atividades funcionam sempre e outras não tanto. Descobre que cada turma tem comportamentos semelhantes, mas que reage de forma diferente às mesmas propostas e assim vai, por tentativa e erro, aprendendo a diversificar, a desenvolver um “feeling” de como está cada classe, de quando vale a pena insistir na aula teórica planejada e quando tem que introduzir uma nova dinâmica, contar uma história, passar um vídeo, encurtar o fim da aula, etc.
A consolidação
De semestre em semestre o jovem professor vá consolidando o seu jeito de ensinar, de lidar com os alunos, as áreas de atuação. Consegue ter maior domínio de todo o processo. Isso lhe dá segurança, tranqüilidade. Os colegas e coordenadores vão indicando-o para novas turmas, novas disciplinas, novas instituições. Multiplica o número de aulas. Aumenta o número de alunos. É freqüente, no ensino superior particular, um professor ter entre mais de quinhentos alunos por semana. Forma uma família. Vira um “tocador” de aulas. Cada vez precisa aumentar mais o número de aulas, para manter a renda.
Desenvolve algumas fórmulas para se poupar. Repete o mesmo texto em várias turmas e, às vezes, em várias disciplinas. Utiliza um mesmo vídeo para diversos temas. Dá trabalhos bem parecidos para turmas diferentes, em grupo. Lê cada vez mais rapidamente os trabalhos e as provas. Faz comentários genéricos: Continue assim, “insuficiente”, “esforce-se mais”, “parabéns”, “interessante”. Prepara as aulas encima da hora, com poucas mudanças. Repete fórmulas, métodos, técnicas aprendidos por longo tempo.
Crises de identidade
Sempre há alguma crise, mas esta é diferente: pega o professor de cheio. Aos poucos o dar aula se torna cansativo, repetitivo, insuportável. Parece que alguns coordenadores são mais “chatos”, “pegam mais no pé”. Algumas turmas de alunos também “não querem nada com nada”. As reuniões de professores são todas iguais, pura perda de tempo. Os salários são baixos. Outros colegas mostram que ganham mais em outras profissões. Renova-se a dúvida: vale a pena ficar como está ou dar uma guinada profissional?
Por enquanto “vai tocando”. Torce para que haja muitos feriados, para que os alunos não venham em determinados dias. Qualquer motivo justifica não dar aula. Cria muitas atividades durante a aula: leituras em grupo, pesquisa na biblioteca, na Internet, vídeos longos e isso lhe permite descansar um pouco, ficar na sala dos professores, poupar a voz.
Muitas vezes essa crise profissional vem acompanhada de uma crise afetiva. Sente-se intimamente bastante só, apesar das aparências. E em algum momento a crise bate mais fundo: “o que é que eu faço aqui?” “Qual é o sentido da minha vida?” Tem tanta gente que sabe menos e está melhor! Como defender uma sociedade mais justa num país onde só os mesmos ficam mais e mais ricos?
Olha para trás e vê muitos recém formados ansiosos para entrar de qualquer jeito, ganhando menos do que ele. E esses jovens “petulantes” têm outra linguagem, dominam mais a Internet, estão cheios de idéias. Embora faça cursos de atualização, sente-se em muitos pontos ultrapassado. Sempre foi preparado para dar respostas, para ser o centro do saber e agora descobre que não tem certezas, que cada vez sabe menos, que há muitas variáveis para uma mesma questão e que novas pesquisas questionam verdades que pareciam definitivas. Essa sensação de estar fora do lugar, de inadequação vai aumentando e um dia explode. A crise se generaliza. Nada faz sentido. A depressão toma conta dele. Não tem mais vontade de levantar, chega atrasado. Justifica cada vez mais suas faltas.
Mudanças
Diante das crises, alguns professores desistem, entregam a toalha. Procuram algumas saídas, fugas e terminam se acalmando e acomodando. Tornam-se previsíveis, repetitivos.
Outros, diante da insatisfação, procuram uma nova atividade profissional mais empolgante e deixam as aulas como complemento, como “bico”.
E encontramos os que nas crises procuram refletir sobre sua vida profissional e pessoal. Tentam encontrar caminhos, reaprender a aprender. Atualizam-se, observam mais, conversam, meditam. Aos poucos buscam uma nova síntese, um novo foco. Começam pelo externo, por estabelecer um relacionamento melhor com os alunos, procuram escutá-los mais. Preparam melhor as aulas, utilizam novas dinâmicas, novas tecnologias. Lêem novos autores, abrem novos horizontes. Refletem mais, ouvem mais. Descobrem que precisam aceitar-se melhor, ser mais humildes e confiantes. E assim, pouco a pouco, redescobrem o prazer de ler, de aprender, de ensinar, de viver. Estão mais atentos ao que acontece ao seu lado e dentro de si. Procuram simplificar a vida, consumir menos, relaxar mais. Vêem exemplos de pessoas que envelhecem motivados para aprender e isso lhes dá estímulo para seguir adiante, para renovar-se todos os dias. Tornam-se mais humanos, acolhedores, compreensivos, tolerantes, abertos. Dialogam mais, ouvem mais, prestam mais atenção. Com o assar do tempo percebem que, apesar das contradições, evoluíram muito e redescobriram o prazer de ensinar e de viver. “Sinto-me como alguém que envelhece crescendo” [1] . Esta é a atitude maravilhosa de quem gosta de aprender. O aprender dá sentido à vida, a todos os momentos da vida, mesmo quando ela está no fim.
Tem professores que se burocratizam na profissão. Outros se renovam com o tempo, se tornam pessoas mais humanas, ricas e abertas. As chances são as mesmas, os cursos feitos, os mesmos; os alunos, também são iguais. A diferença é que uma parte muda de verdade, busca novos caminhos e a outra se acomoda na mediocridade, se esconde nos ritos repetidos. Muitos professores se arrastam pelas salas de aula, enquanto outros, nas mesmas circunstâncias, encontram forças para continuar, para melhorar, para realizar-se.

O educador bem sucedido

Por que, nas mesmas escolas, nas mesmas condições, com a mesma formação e os mesmos salários, uns professores são bem aceitos, conseguem atrair os alunos e realizar um bom trabalho profissional e outros, não?
Não há uma única forma ou modelo. Depende muito da personalidade, competência, facilidade de aproximar e gerenciar pessoas e situações. Uma das questões que determina o sucesso profissional maior ou menor do educador é a capacidade de relacionar-se, de comunicar-se, de motivar o aluno de forma constante e competente. Alguns professores conseguem uma mobilização afetiva dos alunos pelo seu magnetismo, simpatia, capacidade de sinergia, de estabelecer um “rapport” , uma sintonia interpessoal grande. É uma qualidade que pode ser desenvolvida, mas alguns a possuem em grau superlativo, a exercem intuitivamente, o que facilita o trabalho pedagógico.
Uma das formas de estabelecer vínculos é mostrar genuíno interesse pelos alunos. Os professores de sucesso não se preparam para o fracasso, mas para o sucesso nos seus cursos. Preparam-se para desenvolver um bom relacionamento com os alunos e para isso os aceitam afetivamente antes de os conhecerem, se predispõem a gostar deles antes de começar um novo curso. Essa atitude positiva é captada consciente e inconscientemente pelos alunos que reagem da mesma forma, dando-lhes crédito, confiança, expectativas otimistas. O contrário também acontece: professores que se preparam para a aula prevendo conflitos, que estão cansados da rotina, passam consciente e inconscientemente esse mal-estar que é correspondido com a desconfiança dos alunos, com o distanciamento, com barreiras nas expectativas.
É muito tênue o que fazemos em aula para facilitar a aceitação ou provocar a rejeição. É um conjunto de intenções, gestos, palavras, ações que são traduzidos pelos alunos como positivos ou negativos, que facilitam a interação, o desejo de participar de um processo grupal de aprendizagem, de uma aventura pedagógica (desejo de aprender) ou, pelo contrário, levantam barreiras, desconfianças, que desmobilizam.
O sucesso pedagógico depende também da capacidade de expressar competência intelectual, de mostrar que conhecemos de forma pessoal determinadas áreas do saber, que as relacionamos com os interesses dos alunos, que podemos aproximar a teoria da prática e a vivência da reflexão teórica.
A coerência entre o que o professor fala e o que faz, na vida é um fator importante para o sucesso pedagógico. Se um professor une a competência intelectual, a emocional e a ética causa um profundo impacto nos alunos. Estes estão muito atentos à pessoa do professor, não somente ao que fala. A pessoa fala mais que as palavras. A junção da fala competente com a pessoa coerente é poderosa didaticamente.
As técnicas de comunicação também são importantes para o sucesso do professor. Um professor que fala bem, que conta histórias interessantes, que tem feeling para sentir o estado de ânimo da classe, que se adapta às circunstâncias, que sabe jogar com as metáforas, o humor, que usa as tecnologias adequadamente, sem dúvida consegue bons resultados com os alunos. Os alunos gostam de um professor que os surpreenda , que traga novidades, que varie suas técnicas e métodos de organizar o processo de ensino-aprendizagem.
Ensinar sempre será complicado pela distância profunda que existe entre adultos e jovens. Por outro lado, essa distância nos torna interessantes, justamente porque somos diferentes. Podemos aproveitar a curiosidade que suscita encontrar uma pessoa com mais experiência, realizações e fracassos. Um dos caminhos de aproximação ao aluno é pela comunicação pessoal de vivências, histórias, situações que o aluno ainda não conhece em profundidade. Outro é o da comunicação afetiva, da aproximação pelo gostar, pela aceitação do outro como ele é e encontrar o que nos une, o que nos identifica, o que temos em comum.
Um professor que se mostra competente e humano, afetivo, compreensivo atrai os alunos. Não é a tecnologia que resolve esse distanciamento, mas pode ser um caminho para a aproximação mais rápida: valorizar a rapidez, a facilidade com que crianças e jovens se expressam tecnologicamente ajuda a motivar os alunos, a que queiram se envolver mais. Podemos aproximar nossa linguagem da deles, mas sempre será muito diferente. O que facilita são as entrelinhas da comunicação lingüística: a entonação, os gestos aproximadores, a gestão de processos de participação e acolhimento, dentro dos limites sociais e acadêmicos possíveis.
O educador não precisa ser “perfeito” para ser um bom profissional. Fará um grande trabalho na medida em que se apresente da forma mais próxima ao que ele é naquele momento, que se “revele” sem máscaras, jogos. Quando se mostre como alguém que está atento a evoluir, a aprender, a ensinar e a aprender. O bom educador é um otimista, sem ser ‘ingênuo”. Consegue “despertar”, estimular, incentivar as melhores qualidades de cada pessoa.

[Este texto faz parte do meu livro A educação que desejamos: Novos desafios e como chegar lá . Papirus, 2007, p. 74-81]
[1] Carl ROGERS. Um jeito de ser , p. 33.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dicas de revistas

Compartilhamos dicas de revistas e periódicos sugeridos pelo colega Antonio Carvalho, de Aveiro/Portugal.

REVISTAS



1. Tecnologia Educacional, Pedagogia, e Ensino à distância, Jornais (alguns online)


AACE Journal: International Forum on Information Technology in Education (AACEJ): http://www.aace.org/pubs/aacej/ (formerly Educational Technology Review (ETR))

All AACE journals: http://www.aace.org/pubs/default.htm


Advanced Technology for Learning: http://www.actapress.com/journals/onlinejournals.htm


ALT-J (Journal of the Association for Learning Technology) (ALT) (UK) http://www.tandf.co.uk/journals/titles/09687769.asp and http://www.alt.ac.uk/alt_j.html


American Journal of Distance Education: http://www.ajde.com/publications.htm


Asia-Pacific Cybereducation Journal: http://www.acecjournal.org/


Asia-Pacific Education Review: http://eri.snu.ac.kr/aper/


Asian EFL Journal: http://www.asian-efl-journal.com/index.php


Australian Journal of Educational Technology: http://www.ascilite.org.au/ajet/ajet.html


British Journal of Educational Technology: http://www.blackwellpublishing.com/journal.asp?ref=0007-1013


Canadian Journal of Learning and Technology (CJLT): http://www.cjlt.ca/


Canadian Journal of Univ Continuing Educ: http://www.extension.usask.ca/cjuce/eng/Eng1.html


Computer Assisted Language Learning: http://www.tandf.co.uk/journals/titles/09588221.asp


Computers and Composition: http://www.bgsu.edu/cconline/


Computers and Education: An International Journal: http://www.elsevier.com/wps/find/journaldescription.cws_home/347/description#description


Computers in the Schools: http://www.haworthpress.com/store/product.asp?sku=J025


Computers in Human Behavior: http://authors.elsevier.com/JournalDetail.html?PubID=759&Precis=DESC


Contemporary Issues in Technology and Teacher Education (special sections on Science, Math, Social Studies, English, and Educational Technology General). http://www.citejournal.org/


CyberPsychology and Behavior: http://www.liebertpub.com/publication.aspx?pub_id=10


Distance Education: http://www.tandf.co.uk/journals/online/0158-7919.asp


Distance Learning: http://www.usdla.org/html/resources/dlmag/; formerly the USDLA Journal: http://www.usdla.org/html/resources/journal.htm (ended in April 2003)


E-Journal of Instructional Science and Technology (E-JIST): http://www.usq.edu.au/electpub/e-jist/html/about.htm


Educational Media International: http://www.tandf.co.uk/journals/titles/09523987.asp


Educational Technology and Society (Athabasca): http://www.ifets.info/


EDUCAUSE Quarterly: http://www.educause.edu/pub/eq/


EDUCAUSE Review: http://www.educause.edu/apps/er/index.asp


eLearning and Education (eLeed): http://eleed.campussource.de/


ETR&D (Educational Technology Research and Development): https://www.aect.org/Intranet/Publications/edtech/subguides.html and current edition online: http://www.aect.org/Intranet/Publications/etrd/5201.asp


First Monday: http://www.firstmonday.org/


HRD Quarterly: http://www3.interscience.wiley.com/cgi-bin/jhome/74000165


HRD International: http://www.tandf.co.uk/journals/titles/13678868.asp


Information Research: http://informationr.net/ir/12-1/infres121.html


Innovations in Education and Teaching International: http://www.tandf.co.uk/journals/routledge/14703297.html


Innovate: Journal of Online Education: http://horizon.unc.edu/innovate/guidelines/


Instructional Science: http://www.springerlink.com/(idiqti55nfgfq545gv4fsd2u)/app/home/journal.asp?referrer=parent&backto=linkingpublicationresults,1:102905,1


Interactive Learning Environments: http://www.tandf.co.uk/journals/titles/10494820.asp


Interdisciplinary Journal of Knowledge and Learning Objects: http://ijklo.org/


International Journal for the Scholarship of Teaching and Learning (IJ-SoTL) http://www.georgiasouthern.edu/ijsotl/current.htm.


International Journal of Artificial Intelligence in Education: http://aied.inf.ed.ac.uk/


International Journal of Computer-Supported Collaborative Learning: http://ijcscl.org/


International Journal of Designs for Learning: http://scholarworks.iu.edu/journals/index.php/ijdl/index


International Journal of Distance Education Technologies (from IGI): http://www.igi-global.com/journals/details.asp?id=498


International Journal of Emerging Technologies in Learning (iJET) http://www.i-jet.org


International Journal of Information and Communication Technology Education (from IGI): http://www.igi-global.com/journals/details.asp?id=4287


International Journal of Instructional Technology & Distance Learning: http://www.itdl.org/index.htm


International Journal of Pedagogies and Learning http://www.apacall.org/ijpl/v4n3/


International Journal of Web-Based Communities (IJWBC): http://www.inderscience.com/browse/index.php?journalCODE=ijwbc


International Journal of Web-Based Learning and Teaching Technologies (from IGI): http://www.igi-global.com/journals/details.asp?id=4286


International Journal on E-Learning (IJEL) (Corporate, Government, Healthcare, & Higher Education); http://www.aace.org/pubs/ijel/default.htm, http://www.aace.org/pubs/ijel/


The International Review of Research in Open and Distance Learning: http://www.irrodl.org


The Internet and Higher Education : http://www.elsevier.com/wps/find/journaldescription.cws_home/620187/description#description


Journal of Asynchronous Learning Networks: http://www.aln.org/publications/jaln/index.asp


Journal of Computer Assisted Learning: http://www.blackwellpublishing.com/journal.asp?ref=0266-4909


Journal of Computing in Higher Education; http://www.jchesite.org/


Journal of Computer-Mediated Communication: http://jcmc.indiana.edu/


http://www.blackwell-synergy.com/loi/jcmc (replacement)


Journal of Distance Education: http://cade.athabascau.ca/ (Canadian Assoc for Dist Ed (CADE))


Journal of Educational Computing Research: http://baywood.metapress.com/(lsit1t45pwvzee45wur0douf)/app/home/journal.asp?referrer=parent&backto=linkingpublicationresults,1:300321,1


Journal of Educational Media and Library Sciences (Taiwan): http://research.dils.tku.edu.tw/joemls/index_e.htm


Journal of Educational Multimedia and Hypermedia (JEMH) from AACE http://www.aace.org/pubs/jemh/default.htm


Journal of Educational Technology and Society: http://www.ifets.info/


Journal of Educators Online (JEO): http://www.thejeo.com/index.html


Journal of Interactive Media in Education: http://www-jime.open.ac.uk/ (UK journal)


Journal of Interactive Learning Research, http://www.aace.org/pubs/jilr/default.htm


Journal of Interactive Online Learning: http://www.ncolr.org/jiol/


Journal of Learning Design: http://www.jld.qut.edu.au/; http://www.jld.qut.edu.au/ (new journal)


Journal of the Learning Sciences: http://www.cc.gatech.edu/lst/jls/


Journal of Online Learning and Teaching (JOLT): http://jolt.merlot.org/index.html (from MERLOT)


Journal of Research on Technology in Education: http://www.iste.org/Content/NavigationMenu/Publications/JRTE/Issues/Volume_38/Number_1_Fall_2005/Number_1_Fall_2005.htm


Journal of Technology and Teacher Education: http://www.aace.org/pubs/jtate/default.htm


Language Learning and Technology (LLT): http://llt.msu.edu/


Learning, Media, and Education (formerly Journal of Educational Media) http://www.tandf.co.uk/journals/titles/17439884.asp


Online Journal of Distance Lrng Admin: http://www.westga.edu/%7Edistance/jmain11.html


Open Learning: The Journal of Open and Distance Learning: http://www.tandf.co.uk/journals/titles/02680513.asp


Pedagogies: An International Journal: http://www.informaworld.com/smpp/title~db=all~content=t775653691~tab=summary


Performance Improvement Journal: http://www.ispi.org/


Performance Improvement Quarterly: http://www.ispi.org/


Quarterly Review of Distance Education (AECT)


http://www.infoagepub.com/www/products/product2/qrde/index.htm


QWERTY: Journal of technology, culture, and education: http://www.progedit.com/welcome.htm


Social Education (perhaps for online global education articles):


http://www.socialstudies.org/publications/se/Technology, Pedagogy, and Education: http://www.triangle.co.uk/jit/


System: An International Journal of Educational Technology and Applied Linguistics: http://www.elsevier.com/wps/find/journaldescription.cws_home/335/description#description


Technology, Pedagogy, and Education: http://www.tandf.co.uk/Journals/titles/1475939X.asp


The Technology Source: (ended November 2004, archives at) http://www.technologysource.org/ and the Wayback machine: http://web.archive.org/web/*/http://ts.mivu.org


Tech Trends: http://www.aect.org/Intranet/Publications/index.asp#tt


Theory and Research in Social Education (perhaps for online global education articles):


http://www.socialstudies.org/cufa/trse/


Turkish Online Journal of Distance Education: http://tojde.anadolu.edu.tr/index.htm


WebNet Journal: Internet Technologies, Applications & Issues is http://www.aace.org/pubs/webnet/guidelines.htm


OUTRAS LISTAS DE JORNAIS: http://www.umuc.edu/distance/odell/cvu/links/journals.html


http://designer.50g.com/journals.htm


TECNOLOGIA EDUCATIVA - REVISTAS, Blogs e Newsletters



Campus Technology (formerly the Syllabus Magazine): http://www.campus-technology.com/index.asp)


Change http://www.heldref.org/changemanu.php


Chief Learning Officer: http://www.nxtbook.com/fx/books/mediatec/closep05/


i. http://www.clomedia.com/


Chronicle of Higher Education (information technology section): http://chronicle.com/infotech/


Converge Magazine: http://www.convergemag.com/


Digital Knowledge: http://www.knowledgedrivers.com/Resources/Res_Newsletter.html


Edge http://www.pdkintl.org/publications/guidelines.htm


Education Week http://www.edweek.org/info/about/submit-commentary.html


Educational Leadership http://www.ascd.org/portal/site/ascd/menuitem.965dde87afdbb65fb85516f762108a0c/


Educational Technology Magazine: http://www.bookstoread.com/etp/


Education World Technology in the Classroom: http://www.educationworld.com/a_tech/


eLearn Magazine: http://www.elearnmag.org/


Electronic School http://www.electronic-school.com/guide.html


eSchool News: http://www.eschoolnews.com/


IEEE Potentials Magazine http://www.ieee.org/portal/site/mainsite/menuitem.818c0c39e85ef176fb2275875bac26c8/index.jsp?&pName=corp_level1&path=membership/students/potentials&file=index.xml&xsl=generic.xsl


Infobits http://www.unc.edu/cit/infobits/bitmay04.html


Learning & Leading with Technology http://www.iste.org/Content/NavigationMenu/Publications/LL/About_LandL/Submission_Guidelines3/Submission_Guidelines.htm


Learning and Training Innovations: http://www.ltimagazine.com/ltimagazine/


Media and Methods Magazine: http://www.media-methods.com/


New Horizons for Learning http://www.newhorizons.org/nhfl/about/history.htm#articles


Performance Xpress: http://www.performancexpress.org/ (Int’l Society of Perf Improvement)


Perspectives: Policy and practice in higher education http://www.tandf.co.uk/journals/authors/tpspauth.asp


Phi Delta Kappan: http://www.pdkintl.org/publications/guidelines.htm


Rethinking Schools http://www.rethinkingschools.org/about/guidelines.shtml


Stephen’s Web (Stephen Downes’ Blog): http://www.downes.ca/


Technology and Learning http://www.techlearning.com/content/about/tl_edguide.html


T.H.E. Journal http://www.thejournal.com/magazine/cp/default.cfm


Training Magazine: http://www.trainingmag.com/training/index.jsp


Workforce Performance Solutions: http://www.nxtbook.com/fx/books/mediatec/wps0805/


http://www.wpsmag.com/content/templates/wps_home.asp?articleid=7&zoneid=2


ENSINAR E APRENDER - REVISTAS:

College Teaching: http://www.heldref.org/ct.php


Innovations in Education & Teaching International: http://www.tandf.co.uk/journals/titles/14703297.asp


International Journal for the Scholarship of Teaching & Learning (IJ-SoTL) at http://www.georgiasouthern.edu/ijsotl/


Journal on Excellence in College Teaching: http://celt.muohio.edu/ject/


Teaching in Higher Education: http://www.tandf.co.uk/journals/titles/13562517.asp


REVISTAS DE EDUCAÇÃO PORTUGUESAS


Exedra - http://www.exedrajournal.com/index.html


Educação, Formação % Tecnologias - http://eft.educom.pt/index.php/eft

Revolução espanhola

Os artistas espanhois Pepo Pérez e Santiago García criaram uma pequena história que explora os movimentos de estudantes pelas ruas de várias cidades da Espanha na última semana...


Os acampados da Porta do Sol (Madrid) inspiraram uma mobilização de dezenas de jovens em diferentes partes da Europa para exigir mudanças na economia e na política. Nas ruas os jovens alertam: "Temos de mudar. Há redução de salários. Os serviços sociais caminham para serem destruídos e privatizados. O Capitalismo está nos dominando".


Outra palavra de ordem gritada nas ruas: "Solidaridariedade e luta contra os Estados. Aos bancos salvam, aos pobre roubam. Ou te indignas ou te resignas".


Os protestos liderados pelos jovens nas ruas da espanha está sendo conhecido como "Movimento dos Indignados" e promete ir muito além das eleições deste final de semana: até que se produza uma mudança social justa para a maioria. O epicentro do movimento está na Porta do Sol, em Madrid.


O chamado quilômetro zero da Espanha é o simbolo de um movimento que levantou a voz do país que segue como uma das maiores vítimas da crise econômica e que tem hoje quase cinco milhões de desempregados (cerca de 21% da população econômicamente ativa).


O movimento cidadão assegura que não defende nenhuma ideologia e não pede votos para nenhum partido.

Fonte: Nona Arte/ Texto: Carlos Ely

sábado, 21 de maio de 2011

Encontro sobre Mídias Alternativas e Educomunicação com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o “I Encontro Nordestino de (in)Formação em Mídias Alternativas e Educomunicação”. O I ENFORMAE acontece do dia primeiro ao dia três de junho. Trata-se de um espaço para colocar a Mídia Alternativa e a Educomunicação em pauta nas discussões da comunidade acadêmica e da comunidade em geral, difundindo conceitos e reflexões.

Na programação, além de palestras, mesa-redonda, círculo de debates, grupos de discussão e videoconferências, haverá oficinas para produção de zine, vídeo, jornal mural, rádio comunitária, criação e design de blogs e fotodocumentarismo.
Dentre os convidados para o evento, estão o professor Ismar de Oliveira Soares, coordenador do Curso de Graduação em Educomunicação da USP; e a jornalista Lillian Romão, diretora executiva da ONG Viração Educomunicação de São Paulo.

O ENFORMAE é uma realização da UFRN, da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), da Articulação Viração Nordeste (AVN), do Departamento de Educação (DEPED), do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED) e do Departamento de Comunicação (DECOM).

O prazo para envio de trabalhos é até a próxima segunda-feira, 23 de maio, para o email enformae@gmail.com. Até o dia 30 deste mês, os interessados podem se inscrever no evento e nas oficinas por meio da aba “inscrições e manual do participante” no blog do evento www.enformae.blogspot.com. As vagas são limitadas e as inscrições, gratuitas.
Fonte: Agecom/UFRN

Entrevista com Alexandre Sayad sobre Educomunicação



I Colóquio de Professores, Pesquisadores e Estudantes de Educomunicação

Data: 02 de setembro de 2011

Evento promovido no espaço do XXXIV Congresso da Intercom

Local: Unicap - Recife - PE

Promotores:

  • INTERCOM
  • UNICAP/ PE – Bacharelado em Jornalismo
  • UFPE – Coordenação de Educação a Distância (CEAD)
  • ECA/USP - Licenciatura em Educomunicação (EDUCOM)
  • UFCG/PB - Bacharelado em Educomunicação
  • NCE/USP – Núcleo de Comunicação e Educação


Objetivo:

Propiciar um espaço para que os professores, pesquisadores e alunos de educomunicação do país, tanto os vinculados a cursos superiores em nível de graduação e de pós-graduação, quanto os que desenvolvem atividades junto a programas de formação continuada, em nível de atualização ou de especialização, decorrentes de programas de cultura e extensão de universidades, possam:
a) Trocar experiências e informações sobre seus programas;
b) Apresentar e discutir resultados de suas pesquisas;
c) Definir políticas voltadas à articulação de ações conjuntas que beneficiem o conjunto dos profissionais e estudantes envolvidos com a Educomunicação.

Metodologia:

O Encontro de Professores, Pesquisadores e Alunos de Educomunicação caracteriza-se por balancear três modalidades de reunião acadêmica: 1ª. Mesas redondas temáticas, com convidados; 2ª. Painéis, com a apresentação de teses e dissertações, mediante inscrição de papers; 3ª – Reuniões de Articulação.

Programa:

Manhã - 8h30 - 11h00 - Mesa Redonda 1:
Tema: “Fundamentos teórico-metodológicos que dão sustentação às propostas pioneiras de formação do educomunicador em nível de graduação e de especialização”.
Coordenação: - UNICAP/ PE
Palestrantes:

Ismar de Oliveira Soares – Licenciatura em Educomunicação da ECA/USP
Sonia Sette – Comissão de Educação a Distancia – CEAD/UFPE
Ademilde Sartori – Coordenadora do GP Comunicação e Educação - INTERCOM
Manhã - 10h45 - 12h00 - Mesa Redonda 2:
Tema: Especificidades pedagógicas da Licenciatura em Educomunicação (USP), do Bacharelado em Educomunicação (UFCG) e do curso Mídias na Educação
Coordenação: - UFPE
Palestrantes:

Roseli Fígaro – Licenciatura em Educomunicação da ECA/USP
Danielle Andrade – Bacharelado em educomunicação da UFCG
Patrícia Horta – Mídias na Educação – MEC / CEAD/UFPE / NCE-USP
Tarde - 14h00 – 16h45
Painel I - Apresentação de cinco pesquisas na área (selecionados a partir de inscrição de papers)
Painel II - Apresentação de cinco pesquisas na área (selecionados a partir de inscrição de papers)
17h00 – 18h00 _ Reuniões de Articulação
Reunião dos professores e pesquisadores de Educomunicação
Reunião dos alunos de graduação e de especialização em Educomunicação
 

Submissões para os Paineis previstos para o período entre 14h00 e 16h45

Antecipamos que para apresentar papers neste Colóquio, os selecionados deverão estar inscritos no XXXIV Congresso da Intercom.
  1. Serão avaliadas propostas de papers para apresentação nos dois painéis simultâneos, previstos para ocorrer na segunda parte do I Colóquio, entre as 14hs e 17hs, do dia 2 de setembro.
  2. Os papers devem relacionar-se a pesquisas ou práticas educomunicaivas relevantes e inovadoras.
  3. Devido à limitação de tempo e espaço serão aprovados apenas 4 trabalhos por painel, num total de 8 papers.
  4. A proposta de paper - contendo o nome do autor, a instituição à qual está vinculado, o título do trabalho e um resumo de no máximo 30 linhas - deve ser enviada à comissão organizadora até 30 de maio.
  5. Aceita-se trabalhos de autoria coletiva.
  6. A comissão organizadora divulgará, no site do Departamento de Comunicações e Artes da ECA/USP, no dia 15 de junho, a lista dos papers aceitos.
  7. Os textos devem seguir as normas estabelecidas pela INTERCOM para trabalhos científicos: http://www.portalintercom.org.br/images/stories/Congresso_Nacional/modelopadrao2011gps.doc.
  8. Os textos definitivos devem ser encaminhados até 15 de julho, impreterivelmente, juntamente com o comprovante de inscrição no XXXIV Congresso da INTERCOM. O não encaminhamento do paper nesta data abre vaga para que outras propostas sejam consideradas. 
Fonte: ECA/USP