sexta-feira, 28 de setembro de 2012

2º Congresso Internacional Comunicação e Consumo – COMUNICON 2012 acontece dias 15 e 16/10



Com o tema "Comunicação, consumo e ação reflexiva: caminhos para a educação do futuro", ocorrerá nos dias 15 e 16 de outubro o 2º Congresso Internacional Comunicação e Consumo – COMUNICON 2012, que engloba um Simpósio Internacional e um Encontro de Grupos de Trabalho em Comunicação e Consumo (GTs). Neste ano o evento, que é uma iniciativa do PPGCOM-ESPM, ocorrerá nas dependências da própria ESPM-SP. 

A programação e formas de inscrição podem ser vistas no site:http://ppgcom.espm.br/comunicon.


Fonte: Mídias na Educação - ECA/USP

Eu Quero Minha Biblioteca!!!


Acesse o material de mobilização dessa campanha e faça com que a Lei 12.244/10 seja cumprida e todas as escolas brasileiras tenham suas bibliotecas!
http://www.euquerominhabiblioteca.org.br/mobilize_se

Estudiantes del Máster de Comunicación y Educación desarrollan productos y estrategias de Alfabetización mediática


estudiantes MCE1.JPG
Este septiembre los estudiantes del Máster Internacional de Comunicación y Educación iniciaron la segunda etapa lectiva del curso, cuya carga académica consiste  fundamentalmente en la realización de proyectos de comunicación y educación en el espacio de Talleres. Los estudiantes del máster presencial organizan sus trabajos en cuatro talleres: Radio EducativaProducción Audiovisual,Campañas, y el taller de InteractivosEscuela de Alfabetización Mediática.

Los cuatro grupos eligieron como punto de partida para sus proyectos diversas problemáticas asociadas al uso de los medios, como la alfabetización mediática, lalectura crítica de los medios y las TIC en la escuela.
En el taller Producción Audiovisual, un equipo del Máster produce cápsulas de vídeo de corta duración sobre los principios y aplicaciones del lenguaje audiovisual. Los estudiantes trabajan actualmente en los guiones y posteriormente realizarán la grabación y la post producción, durante los meses de octubre y noviembre.
Según José Martínez Abadía, profesor coordinador de este taller, los trabajos pretenden introducir "una reflexión motivadora para generar debate (...) a través una forma novedosa y original".
En el taller de Radio Educativa, los estudiantes están desarrollando dos cápsulas, a modo de productos piloto de una serie. Con ellas "se pretende experimentar con el potencial informativo y expresivo del lenguaje sonoro", según Juan José Perona, coordinador de este taller.
Una de las cápsulas radiales aborda un tema de Comunicación y Educación a través de la recreación de un hecho histórico relevante; la otra, versa sobre alfabetización mediática e intenta explicar el uso de la música en la comunicación audiovisual. Ambas cápsulas están enfocadas fundamentalmente a alumnos de secundaria.
El taller de Interactivos: Escuela de Alfabetización Mediática ha elegido también la educación en temas de tecnologías de la información y la comunicación para el desarrollo de sus productos comunicativos. Según Santiago Tejedor, su coordinador, "estamos trabajando en la búsqueda, la reflexión y la propuesta de materiales multimedia interactivos que contribuyan a facilitar la integración del uso de las TIC en el desempeño cotidiano de los docentes".
El Taller de la Cátedra UNESCO, por otra parte, se ha planteado el desarrollo de dos Campañas y/o Proyectos Multisoporte para promover la Alfabetización mediática e informativa y el Diálogo Intercultural en distintos aspectos.
Este taller ha puesto en marcha dos campañas educativas. La primera de ellas está dedicada a la promoción de la equidad de género, con el slogan "¿Cómo te ves? Tu reflejo en los medios". Según Mireia Pi, coordinadora del taller, se trata de una campaña para promover el desarrollo de una mirada crítica ante los medios en cuanto a los estereotipos de género. Se dirige a jóvenes de 14 a 16 años e incluye la realización de tres clips audiovisuales y su difusión a través de las redes sociales.
La segunda campaña que se desarrolla en el marco de este taller está orientada a la reflexión sobre el uso de las redes sociales con fines educativos. El objetivo es conseguir que los jóvenes conozcan el uso eficiente de estos medios en el ámbito educativo y utilizará los propios medios digitales como soporte, a través de estrategias SEO y la inclusión de anuncios de pago.
El primer semestre finalizó con la realización del Espacio EVADE (sesiones de evaluación, reflexión y debate) dedicado a laSociedad del Conocimiento, y una evaluación parcial que los estudiantes superaron exitosamente.
Fonte: Gabinete de Comunicação e Educação - UAB

IV Encontro Brasileiro de Educomunicação acontece de 25 a 27/10 em SP


10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo será realizado de 8 a 10/09, na PUC-PR, em Curitiba



O 10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, que será realizado de 8 a 10 de novembro na PUC-PR, em Curitiba, vai contar com 158 comunicações livres e 12 comunicações coordenadas. Ao todo 138 pareceristas trabalharam na avaliação dos trabalhos, sob a coordenação da diretoria científica da SBPJor, Luciana Mielniczuk. Confira a lista dos trabalhos individuais e das coordenadas aprovados.
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Já a avaliação dos trabalhos do II JPJor envolveu 52 pareceristas, segundo os coordenadores Josenildo Guerra e Victor Gentilli. Em 2012 foram aprovados 94 trabalhos de pesquisa em Jornalismo na graduação.
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Os aprovados devem realizar suas inscrições. De acordo com as normas do evento, para que o texto integre os anais do 10º Encontro e do II JPJor, o pagamento da taxa de inscrição deve ser feito até 08 de outubro.

As inscrições para o 10º Encontro de Pesquisadores em Jornalismo e o II Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo (II JPJor) terão desconto até o dia 30/09. A ficha  de inscrição está disponível em http://www.sbpjor.org.br/sbpjor/evento/2012Após essa data, há novo valor de inscrição. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Notícia em quadrinhos


As HQs começam a despontar como veículo alternativo para informações jornalísticas. Apesar disso, ainda há discussão no meio sobre o que exatamente o jornalismo em quadrinhos engloba.
Por: Fred Furtado
Publicado em 26/09/2012 | Atualizado em 26/09/2012
Notícia em quadrinhos
Quadrinho de ‘Palestina’, publicado originalmente entre 1993 e 1995, é o primeiro trabalho do ilustrador Joe Sacco, considerado o pioneiro do jornalismo em quadrinhos. (imagem: reprodução)
Super-heróis, personagens humorísticos, histórias infantis. Se você acha que esses são os únicos temas que encontrará em uma história em quadrinhos, vai se surpreender. Desde a década de 1990 – ou mesmo antes disso, dependendo da definição –, a arte sequencial vem ganhando espaço como plataforma jornalística.
A expressão ‘jornalismo em quadrinhos’ se cristaliza com os trabalhos do jornalista e ilustrador nascido em Malta e radicado nos Estados Unidos Joe Sacco, que transformou suas viagens ao Oriente Médio e aos Balcãs em livros-reportagens em quadrinhos. Seu primeiro trabalho nessa linha, Palestina (publicado originalmente entre 1993 e 1995 em fascículos), ganhou em 1996 o Prêmio Literário Norte-americano (American Book Award).
“Nos seus trabalhos, Sacco tem o compromisso da apuração. Ele observa a situação, analisa os dois lados, pondera e escreve o que vê. Isso caracteriza o jornalismo”, diz o ilustrador Felipe Muanis, professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense.
“Nos seus trabalhos, Sacco tem o compromisso da apuração. Ele observa a situação, analisa os dois lados, pondera e escreve o que vê. Isso caracteriza o jornalismo”
O jornalista Augusto Paim, autor de dois trabalhos em quadrinhos e organizador do 1º Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos (EIJQ), realizado em 2010, completa: “Sacco percebeu que o desenho dá um novo nível de profundidade e torna temas difíceis mais acessíveis”.
O formato, no entanto, não se adequa a uma cobertura diária, que requer um ritmo acelerado de produção de notícias. Nesse sentido, por demandar mais tempo, o jornalismo em quadrinhos se assemelha mais à vertente literária do ofício. “É por isso que ele também é chamado de ‘novo novo jornalismo’”, revela Paim.
Para Muanis, uma das grandes vantagens do jornalismo em quadrinhos é abalar a máscara de imparcialidade e objetividade da atividade jornalística tradicional. “Jornalismo imparcial é impossível, mas os veículos de notícia têm esse vício de esconder sua subjetividade e muitos leitores, até mesmo jornalistas, têm essa ilusão. Nos quadrinhos, o desenho e o texto explicitam que aquela é a visão do autor”, observa.

Paradigma Sacco

Embora Sacco tenha dado o tom do que seja considerado jornalismo em quadrinhos, isso não quer dizer que não houvesse experiências nesse sentido antes. De fato, há uma longa lista do uso de arte sequencial para transmitir informações de cunho jornalístico, como os trabalhos do desenhista italiano Angelo Agostini (1843-1910), considerado um dos primeiros cartunistas no Brasil.
No entanto, Muanis e Paim não consideram esses trabalhos como jornalismo em quadrinhos propriamente, e sim como histórias em quadrinhos que têm características de documentário. Isso incluiria trabalhos como relatos de viagem, autobiografias e biografias, entre outros. Persépolis, da iraniana Marjane Satrapi, e Maus, do norte-americano nascido na Suécia Art Spiegelman – primeira história em quadrinhos a ganhar o prêmio Pulitzer (1992) – seriam exemplos de trabalhos documentais.
designer gráfico Aristides Corrêa Dutra, cuja tese de mestrado defendida na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2003 teve como foco o jornalismo em quadrinhos, discorda dessa abordagem. Ele afirma que isso é usar um conjunto de parâmetros mais rígido do que o aplicado ao jornalismo tradicional.
“Usar Sacco como paradigma é limitante, porque um jornal impresso, por exemplo, não é composto apenas de reportagens investigativas, que é o que ele faz”
“Usar Sacco como paradigma é limitante, porque um jornal impresso, por exemplo, não é composto apenas de reportagens investigativas, que é o que ele faz. Há cadernos de cultura e viagem, colunas de fofocas... enfim, uma diversidade de métodos e objetos”, pondera Dutra, professor das universidades Veiga de Almeida e Cândido Mendes.
Dutra acrescenta que, para alguns grupos teóricos, o jornalismo em quadrinhos sempre existiu e se chama cartum, embora pela definição corrente uma história em quadrinhos deva ter pelo menos dois quadros e uma passagem entre eles, seja de tempo, de ação ou outra qualquer.

Apogeu ou fim?

O jornalismo em quadrinhos ainda não está consagrado, mas já há um aumento de interesse dos jornais e mesmo da academia, com teses de pós-graduação, como a de Dutra, sendo redigidas sobre o assunto. Nos Estados Unidos, o jornalista Dan Archerse descreve como sendo um repórter em quadrinhos.
Já Paim criou uma lista de discussão e organizou o 2º EIJQ, que acontecerá em Curitiba entre os dias 24 e 27 de outubro próximo. “Tanto a lista como o encontro são espaços para discutir o jornalismo em quadrinhos. Eu os criei, porque percebi que havia uma carência: todos gostavam, mas ninguém discutia”, explica.
Junto com o artista MauMau, Paim fez uma reportagem em quadrinhos sobre a ocupação das favelas do Rio em 2011 que foi publicada no Cartoon Movementsitecom sede na Holanda e que reúne cartuns e reportagens em quadrinhos.
Inside the Favelas
A história 'Inside the Favelas', de Augusto Paim e MauMau, fala sobre a ocupação das favelas no Rio de Janeiro e é um exemplo de jornalismo em quadrinhos nacional. (imagem: reprodução)
Outra matéria do gênero no Brasil é ‘O incrível mensalão’, de Angeli e Mario Cesar Carvalho, publicada na Folha de São Paulo no dia 19 de agosto deste ano. “No Japão, há um site de mangás – como são chamados os quadrinhos japoneses – jornalísticos”, conta Paim.
Segundo Muanis, nos últimos 12 anos o jornalismo em quadrinhos vem crescendo. “De certa maneira, estamos vendo o movimento inverso: depois dos jornais se apropriarem dos quadrinhos, agora são estes que invadem a arena dos veículos de notícia tradicionais afirmando-se como meios independentes”, observa o ilustrador.
Para Dutra, ainda não dá para saber se essa explosão de criatividade é o apogeu do jornalismo em quadrinhos ou seu ‘canto do cisne’. “No momento, há muita experimentação na área, mas não sabemos se é um prelúdio para a consolidação desse estilo ou se é algo que levará ao seu esgotamento”, considera.
Fred Furtado

Eu quero minha biblioteca!!!



Participe você também da campanha capitaneada pelo Instituto Ecofuturo, com a parceria de várias instituições, para a garantia da lei 12.244/10. você pode fazer a diferença mobilizando seus parceiros e divulgando a campanha nas redes sociais. conheça mais sobre a campanha eu quero minha biblioteca!!!! nós apoiamos!

A CAMPANHA

EM MARÇO DE 2010, A SANÇÃO DA LEI 12.244/10 GARANTIU UM DIREITO INALIENÁVEL: ATÉ 2020 TODAS AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO PAÍS, PÚBLICAS E PRIVADAS, DEVERÃO TER BIBLIOTECA. SUA EFETIVIDADE, PORTANTO, TEM DE SER TRATADA COMO PRIORIDADE NACIONAL.

Há recursos públicos para a educação que podem garantir a criação e a manutenção de bibliotecas em escolas públicas. Portanto, a convicção de que, com a cooperação entre os diversos setores, a democratização do acesso às legislações e recursos existentes e o controle social pela população, será possível planejar caminhos que garantam a efetivação da lei e que assegurem, em 2020, que as metas estabelecidas em 2010 sejam cumpridas, motivou a coalizão, por iniciativa do Instituto Ecofuturo, de organizações que desenvolvem trabalho de referência nas áreas de educação, leitura e biblioteca:Academia Brasileira de Letras, Conselho Federal de Biblioteconomia, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Instituto de Co-Responsabilidade pela Educação, Movimento por um Brasil Literário, Instituto Ayrton Senna, Rede Marista de Solidariedade e Todos pela Educação.

A CAMPANHA EU QUERO MINHA BIBLIOTECA TEM O OBJETIVO DE DIVULGAR AMPLAMENTE ESSAS INFORMAÇÕES AOS GESTORES PÚBLICOS, AOS CANDIDATOS ÀS ELEIÇÕES MUNICIPAIS, EM ESPECIAL, AOS DIRIGENTES DE ENSINO, AOS PROFESSORES, À SOCIEDADE CIVIL E AOS CIDADÃOS BRASILEIROS.

POR QUE TER UMA BIBLIOTECA EM ESCOLA
"Letramento em leitura é a compreensão, o uso e a reflexão sobre textos escritos para alcançar objetivos pessoais, desenvolver o conhecimento e potencial individuais e participar plenamente da vida em sociedade.”
Pisa.

Segundo a Prova ABC 2011 (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização), avaliação inédita da qualidade da alfabetização das crianças que concluíram o 3º ano (2ª série), apenas 48,6% dos alunos da rede dos governos municipal e estadual alcançam os níveis de leitura esperados para o 3º ano do Ensino Fundamental.

OU SEJA, MAIS DA METADE (51,4%) DOS ESTUDANTES NÃO SABE TIRAR O TEMA DE UM TEXTO QUE LÊ.

Outra pesquisa, Retratos da Leitura do Brasil que tem a finalidade de estudar o comportamento leitor do brasileiro e o acesso à biblioteca no país, revelou em 2012 que, comparativamente com a pesquisa anterior, realizada em 2007, crianças e adolescentes estão lendo menos livros e que, entre os 5 e 17 anos, as bibliotecas escolares estão à frente de qualquer outra forma de acesso ao livro (64%), o que mostra a relevância de haver boas bibliotecas nos colégios brasileiros.

Resultados em Leitura do SAEB 2003 (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) para a 4ª série (atual 5º ano) indicam proficiência de 168 pontos quando até 25% dos alunos da escola fazem uso da biblioteca e de 181 pontos quando mais de 75% dos alunos a utilizam regularmente. Quando a biblioteca escolar tem um responsável, a média aumenta, e, quando os professores realizam atividades dirigidas nesse ambiente, há ganhos importantes e significativos na aprendizagem (Relatório INEP, pág. 62).

Logo, é preciso, mais do que tudo, um amplo trabalho de cooperação, de atuação conjunta da sociedade: juntas, pessoas e organizações não governamentais atuando direta ou indiretamente com a causa da leitura e reconhecendo a importância da cooperação e da disseminação de informações para viabilizar bibliotecas em escolas que ofereçam atendimento de excelência. Deve-se pensar o acervo de forma a compor um estimulante conjunto inicial de livros, bem como prever sua constante renovação e atualização, para manter e atrair o interesse de seus frequentadores. É igualmente fundamental considerar a integração da biblioteca ao projeto pedagógico da escola, desde o horário de funcionamento – incluindo o período noturno – até a realização de um planejamento ajustado à disseminação da leitura literária, que atenda e vá além da demanda curricular. E também é importante a presença de profissionais preparados – com garantias de permanente requalificação – tanto para a organização dos espaços como para assessorar o leitor.

COMO RESULTADO, ESPERAMOS OBTER O COMPROMISSO DOS NOVOS PREFEITOS COM A EFETIVIDADE DA LEI E CONTRIBUIR PARA A CONSTRUÇÃO CONJUNTA DE PROPOSTAS PARA O APRIMORAMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS NA ÁREA DE LEITURA NO PAÍS.

‘A escola é o lugar que atrasa o século 21’


Do Site Porvir
Não importa muito como ela seja chamada: educação 3.0, educação para o século 21, educação para a vida. Mas a verdade é que muitos educadores já perceberam que os sistemas educacionais precisarão se adaptar se quiserem formar alunos capazes de lidar com a quantidade de informação hoje acessível, hábeis em administrar problemas cada vez mais complexos e prontos para serem atuantes em um mercado que exige habilidades que não ensinadas nos livros. Cientes desse descompasso entre o que a escola oferece e o que o mundo exige, um grupo de especialistas decidiu formar oGelp (Global Education Leaders’ Program) para discutir problemas reais de sistemas educacionais espalhados pelo mundo e suas possíveis soluções.
“Não há uma resposta única nem um só modelo a ser seguido”, diz David Albury, diretor de design e desenvolvimento do Gelp. O britânico, que foi conselheiro do primeiro-ministro para assuntos estratégicos entre 2002 e 2005, vem conversando com alunos e educadores e conhecendo modelos em todo o mundo. Diante do que tem visto, Albury encontra três tendências importantes para a educação do século 21personalização, aprendizado baseado em projetos e avaliação por performance.



A personalização, explica ele, não quer dizer necessariamente a adoção de plataformas educacionais on-line, mas a configuração do aprendizado para necessidades de cada aluno. “A tecnologia é parte essencial nesse processo, mas não é o processo”, afirma ele. Como exemplo de escola que desenvolve um ensino personalizado, Albury cita a escola sueca Kunskapsskolan, em que os alunos desenvolvem, com a ajuda de tutores, seus planos individuais de estudo adequado às suas paixões e afinidades, com metas claras, que podem ser acompanhadas ao longo do ano.
O aprendizado baseado em projetos, afirma Albury, tem sido uma escolha que escolas ou grupos de escolas têm feito para desenvolver habilidades nos alunos de maneira menos “compartimentalizada”. Nessa abordagem, os alunos precisam desenvolver um projeto e, durante o processo, aprendem conceitos das mais diversas disciplinas, trabalham em equipe, tomam decisão. Apesar de ser uma tendência, diz o britânico, ele não conhece nenhum sistema público de ensino que use o formato em todas as suas escolas. “Não precisa ser adotado em sistemas inteiros. Isso pode acontecer de forma piloto”, afirma. “Não podemos esperar que os sistemas já comecem perfeitos. Leva tempo para acertar, as pessoas cometem erros.”
Já sobre as avaliações por performance, afirma ele, surgem na tentativa de medir e reconhecer habilidades que os testes de múltipla escolha não conseguem. “Como é que eu avalio se um aluno é criativo? Ou se ele é bom em resolver problemas da vida real?”, pergunta Albury. Essa questão, que tem afligido líderes educacionais de todo o mundo, não está respondida, mas há algumas tentativas, diz o inglês, de usar colegas, família e comunidade na construção de novas formas de avaliar.


Outra realidade que tem se tornado cada vez mais clara é que processos educativos muito ricos têm ocorrido fora da escola. Albury conta que esteve em uma reunião com alunos canadenses de 13 anos. Um deles lhe disse: “Quando eu venho para a escola, eu sinto que eu estou sendo desempoderado. Fora da escola, eu tenho acesso a várias fontes de informação. Na escola, eu tenho um professor, um livro, talvez um computador”. Um colega dele concluiu: “A escola é o lugar que atrasa o século 21”.
Trazer a educação que ocorre fora da escola para dentro é um desafio a mais para os professores, que precisam remoldar a forma como lidam com o ofício. “É também uma questão de identidade dos professores.” Para tanto, a participação das universidades é fundamental. Nesse quesito, diz o especialista, a demografia do Brasil é mais favorável do que a de países europeus, onde há poucos professores se formando e muitos estão em atividade há muitos anos. “Mais difícil do que aprender é desaprender”, afirma Albury.
Equipe brasileira
Formado há quatro anos, o Gelp começou com quatro membros: Ontário (Canadá), Nova York (EUA), Vitória (Austrália) e Inglaterra. No ano passado, o Brasil passou a fazer parte do Gelp, que hoje já tem 13 membros, entre cidades, estados e países. Entre os representantes brasileiros estão a Secretaria Municipal do Rio e as estaduais de São Paulo, Goiás e Pernambuco. Os participantes se encontram duas vezes por ano e, virtualmente, compõem uma rede com atividades ao longo do ano. Em novembro, o Rio de Janeiro será anfitrião do segundo encontro de 2012.

Professora recria série policial em sala de aula


Professora recria série policial em sala de aula

Néstor García Canclini: vida e obra



O Canal 22, uma emissora de televisão do Conselho Nacional para a Cultura e Artes do governo do México, produz um interessante programa chamado "Argenmex", que é o termo pelo qual são conhecidos os argentinos que se exilaram, principalmente por questões políticas, no México e que, muitas vezes, criaram raízes neste país. O antropólogo Nestor García Canclini é tema de um dos episódios, acima, que aborda suas contribuições para o estudo da cultura contemporânea e o significado que o México teve nesse tipo de estudo, impactando particularmente na noção de "cultura híbrida".

Fonte: Mídias na Educação - ECA/USP

Robert Darnton no Roda Viva



A entrevista com o historiador e diretor executivo das bibliotecas de Harvard Robert Darnton para o programa Roda Viva, veiculada na última segunda-feira, já está on-line -- você pode vê-la acima. Nela, discute-se a história, a tecnologia e o futuro do conhecimento na era digital. Para Darnton, vivemos num momento comparável ao da introdução da imprensa, ou mesmo à epoca da invenção do alfabeto e da escrita. O historiador vê no atual e acelerado panorama de introdução de tecnologias duas tendências: um potencial para maior acesso à informação pelos indivíduos e um vetor de comercialização com possíveis monopólios privados relativos ao acesso aos materiais em formato digital. Desse modo, as duas tendências comporiam um paradoxo, já que a comercialização pode minar a democratização do conhecimento digitalizado. 

Os livros vão morrer? Para Darnton, essa pergunta tende a colocar em contraposição os livros digitais aos em formato tradicional, e estes podem conviver com aqueles; nesse sentido, ele nota que as estatísticas que mostram que cada vez mais livros impressos são publicados no mundo todo, portanto, os livros estão longe de serem uma mídia em risco. 

Além disso, e entre outras discussões interessantes, Darnton fala da importância dos meios de comunicação para os historiadores, comenta uma iniciativa de biblioteca digital pública, financiada por fundações do EUA, que deverá ser inaugurada, em etapa inicial, em abril de 2013, e fala de seu trabalho atual sobre o tema da censura.


Fonte: Mídia na Educação - ECA/USP

Dois sorrisos



Hoje resolvi postar uma música em homenagem à banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, afinal, este blog é também de cultura! Espero que curtam!

Este clipe foi resultado da ação Móveis "Cupido"s de Acaju, realizada em Brasília no dia 12 de junho de 2011. Ao longo do dia dos namorados, o Móveis em parceria com o cantor Leoni, se viraram e encantaram vários casais apresentando a música inédita em serenatas sob encomenda via skype para todo Brasil.

Direção: Steve ePonto
Produção: Conspiração Concept + Lojinha de Filmes

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Conheça a obra de Manuel Castells


http://www.manuelcastells.info/es/index.htm - Proyecto desarrollado conjuntamente entre la Universitat Oberta de Catalunya y la Fundación Telefónica. Desde esta web tendréis acceso directo a la consulta de la producción científica del profesor Manuel Castells, formada por libros, capítulos de libro, artículos, informes de investigación, conferencias y ponencias, discursos como doctor honoris causa y conferencias magistrales. El fondo también incluye el material producido por diferentes medios de comunicación, así como los principales estudios realizados sobre su obra.

Acesse o Manual de Alfabetização Mediática e Informacional da Unesco

Vale a pena relembrar que a Unesco publicou um Manual sobre Alfabetização Mediática e Informacional' voltado a educadores. 

Para fazer o download da publicação, que está disponível em inglês, francês, espanhol e árabe, basta clicar no link: http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information/resources/publications-and-communication-materials/publications/full-list/media-and-information-literacy-curriculum-for-teachers/ 

Abaixo, a explicação sobre a publicação que está no site da Unesco:


This Media and Information Literacy Curriculum for Teachers is an important resource for Member States in their continuing work towards achieving the objectives of the Grünwald Declaration (1982), the Alexandria Declaration (2005) and the UNESCO Paris Agenda (2007) – all related to MIL.
It is pioneering for two reasons. First, it is forward looking, drawing on present trends toward the convergence of radio, television, Internet, newspapers, books, digital archives and libraries into one platform – thereby, for the first time, presenting MIL in a holistic manner. Second, it is specifically designed with teachers in mind and for integration into the formal teacher education system, thus launching a catalytic process which should reach and build capacities of millions of young people.
UNESCO has left no stone unturned in ensuring that a systematic and comprehensive approach be employed in the preparation of this MIL Curriculum for Teachers. The process included drafting, reviewing and validating by experts from a wide range of domains such as media, information, ICTs, education, and curriculum development.
This publication is divided into two parts. Part 1 provides the MIL Curriculum and Competency Framework, which gives an overview of the curriculum rationale, design and main themes. It is complementary to the UNESCO ICTs Competency Framework for Teachers (2008). Part 2 includes the detailed Core and Non-Core Modules of the curriculum. The MIL Curriculum for Teachers will be translated into Arabic, French, Russian, Spanish and, eventually, other languages.



Documentário do Prêmio Averroes narra trajetória do professor Chaparro


No último dia 15 de setembro, o professor Manuel Carlos Chaparro, membro do Conselho Curador e ex-presidente da Intercom, recebeu em São Paulo o Prêmio Averroes de 2012. E, a partir dessa distinção, foi lançado na Internet um documentário com depoimentos sobre a vida e a trajetória profissional do professor Chaparro. 
Dentre os entrevistados, está o Presidente de Honra da Intercom, José Marques de Melo, e o diretor da OBORÉ, Sérgio Gomes. A distinção reconhece o pioneirismo e o talento de pesquisadores, professores e profissionais que compartilham conhecimento e foi concedida pelo Hospital Premier/Grupo MAIS e a OBORÉ.
Em sua fala, Chaparro relembra uma das fases de sua vida que julgou como uma das mais importantes. Ele enfrentou a tuberculose óssea e permaneceu por quatro anos, engessado, em um hospital de Portugal. Segundo ele, o período foi marcante, pois aproveitou a internação para ler muitos livros da biblioteca e criou um jornal semanal, que circulou durante um ano.
No depoimento, Chaparro, que é doutor em Ciências da Comunicação e professor de Jornalismo na Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo, relembra ainda como iniciou a carreira de jornalista, na década de 50, e fala dos motivos que o levaram a emigrar para o Brasil, em 1961. “Quando existe censura, não existe jornalismo”, decretou em uma das falas do vídeo, que pode ser visto abaixo:
Fonte: Portal Intercom

domingo, 23 de setembro de 2012

VIII Conferência de Mídia Cidadã acontece dias 24 e 25/09 na UnB



A edição deste ano do evento será realizada na Universidade de Brasília – Faculdade de Comunicação, sobre o tema Mídia, Cidadania e Políticas Públicas, no período de 24 a 25 de setembro de 2012. O encontro reunirá profissionais dos meios de comunicação, pesquisadores da área, acadêmicos, integrantes de movimentos sociais, representantes da sociedade civil, professores e estudantes. A proposta da conferência é debater temas relacionados ao direito à comunicação, a produção de conteúdo pela população, ao protagonismo da sociedade no processo comunicacional e a todos os elementos que compõem a mídia cidadã. Além do debate, o encontro busca promover o diálogo e o intercâmbio entre as pesquisas acadêmicas e as experiências inovadoras da sociedade civil de produção de mídia que enfatizem uma prática cidadã.

A promoção do evento é da Rede Brasileira de Mídia Cidadã e Cátedra UNESCO/UMESP de Comunicação para o Desenvolvimento Regional, a realização é da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília – UnB, com apoio da Fundação Darcy Ribeiro, Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política – NEMP/UnB, Núcleo de Estudos sobre Saúde Pública – NESP, SOS Imprensa, Agência 296, e patrocínio do Laboratório de Políticas de Comunicação – LAPCOM - UnB.

Programação


24 de setembro
HoraAtividade
8:00Recepção e Credenciamento
Local: Memorial Darcy Ribeiro

9:30Mesa de Abertura
Performance Literária dos escritores André Giusti, José Rezende Jr. e Nicolas Behr.
Local: Auditório Memorial do Darcy Ribeiro – Beijódromo

10:15Debate: Mídia, Cidadania e Políticas Públicas
com Leandro Fortes (Carta Capital), Luiz Gonzaga Motta (FAC/UnB), Murilo Ramos (FAC/UnB) e Antonio de Andrade (Cátedra Unesco/Umesp)
Local: Auditório Memorial Darcy Ribeiro - Beijódromo

12:00Intervalo
14:00Grupos de Trabalhos - GTs
Local: Faculdade de Comunicação - FAC
Salas  3, 4, 7, 8, 9, 10, 11 e 13

15:00Oficina Rádio Dissonante:
Faça você mesmo sua rádio na internet

com Marcelo Arruda
Local: Faculdade de Comunicação - FAC
Sala de Extensão


18:00Mesa redonda – Mídia, Cidadania e Saúde
com Fátima de Sousa (NESP/UnB), Ana Valéria Mendonça (NESP/UnB), Wilma Madeira (Fiocruz/RJ/GT Com ABRASCO) e Alexandre Boer (SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade/RS)
Local: Memorial Darcy Ribeiro - Salas 3/4

18:00Mesa redonda – Mídia, Cidadania e Educação:
Vicente Faleiros (UnB), Vera Verônica e Tiago Quiroga (UnB)

Local: Auditório Memorial Darcy Ribeiro - Beijódromo

20:00Apresentação Cultural
Local: Auditório Memorial Darcy Ribeiro - Beijódromo


25 de setembro
HoraAtividade
9:00Debate Comunicação e Cidadania na América Latina
com Gabriel Kaplún  (Universidad de la República, Uruguai); Martin Becerra (Universidad Nacional de Quilmes, Argentina),  Mauro Porto (Fundação Ford) e Fernando Paulino (Mediação -FAC/UnB)
Local: Auditório Memorial Darcy Ribeiro - Beijódromo

10:30Debate Comunicação Pública e Cidadania: relatos de experiências
Sueli Navarro (Câmara dos Deputados), Nelson Breve (EBC), Batista Filho (Rádio Comunitária Utopia-FM), Jean Jacques Fontaine (Jequitibá), Luis Martins (FAC-UnB) e Fernando Paulino (Mediação-FAC-UnB)
Local: Auditório Memorial Darcy Ribeiro - Beijódromo

12:30Intervalo
14:00Grupos de Trabalhos - GTs
Local: Faculdade de Comunicação - FAC
Salas  3, 4, 7, 8, 9, 10, 11 e 13

Oficina Rádio Web Saúde com Grasiela Souza e Raelma Paz Silva
Local: Sala de Extensão - FAC


18:00Mesa-redonda Mídia e Direitos Humanos
Com Liv Sovik (UFRJ), Malu Moura (PUC-GO) e Nilza Iraci (Geledés)
Local: Auditório Memorial Darcy Ribeiro - Beijódromo

19:30Cerimônia de Encerramento
Local: Auditório Memorial do Darcy Ribeiro – Beijódromo

20:00Plenária Rede Mídia Cidadã
Local: Memorial Darcy Ribeiro


Artigos que serão apresentados:
GT 1
Coordenadoras: Fabíola Calazans e Fernanda Martineli
Autor
Título

Sâmia Bechelane Cordeiro de Melo

Públicos em rede: mobilização local para a I Conferência Nacional de Comunicação

Mariana Reis Mendes

Redes sociais e comunicação pública: o Twitter como meio de comunicação oficial dos estados da Região Norte

Paulo Henrique Soares Almeida

Twitter, Política e Representações Sociais

Clarissa Corrêa Henning

Compartilhamento como prática de resistência na cibercultura

Bruno Soares, Fernanda Martineli

Lomografia, Juventude e Consumo: do analógico ao digital e vice-versa

Vivian Rodrigues de Oliveira

O crowdsourcing a frente da mídia colaborativa e democrática: uma perspectiva cidadã para a Web 2.0

Juliana Soares Mendes, Leyberson Lelis Pedrosa

Desafios no fomento da accountability em rádios web livres do Projeto Dissonante

Pereira de Sousa

Rádio Web Saúde: Um novo jeito de falar sobre saúde

Joana Brandão Tavares

O global na aldeia: financiamentos de novas tecnologias de informação e comunicação para cibermeios de autoria indígena

Norberto Kuhn Junior

PARTICIPAÇÃO CIDADÃ E EMOLDURAMENTO EM AMBIENTES MIDIÁTICO-DIGITAIS

Janara Sousa, Davi de Catro

Os caminhos da recepção: uma análise da produção científica brasileira

Luisa Maranhão Araújo

Estado da Arte de Comunicação e Democracia

GT 2
Coordenadores: Fábio Pereira e Liziane Guazina
AutorTítulo

Toni Andre Scharlau Vieira

JORNAL DA POPULAÇÃO DE RUA de Curitiba

Danyele Soares Souza

A notícia atrás das grades: como os presos exercem o direito à informação no DF

Iluska Maria da Silva Coutinho, Caio Cardoso de Queiroz, Diego Rezende

Juventude e telejornalismo público: a proposta de novos olhares no consumo e produção de informação televisiva

Cleymenne Cerqueira Barbosa, Flávia da Guia Gonçalves

Jovem Informação: Protagonismo Juvenil e Leitura Crítica da Mídia

Diogo Azoubel

CLICK: configuração do fotojornalismo em jornais impressos diários de São Luís (MA) entre 1892 e 1916

Diogo Azoubel, Josiele Sousa

Vitimização e fatalidade do crime no discurso polifônico de Ônibus 174

Jana S. Freires Aires

Observatórios na efetivação da comunicação cidadã: um estudo sobre o Observatório da Mídia Paraibana

Iraci Oliveira Rodrigues, Nair Yumiko Kobashi

A recuperação da informação em texto jornalístico: estudo de caso do Núcleo de Estudos da Violência

Lis Lemos

O uso político do aborto nas eleições 2010: primeiras considerações

Mariangela Monfardini Biachi

O feminino nas eleições presidenciais - o discurso de Veja e Isto É sobre as mulheres candidatas

Katia Maria Belisário

A Mulher Brasileira No Olhar da Imprensa Internacional: Gênero, Discurso e Representações Sociais

Dulce Mazer

Jornalismo e políticas públicas para as mulheres: a promoção de pautas da agenda social nas redes da internet e na imprensa em geral

GT 3
Coordenadores:  Dione Moura e Liliane Machado
AutorTítulo

Dione Oliveira Moura, Liliane Maria Macedo Machado, Rafaella Teixeira Félix, Kelsiane Nunes de Sousa, Johnatan Reis, Emily Almeida Alzarias, Igor Alves de Almeida

Comunicação e Cidadania: o olhar dos formandos em Comunicação/UnB entre os anos 2001 e 2011

Ricardo Alexino Ferreira

Etnomidialogia, neo-cidadania e a formação social do comunicador na abordagem dos grupos sócio-acêntricos e da diversidade

Criselli Montipó

Relatos de cidadania na revista Brasileiros

Muriel Emídio Pessoa Amaral

Isso não é mais uma imprensa alternativa: reflexões sobre a imprensa gay no Brasil

Kelly Tatiane Martins Quirino

Mito da democracia racial como imaginário: como estes elementos impedem a aceitação das cotas raciais como política pública no Brasil

Jemima Bispo de Jesus

Os desafios de aproximar o telespectador da realidade brasileira durante o regime militar

Hadassa Ester David

A militância de ontem e hoje

Marcio Vieira Oliveira, Gilma Santos Trindade

Jornalismo cientifico-a divulgação de informações sobre o câncer da pele no telejornalismo brasileiro

Cristina Paloschi de Oliveira, Paulo Pereira Lima

Viração Educomunicação: Revista Viração, Agência Jovem e outros

Cristiane Parente

Comunidade, Escola, Jornal Escolar: Estudo de Caso

Suelen Soares da Silva

Educação Social pelos “campos” de São Borja

Aldenora Moraes de Oliveira Paula, Liliane Maria Macedo Machado

Cotidiano e Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes: a abordagem do Correio Braziliense

GT 4
Coordenadoras:  Délcia Vidal e Elis Regina
AutorTítulo

Marcilene Barros Lima

ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS (ONGs): um estudo sobre a divulgação no Acesso a informação pública por meio da transparência no processo da prestação de contas e dos relatórios financeiros dos projetos firmados com as ONGs do DF e o governo federal

Raphael Sandes de Oliveira, Patrícia Antunes Travassos, Adalberto Júnior Nunes, Gabriel Pontes Pontes, Elida Gabrielle dos Santos

Comunicação Organizacional e Terceiro Setor: a experiência do Brasil Vivo

Laura Maria C. X. Naves

O papel da Aerp na construção da identidade nacional: análise das propagandas políticas durante o governo Médici

Francislene Pereira de Paula, Marcello Pereira Machado

“Nós contamos nossa história”: cidadania e protagonismo midiático de cegos na comunicação organizacional

Clareana Oliveira Rodrigues

Análise das Estratégias Institucionais em Comunicação do Programa Universidade da Terceira Idade (UNITERCI) da UFPA

Bruno Rafael Figueira Dutra

Plano de Comunicação desenvolvido para a Associação das Mulheres de Sobradinho II

Alexandra Bujokas de Siqueira, Martha Maria Prata-Linhares, Natália Morato Fernandes, Fábio César da Fonseca

Redeci - Engajando jovens através da mídia-educação

Kenia Augusta Figueiredo

Comunicação pública e Assistência Social: uma unidade na diversidade?

Alexandre Santos Arantes de Souza

TV UFPB em tempos de abertura: um estudo sobre gestão, participação e o direito de comunicar e ser comunicado através da TV universitária

Anissa Ayala Rocha da Silva Cavalcante, Jessica Wernz de Deus, Márcio Carneiro dos Santos

TV VILA EMBRATEL – Uma experiência de Web TV Comunitária a partir de uma solução de sistemas de gerenciamento de conteúdo.
  
GT 5
Coordenadoras:  Elen Geraldes e Mariana Martins
AutorTítulo

Laize Soares Guazina

Entre a música e o crime? Uma análise sobre discursos midiáticos e o ensino de música em para crianças e jovens em projetos sociais

Ana Julia Cury de Brito Cabral

As disputas em torno da Lei 12.485/11 ou nova lei da TV fechada no Brasil

Elen Cristina Geraldes

TV Justiça: políticas de comunicação, sociedade e cidadania

Jairo Faria Guedes Coelho

Ouvidoria na TV: relato de experiências no Brasil e na Colômbia

Isabela Horta

TV Escola: A Semana do Meio Ambiente como instrumento de Educomunicação

Diego Airoso da Motta

Mídia e Educação em Direitos Humanos: o PNDH-3 nas revistas semanais

Daniel Botega Teixeira, Venícius Juvêncio de Miranda Mendes, Marina Cazilda de Moura Alves, Clélia Maria de Sousa Ferreira Parreira

O Papel da Educomunicação nas Representações Socioambientais em Instituições de Ensino: o caso do Núcleo da Agenda Ambiental da Universidade de Brasília

Daniele Próspero

A comunicação comunitária na promoção da educação integral: a inserção no Programa Mais Educação

Barbara Fellows Dourado, Pedro Faria Lopes, Daniel Moura da Costa Teixeira, Clélia Maria de Sousa Ferreira Parreira

Núcleo da Agenda Ambiental: o desafio de uma gestão socioambiental universitária

Daniel Moura da Costa Teixeira, Barbara Fellows Dourado, Leandro Borges Olsen, Clélia Maria de Sousa Ferreira Parreira

Experiências em Educomunicação Ambiental na Extensão da Universidade de Brasília

 GT 6
Coordenadores:  Sofia Zanforlin e Gustavo de Castro
AutorTítulo

Tayara de Paula Wanderley, Jéssica Mayara Vicentini, Ítala Clay de Oliveira Freitas

Cinema de Animação: cidadania e educação

Rafael Foletto

Presidentes de Latinoamérica: explorando a inter-relação entre cidadania comunicativa e identidades culturais para problematizar a série de documentários

Amanda Bittar

Lugar de mulher é...: A representação da mulher moderna no filme Não Sei Como ela Consegue

Isabela de Souza Lima Macedo, Célia Ladeira Mota

Representações culturais na pós-modernidade: Análise estrutural da narrativa de Estamira

Fabiana Maria Moro van Abbema, Cynthia Schneider

O lugar do cinema brasileiro no jornalismo cultural paranaense:
reflexões sobre o conteúdo de domingo no Caderno G

Iara Moura, Catarina Érika

Outros Olhares sobre a mídia: Comunicação e Direitos humanos no dia-a-dia da ONG Fábrica de Imagens

Adriana María Fadel, Ayelén Mariela Molina, María José Trigo

Interculturalidad y Ciudadanía:
Construcción Colectiva con Jóvenes Migrantes e Hijos de Migrantes

Luciano Ramos


Cinema e política - holofotes voltados para o poder

Flávia Valéria Pereira Quirino, Rose Dayanne Santana Nogueira

O Espaço dos Movimentos Sociais na Imprensa do Tocantins: um olhar sobre a II Marcha das Vadias em Palmas

Déborah Karina Carvalho Minardi

Mídia e Representações Sociais Indígenas: caso do ataque ao acampamento guarani Kaiowá

 GT 7
Coordenador: Tiago Quiroga
AutorTítulo

Lucas Eduardo Dantas

Criminalização da pobreza em Vitória da Conquista: O papel dos veículos comunitários na desconstrução dos estigmas.

Angélica Elisa Sonaglio

Tecnologia e agricultura familiar: como um computador com acesso à internet pode transformar o cotidiano rural

Débora Amaral Mozelli

Agência de Comunicação Solidária: uma experiência em produção midiática para fortalecimento de grupos culturais.

Maria Inês Amarante

A participação feminina nas rádios comunitárias de Cabo Verde

Diolene Borges Machado, Juciano de Sousa Lacerda

ESTRATÉGIAS MIDIÁTICAS NA APRENDIZAGEM DO TEMA DST/Aids: ações em rede para reduzir vulnerabilidades de adolescentes e jovens da comunidade de Mãe Luiza, Natal, RN

André Araújo da Silva, Juciano de Sousa Lacerda, Ádria Costa Siqueira, Diana Xavier Coelho

Comunicação Cidadã Através da Produção Audiovisual de Jovens Multiplicadores: Experiências das Ações em Rede do Projeto “Viva Mãe Luiza

Rosane Albino Steinbrenner

RÁDIOS COMUNITÁRIAS EM REGIÕES PERIFÉRICAS: O CASO DA TRANSAMAZÔNICA

Mara Régia, Juliana Cézar Nunes

Viva Maria e Natureza Viva: o rádio na sintonia das mulheres e do meio ambiente

Juliana Cézar Nunes

Crioulas Vídeo: mulheres negras e comunicação

André Ricardo, Juliana Cézar Nunes, Sionei Ricardo Leão

O jornalismo, o mundo do trabalho e a liberdade de imprensa – com justiça e igualdade racial

 GT 8
Coordenadora:  Ariane Carla

Ariane Carla Pereira, Luciana Caldeira Grande

Há lugar para o cidadão no telejornalismo local? Análise do jornalismo praticada pela TV Guairacá, em Guarapuava, Paraná

Rayza Sarmento

Ouvir o desrespeito (?) O conflito discursivo na mídia enquanto oportunidade política para os movimentos sociais

Rodrigo Garcia Vieira Braz

A concepção de serviço público de comunicação na Venezuela

Tabita Strassburger

Cidadania Comunicativa: o contexto latino-americano e a experiência midiática do portal TeleSUR

Elisa S. Thiago, Sara Moreira, Paula Góes, João Miguel D.de A. Lima

Global Voices Online: mídia cidadã e ativismo

Marianna Holanda, Rodrigo Garcia V. Braz

Serviço de Radiodifusão no Brasil e Prestação de contas: uma proposta

Rosiléa Archanjo Almeida

O espaço do radiojornalismo nas emissoras AMs de Juiz de Fora

Alessandra Possebon

Relato de experiência - projeto “Nas Ondas do Rádio”

João Miguel Diógenes de Araújo

O Dossiê Belo Monte: a construção de uma cobertura de mídia cidadã

Josiele Sousa

A prática da invisibilidade social no discurso midiático sobre as audiências públicas da Usina Hidrelétrica de Belo Monte

Mais informações e inscrições: http://midiacidada2012.unb.br/