quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Para Entender as Mídias Sociais

"Para entender as mídias sociais" é nome de um e-book e também de um blog homônimo que foi produzido de forma colaborativa por professionais e pesquisadores da área. Você pode baixar o e-book pelo Issuu, 4shared, Scribd ou Slideshare. O e-book é gratuito, possui textos curtos que abordam temas transversais ao universo das redes de relacionamento e o objetivo é estimular o debate e o compartilhamento de boas práticas.


Para fazer download do e-book, basta clicar aqui: http://paraentenderasmidiassociais.blogspot.com/2011/04/download-do-ebook-para-entender-as.html

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Direito à comunicação é destaque entre as propostas na 2ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude

Por Paulo Lima
Entre as 26 propostas, resoluções e moções aprovadas na 2ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude destacam-se algumas ligadas ao exercício ao direito humano à comunicação.
No eixo 1, Desenvolvimento Integral, por exemplo, a proposta 6 trata da criação e implementação do Plano Nacional de Comunicação e Juventude que contemple a “criação e ampliação de Centros de Comunicação Popular, Telecentros, pontos de acesso público e o fomento da produção de mídias alternativas como: programas de rádio, TV, mídias impressas, rádios escolares e comunitárias, internet etc., com prioridade para os/as jovens como proponentes e produtores, incentivando preferencialmente mídias produzidas a partir da metodologia de educomunicação, garantindo a expansão do acesso e a inclusão digital no campo e na cidade, ampliando o sinal de internet (banda larga) e telefonia, valorizando a cultura regional e garantindo a formação de educadores da rede pública para tratar dessa questão nas escolas e universidades”.
No eixo 3, Direito à Experimentação e Qualidade de Vida, entre as propostas está “integrar a implementação do programa nacional de banda larga, garantindo o acesso à banda larga gratuita e de qualidade com velocidade mínima de 1 Mega para todo o País, priorizando as comunidades menos favorecidas e a zona rural, garantindo também a capacitação para os que irão utilizar o serviço”.
No documento Para Desenvolver o Brasil, considera-se que as políticas públicas de juventude não estão descoladas do conjunto da sociedade e devem estar conectadas aos desafios atuais que o país enfrenta e que os jovens não pleiteiam somente a resolução de seus problemas. Eles buscam também oportunidades para debater e interferir nas questões mais amplas colocadas na conjuntura e nas definições dos rumos do Brasil. Por isso, os delegados da Conferência resolvem:
- “democratizar os meios de comunicação, garantindo o amplo acesso à informação e aos meios de comunicação (internet, rádio, TV, jornais e Imprensa Oficial e audiovisual com participação obrigatória das produções independentes, com abertura de editais em apoio à produção artística”.
- Reformar lei de direitos autorais sob a ótica de que o conhecimento é livre: sendo assim, incetivar a utilização de licenças creative commons sob a égide de uma filosofia garantindo o uso, sem fins lucrativos, de produções intelectuais.
- Estabelecer cotas de exibição e programação de 50% para a produção cultural brasileira, sendo 15% produção independente e 20% produção regional em todos os meios de comunicação (TV aberta e paga, rádios e cinemas).
- Criar um novo marco regulatório das comunicações que garanta o controle social sobre as políticas públicas na área, assegurando conselhos de comunicação em todas as esferas e que esses garantam respeito aos direitos humanos com conteúdos não discriminatórios, não machistas e não racistas nas veiculações midiáticas e criação de regras para a concessão de outorgas.
- Garantir o direito à liberdade de  expressão e ao livre acesso à informação e comunicação, previstos na constituição Federal, no uso das mídias, assegurando a pluralidade de idéias e opiniões dos diferentes grupos sociais e cuturais.
- Promover mecanismos institucionais de democratização da distribuição e de aplicação de verbas públicas em publicidade de ações governamentais  em rádios e Tvs comunitárias, bem como a instrumentalização de fundos permanentes de financiamento das atividades de comunicação comunitária  e com finalidade social , bem como a reformulação  da lei 9.612\98, garantido a ampliação da pontencia permitida para rádios comunitárias, maior agilidade no processo de concessão descriminalização com anistia e devolução dos equipamentos apreendidos.
- Aperfeiçoar, implementar e garantir a efetivação do controle social em todas as etapas de consolidação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) – na ótica dos direitos humanos de comunicação e informação – assegurando: a superação das atuais limitações, o acesso gratuito para todas as cidades e áreas rurais, independetemente de densidade demográfica e o aproveitamento das redes de cabo de fibra ótica já instaladas para a transmissão de dados, imagenz e sons, assim como o aproveitamento dos equipamentos de alta velocidade que viabilizarão conexão com redes nacionais de telcomunicação e demais redes no Brasil e no mundo.
No final, a plenária aprovou ainda a moção de repúdio “Contra o fim da classificação indicativa na TV. O Estado deve proteger nossas crianças, adolescentes e jovens!”.

YouTube lança serviço exclusivo para escolas

YouTube for Schools vai reunir vídeos educativos de temas como história e matemática, filtrando conteúdos que são considerados motivos de distração dos alunos.


São Paulo - O YouTube lança uma ferramenta, o YouTube for Schools, que ajuda professores e estudantes no aprendizado. O portal reúne vídeos educativos de temas como história e matemática e filtra conteúdos que são considerados motivos de distração dos alunos.

Ele foi criado por causa da demanda de professores e escolas dos Estado Unidos. "O YouTube para as escolas é uma solução técnica para permitir que as escolas que possuem acesso restrito ao YouTube acessem", diz Angela Lin, chefe do YouTube EDU. 

Para ajudar a equilibrar o conteúdo, o YouTube trabalhou com professores e 600 organizações, como o Smithsonian e TED para selecionar o conteúdo disponível. Há também mais de 400 playlists classificadas por disciplinas.

Os professores podem sugerir novas listas e comentários para ajudar a integrar ainda mais o YouTube em sala de aula.


Livros de Educomunicação podem ser baixados gratuitamente em site da rede CEP

Você sabe o que é Educomunicação? Para que você conheça o conceito e veja se pode realmente chamar o que faz de Educomunicação ou considerar-se um Educomunicador, que tal baixar gratuitamente livros de Educomunicação no site da Rede CEP (Rede de Comunicação Educação e Participação)?!
Você pode ter acesso às seguintes obras:

1 - EDUCOMUNICAR - Comunicação, Educação e Participação no desenvolvimento de uma educação pública de qualidade
A Rede CEP, com apoio do Instituto C&A e do Unicef, lançou a publicação “Educomunicar: Comunicação, Educação e Participação no desenvolvimento de uma educação pública de qualidade”. Trata-se de uma coletânea de relatos de experiências das organizações da rede, e dos desafios que elas encontram para sensibilizar o poder público da importância da comunicação, educação e participação na construção de políticas.

2 - MÍDIA E ESCOLA - Perspectivas para Políticas Públicas
Livro lançado pelo Unicef e Rede CEP (por Fernando Rossetti, com a colaboração de Alexandre Le Voci Sayad e Patrícia Vasconcellos) que analisa as principais experiências que envolvem Comunicação, Educação e Participação do Brasil, além de jogar a semente inicial para a articulação da Rede CEP.

Basta acessar:http://www.redecep.org.br/midia_educacao.php

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Montevideo recebe ALAIC 2012 - XI Congresso Latinoamericano de Investigadores da Comunicação em maio



Montevideo recebe ALAIC 2012 - XI Congresso Latinoamericano de Investigadores da Comunicação em maio. 


A Associação Latinoamericana de Investigadores de Comunicação (ALAIC) tem como missão promover o desenvolvimento da investigação da comunicação na América Latina e consolidar uma comunidade acadêmica que produza em condições de liberdade, qualidade e colaboração permanente.

Sua visão é ser um espaço plural e dinâmico institucional dedicado ao desenvolvimento crítico do conhecimento científico, assim como a produção, a discussão e a difusão do pensamento sobre a comunicação na e sobre a América Latina.



Os grupos temáticos são:







Veja abaixo informações do Grupo Educación y Comunicación
Coordinador: 
Luz María Garay (UPN, México) marilugaraycruz@yahoo.com.mx
Perfil
El grupo temático Educación y Comunicación tiene como propósito analizar y reflexionar acerca de la vinculación existente entre estos dos campos de conocimiento.
Aunque la relación entre comunicación y educación es muy antigua, la tendencia ha sido analizarla a la luz de los desarrollos tecnológicos y descubrir a partir de ello, cuáles son las aportaciones de cada una de estas a la educación. Sin embargo, el grupo de trabajo parte de la premisa de que la influencia de la comunicación en la educación va más allá de los desarrollos tecnológicos, por lo que busca desarrollar una reflexión amplia que abarca tanto los sistemas de educación presencial como en los programas de enseñanza a distancia. Asimismo, el objetivo es estudiar la función y el papel que desempeña la comunicación tanto en sistemas de educación formales como en los no formales.

Considérase, adicionalmente, que en América Latina existen numerosos estudios sobre la relación entre la educación y la comunicación; sin embargo, se trata de una producción dispersa y en ocasiones desconocida. Es por ello que otra de las metas de nuestro GT es recopilar esos trabajos a fin de enriquecer las reflexiones e ir configurando la historia de la relación comunicación-educación.

Vice-Coordinadora:
 Caridad García  (UAM, México)
Vice-Coordinadora: Maria de Fátima Monte Lima (UFS, Brasil)

Os trabalhos aceitos deste grupo e dos outros já podem ser vistos. Para ver os do Grupo temático Educação e Comunicação basta acessar: http://alaic2012.comunicacion.edu.uy/sites/default/files/resumenes_aprobados_gt_4_comunicacion_y_educacion.pdf

Sur le journalisme – About Journalism – Sobre jornalismo



Nova revista científica internacional, intitulada Sobre jornalismo, será lançada em 2012. Sobre jornalismo é um periódico peer-reviewed, de acesso livre, com versões electrônica e impressa. O dossiê que integra a primeira edição abordará a entrevista qualitativa de pesquisa com jornalistas.


A chamada de trabalhos está aberta para dois temas:
- As fontes e os fluxos de noticias 
Coordenadores : Eric Lagneau, Jérémie Nicey, Michael Palmer, Franck Rebillard.
As novas formas da imagem sobre atualidade 

Coordenadores : Annelise Touboul et Jean-François Tétu


Os editores da revista são: François Demers (Université Laval, Canada), Florence Le Cam (Université Libre de Bruxelles, Belgique), Fabio Pereira (Universidade de Brasilia, Brasil) e Denis Ruellan (Université de Rennes 1, France).


Informações: http://recherche.telecom-bretagne.eu/labo_communicant/surlejournalisme/?cat=39

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Educomunicação ainda não é valorizada para combater evasão no ensino médio

Portal Aprendiz - Desirèe Luíse (05/12/2011)

Apesar do avanço, na última década, do uso de linguagens de comunicação na educação, a chamada educomunicação ainda não é valorizada pela maioria das escolas e secretarias de ensino no país. A conclusão é de um debate do III Encontro Brasileiro de Educomunicação, realizado na Universidade de São Paulo (USP), na última semana.


"Na educação formal é mais difícil a educomunicação estar presente. Já a não formal é mais flexível para abarcá-la. Gostaria que escolas e secretarias sentissem que ela é muito importante para combater a evasão. A entrada do aluno na escola é quase universalizada, mas a saída é o problema”, analisou o secretário-executivo da Rede Comunicação, Educação e Participação na Escola e na Comunidade (CEP), Alexandre Sayad.

Mais de quatro mil escolas do Mais Educação – programa do governo federal de educação integral – escolheram o “trabalho de jovem com mídia” na hora de compor seus currículos optativos, no contraturno das aulas. “O número é pequeno para o tamanho da rede toda. Por outro lado, é um terço de todas as escolas que fazem parte desse programa. Ou seja, existe uma demanda por isso”, completa.


Sayad destacou que a falta de censo de pertencimento do jovem com a escola faz ele desistir de estudar. Cerca de 40% abandonam as salas por desinteresse, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Sem sentirem-se acolhidos, por que ele vai ficar sentado numa cadeira com o mundo todo lá fora?”, questionou Sayad.

De acordo com o secretário da Rede CEP, a educomunicação pode ressignificar a escola, tornando-a mais adequada para o estudante. “Educomunicação diz respeito a apenas uma coisa: escuta. O que importa é a expressão do jovem e a relação dele com o educador.”

O Games for Change foi citado como exemplo de um projeto educomunicativo, já que jovens desenvolvem joguinhos com caráter social, caracterizando um processo pedagógico por meio da comunicação. O Festival Games for Change 2011 acontece de 8 a 11 de dezembro, em São Paulo (SP).

“A presença das tecnologias traz desafios para a comunicação. Esta ganhou hoje centralidade como meio, mas também como fim”, disse o diretor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP), Wilton de Souza. “A criança chega na escola já com muitas horas de comunicação. Ela tem um Facebook, por exemplo. Temos que alimentar a educação nessas condições.”


A proposta da educomunicação, além de alfabetizar com linguagens da comunicação, está baseada em valores de cidadania, acredita a professora de Licenciatura em Educomunicação da ECA/USP, Roseli Fígaro. “Quando se fala em expressão do jovem é o mesmo que concretizar valores democráticos”, afirmou.

A jovem participante da Revista Viração – periódico produzido por adolescentes, caracterizado como um projeto de educomunicação –, Taluane Teodoro, conta ser outra pessoa hoje, depois que entrou para a equipe de produção da revista. “Adquiri massa crítica. Posso ver a comunicação de outra forma agora”. Pelo computador, todo o mês, jovens de 22 estados definem pautas, chamadas de capa, títulos de matérias e editorial.
“O que fazemos não é dar voz ao jovem, porque ele já tem isso, mas sim espaço, que é aquilo que está faltando. Eles fazem a gestão da Revista Viração com a gente”, conta a jornalista do periódico, Lilian Romão.

Sayad concorda que faltam canais para expressão. “O que a educomunicação faz é abrir uma escuta. Se não estimularmos esse canal, não há meios de acontecer espontaneamente”, conclui. 
 

Especialização lato sensu em Educomunicação na ECA/ USP

O novo Curso dirige-se a profissionais de nível superior das diferentes áreas do saber, capacitando-os para, a partir de um planejamento articulado das diversas mídias, compor estratégias globais de Educomunicação

Os profissionais interessados em especializar-se na área de Educomunicação terão agora uma nova opção: o Curso de Especialização em Educomunicação, oferecido pelo Departamento de Comunicações e Artes (CCA) daUniversidade de São Paulo. O curso, com duração de três semestres, começa a partir de março de 2012 e disponibiliza 60 vagas, dependendo para isso apenas da aprovação da Reitoria da USP. A sua versão final aprovada será divulgada assim que for acatada pelos órgãos competentes da USP. No entanto, a apresentação do Programa do Curso se dará no III Encontro Brasileiro de Educomunicação, a realizar-se no próximo dia 02 de dezembro, ocasião em que realizaremos a pré-inscrição dos interessados. Parta tanto, você deverá se inscrever no evento, através do site www.cca.eca.usp.br/iii_encontro_educomunicacao.


O novo curso é proveniente de diversas ações pedagógicas do CCA, como o curso de Gestão da Comunicação que, entre 1993 e 2011, formou mais de 600 especialistas. Destina-se a profissionais de nível superior, de qualquer área do saber, que queiram mobilizar seus conhecimentos para o campo da Educomunicação e que tenham interesse em conhecer as bases dos processos comunicacionais, ferramenta hoje indispensável ao êxito de qualquer setor da sociedade.


A partir desta perspectiva, o curso pretende preparar profissionais capazes de atender às demandas dos setores da sociedade relacionados à interface Comunicação/Educação, podendo atuar: na educação básica formal e não formal; no ensino superior; em consultoria em veículos da mídia e na área da pesquisa.


Para tanto, o curso oferecerá aos alunos uma sólida formação teórica na área da Comunicação, suas teorias e linguagens, acompanhadas de aplicação prática. O aluno terá conteúdos como Teorias da Comunicação, Epistemologia da Educomunicação, Linguagem Verbal nos Meios de Comunicação, Práticas Educomunicativas em Audiovisual, Cultura Digital e Educação, Estética dos Meios, Práticas em Comunicação em Rede, Relação entre a Educomunicação, a Mídia e o Mundo Corporativo, entre outras. As aulas serão ministradas por renomados e experientes professores da ECA/USP, oriundos de diferentes áreas do saber: Linguagem, História, Sociologia, Filosofia, Antropologia, Artes, Educação , Ciências da Comunicação, entre outras. Fazem parte da Coordenação, os Profs. Drs. Ismar de Oliveira Soares, Maria Cristina Castilho Costa, Maria Immacolata Vassallo de Lopes e Roseli Aparecida Fígaro Paulino.


Perfil
O Educomunicador tem o perfil de um gestor de processos comunicacionais. Um profissional que conhece suficientemente as teorias e práticas da educação e também os modelos e procedimentos que envolvem o mundo da produção midiática e das tecnologias, para que possa exercer atividades de caráter transdisciplinar, tanto na docência quanto na coordenação de trabalhos de campo, na interface Comunicação/Educação. Nos dois casos, espera-se deste profissional a habilidade para gestionar conflitos e a criatividade para encontrar soluções que melhorem os processos educativos, sejam os formais (escolares) quanto os não formais (desenvolvidos pelas ONGs) e informais (implementados pelos meios de Comunicação voltados para a educação).

Estrutura do curso
O curso de Especialização em Educomunicação reúne três etapas de conteúdos, trabalhados ao longo de 600 horas de atividades acadêmicas, em três semestres letivos. Uma primeira etapa, com aulas presenciais, desenvolverá em dois semestres letivos um sequência de 12 núcleos temáticos. Paralelamente, serão desenvolvidas atividades complementares, monitoradas pelo corpo docente, procurando um equilíbrio entre o processo de ensino e aprendizagem. O terceiro e último semestre letivo é voltado para a produção da monografia acadêmica, focada numa proposta de prática educomunicativa. Nessa etapa também serão realizados encontros e seminários/workshops, com o objetivo de auxiliar o aluno nas análises e conclusão de projeto.


Sem deixar de lado a excelência acadêmica, o curso é acessível a profissionais que nem sempre dispõem de todas as noites da semana, em horário rígido, para continuarem sua formação educacional.

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Para mais informações:
Curso de Especialização em Educomunicação
Endereço: Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, sala 209
Cidade Universitária - São Paulo SP - CEP 05508-900
Telefone: 3091-4341 e 3091-4867 ou e-mail gestcom@usp.br
Contato: Kelly ou Sandra
Fonte: http://www.cca.eca.usp.br/especializacao_latu_sensu_educomunicacao