terça-feira, 28 de junho de 2011

Revista TV Escola discute novas tecnologias

A Revista TV Escola de dezembro de 2010 discute a importância da formação de professores para o uso das novas tecnologias. Entre as iniciativas mencionadas, está o curso Mídias na Educação. 
A revista também descreve como acessar alguns dos programas da TV Escola pela internet.
A edição online pode ser vista por este link.

Fonte: Mídias na Educação

Educomunicação - Ismar de Oliveira Soares

Síntese referencial da Educomunicação - Por Marciel Consani

Vida Maria

Compartilhamos abaixo um dos mais belos filmes que vimos sobre Educação: VIDA MARIA. Ele mostra gerações de meninas que se perderam no trabalho infantil, na vida dura do sertão nordestino, como se seu único destino fosse a roça e a maternidade. Esperamos que este filme toque fundo cada um de vocês. O que podemos fazer para ajudar a mudar esta realidade?

Maria José, uma menina de 5 anos de idade, é levada a largar os estudos para trabalhar. Enquanto trabalha, ela cresce, casa, tem filhos, envelhece.
"VIDA MARIA" é um projeto premiado no "3o. PRÊMIO CEARÁ DE CINEMA E VÍDEO", realizado pelo Governo do Estado do Ceará.
Produzido em computação gráfica 3D e finalizado em 35mm, o curta-metragem mostra personagens e cenários modelados com texturas e cores pesquisadas e capturadas no Sertão Cearense, no Nordeste do Brasil, criando uma atmosfera realista e humanizada.
Filme de Márcio Ramos, com trilha original de Hérlon Robson e produção de Joelma Ramos.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Seminário internacional "Mídias Públicas: Desafios e Oportunidades para o Século XXI"


A Representação da UNESCO no Brasil e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC)/TV Brasil realizam, nos próximos dias 30 de junho e 1º de julho, o Seminário Internacional de Mídias Públicas: Desafios e Oportunidades para o Século XXI.


O evento reunirá, na sede da EBC, em Brasília, alguns dos maiores especialistas internacionais em radiodifusão pública, representantes de entidades e dirigentes de empresas de comunicação da América Latina, dos Estados Unidos e da Europa.

O seminário debaterá experiências de comunicação já implantadas e o futuro destas mídias no século que se inicia, marcado por grandes transformações tecnológicas que têm impacto nas comunicações em geral. Entre os temas a serem discutidos estão os modelos de gestão, os modelos de financiamento, transparência, accountability e autoregulação, manuais de jornalismo público, produção de conteúdos e programação.


O Seminário será aberto no dia 30/06, às 9h, em mesa que terá a participação da Ministra-Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas, do Representante-Adjunto da UNESCO no Brasil, Lucien Muñoz, da Presidente do Conselho da EBC, Ima Guimarães Vieira, e da Diretora Presidente da EBC, Tereza Cruvinel.


Lançamento de publicação internacional
No dia 30/06, às 10h, será realizada a mesa "Mídia pública no século XXI – Análise Comparada", com o especialista internacional da UNESCO, Toby Mendel, o especialista latino-americano Valério Fuenzalida, da Universidade Católica do Chile, e Murilo Ramos, da Universidade de Brasília (UnB), tendo como moderador o Coordenador de Comunicação e Informação da UNESCO no Brasil, Guilherme Canela.


Na ocasião será lançada, regionalmente, a publicação "Public Service Broadcasting: a comparative legal survey (Radiodifusão Pública: um estudo de direito comparado)", de autoria de Toby Mendel. Esta é a segunda edição, revista e ampliada, de estudo clássico de Mendel sobre o tema, o qual aborda a questão em países como Austrália, Canadá, França, Japão, Polônia, África do Sul, Tailândia e Reino Unido.


Programação
Ainda no primeiro dia do Seminário, às 14h30, acontecerá uma mesa sobre "Modelos institucionais: gestão e financiamento", com a presença de Alexander Shulzyck, da European Broadcasting Union (União de Radiodifusão Européia), Tarja Turtia, da Divisão de Liberdade de Expressão do Setor de Comunicação e Informação da UNESCO, e Tereza Cruvinel.


Às 16h30, uma discussão sobre "Transparência, accountability e autoregulação" reunirá Eugênio Bucci, professor da Universidade de São Paulo e consultor da UNESCO, Alicia Shepard, ombudswoman da National Public Radio, de Washington, Estados Unidos, e Germán Rey, especialista colombiano e professor da Universidade Javeriana.


O evento terá ainda, em seu segundo dia, palestras de especialistas tais como Bettina Peters, do Global Forum for Media Development (Fórum Global para o Desenvolvimento da Mídia); Matthew Powers, da Universidade de Nova York; Soren Johannsen, da BBC World Trust; Lumko Mtimde, da Media Development and Diversity Agency (Agência de Desenvolvimento da Mídia e Diversidade), África do Sul; Florencia Ripani, especialista em convergência e meios públicos, da Universidade de Palermo, Itália; Adelaida Trujillo, Diretora da Citurna Producciones e da La Iniciativa de Comunicación - Gestoras do "Compromisso Nacional por uma TV de Qualidade para a Infância na Colômbia" e Franklin Martins, jornalista e ex-Ministro-Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.


O Seminário Internacional de Mídias Públicas: desafios e oportunidades para o século XXI será transmitido, integralmente, pela webcast da EBC e pelo canal internacional da TV Brasil.

As inscrições podem ser realizadas atráves do site "http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/international_seminar_debates_challenges_of_public_media/", por onde também pode ser consultada a programação completa do evento.


SERVIÇO:
Seminário internacional "Mídias Públicas: Desafios e Oportunidades para o Século XXI"
Data: 30/06 e 01/07/2011 (quinta e sexta-feira)
Horário: das 9h às 18h30
Local: Espaço Cultural EBC
Edifício Venâncio 2000, Piso 1-S - Entrada pelo Setor Hoteleiro Sul.

Fonte: Observatório do Direito à Comunicação e Unesco

MP considera merchandising infantil ilegal

Compartilhamos para reflexão texto de Ana Rita Cunha, da Redação do Observatório do Direito à Comunicação, sobre decisão do Ministério Público de considerar merchandising infantil ilegal.

Na quarta-feira (15/6), o Grupo de Trabalho de Comunicação Social da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal (MPF) lançou uma nota técnica que classifica como ilegal o merchandising (publicidade exibida fora do intervalo comercial) feito em programas voltados para o público infanto-juvenil. Segundo o MPF, ao fazer publicidade durante esses programas, os anunciantes, além de contrariarem a lei, têm um comportamento anti-ético.


A nota incide apenas sobre a prática do merchandising e não sobre toda a publicidade infantil. Ela é uma resposta ao pedido de avaliação do Ministério Justiça sobre um processo administrativo contra o SBT, que está se utilizando desse procedimento durante os programas Sábado Animado e Bom dia e Cia. Segundo o Ministério Público, nesse caso “o abuso contra a criança fica mais explícito, pois a apresentadora infantil avaliza os produtos que o anunciante lhe paga para endossar, confundindo-as, enganando-as e traindo sua confiança”.

Para o Ministério Público, o merchandising infantil fere “o princípio da identificação obrigatória da mensagem como publicitária” e o Código de Defesa do Consumidor que, no artigo 37, “considera como abusiva a publicidade que se aproveita da deficiência de julgamento e experiência da criança”. O procurador da República de Minas Gerais Fernando Martins, um dos autores da nota, avalia que esse tipo de publicidade é muito agressiva. “É a primeira vez que o Ministério Público discute esse assunto, mas a partir de agora nós pretendemos atuar na contenção desta prática”, afirma.


Contribuição para sensibilizar os parlamentares
Em 2009, o Instituto Alana, que desenvolve o projeto Criança e Consumo, encaminhou a denúncia contra o SBT. Para Tamara Gonçalves, advogada do Instituto, a nota do Ministério Público reforça o entendimento jurídico de que a publicidade infantil é abusiva. “Apesar de estar claro na legislação a defesa da criança quanto a questão da publicidade, o tema ainda não é um consenso”, diz a advogada.

No código do Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (Conar), a instituição encoraja os veículos de comunicação a adotarem medidas ao seu alcance destinadas a facilitar a apreensão da natureza publicitária da ação de merchandising. Para Tamara Gonçalves, o Conar tem uma função importante, mas que não inibe as práticas abusivas. “Ele não é um órgão do Estado e, portanto, não pode impor sanções punitivas e repressivas. Se a publicidade sai do ar ele não tem mais nenhum poder de atuação”, explica Tamara.

Há dez anos existe um projeto de lei em tramitação (PL 5921) na Câmara do Deputados, proibindo a publicidade voltada para o público infantil. Para Fábio Senne, coordenador do Núcleo de Relações Acadêmicas da Agência dos Direitos da Infância (Andi), a nota técnica é uma contribuição para sensibilizar os parlamentares pela aprovação de uma legislação consolidada sobre o tema. “O documento também considera insuficiente a atuação do Conar, elemento que pode servir de argumento de pressão sobre o Congresso para que se complemente a autorregulamentação realizada pelas empresas”, observa Fábio.

Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/mp-considera-merchandising-infantil-ilegal e http://www.direitoacomunicacao.org.br/

"Escola, Cultura e Comunicação": call for papers

O professor Manuel Pinto, da Universidade do Minho, dá a dica do 40º Congresso do Instituto Internacional de Sociologia, que acontecerá em Nova Delhi, Índia, entre os dias 16 e 19 de fevereiro de 2012.

As chamadas para papers já estão abertas e, por sugestão dos investigadores portugueses, professores João Teixeira Lopes (Univ do Porto) e Benedita Portugal e Melo (Univ de Lisboa), haverá a sessão "Escola, Cultura e Comunicação".

As manifestações de interesse e resumos poderão ser enviadas aos professores pelos e-mails: jmteixeiralopes@gmail.com e mbmelo@ie.ul.pt até ao dia 25 de agosto de 2011. O resultado de aceite (ou não) será comunicado em até um mês.


Texto da chamada para trabalhos na sessão "Escola, Cultura e Comunicação":"Sistema educativo e meios de comunicação social fazem parte integrante das sociedades do terceiro milénio. Não é só a experiência mediática e mediatizada que nos permite compreender o actual funcionamento das sociedades ocidentais. A omnipresença da escola no quotidiano dos cidadãos também marca decisivamente a forma como se estruturam as relações sociais, se definem estilos e projectos de vida, produzindo identidades sociais e profissionais. Não obstante o processo de consolidação destes dois campos sociais, os objectivos que presidiram ao seu desenvolvimento foram coincidentes, tendo contribuído decisivamente para definir a natureza do espectro simbólico-ideológico das sociedades modernas. Actualmente, a sua interpenetração é bastante bem vista. Os media dão cada vez mais destaque aos assuntos da educação, dedicando-lhes secções e suplementos específicos. À medida que a escola se torna parte integrante do quotidiano dos cidadãos, a acção dos actores escolares vai sendo objecto de um escrutínio público mediatizado. Resta saber que tipo de efeitos este escrutínio provoca nas representações sociais que a população vai construindo sobre a escola.




A inclusão dos media na escola tem vindo a ser cada vez mais defendida. Como é que os professores respondem a este desígnio?


Em que medida é que a utilização dos media no sistema de educação formal (re)concilia os estudantes com a escola e lhes permite atribuírem um sentido (renovado) ao trabalho escolar?


Por outro lado, como é que são geridas as contradições entre princípios de socialização e de legitimação diferenciados, provenientes quer dos media, quer da escola?


Que efeitos provocam nas actividades curriculares e extra-curriculares?


Esta diferenciação de matrizes valorativas tem tradução nos esquemas de percepção e de acção de professores e alunos, gerando uma pluralidade nos seus patrimónios individuais de disposições (Lahire)?


Em que medida é que o capital cultural «clássico» é perpassado por novas lógicas de estruturação, em boa parte devedoras da influência da economia mediático-publicitária?"

quarta-feira, 22 de junho de 2011

VI Encontro Iberoamericano de Educação - EIDE

Entre 26 e 29 de outubro de 2011 acontece o VI Encontro Iberoamericano de Educação - EIDE na Faculdade de Ciências e Letras da UNESP, no Campus de Araraquara/SP. As inscrições podem ser feitas até dia 8 de agosto de 2011 pelo site: http://iage.fclar.unesp.br/eide/
Confira abaixo a programação completa:

PROGRAMAÇÃO


26/10/2011 – quarta-feira
Das 9 às 12 e das 14 às 17 horas: Credenciamento e entrega de materiais
18 horas: Abertura Oficial
19h30: Conferência Inaugural

27/10/2011 – quinta-feira


Das 8 às 9 horas: Apresentação de Pôsteres
Das 9 às 12 horas: Mesas Redondas; “Educação especial”; “O contexto da Educação Infantil em processo de transição e vínculo com o Ensino Fundamental e a Família”; “Sexualidade, gênero e educação sexual”; “Ensino Superior e Contemporaneidade” e “Educação e Direitos Humanos na contemporaneidade”.
Das 13h30 às 17h30 e das 19h30 às 22h30: Mini Cursos


1. DCN para educação para as relações étnico-raciais e aspectos relativos a gestão da escola;


2. Educação democrática na escola: propostas de desafios;


3. Os conflitos nas relações de trabalho e a gestão heterônoma da pós-graduação;


4. Paradigmas de pesquisa em educação e a relação teoria e prática;


5. Lousa digital na educação: interagindo com o conteúdo;


6. Formação de leitores;


7. Prática de leitura e cursos de formação de professores;


8. Trajetórias de vidas: implicações na formação e prática docente de professores de educação física;


9. Infância, experiência e sentidos para o fazer educativo;


10. Sexualidade, gênero e educação sexual: uma introdução;


11. Atendimento educacional especializado: como planejá-lo;


12. Organização da escola inclusiva: o projeto político pedagógico, a sala de aula o aluno;


13. Transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental de nove anos: práticas educativas da família, da escola e as relações entre estes contextos;


14. Educação Infantil e Ensino Fundamental de 9 anos: um vínculo permeado pela expressão de diversas linguagens;


15. Ensino superior, tecnologia e os avanços no panorama internacional;


16. Culturas, diversidade e direitos humanos na educação;


17. Reflexões sobre ética, moral e educação na atualidade e


18. Direitos humanos, gênero e etnia na escola.


28/10/2011 – sexta-feira
Das 8 às 9 horas: Apresentação de Pôsteres
Das 9 às 12 horas: Mesas Redondas

“Formação do educador, trabalho docente e práticas pedagógicas”; “Novas tecnologias de informação e comunicação em educação”; “Pesquisa e avaliação educacional”; “Gestão educacional: caminhos possíveis para uma educação pública de qualidade”.


Colóquio “Tecnologias de Informação e Comunicação Aplicadas na Educação Sexual”.

Das 14 às 18 horas: Apresentação de Comunicações
Eixos Temáticos:


Política e Gestão Educacional; Pesquisa e Avaliação Educacional; Novas Tecnologias de Informação e Comunicação em Educação; Formação do Educador, Trabalho Docente e Práticas Pedagógicas; Educação Sexual, Gênero e Valores; Educação Especial; Educação Infantil; Educação Superior e Educação e Direitos Humanos.


19h30: Conferência Final


21h: Encerramento


21h30: Entrega de certificados


Conferencistas convidados: Herman C. J. Voorwald (SEEESP), Marcos Cordiolli (ANCINE), Claudia Mosca Giroto (Unesp), Maria Letícia Barros Pedroso Nascimento (USP), Taciana Mirna Sambrano (UFMT), Maria Teresa Machado Vilaça (Universidade do Minho-Portugal), Laura Vandembroucke (Universidade Autónoma de Entre Rios-Argentina), João Cardoso Palma Filho (SEEESP), Lucia de Fátima Guerra Ferreira (UFPB),Mario Sérgio Vasconcelos (Unesp), Fátima Denari (UFScar), Afrânio Mendes Catani (USP), Sérgio Niza (Universidade de Lisboa-Portugal), Maria Angela Barbato Carneiro (PUCSP), Adilson J. A. de Oliveira (UFSCAR), Valdemar Sguissardi (UNIMEP-Piracicaba), Bernardete Angelina Gatti (Fundação Carlos Chagas/UNESCO), José Eustáquio Romão (UNINOVE),Celestino Alves da Silva Jr. (Unesp),Marcos José da Silveira Mazzotta(USP), Cleiton de Oliveira (UNIMEP), Paula Regina Costa Ribeiro (FURG), Maria Isabel Chagas (Universidade de Lisboa-Portugal); Célia Regina Rossi (Unesp); Sonia Maria Martins de Melo (UDESC-Florianópolis), Mario Martim Bris (UAH-Espanha), Eládio S. Heredero (UAH-Espanha) e outros.

Fonte: EIDE e Instituto Crescer para a Cidadania

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Conta de celular !!!

Investigar em Educação

II Encontro  de  Investigadores  do  Centro de Estudos e Intervenção em Educação e Formação (CeiEF,  ULHT)
Universidade  Lusófona do Porto
Porto,  8 e 9 Julho de 2011

Objetivos do Encontro

O II Encontro “Investigar em Educação e Mudança da Escola” tem como objetivos (1) promover a reflexão e discussão de projetos de investigação institucionais, em desenvolvimento no âmbito do Centro de Estudos e Intervenção em Educação e Formação (CeiEF), nas diversas linhas de investigação; (2) incentivar a apresentação e discussão de projectos em curso, a nível de doutoramento, permitindo o conhecimento e intercâmbio entre doutorandos, outros investigadores e estudantes.

Modalidades de participação

A participação pode ser feita segundo duas modalidades:
•    Apresentação de trabalho com recurso a um cartaz digital ou a uma apresentação em powerpoint. Esta modalidade de participação destina‐se exclusivamente aos doutorandos do ICE‐ULHT (incluindo os inscritos no âmbito dos protocolos com a ULP e o IPP) que já tenham o seu trabalho de investigação em curso.
•    Assistir aos trabalhos. Esta modalidade de participação destina‐se a todos os interessados em conhecer e discutir os projetos de doutoramento em curso e a actividade científica do CeiEF.

Submissão de trabalhos


•  A submissão de apresentações deve ser feita através de um resumo do trabalho com um máximo de 500 palavras, utilizando o tipo de letra Times New Roman, tamanho 12.
•    O resumo deve conter o nome do doutorando, a Instituição de pertença, o correio electrónico, a área de especialização, o tema da tese, o objectivo do estudo, o enquadramento teórico, a metodologia de investigação, as fases do estudo, os resultados/conclusões (preliminares caso seja a situação) e três a cinco palavras‐chave.
•    As comunicações devem ser apresentadas em formato de cartaz digital (100cmx120cm), ou em formato powerpoint, com um máximo de 10 diapositivos.
•    As apresentações, em ambas as modalidades, poster e powerpoint, deverão ter em conta a estrutura proposta para o resumo e a estrutura que consta do poster modelo, em anexo.
•    As apresentações, em ambas as modalidades, poderão ser apresentadas individualmente ou em pares.

•    As apresentações devem ser enviadas para a comissão organizadora por email. O endereço electrónico é o seguinte
secretariado.ceief@gmail.com
•    As apresentações serão organizadas no Programa definitivo do II Encontro, de modo a contemplar a diversidade e a representatividade das áreas de especialidade.

Datas importantes/deadlines

• Submissão de apresentações (resumo) até 10 de Junho
• Envio do poster digital ou powerpoint  até 25 de Junho
• Confirmação da recepção da submissão até 28 de Junho, após processo de revisão pela Comissão Científica.
• Inscrições até 30 de Junho

Inscrições

• Gratuito para os investigadores do CeiEF, estudantes e docentes da ULHT e de todas escolas do Grupo Lusófona (inscrição obrigatória)
• 25 euros, com direito a documentação, incluindo 2 números da Revista Lusófona da Educação e Livro de resumos do Encontro.
• 30 euros para outros participantes, incluindo 2 números da Revista Lusófona da Educação e Livro de resumos do Encontro.
• Preço e local do jantar convívio a indicar, mas com inscrição obrigatória.

Fonte: Educar para os Media - Educar para a Cidadania

Internet e escolas no Brasil

Bernardo Sorj e Mauricio Lissovsky escreveram o artigo “Internet nas escolas públicas: políticas além da política”, que apresenta estudo feito em escolas do Rio de Janeiro sobre o uso da internet nas mesmas. Veja trecho abaixo do documento. A dica é do blog Mídias na Educação!!!

A despeito, portanto, dos problemas estruturais, alguma incorporação [da informática na educação] está em curso. No entanto, não está claro o quanto ela ecorre da implementação de uma ou outra política, ou de um processo inercial ou, mesmo, “natural”. De fato, a pesquisa indica que quanto mais jovem é um professor, maior domínio tem das ferramentas básicas da informática, mais habilidades possui no manejo da internet e mais auxilia diretamente os alunos nas atividades que envolvem a informática. Essa tendência sugere que, deixada em seu curso “natural”, a apropriação destes recursos vai dar-se no ritmo – mais rápido ou mais lento – da sucessão geracional do corpo docente das escolas. Se considerarmos que a grande expansão do ensino público, no que diz respeito ao nível fundamental, já aconteceu (o perfil etário do professorado reflete isso), a tendência é que esta renovação do professorado aconteça lentamente, comprometendo a apropriação integral destes recursos no curto prazo.
A incorporação “real” da informática no processo pedagógico – isto é, aquela de fato acontece nas escolas do Rio de Janeiro – está claramente vinculada a ainda outro elemento, além do ingresso de professores mais jovens no corpo docente: a Internet.”

Escolas se intrometem no que aluno faz em rede social

 Lucas Marini foi obrigado a tirar comunidade de rede social
Durante uma aula vaga no Sesi de Osasco (Grande SP), os alunos decidiram tirar fotos deitados em colchonetes deixados no pátio para a aula de educação física.
Um deles colocou uma imagem no Facebook (comunidade virtual de relacionamentos) com uma legenda irônica, em que dizia: vejam as aulas que temos no Sesi.
Uma professora viu a foto e avisou a diretora. Resultado: o aluno teve de apagá-la e todos levaram uma bronca.
O caso é um exemplo da luta que as escolas têm travado com os alunos por conta do uso das redes sociais.
Assuntos relativos à imagem do colégio, casos de bullying virtual e até mensagens em que, para a escola, os alunos se expõem demais, estão tendo de ser apagados e podem acabar em punição.
Em uma unidade do Rio Branco, um vídeo com cenas de sexo entre dois alunos, com uniformes, foi parar na internet. O colégio chamou os estudantes e as famílias.
A menina resolveu sair da escola. O menino e o colega que filmou a cena foram convidados a se retirar.
No Mackenzie, contam os alunos, um casal foi suspenso depois de a menina pôr no Orkut uma foto deles se beijando na escola -o que, segundo eles, é proibido.
Rio Branco e Mackenzie não comentaram os casos.
O Sesi diz que só pediu para apagar a foto porque houve um "tom ofensivo". Como outras escolas consultadas, nega que monitore o que os alunos publicam nos sites.

EXERCÍCIOS
Como professores e alunos são "amigos" nas redes sociais, a escola tem acesso imediato às publicações.
Foi o que aconteceu com Lucas Panzini Marini, 16, no Arbos, de Santo André (ABC paulista). Um professor soube da página que ele criou com amigos no Orkut. Nela, resolviam exercícios de geografia -cujas respostas acabaram copiadas por colegas. Ele teve de tirá-la do ar.
O caso é parecido com o de uma aluna de 15 anos do Rio de Janeiro obrigada a apagar uma comunidade criada por ela no Facebook para a troca de respostas de exercícios.
Ela foi suspensa. Já Lucas não sofreu punição e o assunto ética na internet passou a ser debatido em aula.
Transformar o problema em tema de discussão para as aulas é considerado o ideal por educadores.
"A atitude da escola não pode ser policialesca, tem que ser preventiva e negociadora no sentido de formar consciência crítica", diz Silvia Colello, professora de pedagogia da USP.

Atribuição de colégio tem de extrapolar seus muros
Advogada defende que escola vigie a internet

Idealizadora do Movimento Criança Mais Segura na Internet, Patricia Peck defende o direito da escola de vigiar o que seus alunos fazem nas redes sociais. Leia trechos da entrevista com a especialista em direito digital. (FABIANA REWALD)

Folha - A escola tem o direito de monitorar o que os alunos fazem nas redes sociais?
Patricia Peck Pinheiro
- A escola tem uma missão educacional e um dever de garantir a segurança de seus alunos e professores.
Não existe mais uma fronteira física (muro da escola) tão bem definida, e as redes sociais aproximaram essas relações, tornando-as mais desmaterializadas.
Por motivo de prevenção, a escola pode fazer a vigilância do que ocorre nas redes sociais associado ao seu nome (marca e reputação) e, a partir daí, tudo o que pode ocorrer envolvendo alunos e professores.

A escola pode obrigar que alunos apaguem perfis ou comunidades em que falam mal de colegas ou funcionários?
Sim. O direito brasileiro garante a liberdade de expressão, mas exige responsabilidade (por isso proíbe o anonimato), e também trata do abuso de direito, penalizando quem passa do ponto.
Havendo um incidente, a escola deve agir rapidamente para evitar responsabilidade por negligência ou conivência, tendo obrigação de solicitar a retirada do conteúdo do ar e a retratação.

E no caso de publicações sobre o que acontece em classe?
No tocante à exposição de conteúdos ou imagens de sala de aula, cada escola pode determinar a regra colocando no código de conduta do aluno ou atualizando no contrato. A escola pode sim proibir filmagem de sala de aula.

Fonte: Folha de São Paulo/ Foto de Zé Carlos Barretta-Folhapress/ Textode Talita Bedinelli e Fabiana Rewald 19/06/2011
 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ingenuidade

Novo livro "Medios de comunicación y cultura: ¿cultura a medias?”

Compartilhamos resumo do livro "Medios de comunicación y cultura: ¿cultura a medias?”, organizado por Marcial García, Mabel López y Maria Jesús Ruiz. O texto é da Revista Comunicar, que também nos deu a dica do livro.Los medios de comunicación están al servicio de los intereses del poder, de las pugnas ideológicas, de los grupos de presión, de la lógica capitalista, del consumismo, de las marcas, de la alienación, de la opulencia, de los estereotipos… De la mercantilización de la cultura.


Pero también en la prensa, la radio, el cine, la televisión, la publicidad e Internet se han creado espacios para la pluralidad, el diálogo, la reflexión, la crítica constructiva, la solidaridad, la convivencia, la diversidad, la trans­misión de valores… Para la contracultura.


Los medios de comunicación son un vehículo idóneo para el espectáculo, el sensacionalismo, la banalización, la violencia, la agresividad, el confor­mismo, la uniformidad de pensamiento… La pasividad.


Pero también la prensa, la radio, el cine, la televisión, la publicidad e In­ternet se ponen al servicio de la creatividad, de lo constructivo, de la tolerancia, de la paz, de la democracia, de la educación… De la participación social.


Los medios de comunicación reinventan su lenguaje, sus cauces y sus públicos, del mismo modo que la sociedad se encuentra en un continuo proceso de redefinición. Nos sentimos perdidos, utilizados, desatendidos, manipulados… Desinformados.


Pero también la prensa, la radio, el cine, la televisión, la publicidad e Internet se reinventan en sintonía con la sociedad, con compromiso, sin servilismos, con rebeldía… Orientando, formando, informando, subvirtiendo las lógicas de los ima­ginarios dominantes y favoreciendo una comunicación real.


Los profesionales y los investigadores de la comunicación han de asumir un compromiso con la sociedad más allá de un mero perfil técnico y profesional para la adquisición de una conciencia crítica sobre las consecuencias de sus actos, además de asumir una obligación social capaz de desbordar sus compromisos como meros asalariados de una empresa. Los profesio­nales y los investigadores de la comunicación han de asumir que por encima de todo son ciudadanos, agentes sociales capa­ces de favorecer procesos de comunicación ciudadana, crítica, solidaria y comprometida con la justicia social y ecológica.


Miramos con optimismo al futuro y apostamos, por tanto, por una generación de jóvenes profesionales e investigadores sobradamente preparados para afrontar los citados retos.


Marcial García, Mabel López y Maria Jesús Ruiz (coords.)

MEDIOS DE COMUNICACIÓN Y CULTURA: ¿CULTURA A MEDIAS?
Editorial: Los Libros de la Frontera

Alunos no lugar de professores - compartilhando conhecimentos!

Reproduzimos abaixo texto de Enrique Martínez-Salanova, do Grupo espanhol Comunicar, sobre as novas relações entre alunos e professores. Leia e reflita!


Los alumnos asumen el rol de educadores y brindan a los adultos sus conocimientos, especialmente en Internet.

Ayer hablaba con algunos profesores españoles muy poco duchos en las nuevas tecnologías, sobre esto, y me decían que se dejan llevar por sus alumnos, algunos de no más de 12 años, en la utilización de las técnicas. Ellos aprenden de los adolescentes los aspectos más instrumentales, pero también la capacidad creativa de búsqueda. Los profesores, mientras aprenden con ellos lo instrumental, orientan, asesoran, introducen, etc. Si la educomunicación es mutua, aprendemos todos de todos, a educar y a comunicar, es una situación perfecta para ejercerla mediante las nuevas tecnologías. Los mismos alumnos se filman con sus teléfonos móviles, montan sus películas y las cuelgan en la red. El campo de apoyo mutuo es muy amplio, y una solución para profesores que no hicieron a tiempo su reciclaje tecnológico.

En Argentina, en la Red Telemática educativa argentina, se pueden encontrar más pistas sobre esto. «En los últimos años se está produciendo una auténtica revolución tecnológica que cambia nuestros hábitos de vida y afecta a nuestro entorno. En este escenario, la influencia de la tecnología puede percibirse a través de las generaciones más jóvenes, aquellas que han crecido y se desarrollan en este medio. La educación juega un papel muy importante en el desarrollo de la sociedad, y los procesos de aprendizaje deben adaptarse permanentemente a las características de los individuos. Surge, entonces, la propuesta de brindar, a nuestros alumnos la posibilidad de mostrarnos lo que saben. Ellos tienen el dominio de los medios digitales de producción de contenido, utilizan la Red como un elemento socializador, se mueven a una escala global con naturalidad, y crecen de una manera diferente. Entonces…quienes mejor que ellos, para guiarnos y mostrarnos todas las posibilidades que nos puede ofrecer el mundo digital en el que tan naturalmente se desenvuelven y qué mejor que a través del trabajo con la imagen y con elementos tecnológicos que forman parte de su vida cotidiana. Hoy en día, los materiales que explican el funcionamiento de recursos tecnológicos, conocidos como tutoriales, constituyen una variante del instructivo como género literario. Su producción permitirá a los alumnos construir aprendizajes que les servirán para desenvolverse como ciudadanos digitales, al mismo tiempo que consolidan sus competencias lingüísticas».

Unesco publica estudo sobre alfabetização midiática

A UNESCO publicou "Media and Information Literacy - Curriculum for Teachers (parte 1 e 2), que foi apresentado e discutido no First International Forum on Media and Information Literacy (MIL), no dia 15/06/2011.

Para ler o texto completo, clique aqui: Media and Information Literacy Curriculum for Teachers.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Comercial mais lindo do mundo...

Atitude, solidariedade, esperança, união...fazem a diferença em nossas vidas! Que a poesia e a mensagem do vídeo possam tocar a cada um de vocês, leitores!

Eduardo e Mônica

A história de amor mais cantada do Brasil "Eduado e Mônica", do Legião Urbana, virou filme. E a Vivo fez este vídeo em homenagem a todos os Eduardos e Mônicas do Brasil.
Só lamentamos que as imagens não tenham sido filmadas em Brasília. O Parque da Cidade, por exemplo, é uma locação única para todos os brasilienses e é impossível não lembrar dele quando se canta a música. 
Direção: Nando Olival
Produção: O2 Filmes / Criação: Agência Africa /
Realização: Vivo

Guia Facebook para pais

O site português SeguraNet está disponibilizando em seu centro de recursos, o “Guia de facebook para pais e educadores“. Nele se podem ler alguns conselhos que educadores podem passar aos mais jovens para que estes possam utilizar as redes sociais com mais segurança.

Há também possibilidade de se obter exemplares impressos para as escolas de Portugal que pretendam realizar atividades com pais e educadores.
Download folheto aqui!

No centro de recursos do SeguraNet há também atividades para serem feitas em sala de aula sobre segurança na internet, com dicas para professores. Vale a pena conferir clicando aqui!


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Éducatión aux Médias

Poesia em francês

E como o post abaixo deste foi em francês, seguimos o idioma e postamos uma música lindinha de Tiê: "Aula de Francês". Espero que gostem!!!

Media Smart ou les « pédagogues de la pub »

O texto (em francês) é de 2005, mas muito atual. E nos ajuda a refletir sobre atividades de leitura crítica da mídia. É preciso saber por quem e por que são propostas. No texto abaixo, há uma crítica ao projeto Media Smart. Leia e entenda o porquê. A dica de leitura é do querido professor Manuel Pinto, da Universidade do Minho.

Aux enseignants du primaire sont proposés un dictionnaire du jargon de la pub, ainsi que des fiches théoriques et pratiques (cf. www.mediasmart.org). Objectif déclaré : apprendre aux enfants à déchiffrer et interpréter les messages publicitaires, tout en précisant que « en expliquant aux enfants les objectifs de la publicité, vendre des produits et des services, ils seront en mesure d’apprendre plus rapidement à faire des choix plus responsables ». Ayant appris à déchiffrer, quant à nous, les objectifs des publicitaires, nous vous proposons les traductions suivantes :



« apprendre plus rapidement » : devenir prescripteurs d’achat de plus en plus tôt ?
« choix plus responsables » : responsables vis-à-vis de la bonne santé de l’économie de marché ?

Mais peut-être voyons-nous le mal là où les intentions de Media Smart sont désintéressées... Pourtant, le bon sens voudrait qu’on ne confie pas la sécurité d’un poulailler aux renards, même s’ils sont très demandeurs et l’assument bénévolement !

Au printemps 2005, le programme Media Smart avait déjà été présenté aux instances éducatives de la Communauté française, lesquelles, par l’intermédiaire de Marie Arena (circulaire n° 1169 du 24/06/2005), avaient émis de vives réserves. Extraits de la circulaire : « Le Conseil de l’Education aux Medias déconseille fortement la diffusion et l’utilisation du programme Media Smart tel que présenté. [...] Le Conseil confirme toutefois l’importance et la nécessité d’une éducation critique à la publicité dès l’enseignement fondamental. [...] Il recommande aux autorités éducatives d’attirer l’attention sur les risques impliqués par l’usage de ce type de matériel qui se présente comme erronément “pédagogique”. [...] Par ailleurs, le programme ne viserait aucunement à développer l’esprit critique ; il pousserait essentiellement à acheter et à dépenser. Le diplôme “Tu es pub malin” tendrait à donner une sorte de caution à l’enfant. ». De leur côté, le CRIOC et la Ligue des Familles avaient aussi tiré la sonnette d’alarme. Dans un récent communiqué, Marie Arena a souligné que « Les enfants de l’enseignement fondamental ne doivent pas être sollicités ni “éduqués” par des structures dont les intérêts principaux sont commerciaux. Il est inadmissible que les enseignants et les éducateurs soient instrumentalisés en tant que vecteurs de diffusion de la publicité. Il est hors de question d’ouvrir l’Ecole à ces manœuvres grossières. L’Ecole est un lieu d’apprentissage et d’éducation et non un terrain de chasse dont les enfants constituent la cible privilégiée » (Le Soir en ligne, 06/11/2005)


Dans son édition du 27 octobre 2005, Le Soir nous apprend que le Conseil de la Publicité vient de présenter à la ministre Arena une nouvelle version du programme de laquelle - petite concession - auraient été bannies les marques. Il s’est stratégiquement associé avec l’IBSR (Institut Belge de la Sécurité Routière) pour inviter les enfants « à réaliser leur propre campagne de sécurité en utilisant toutes les astuces des publicitaires. »(Isabelle Dresse, Le Soir). Là encore, la distorsion de la réalité est flagrante : dans ce programme « pédagogique », la publicité est présentée sous couvert de messages de sensibilisation, alors que la publicité, dans son principe, a pour unique but la maximalisation du profit. Alors que l’Inspection générale et le Conseil d’Education aux Médias doivent rendre un avis dans les prochaines semaines, le Conseil de la Publicité a néanmoins commencé à diffuser son programme dans les établissements, sans l’aval du ministère, ce qui s’appelle la politique du fait accompli, au mépris de l’autorité publique ! Pis, une centaine d’enseignants auraient déjà commandé le kit. Le député Yves Reinkin a déjà réagi dans un courrier envoyé à la ministre le 27 octobre dernier et l’interpellera très prochainement au parlement de la Communauté française.


Nous, membres de l’Appel Pour une Ecole Démocratique, du collectif Résistance à l’Agression Publicitaire et de l’asbl RESPIRE, appelons instamment les autorités éducatives de la Communauté française à prendre toutes les mesures nécessaires pour retirer au plus vite ce programme des 2.000 écoles auxquelles il est à terme destiné. Nous appelons aussi les instituteurs et institutrices à faire preuve d’esprit critique et de civisme en refusant d’utiliser ce programme et en le faisant savoir à ses promoteurs. Nous demandons également à être dorénavant consultés pour les cas concernant l’intrusion publicitaire dans les écoles.

Fonte: L'école Democratique/ 10 novembre 2005

terça-feira, 7 de junho de 2011

Multimídia no Ensino

Acontece no próximo dia 16 de junho de 2011, no Centro de Convenções da Unicamp, das 9h às 17h, o Fórum Multimídia no Ensino, uma discussão sobre a utilização de multimídia em educação, destacando as possibilidades de enriquecimento do ensino presencial.

Confira o programa completo abaixo:

Previsão Atividade
08h30m Credenciamento e Distribuição de 200 Kits
09h00m Solenidade de Abertura
  • Reitor (GR): Prof. Dr. Fernando Costa (Magnífico Reitor da Unicamp)
  • Pró-Reitor (PRG): Marcelo Knobel
  • Pró-Reitor (PRPG): Euclides Mesquita
  • Coordenação do GGPE (PRPG): Renato Pavanello
  • Assessora da Coordenadoria Geral da Universidade: Carmen Zink Bolonhini
09h30m Apresentação do Projeto ConDigitais:  Portal com Produtos e Vídeo
  • Pró-Reitor (PRPG): Euclides Mesquita
10h00m Palestra: “Ministério da Educação: Tendências e Perspectivas do Uso Educacional de Multimídia”
  • Secretário da SEED (MEC): José Guilherme Moreira Ribeiro
10h30m Intervalo e exposição de produtos multimídia
11h00m Mesa redonda: “Multimídia, Inovação Curricular e Projeto UCA (Um Computador por Aluno)”
  • Docente (UFRGS): Léa da Cruz Fagundes
  • Docente (IA/UNICAMP): José Armando Valente
12h00m Intervalo e exposição de produtos multimídia
14h00m Mesa redonda: “Produção de Multimídia na UNICAMP”
  • Docente (IEL/UNICAMP): Profa. Dra. Carmen Zink Bolonhini
  • Docente (IB/UNICAMP): Prof. Dr. Eduardo Galembeck
  • Docente (IMECC/UNICAMP): Prof. Dr. Samuel R. Oliveira
15h15m Intervalo e exposição de produtos multimídia
15h45m Mesa redonda: “Políticas Públicas, Portais com Multimídia e Formação Continuada de Professores”
  • Coordenadora da Escola de Formação de Professores da Secretaria de Estado da Educação (SP): Vera Lucia Cabral Costa
  • Equipe do Portal do Professor da SEED (MEC): Carmem Lucia Prata
17h00m Encerramento



Valdete Cecato: ‘O profissional de comunicação precisa também exercer a função de gestor de conteúdo’

A jornalista e consultora em comunicação corporativa, Valdete Cecato, lançou o livro ‘Comunicação Corporativa: gestão, imagem e relacionamento’ (Editora Contexto, 2011). A ideia é proporcionar aprimoramento para profissionais e executivos, mas também oferecer orientação a universitários sobre um mercado que oferece grandes oportunidades.


Para quem planeja uma carreira nessa área, ela recomenda: “Ter disposição para aprender o tempo todo, estar atualizado sobre economia e política, sustentabilidade, mas também tecnologia. É importante estar atento ao que acontece no mercado web, redes sociais, novos produtos e nas informações sobre mudanças nos hábitos dos internautas, mas sem perder de vista a mídia tradicional”.

Confira entrevista com Valdete Cecato, que já foi diretora executiva do Grupo Máquina em São Paulo e no Rio de Janeiro e trabalhou nos jornais ‘O Estado de S. Paulo’, ‘Gazeta Mercantil Latino-Americana’, ‘Zero Hora’, de Brasília, na agência de informações Dinheiro Vivo e na revista 'Ícaro'.


Nós da Comunicação - O livro, em várias partes, é bem didático e destinado a 'quem está chegando agora'. A área de comunicação corporativa é um mercado pouco conhecido dos formandos de comunicação social? Por quê?


Valdete Cecato - Com as novas tecnologias e a necessidade cada vez maior das empresas se comunicarem com os seus públicos, o mercado passou a demandar um profissional com o perfil multidisciplinar, que saiba olhar para o negócio como um todo e avaliar o seu cenário em nível global. O foco do trabalho, que há alguns anos era o relacionamento com a imprensa, transformou-se. Agora, e cada vez mais, torna-se essencial propor soluções para todos os stakeholders da empresa - funcionários, consumidores, comunidade, ONGs, investidores etc. - e não somente os jornalistas. As mensagens para esses públicos são as mesmas, mas a forma como serão comunicadas precisa estar de acordo com o perfil de cada grupo e lembrar que elas se relacionam entre si porque não existem mais públicos estanques.

Não se se trata mais de informar algo a um mailing de jornalistas ou de, periodicamente, produzir um conteúdo para o jornal mural da empresa. As redes sociais derrubaram as fronteiras. Exigem a interação e o diálogo e, para isso, é importante conhecer o seu funcionamento, ter respostas claras e objetivas a dar aos internautas, em tempo real. A área de comunicação corporativa está integrada ao negócio e aos seus objetivos de mercado e de imagem. A equipe tem metas a alcançar e ajuda a empresa a conseguir os resultados planejados. Seu trabalho não está isolado. Portanto, tornou-se indispensável ao profissional ter conhecimentos sobre gestão de pessoas, custos, processos, apresentar resultados. As escolas de comunicação social mantêm o foco na formação de jornalistas e assessores de imprensa, mas existem cursos de extensão universitária ou MBAs com um programa mais dirigido às pessoas que precisam aumentar a sua capacitação e seguir carreira em comunicação corporativa.


Nós da Comunicação - Ainda sobre o conteúdo voltado para o público jovem, que dicas e conselhos são dados no capítulo 'Recomendações a quem planeja uma carreira em comunicação corporativa'?


Valdete Cecato - A primeira delas é ter disposição para aprender o tempo todo, estar atualizado sobre economia e política, sustentabilidade, mas também tecnologia. É importante estar atento ao que acontece no mercado web, redes sociais, novos produtos e nas informações sobre mudanças nos hábitos dos internautas, mas sem perder de vista a mídia tradicional.


É essencial também conhecer muito bem a empresa para a qual está trabalhando, o setor em que atua, tendências de mercado, concorrentes e principais stakeholders além de informar-se sobre as suas metas, visão e valores dos fundadores e acionistas. O profissional de comunicação precisa também exercer a função de gestor de conteúdo. Além das informações produzidas pela própria empresa ele recebe as manifestações de vários públicos. Precisa saber contextualizá-las, avaliar a sua dimensão e relacioná-las com o negócio, propor ações que visem fortalecer e preservar o espaço de interação entre a empresa e os seus públicos mostrando e ajudando a identificar erros que sejam um entrave a esse relacionamento.


Nós da Comunicação - Hoje em dia, 'transparência', 'sustentabilidade', 'relacionamento' são conceitos evocados em dez entre dez empresas contemporâneas. Como a comunicação nas organizações pode contribuir para que esses atributos não sejam apenas palavras impressas nos quadros de 'Visão, missão e valores' pendurados na recepção?


Valdete Cecato - Há uma preocupação crescente das empresas em mostrar consistência nas informações que divulgam. Os relatórios de sustentabilidade, elaborados segundo as normas da GRI – Global Reporting Initiative – são um bom exemplo. A tendência é que essa preocupação aumente porque a sociedade está muito mais atenta e as empresas têm consciência de que a sua reputação e o respeito de seus públicos são fundamentais para a sua perenidade. Quem atua em comunicação pode ajudar com sugestões sobre como e quando informar as mudanças, na escolha de parceiros para projetos sociais ou de meio ambiente, no formato da comunicação.

Nós da Comunicação - Em um mundo ideal, um plano de comunicação de uma empresa deve promover interação com os públicos de interesse, estar alinhado ao planejamento estratégico, manter positiva a reputação da organização, entre outros objetivos. Na vida real, como nós, profissionais de comunicação, podemos trabalhar com ética e honestidade em empresas em que prática e discurso estão descolados?


Valdete Cecato - Um dos papéis da equipe de comunicação é ajudar as empresas e seus fundadores a entender por que é importante ser transparente, dialogar e se relacionar com os seus públicos. Essa é uma condição para que a empresa e as suas marcas tenham uma boa reputação no mercado, sejam respeitadas pelos seus públicos, se valorizem e cresçam. Não vemos alternativa. Clientes, consumidores, comunidade e outros públicos estão atentos, conectados, têm acesso à informação e opinião e fazem as suas escolhas de acordo com os seus valores. Há situações em que o trabalho da comunicação é exatamente ajudar a empresa a aproximar o seu discurso da sua prática (ou vice-versa) e buscar um alinhamento com o seu planejamento estratégico, visão e valores, com o que ela quer para o seu futuro e reputação. Claro que isso se aplica apenas às empresas que são éticas no relacionamento com o mercado, sociedade e meio ambiente. Sem essa condição não dá para trabalhar.

Nós da Comunicação - Qual o papel das novas tecnologias – especificamente as mídias sociais – na comunicação corporativa e como elas mudaram o modo de lidar com os prosumidores (produtor + consumidor)?


Valdete Cecato - Com as redes sociais, blogs, comunidades e sites especializados o consumidor (e outros públicos) ganhou um espaço inesgotável e ágil para colocar a sua opinião sobre produtos serviços, empresas, marcas, pessoas. Quem está na comunicação precisa ter conhecimento e rapidez para responder as dúvidas e demandas em tempo real, com segurança e em nome da empresa. Antes, quando o trabalho das assessorias de imprensa se limitava ao atendimento dos jornalistas, havia tempo para apurar dúvidas, informações, ou então designar um executivo para explicar o assunto. O número de demandas era muito menor. Atualmente, o profissional de comunicação precisa estar apto a gerenciar os pedidos, queixas, elogios que chegam por meio da web tanto sobre a empresa como também produtos e marcas, propor ações que visem atendê-los e/ou respondê-los. Cuidar bem dessas manifestações, analisá-las e entender o que elas dizem ajuda a empresa a aproximar-se dos seus públicos.

Fonte: Nós da Comunicação/ Christina Lima 03/06/2011

Rádios e televisões escolares de Portugal - Uma chance para conhecê-los

No link http://moodle.crie.min-edu.pt/course/view.php?id=550 você poderá conhecer vários projetos de rádios e televisões escolares de Portugal  que estão na internet. A iniciativa é da "Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC)", que disponibiliza, desde o início de junho/2011, um espaço aberto na sua plataforma Moodle.

De 15 em 15 dias será compartilhada na seção Informação, da plataforma Moodle, notícia sobre um projeto de rádio ou televisão escolar. O primeiro a fazer parte da lista é a Rádio Vale do Tamel: http://radiovaledotamel.blogspot.com/
Há também na seção Material de Apoio, serviços e ferramentas úteis; e na seção Estudos e Tutoriais, pesquisas e manuais.
O mais legal é que é possível conferir listas de rádios e tvs escolares (com e sem presença na internet). E os que estão na internet tem seus endereços disponibilizados para que possamos conhecer os projetos. A dica é de Luis Pereira, da Universidade do Minho. Valeu!

Editora Conrad relança "Gen, Pés Descalços", uma das melhores HQs de todos os tempos

Compartilhamos texto do jornalista e especialista em quadrinhos, Carlos Ely, que comenta o relançamento de "Gen, Pés Descalços", considerada uma das melhores histórias em quadrinho de todos os tempos.

Por Carlos Ely - Blog Nona Arte
A editora Conrad vai relançar uma das melhores histórias em quadrinhos já lançadas mundialmente: Gen Pés Descalços. A história autobiográfica mostra o cotidiano na vida de uma família japonesa após o ataque nuclear a Hiroshima. Keiji Nakazawa, autor do quadrinho (Mangá, para ser mais exato), tinha 7 anos quando a bomba atômica atingiu Hiroshima, cidade onde morava com a família. A história virou um verdadeiro clássico e sumiu do mercado editorial, virando item de colecionador.

Gen Pés Descalços foi primeiramente lançado em série, nos anos 1972 e 1973, na Shonen Jump, uma das principais revistas semanais de histórias em quadrinhos do Japão. A história teve um grande sucesso não somente entre os leitores jovens, mas também com pais, professores e críticos. Gen foi transformado em longa-metragem de animação, três filmes e até uma ópera. As edições em livro venderam mais de 5 milhões de exemplares só no Japão.

Gen foi traduzido para o francês, inglês, alemão, esperanto, indonésio, norueguês, suecos e diversos outros idiomas, e lançado em mais de dez países. Foi a primeira história em quadrinhos japonesa a ser publicada nos Estados Unidos, onde foi incluída em uma lista de livros recomendados para escolas públicas.

Veja mais sobre "Gen, Pés Descalços", clicando aqui!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

I Congresso Internacional de Comunicación y Educación - Vídeos 5

O Gabinete de Comunicación y Educación da Universidade Autónoma de Barcelona disponibilizou os vídeos das sessões plenárias do I Congresso Internacional de Comunicación y Educación que se realizou entre 11 e 13 de maio naquela universidade. O tema do congresso foi "Estratégias de alfabetização mediática". Acompanhe aqui a publicação dos vídeos.




Vídeo de la sesión "Alfabetización mediática en iberoamérica" del I congreso Internacional de comunicación y educación celebrado los días 11,12 y 13 en la Universidad Autonoma de Barcelona, organizado por el Gabinete de comunicación y educación y Mentor.

Vídeo de Ceremonia de Clausura del I congreso Internacional de comunicación y educación celebrado los días 11,12 y 13 en la Universidad Autonoma de Barcelona, organizado por el Gabinete de comunicación y educación y Mentor.

I Congresso Internacional de Comunicación y Educación - Vídeos 4

O Gabinete de Comunicación y Educación da Universidade Autónoma de Barcelona disponibilizou os vídeos das sessões plenárias do I Congresso Internacional de Comunicación y Educación que se realizou entre 11 e 13 de maio naquela universidade. O tema do congresso foi "Estratégias de alfabetização mediática". Acompanhe aqui a publicação dos vídeos.



Video de la sesión "Publicaciones de calidad en comunicación: Revistas y editoriales" del I congreso Internacional de comunicación y educación celebrado los días 11,12 y 13 en la Universidad Autonoma de Barcelona, organizado por el Gabinete de comunicación y educación y Mentor.



Conferencia Magistral "Leer y escribir " Eduardo Mendoza, del I congreso Internacional de comunicación y educación celebrado los días 11,12 y 13 en la Universidad Autonoma de Barcelona, organizado por el Gabinete de comunicación y educación y Mentor.

I Congresso Internacional de Comunicación y Educación - Vídeos 3

O Gabinete de Comunicación y Educación da Universidade Autónoma de Barcelona disponibilizou os vídeos das sessões plenárias do I Congresso Internacional de Comunicación y Educación que se realizou entre 11 e 13 de maio naquela universidade. O tema do congresso foi "Estratégias de alfabetização mediática". Acompanhe aqui a publicação dos vídeos.



Video de la sesión "La investigación en Comunicación, Educación y Juventud" del I congreso Internacional de comunicación y educación celebrado los días 11,12 y 13 en la Universidad Autonoma de Barcelona, organizado por el Gabinete de comunicación y educación y Mentor.



Video de la sesión "Responsabilidad educadora de los medios en la sociedad" del I congreso Internacional de comunicación y educación celebrado los días 11,12 y 13 en la Universidad Autonoma de Barcelona, organizado por el Gabinete de comunicación y educación y Mentor.

I Congresso Internacional de Comunicación y Educación - Vídeos 2

O Gabinete de Comunicación y Educación da Universidade Autónoma de Barcelona disponibilizou os vídeos das sessões plenárias do I Congresso Internacional de Comunicación y Educación que se realizou entre 11 e 13 de maio naquela universidade. O tema do congresso foi "Estratégias de alfabetização mediática". Acompanhe aqui a publicação dos vídeos.



Video de la sesión "Experiencias cine y tv para la educación" del I congreso Internacional de comunicación y educación celebrado los días 11,12 y 13 en la Universidad Autonoma de Barcelona, organizado por el Gabinete de comunicación y educación y Mentor.



Video de la sesión "Lectura crítica y competencias mediáticas" del I congreso Internacional de comunicación y educación celebrado los días 11,12 y 13 en la Universidad Autonoma de Barcelona, organizado por el Gabinete de comunicación y educación y Mentor.