quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Chamada de trabalhos para Seminário Internacional "Narrativas e memória social - Abordagens teóricas e metodológicas"

Encontra-se aberta até ao próximo dia 31 de Março chamada de trabalhos para o Seminário Internacional “Narrativas e memória social - Abordagens teóricas e metodológicas”, que se realiza nos dias 29 e 30 de Junho, na Universidade do Minho, em Braga/Portugal

Organizado pela equipe de investigação do projeto “Narrativas Identitárias e Memória Social” (FCT/CECS), visa discutir a relevância, o impacto e as consequências das diferentes abordagens e das teorias dominantes e emergentes nesta área.

Resumos até 300 palavras para comunicações orais ou posters, e uma breve biografia de cerca de 150 palavras podem ser enviados para a organização da conferência: nims@ics.uminho.pt

As propostas de comunicação oral ou poster deverão ser submetidas em inglês, contendo nome, afiliação acadêmica e contatos. O prazo para o envio de propostas termina em 31 de Março de 2012 e a notificação sobre a aceitação das comunicações e posters será feita até dia 30 de Abril de 2012.

Call for papers em Português
Texto completo --->
Call for papers em Inglês
Texto completo --->

Este seminário contará com a participação de reputados especialistas, investigadores de várias disciplinas e de diversas regiões do globo, envolvidos em projetos relacionados com estes temas.

Website do seminário:
http://www.lasics.uminho.pt/internationalseminar2012/
Questões relacionadas ao envio de propostas:
Lilia Abadia
- b5847@ics.uminho.pt

Fonte: http://www.cecs.uminho.pt/28_seminario_nims.htm

Livro "Cultura Digital" para download


Livro "Cultura Digital"- Organizado por Sérgio Cohn e Rodrigo Savazoni, publicado pela Azougue Editorial (Para Download)
Com entrevistas de Alfredo Manevy, André Lemos, André Parente, André Stolarski, André Vallias, Antonio Risério, Bernardo Esteves, Claudio Prado, Eduardo Viveiros de Castro, Eugênio Bucci, Fernando Haddad, Franklin Coelho, Gilberto Gil, Guido Lemos, Hélio Kuramoto, Jane de Almeida, Juca Ferreira, Ladislau Dowbor, Laymert Garcia dos Santos, Lucas Santtana, Marcelo Tas, Marcos Palácios, Ronaldo Lemos, Sergio Amadeu e Suzana Herculano-Houzel.
Para baixar o livro basta acessar o link: http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cultura-digital-br.pdf

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Educação para a Mídia na Venezuela



Compartilhamos a notícia de uma nova página dedicada à educação para a mídia. Desta vez, dos nossos colegas venezuelanos. É a http://www.epmvenezuela.org/ conhecida como EPM.


Além das informações atualizadas semanalmente, na seção "Notícias EPM", há ainda a seção "Editorial" e dicas de bate-papo e oficinas (charlas e talleres) para a escola.


O objetivo é educar tanto pais quanto docentes e alunos em relação à Educomunicação como objeto de estudo e estratégia de ensino-aprendizagem.


O site é coordenado por Vito R. Lacasella e Francisco J. Blanco: 
Vito R. Lacasella - Licenciado en Comunicación Social mención Audiovisual (Universidad Central de Venezuela) Postgrado en Educación para el uso de los medios de Comunicación (Universidad Central de Venezuela) Productor y Director de TV de contenidos educativos.  Gerente de Producción Fundación Artevisión de la Universidad Simón Bolívar. Gerente de Producción encargado de LA SIMONTV canal de tv de la Universidad Simón Bolívar UHF 27-29.


Francisco J. Blanco  - Licenciado en Educación Mención Filosofía (Universidad Católica Andrés Bello), Bachellorem de Filosofía (Universidad Pontifica Salesiana de Roma) Postgrado en Educación para el uso de los medios de comunicación (Universidad Central de Venezuela) Docente de educación media general.





TALLLERES


1- HACER CINE EN LA ESCUELA
Sinopsis del contenido: Es una realidad que nuestros alumnos cada vez más demandan el uso de las nuevas tecnologías, es también una realidad que la escuela se ha quedado atrás en este aspecto, por estar casada con maneras de hacer educación que ciertamente son efectivas pero que hoy en día no causan el mismo efecto.
Para dar respuesta a esta problemática, podemos utilizar el cine en la escuela como una actividad educomunicativa que no solo comprende un trabajo distinto e innovador en el aula, sino que atiende al trabajo en grupo, a diversos ejes trasversales, al desarrollo del pensamiento crítico, creativo y a la integración del colegio con la comunidad educativa.
Dirigido a:  Docentes de cualquier nivel, Orientadores, Psicólogos y Comunicadores 
Sociales.
Duración: 12 horas


2- EL ANALISIS CINEMATOGRÁFICO COMO ESTRATEGIA PARA EL DESARROLLO DEL 
PENSAMIENTO CRÍTICO
Sinopsis del contenido: Tomando en cuenta que cada vez más nuestro alumnos son más 
visuales y que la manera tradicional de dar contenidos se queda muchas veces obsoleta, 
porque no siempre está sincronizada con la demanda mediática de los estudiantes de hoy, podemos ver el análisis cinematográfico como una manera de romper ese paradigma y aprovechar los contenidos del cine transformándolos en recursos pedagógicos.
Dirigido a:  Docentes de cualquier nivel, Orientadores, Psicólogos y Comunicadores Sociales.
Duración: 8 horas
Fonte: http://www.epmvenezuela.org/

Ensinar e duvidar!


Compartilhamos com Enrique  Martínez-Salanova Sánchez frase de José Ortega y Gasset para reflexão!

And the Oscar goes to...."The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore"




Compartilhamos o curta de animação "The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore" (Os fantásticos livros voadores do Sr. Morris Lessmore), de  William Joyce e Brandon Oldenburg, que foi vencedor do Oscar 2012.
Segundo Sérgio Rodrigues, da coluna TodoProsa, da Veja, a história de The fantastic flying books…foi lançada ano passado como um livro digital interativo para iPad que chegou ao primeiro lugar entre os mais vendidos na loja da Apple.
Preferimos não comentar nada sobre o vídeo...Veja e emocione-se!!!

Jovens desenvolvem senso crítico por meio da educomunicação



Do lado de fora da escola, jovens são instigados a planejar uma revista, discutir os temas que devem estar em suas páginas e produzir conteúdo capaz atingir pessoas em todo o País. Essa é a rotina do projeto Viração, organização com sede em São Paulo que reúne cerca de 300 jovens em 22 estados. A revista mensal Viração, uma das produções do grupo, propõe debates sobre assuntos como arte, cultura e política com base na educomunicação, que começa a ganhar espaço dentro e fora da sala de aula e busca desenvolver o senso crítico e as habilidades comunicativas da sociedade.
O material da Viração é pensado e produzido por jovens de 15 a 29 anos. Semanalmente, cerca de 100 deles passam pela sede do projeto. Quem não mora em São Paulo também pode participar: 22 conselhos Virajovem organizam diferentes ações em seus estados. "Em quase 10 anos de existência, estimamos que 5 milhões de jovens já tiveram contato com a revista ou com alguma notícia publicada pela organização", comemora a diretora executiva da iniciativa, Lilian Romão.
O principal objetivo da Viração é permitir que os jovens falem para jovens sobre assuntos de seu interesse - e que discutam esses temas durante todo o processo que envolve a produção da revista. O projeto é mantido com dinheiro arrecadado por assinaturas. "A Viração é uma organização social privada sem fins lucrativos. Nossa equipe também é composta por educomunicadores e outros profissionais interessados em trabalhar a comunicação dentro de outro formato", diz. Segundo Lilian, não há restrições quanto à participação. "Temos jovens de comunidade, comunicadores que estão na universidade, participantes de movimento social, integrantes de projetos de outras organizações sociais. Uma das riquezas da Viração é conseguir dialogar com a juventude como um todo, sem criar padrões. Trabalhamos com gente preocupada em construir um novo formato de comunicação", destaca.
Educomunicação busca desenvolver senso crítico
Segundo o coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (USP), Ismar de Oliveria Soares, o conceito de educomunicação trata de um conjunto de referências sobre programas, projetos e produções desenvolvidos a partir de um grupo que busca ampliar seu potencial comunicativo. "A educomunicação tem uma vertente política, discute como os jovens participam da gestão, planejamento, produção, avaliação. O objetivo é criar relação de cidadania e exercício da função comunicativa como direito universal", explica. "É um diálogo permanente, interno e externo, com os grupos de pessoas que trabalham na interface da comunicação", acrescenta.
O professor aponta outros conceitos semelhantes à educomunicação, como os princípios de tecnologia educativa e mídia e educação. No entanto, diz que as três vertentes apresentam diferenças bastante pontuais. "A tecnologia educativa trata da importância de o professor utilizar adequadamente recursos analógicos, seja o quadro negro ou o computador. A preocupação é a relação da técnica de quem administra o conteúdo, enquanto que o conceito de mídia e comunicação tem como foco a mídia e a tecnologia", diz.
"A diferença é que a educomunicação parte do preceito de que existe uma comunidade educativa em ação, composta por quem ensina, quem aprende e todo o ecossistema envolvido. Nesse caso, as tecnologias não são pensadas para beneficiar apenas quem emite, mas a comunidade como um todo", destaca.
O conceito de educomunicação existe desde 1999, mas suas práticas já são conhecidas há muitos anos. Segundo Soares, sempre houve movimentos para ampliar o potencial comunicativo das pessoas, antigamente chamados de comunicação alternativa. "Quando se começou a trabalhar esse conceito em instituições de ensino e ONGs, a prática foi legitimada, e o resultado são crianças mais saudáveis em termos afetivos e intelectuais, com uma autoimagem muito sólida", avalia.


Revista Viração Educomunicação: http://www.viracao.org/
Fonte: Terra 20/02/2012

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Jornalista Alexandre Le Voci lança "Idade Mídia - A Comunicação reinventada na escola"

O jornalista Alexandre Le Voci Sayad, secretário executivo da Rede CEP - Rede de Comunicação, Educação e Participação e coordenador do Projeto Idade Mídia, do Colégio Bandeirantes, de São Paulo, acaba de lançar seu livro "Idade Mídia - A Comunicação Reinventada na Escola", pela Editora Aleph, que conta com a colaboração de 
Daniela Moreira, Fernando Rossetti, Ismar de Oliveira Soares, Marina Consolmagno, Sérgio Rizzo e Sylvio Ayala.


Se você é interessado na relação Mídia-Educação não deve deixar de ler essa obra que conta a história do Idade Mídia, desde o seu início, as dificuldades de implantação do projeto, os depoimentos dos alunos e como foi criar algo completamente novo numa escola particular, dando autonomia aos alunos de elaborarem sua própria revista e pensarem a comunicação de uma outra forma.


Idade Mídia - A Comunicação Reinventada na Escola
Alexandre Le Voci Sayad/ Jatobá
Editora: Editora Aleph
Publicação: 2012


Resenha:
No início de 2002, os jornalistas Alexandre Le Voci Sayad e Gilberto Dimenstein propuseram ao Colégio Bandeirantes, em São Paulo, um ousado projeto que prometia lidar com uma era que ainda estava por vir: os estudantes teriam autonomia para conceber e executar um projeto de mídia — sua própria revista — e vivenciariam um ano de experiências em comunicação e expressão. 
Nascia, assim, o Idade Mídia, antes mesmo da febre dos blogs e das redes sociais. Após mais de uma década, renovando-se com a velocidade dos fatos e da comunicação, o Idade Mídia firmou-se como modelo de uma nova educação em que o jovem é ator na construção do aprendizado, dentro e fora do espaço/tempo da escola formal. 
O livro apresenta a trajetória do programa e revela sua metodologia; traz depoimentos dos profissionais que colaboraram ao longo dos dez anos de sua existência; e conta algumas das belas histórias dos mais de duzentos alunos que levaram as lições da comunicação para as suas vidas.


Sobre o autor: 
Alexandre Le Voci Sayad é jornalista e educador, especializado em Direitos Humanos. Desde 1999, dedica-se a projetos interdisciplinares. No jornalismo, colaborou, entre outros veículos, com o jornal O Estado de S. Paulo, a rádio Eldorado-Brasil 3000 e a revista Trip, além da mídia especializada, como revista Educação e o Guia do Estudante. Na área social, foi um dos fundadores da Cidade Escola Aprendiz, da Rede Andi Brasil e da Rede CEP (Comunicação , Educação e Participação), da qual é secretário-executivo.



PREFÁCIO
A COMUNICAÇÃO COMO INOVAÇÃO NA ESCOLA
Por Gilberto Dimenstein


Idade Mídia é resultado de um laboratório desenvolvido durante anos no 
Colégio Bandeirantes, mostrando como as linguagens da comunicação e 
da educação impactam a aprendizagem. Este é daqueles livros que vão 
servir como referência na produção da inovação da comunicação dentro e 
fora da escola.
Em todo esse período, duzentos alunos participaram desse projeto, 
produzindo, por meio das mais diferentes experiências, comunicação voltada ao seu cotidiano, mas dentro do contexto escolar. É tempo suϐiciente 
para avaliar não só o efeito no curto prazo, reϐletido na relação do aluno 
com a escola, mas, especialmente (o que é mais relevante), a geração de 
habilidades que servem para o resto da vida.
Responsável pelo condução do Idade Mídia, Alexandre Sayad é o que 
se chama de “educomunicador”, uma proϐissão quase desconhecida, mas 
com um futuro garantido. É alguém que usa os recursos da comunicação 
para educar. Ou que usa os recursos da educação para comunicar. No Brasil, 
contam-se nos dedos os proϐissionais com essa vocação, uma aptidão desenvolvida por Alexandre desde os tempos em que participou como um dos 
fundadores da Cidade Escola Aprendiz, uma organização nascida em 1997, 
em São Paulo, inspirada em uma experiência digital do uso da internet para 
a cidadania.
Quando o Idade Mídia surgiu, assumido pela direção da escola – no 
caso, com entusiasmo pessoal de seu principal executivo, Mauro Aguiar –, 
a internet ainda engatinhava em nosso país. Pouco se falava de banda larga, 
que, se já não é acessível hoje, imagine há dez anos. Não existia nem sombra

de redes sociais como Facebook, YouTube, Twitter ou Linkedin. Blogs estavam começando a virar moda, transformando em comunicador o mais simples cidadão.
Mas já se falava (e muito) da necessidade de reciclar o currículo escolar tradicional, desligado do cotidiano, sem apelo, apresentado muitas 
vezes apenas como um instrumento para fazer as provas e, depois, passar 
no vestibular. Também já se falava que o papel da escola era preparar não 
apenas para o trabalho, mas para uma vida de aprendizagem permanente. 
O mercado de trabalho é, aϐinal, um constante vestibular.
Os educadores mais antenados sabiam que o currículo deveria mais 
ser focado no cotidiano para que as disciplinas ϐizessem sentido, abrindo 
espaço para eixos multi e interdisciplinares. Várias matérias cruzadas ajudariam a despertar mais curiosidade e, no ϐinal, mais funcionalidade.
Sabíamos que aquele ensino baseado na “decoreba”, dividido em 
compartimentos, estava com os dias contados, só faltava o funeral. A era da 
aprendizagem permanente implica a geração de uma série de habilidades 
que não se casa com aquele tipo convencional de escola, aϐinal exige-se 
inovação contínua, rapidez na associação de informação, capacidade de 
síntese, autonomia para aprender.
O que não se sabia era como as novas tecnologias iriam produzir
plataformas interativas e colaborativas desconhecidas na história da produção do conhecimento. Desmontaram-se hierarquias e processos seculares de intermediação de informação. Os jornais viram seus leitores 
desaparecerem ou obterem notícias das mais diversas fontes. Nunca se 
produziu tanta informação ao mesmo tempo e, por consequência, tanta 
desorientação. Assim como os meios de comunicação, as escolas viram-se 
no meio desse bombardeio.
Com a interatividade, surgiu um novo protagonismo: o indivíduo não 
quer apenas receber, quer compartilhar. Quer comunicar.
É nesse ambiente que o Idade Mídia apresenta uma série de respostas, trabalhando com o cotidiano e usando a comunicação para retratá-
-lo; fazendo dessa busca um meio de estabelecer relações com o que se 
aprende em sala de aula. E mais. Fazendo do estudante um produtor de 
conhecimento, um coautor; afinal, cada projeto equivale à produção de 
uma revista.

O que está escrito aqui não é apenas uma teoria, mas o relato de uma 
experiência, com nome e cara, assentada numa visão de aprendizagem. 
Mistura-se o vivo tom da reportagem com o olhar pedagógico.
O resultado certamente mostrará aos educadores como o uso da comunicação na escola garante ao estudante o bem mais precioso da aprendizagem: a autonomia de aprender e a crença na capacidade de realizar.

Gilberto Dimenstein é jornalista, membro do conselho editorial da Folha de 
S. Paulo e comentarista da rádio CBN . É fundador da ONG Cidade Escola Aprendiz (www.cidadeescolaaprendiz.org.br) e da plataforma on-line Catraca Livre 
(www.catracalivre.com.br).


Mais informações: http://www.editoraaleph.com.br/site/idade-midia.html

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Recomendaciones del CAA para el fomento de la alfabetización mediática

Compartilhamos abaixo dica de leitura do professor e pesquisador Manuel Pinto, da Universidade do Minho!


De Asociación de Periodistas de Almería:
SEVILLA | CAA | La presidenta del Consejo Audiovisual de Andalucía (CAA), la almeriense Emelina Fernández Soriano, ha presentado recientemente las "Recomendaciones para el Fomento de la Alfabetización Mediática" en las que la implicación del sistema educativo representa una condición indispensable para la consecución de este objetivo, pues propone incluir en los planes de estudios de Primaria, Educación Secundaria y Bachillerato materias que permitan a los estudiantes adquirir conocimientos y capacidad crítica ante los contenidos que emiten los medios de comunicación audiovisual.

“La alfabetización mediática previene contra la manipulación del individuo, contra la creación y consolidación de estereotipos”, ha destacadoFernández durante la presentación de estas Recomendaciones que incluyen muchas de las conclusiones que se debatieron durante las Jornadas de trabajo que el CAA celebró a tal efecto el pasado mes de octubre junto con el Consejo Escolar de Andalucía, en Granada.  

En el caso de Andalucía, el CAA ha considerado prioritario enfocar esta actuación hacia los menores de edad, pues entre otros datos que avalan esta prioridad, está el tiempo que éstos pasan delante de la televisión: más de dos horas y media al día, lo que al año equivale al total de horas lectivas del calendario escolar. También se ha tenido en cuenta la forma de ver televisión por parte de los menores y adolescentes, cada vez más individualizada y, en la mayoría de los casos, sin la orientación de los padres o adultos. Según datos del CAA, de entre los 50 programas más vistos por el público infantil y juvenil, solo la mitad estaba concebido específicamente para este sector de la audiencia.

La comunidad educativa, explicó la presidenta del CAA, está llamada a ser el principal instrumento para la puesta en marcha y desarrollo de acciones concretas de alfabetización mediática, puesto que garantiza el acceso a estos conocimientos para las familias que no dispongan de los suficientes recursos. Además, se trata de un espacio donde el aprendizaje está normalizado y sistematizado, por lo que ofrece posibilidades muy interesantes a la hora de divulgar nuevos conocimientos y hábitos de consumo de contenidos audiovisuales.

Por este motivo, estas Recomendaciones plantean incluir en los planes de estudio de la enseñanza obligatoria asignaturas relativas a esta materia, así como poner en marcha un programa de Formación Permanente del Profesorado en alfabetización mediática. También se propone impulsar que las diferentes titulaciones universitarias relacionadas con la docencia contemplen materias específicas obligatorias y optativas de Educación en Medios.

Las televisiones han de recuperar programas infantiles y juveniles

En cuanto a las Recomendaciones dirigidas a los prestadores del servicio de comunicación audiovisual, el CAA reclama que se respeten escrupulosamente los derechos de los menores en los contenidos que emiten de acuerdo a los códigos de autorregulación que voluntariamente suscribieron en 2004, y que incluyan en su programación espacios adecuados a su edad en las franjas de protección reforzada (entre las 17 y las 20 horas). Los menores de edad suponen el 8,5% de la audiencia de televisión.

Los medios de comunicación audiovisual constituyen una valiosa plataforma para promover la difusión de programas orientados a la alfabetización mediática, según señalan estas Recomendaciones, que instan a las televisiones a elaborar con carácter anual un informe sobre los contenidos emitidos orientados a este fin.

En cuanto al ámbito familiar, las Recomendaciones del CAA instan a los padres y madres a ejercer un adecuado control sobre las formas, el tiempo y los contenidos de los medios audiovisuales que consumen sus hijos, así como a exigir y observar que la señalización y catalogación de los programas emitidos en horario infantil son adecuadas. También apela a los padres y madres para que se involucren y adquieran algún tipo de formación en esta materia.

Por su parte, el CAA se compromete a fomentar la implicación de la comunidad educativa en la alfabetización mediática mediante el desarrollo de iniciativas y buenas prácticas y elaborará un estudio sobre menores, alfabetización mediática y nuevas tecnologías en Andalucía a través de entrevistas en los centros educativos.

La alfabetización mediática de la población es un derecho reconocido por la Unesco y la Unión Europea. Ambas instituciones instan a las autoridades reguladoras del audiovisual a promover su desarrollo en todos los sectores de la sociedad. También la Ley General de Comunicación Audiovisual alude a los poderes públicos y a los operadores de televisión y radio para que contribuyan a la alfabetización mediática de los ciudadanos.


Documento asociado para consulta o descarga

"Gabinete de Comunicación e Educación" da Universidade Autônoma de Barcelona desenvolverá projeto de "Escuela Internacional de Alfabetización Mediática"

Compartilhamos boas novas direto do site da Universidade Autônoma de Barcelona!!!
El Gabinete de Comunicación y Educación de la Universidad Autónoma de Barcelona (UAB) desarrollará el proyecto de una "Escuela Internacional de Alfabetización Digital Mediática". La iniciativa pretende capacitar en el uso crítico de las Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC) a todo tipo de público, desde instituciones y organismos hasta usuarios individuales, con requerimientos básicos y avanzados. El proyecto se materializará este año y contará con el aporte de diversas instituciones internacionales.
“La inversión en educación es clave para todas nuestras sociedades. La Escuela reforzará esta necesidad desde una filosofía basada en la alfabetización digital mediática”, apunta el catedrático José Manuel Pérez Tornero, director del Gabinete de Comunicación y Educación.

La Escuela nacerá con el espíritu de contribuir a la formación de usuarios en diferentes competencias y habilidades relacionadas con la Sociedad del Conocimiento, esto es, capacitarlos en el contexto de una sociedad cada vez más informada y participativa. Santiago Tejedor, coordinador general del Gabinete, explica que el proyecto responderá a  las actuales necesidades en el área. “El Gabinete trabajará para articular una red, especialmente en el área de Iberoamérica, destinada a crear materiales, organizar actividades y potenciar la formación de formadores en materia de nuevas tecnologías y educación”.

Uno de los objetivos específicos consistirá en “elaborar diagnósticos a empresas, organizaciones e instituciones, etc., sobre el grado de alfabetización digital mediática de sus trabajadores y crear planes específicos de formación para ellos”. La Escuela desarrollará cursos, materiales de estudio, cápsulas audiovisuales y radiofónicas, seminarios y talleres, todos,  relacionados con la Sociedad del Conocimiento.  Además, la nueva institución “colaborará con iniciativas solidarias dirigidas a la reducción de la brecha o fractura digital en el mundo”. 
 El programa de estudios
La Escuela ofrecerá cursos específicos en tres áreas: “Formación de formadores en TIC”; “TIC y Educación: Nuevas tecnologías para docentes” y “Comunicación 2.0: Informar y comunicar en la Web 2.0”
El primer curso, que se dirigirá a los formadores de proyectos de alfabetización digital, ofrecerá formación teórico- práctica sobre estrategias didácticas, pautas para el diseño de materiales educativos on-line y consejos sobre la formación en TIC para diferentes públicos y en diferentes contextos. 

El curso de “TIC y Educación: Nuevas tecnologías para docentes” se destinará a docentes interesados en actualizar sus conocimientos en nuevas tecnologías aplicadas a la docencia, investigación y creación de contenidos didácticos. Por su parte, el curso sobre “Comunicación 2.0: Informar y comunicar en la Web 2.0” se enfocará en los profesionales del ámbito de la comunicación interesados en adquirir conocimientos sobre comunicación on-line, ciberperiodismo, entre otros.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Os conflitos na Síria continuam.... e a liberdade de imprensa?

Compartilhamos acima a visão do excelente artista gráfico, Silvano Mello, sobre os conflitos na Síria. Entre tantas vítimas, jornalistas e a liberdade de imprensa! 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Entidades portuguesas promovem "Um dia com os media" para estimular reflexão


3 de Maio é o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Em Portugal um projeto chamado "Um dia com os media" resolveu comemorar a data estimulando a reflexão sobre a relevância da mídia em nossas vidas. O convite à participação, autônoma e livre, é dirigido a todos que se sentirem interessados e motivados pela pergunta: “que significado têm os media na nossa vida e como poderiam tornar-se mais significativos?
Um dia com os media é, na verdade, uma "jornada de sensibilização dos portugueses para que reflitam sobre o papel e lugar da mídia em seu dia a dia". A ideia é estimular que todos integrem-se ao projeto e compartilhem no site oficial do mesmo as iniciativas que desenvolveram em escolas, associações, bairros, etc
Como media o projeto entende todos os suportes, tecnologias e ambientes (livro, televisão televisão, cinema, imprensa, Internet, redes sociais, jogos, celulares); os conteúdos, o jornalismo, a publicidade; as instituições mediáticas; os profissionais, formação e associativismo; a regulação, auto-regulação, ética e deontologia; as audiências, usos e praticas sociais. As iniciativas tanto podem focar aspetos parciais como uma perspetiva global. 


A mídia também pode participar a partir da divulgação do evento, da cobertura, de organização de iniciativas próprias, resposta a solicitações de entidades para participar de atividades como colóquios e seminários.
Os promotores de cada iniciativa definirão os resultados que querem alcançar com suas iniciativas. E pelo menos dois centros de investigação pretendem recolher, tratar e divulgar alguns dos materiais produzidos nesse projeto.


O site oferece alguns materiais de apoio que podem ser usados para leitura, reflexão e atividades, como a Declaração de Grünwald Sobre Educação para os Media e o 25+Um - Agenda de Atividades de Educação para os Media que já compartilhamos aqui no blog! Veja mais em: http://www.literaciamediatica.pt/umdiacomosmedia/materiais-de-apoio
A promoção de Um dia com os media é de: 
Apresentação do projeto: Um Dia com os Media
Terá lugar no dia 3 de maio, data em que, por iniciativa da ONU, se evoca a liberdade de Imprensa e de expressão. Num tempo em que as tecnologias e plataformas digitais permitem, como nunca, que os cidadãos se exprimam no espaço público, faz sentido que o olhar crítico e participativo relativamente aos media seja, ele próprio, um exercício de liberdade, num espírito positivo de contribuir para a melhoria dos media que temos.
O desafio é lançado a todo o tipo de instituições: bibliotecas, meios de comunicação, escolas, instituições do ensino superior, grupos de alunos, centros de investigação e formação, associações, universidades de seniores, movimentos, igrejas, autarquias, entre outros.
Que fazer para participar nesse dia? A proposta é que tomando como mote “Um dia com os media”, se realize uma atividade, um jogo, um ato criativo, através do qual se responda à pergunta: que significado têm os media na nossa vida e como poderiam tornar-se mais relevantes? Através da palavra – em direto e ao vivo - ou através do som, da imagem, do multimédia, recorrendo aos meios tradicionais ou às redes sociais, façamos ouvir a nossa voz. Sem esquecer que, para que todos possam falar, é importante, também, aprender a ouvir.
E para que todos tomem conhecimento das iniciativas em curso, basta inscrevê-las no site: www.literaciamediatica.pt/umdiacomosmedia
Contacto com os organizadores: umdiacomosmedia@gmail.com
Fonte: http://www.literaciamediatica.pt

Alfabetização de Notícias - Novo livro dá ênfase ao papel cívico das informações

Primeiro livro com a frase "Alfabetização de notícias" no título, e editado por Paul Mihailidis, "News Literacy: Global Perspectives for the Newsroom and the Classroom" (Mass Communication and Journalism), dá ênfase ao papel cívico das informações.



"News Literacy: Global Perspectives for the Newsroom and the Classroom" (Alfabetização de Notícias - Perspectivas Globais para a Redações e Salas de Aula), de Paul Mihailidis reúne estudiosos, educadores e produtores de mídia para explorar novas abordagens e pensar, analisar, avaliar os novos meios e o engajamento cívico em torno de questões fundamentais como:


Quais são as questões mais prementes em notícias, mídia e cultura numa era global midiática convergente e digital? Quais são as melhores práticas educacionais para promover a compreensão da alfabetização midiática, o engajamento e a expressão através das fronteiras e culturas?


O livro irá preparar futuros profissionais da mídia (e cidadãos) para abraçar novos ambientes de mídia que poderão, simultaneamente, capacitar sua arte e sua voz cívica.


Isso significa ensinar não apenas sobre as várias maneiras como as novas tecnologias são usadas e com que fim, mas também como essas ferramentas podem permitir melhor engajamento com o público, mais diálogo com as comunidades, e uma compreensão mais sutil de como a informação é processada através de novas plataformas de mídia.


Essa abordagem pode fortalecer uma paisagem informacional mais ativa, colaborativa e poderosa para a era digital.


Veja abaixo o comecinho da Introdução de Paul Mihailidis:


Fonte: Resenha da editora

Conferência Internacional de Cinema de Viana – Cinema e Escola



A Conferência Internacional de Cinema de Viana – Cinema e Escola será realizada em Viana do Castelo, Portugal, no dia 11 de maio de 2012, na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, organizada pela Associação AO NORTE em conjunto com a Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, o CEMRI – Universidade Aberta e o CEL / CELCC – Instituto Superior da Maia, no âmbito dos XII Encontros de Viana – Cinema e Vídeo (8 a 13 de maio).



Objetivos
Pretende-se na Conferência Internacional de Cinema de Viana - Cinema e Escola criar um espaço de reflexão, partilha de experiências e construção de uma comunidade internacional de interesses e realizações em torno desta temática visando:
 Promover o confronto de olhares entre estudos e experiências vividas na escola pelos seus diversos atores e a representação cinematográfica da escola e dos seus atores.
 Refletir sobre as possibilidades educativas do cinema ou da possibilidade de educar para o cinema na escola a partir da apropriação / fruição, análise e produção em contextos de formação e animação social, cultural e artística.
 Apreender o cinema como complexo processo de mudança na linguagem, nas tecnologias, na economia, nos objetos que aborda, nas histórias que conta.
 Problematizar o tema das migrações e da interculturalidade a partir do estudo e análise das obras cinematográficas.


Temas
Representações da escola no cinema
O cinema representa a escola, os professores, os alunos, as hierarquias, processos de ensino de formas muito diversificadas. Pretendemos trazer para a discussão o modo como a escola é representada no cinema. A escola e seus atores. A escola como um lugar de conflito, de poder, de resistência, de conhecimento. A escola como um lugar de construção e negociação de identidades. Como um lugar de produção de (des)igualdades sociais, culturais. Uma instituição de transição da vida familiar para o mundo.

Práticas de cinema na escola
Desenvolvem-se na escola múltiplas práticas de cinema – o visionamento e análise de filmes, os clubes de cinema, a utilização das tecnologias na produção de documentos audiovisuais, a escrita dos filmes ou acerca dos filmes. O cinema em todos os seus estados entra na escola e transforma-a. Pretendemos debater e partilhar as práticas de cinema desenvolvidas na escola do jardim de infância à universidade, da prática lúdica à observação científica, da observação à criação de imaginários. Cinema enquanto instrumento e objeto de conhecimento, meio de comunicação e meio de expressão de pensamentos, arte e sentimentos?


Cinema, migrações e interculturalidade
As migrações e as relações entre culturas perpassam de formas muito diversificadas o cinema. O cinema é uma arte do movimento das imagens, das pessoas que o fazem, das pessoas que nele são representadas. Pretendemos problematizar sobre o modo como as migrações e a interculturalidade têm despertado a atenção da produção audiovisual. Como é que as migrações e a interculturalidade são representadas no cinema. Em que medida as imagens (visuais e o imaginário global) trazem contributos conceptuais e metodológicos para perspectivar os desafios da interculturalidade?


Cinema e novas tecnologias
O cinema é um processo mutante. Na sua história centenária incorporou muitas mudanças tecnológicas, na organização da produção, no financiamento. No entanto, nunca como na época atual as mudanças foram tão rápidas e tão profundas. Perguntamo-nos o que muda e persiste no cinema e no pós-cinema, no cinema com as novas tecnologias, no cinema digital, interativo ou nos vídeo jogos como prolongamento ou continuidade do cinema, ou no homem e no imaginário representado nas imagens tecnológicas? Que mudanças no modo de fazer os filmes, de ver os filmes ou de criar ou recriar os imaginários?



Data e local
A Conferência Internacional de Cinema de Viana – Cinema e Escola tem lugar na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, no dia 11 de maio de 2012, e ocorre no âmbito dos XII Encontros de Viana – Cinema e Vídeo.
9.00h/9.30h – Receção aos participantes
9.30h/13.30h – Abertura e sessões da manhã
15.00/19.00 – Sessões da tarde e encerramento

Comunicações
Os resumos das comunicações devem ser enviados para o Secretariado da Conferência (aonorte@nortenet.pt) até 31 de março. Os resumos serão avaliados pela Comissão Científica da Conferência e a Comissão Organizadora comunicará por e-mail a aceitação ou não da comunicação. 30 de abril é a data de limite para envio da comunicação final.

Inscrições
As inscrições devem ser feitas até 27 de abril através do preenchimento e envio do formulário juntamente com o pagamento.
O preço da inscrição é de 10 euros (15 euros com almoço) para o público em geral e de 5 euros (10 euros com almoço) para estudantes. Para os alunos e docentes das entidades organizadoras e para os sócios da AO NORTE a inscrição é gratuita (mas tem de ser formalizada).
Os estudantes devem anexar uma fotocópia do cartão de estudante ou uma declaração do
estabelecimento de ensino que frequentam.
No preço da inscrição está incluída a documentação da Conferência, o certificado de presença e a participação nas sessões dos Olhares Frontais dos XII Encontros de Viana – Cinema e Vídeo. Informações: http://www.ao-norte.com/


Organização
Associação AO NORTE, Câmara Municipal de Viana do Castelo, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, CEMRI – Universidade Aberta e CEL / CELCC – Instituto Superior da Maia.


Fonte: http://www.ao-norte.com/