quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Terceira edição do #Educamídia! do Núcleo de Comunicação e Educação Popular /UFPR

Ana Paula Moura, Larissa Fabrizia Fanes, Marina Sequinel, Mário Teixeira, Rafael Francisco da Silva, Ricardo Salvador Ramalho, Toni André Scharlau Vieira e Wesley Schefer conversaram, em 11 de outubro, sobre uma parte do livro “Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação”, do Prof. Dr. Ismar de Oliveira Soares. Gravado no Departamento de Comunicação da UFPR, o bate-papo durou cerca de meia hora e está dividido em 3 blocos abaixo.




Questões abordadas no primeiro bloco:
Qual é a importância da graduação em Educomunicação? E o que programa da EBCevidencia sobre essa formação? O sistema educacional precisa dialogar mais com a produção simbólica da sociedade atual? O que o documentário 
“La Educación Prohibida”acrescenta a esse diálogo?


Questões abordadas no segundo bloco:
Os professores, em geral, trabalham no piloto automático? Que dados apurados pelo Correio Braziliense embasam essa problemática?


Questão abordada no terceiro bloco:
Quais os caminhos para que a leitura crítica de mídias seja pautada na sala de aula?

Fonte: http://www.ncep.ufpr.br/novo/ - Mário Teixeira

terça-feira, 30 de outubro de 2012

IV Encontro Brasileiro de Educomunicação começa com premiação de iniciativas na área


Por Jéssica Delcarro (ES) e Reynaldo de Azevedo Gosmão (MG), da Renajoc e da Agência Jovem de Notícias

Começou na manhã dessa quinta-feira (25) o IV Encontro Brasileiro de Educomunicação, no auditório do SEPAC Editora Paulina, o evento pretende proporcionar a troca de experiências entre os participantes e mostrar pesquisas abordando os conceitos de educomunicação realizadas na África, América Latina e, em especial, no Brasil.
Durante a solenidade de abertura, com cerimonial conduzido pelas adolescentes Jéssica Bruna de Souza e Andressa Melo, do Projeto nas Ondas do Rádio, foi dado as boas vindas aos participantes pela diretora do Serviço à Pastoral da Comunicação (Sepac), Helena Corazza, pela Profa. Dra. da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, Roseli Fígaro e pelo coordenador geral do evento, Prof. Dr. Ismar de Oliveira Soares. Para ele a troca de experiência será o ponto alto do Encontro. “O evento tem como principal perspectiva articular redes entre quem faz e pesquisa a educomunicação”.
Antes do início dos trabalhos, aconteceu a cerimônia de entrega do Prêmio Mariazinha Fusari de Educomunicação, que tem como objetivo valorizar iniciativas e pessoas que desenvolvem processos educomunicativos.
Foram homenageados diversos educadores e professores brasileiros e, pela primeira vez, também uma figura internacional, o pesquisador Roberto Giannatelli, doutor e sacerdote salesiano, fundador da Faculdade de Comunicação da Universidade Pontifícia Salesiana de Roma, da qual foi Reitor  e um dos criadores do MED – Associação Italiana de Educação para a Mídia e a Comunicação, do qual era presidente de honra.
O coordenador do projeto Mídias Educação, Richard Romancini, um dos homenageados, comemorou a premiação. “Mais que uma importância individual, receber o prêmio é o reconhecimento do trabalho”.

IV Encontro Brasileiro de Educomunicação reúne apaixonados por um mesmo sonho


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Paixão. Essa é a melhor expressão para descrever o que vi e senti durante o IV Encontro Brasileiro de Educomunicação, realizado nesta semana em São Paulo. Cerca de 300 educomunicadores de diferentes partes do Brasil reunidos para contar, escutar e trocar experiências que realizam ou participam em ambientes educativos de suas cidades.
Apesar da complexidade que ainda permeia o debate sobre o conceito da Educomunicação pelas dúvidas e barreiras impostas por muitas escolas, pela falta de entendimento do MEC ou pelo distanciamento por parte de um número ainda grande de educadores, os trabalhos apresentados durante os Painéis Temáticos mostraram como pode ser realmente possível fazer Educomunicação – basta ter apoio, vontade, entusiasmo e paixão especial pelo processo.
O brilho no olhar de todos que ali estavam passava a sensação de que compartilhavam o mesmo sonho. Tudo isso reforça o que realmente vale a pena nesse desafio profissional, que é muito mais o diálogo e a vivência do cotidiano das práticas educomunicativas com os protagonistas dessas ações – crianças e adolescentes – do que a técnica e o produto de comunicação em si, seja um vídeo, blog, revista, jornal, conteúdo para redes sociais, rádio, fanzine, etc. Pois para se chegar à finalização desse produto, além da instrumentalização que a ferramenta exige, os alunos despertam para a vida de maneira muito peculiar.
Desenvolvem uma leitura crítica do mundo, especialmente dos meios de comunicação, afinal, passam de apenas consumidores da informação para produtores. Despertam para novas formas na busca do conhecimento, aprimoram o domínio da linguagem e da capacidade de se comunicarem, fazem um link entre o mundo da escola e os outros mundos - do trabalho, da cultura, do esporte e da vida adulta, exercendo e produzindo a interdisciplinaridade.
E o melhor! Essa experiência não ficou apenas nas discussões teóricas ou nas exemplificações dos projetos. Aconteceu ao vivo e online. A Agência Jovem de Notícias protagonizada por jovens de comunidades de São Paulo, estava presente durante todo o Encontro. Adolescentes escutaram, participaram, perguntaram e cobriram todos os detalhes, atualizando constantemente a Fan page e publicando fotos e notícia no site.
Abertura
A Mesa Redonda que abriu o evento contou com verdadeiros ícones da Comunicação e precursores da Educacomunicação: o professor do Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo, Ismar de Oliveira Soares, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Muniz Sodré, a presidente do Comitê Gestor da Internet no Brasil, Tatiana Jereissati e o coordenador do Núcleo Cultura Educação da Fundação Padre Anchieta, Fernando José Almeida, além da mediação de Maria Immacolata Lopes.
A Mesa abordou o tema “Educomunicação: protagonismos sem fronteiras”, marcado pelo debate sobre cultura, tecnologias da informação e o papel da educomunicação nos espaços educativos. Para Ismar, a educomunicação está em busca de novos paradigmas, pois não é necessariamente didática. “Ela não é fechada, está sempre aberta para novas formas de criar, pois com ela temos condições de dialogar”, explica o professor. Sodré fechou sua fala colocando na mesa um convite à reflexão. Para ele, a educomunicação é um pretexto histórico para reformular e estruturar a noção central de cultura por meio da diversidade, mas não apenas no campo da tecnologia, mas em uma nova lógica, a da sensibilidade. “Educar para a diversidade simbólica do mundo acontece somente pelo sensível”.
>> Patrícia Melo é jornalista desde 2001 e há sete anos atua em benefício da Educação por meio da Comunicação. Hoje, também é empreendedora, com a Presença – Comunicação Educacional, que tem como objetivo a produção de textos, entrevistas, reportagens e projetos comunicacionais direcionados especialmente ao universo educacional. Dessa forma, contribui para um diálogo mais consistente e criativo entre a Escola e a Família.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Jogos em sala de aula



Ederson Granetto entrevista o professor Claudemir Edson Viana do Cenpec, o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária, sobre o uso de jogos e mídias digitais em sala de aula. Ele fala sobre como os professores devem buscar essas mídias e trabalhar com elas para melhorar o aprendizado dos alunos. A entrevista foi produzida pela UnivespTV.

Jornal escolar não é jornalismo

A Comcultura.org.br divulgou um newsletter com o título "Jornal escolar não é jornalismo" para falar sobre os projetos que desenvolve em parceria com escolas, visando o protagonismo dos adolescentes e jovens.
Diz a nota:
"Os nossos jornais não são imitações nem substitutos de jornais adultos. São uma produção original que tem a partir de agora as suas normas e as suas leis, que tem, é certo, as suas imperfeições, mas que apresenta também a vantagem histórica de abrir uma nova via de conhecimento da criança e de prática pedagógica de que o futuro mostrará a fecundidade (Célestin Freinet, O Jornal Escolar, 1967).
Contrariamente ao que a própria expressão poderia indicar, Jornal Escolar não é jornalismo. Nossas escolas não são escolas de jornalismo. Propomo-nos acolher, incentivar e alimentar a expressão de crianças e adolescentes, através de processos de aprender fazendo que permitam a aquisição de competências leitoras e escritoras, de cooperação, criticidade e participação social.
Qualquer gênero textual permite realizar esses objetivos, se houver estratégias adequadas do professor. Limitado aos gêneros jornalísticos, o jornal fica engessado e mesmo empobrecido – sobretudo se toma feição de boletim institucional da escola.
Ao contrário, se libertamos as forças da criatividade, o jornal escolar se apresentará como um patchwork de textos, cuja graça está na diversidade e na autenticidade das produções dos alunos. Acrósticos, jogos matemáticos, poemas, desenhos, fotografias, relatos, bilhetes, cartas, textos informativos. Tudo cabe no jornal escolar!"
 Fonte: CCA/ECA/USP

Inscrições abertas para o Seminário do Livro e da Leitura


A Secretaria de Educação do Governo do Distrito Federal, em parceria com as Secretarias de Cultura e de Ciência, Tecnologia e Inovação, realiza no próximo dia 29/10/2012 o Seminário do Livro e da Leitura. O evento acontece no Conjunto Cultural da República nos prédios do Museu Nacional e da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), no período das 8h às 18 horas. Para participar é necessário fazer a inscrição pela internet

O encontro é gratuito e destinado aos professores da rede pública de ensino, servidores públicos, profissionais do segmento do livro e da leitura e à comunidade em geral.

O objetivo do seminário é ampliar e aprofundar a discussão a respeito do Livro e da Leitura no Distrito Federal. 


A cerimônia de abertura contará com apresentações culturais, performance poética de Lília Diniz e palestra com o escritor e ex-presidiário Luiz Alberto Mendes, autor do livros Memórias de um Sobrevivente (2001, Companhia das Letras), Tesão e Prazer: Memórias Eróticas de um Prisioneiro (2004, Geração) e Às Cegas (2005, Companhia das Letras). 

A programação oferece ainda sete oficinas, com vagas limitadas, voltadas à promoção da leitura. Acesse a programação completaInscrições gratuitas e somente pela internet no site da BNB. Vagas limitadas para as oficinas. Em caso de erro na inscrição pelo formulário, encaminhe e-mail para andre@bnb.df.gov.br.

Fonte: http://www.bnb.df.gov.br/index.php/sala-de-imprensa/item/715-inscri%C3%A7%C3%B5es-abertas-para-o-semin%C3%A1rio-do-livro-e-da-leitura

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Transmedia infantil y juvenil (II): Los detalles importan

Compartilhamos para reflexão texto dos Gionistes en Acció em dois posts (este é o segundo; o primeiro está abaixo). Vale a pena ler e refletir com educadores, produtores audiovisuais, escritores, desenvolvedores de softwares, alunos e como usuários. Afinal, como são criadas as novas histórias infanto-juvenis da atualidade?

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Los contenidos Transmedia permiten ser leídos, vistos, jugados, compartidos … Pero para que esto suceda es necesario crear un mundo profundo, con un pasado, presente y futuro  definidos. Cuanto más detallado y rico es el universo de la historia y los personajes, más inmersiva y participativa será la experiencia resultante.

Moshi Monsters  es una potente comunidad online formada por más de 50 millones de niños (6 a 12 años) inscritos en el sitio web que ofrece la posibilidad de adoptar monstruos como mascotas y que ha sido denominado el “Facebook” infantil. Debido a su éxito, Mind Candy (la empresa responsable) quiere adoptar una estrategia transmedia para expandirse: una revista, vídeos musicales, merchandising, una película, una serie de televisión… concebidos como piezas que encajan y se nutren unas a otras. Todos estos planes de crecimiento pasan, no obstante, por  responder antes las siguientes preguntas:
¿Cuál es la  idea directriz en la marca Moshi Monster? ¿Cuáles son los elementos esenciales de lahistoria? ¿Qué normas rigen su mundo y el comportamiento de sus personajes?
Una idea directriz (controlling idea) clara y definida es importante para mantener la coherencia de unos contenidos en su expansión a través de diferentes plataformas. El fabricante de juguetes Mattelha utilizado la idea directriz “no ser perfecto no es nada malo” que define su franquicia ‘Monster High’para crear (además de las muñecas): una línea de ropa, una colección de libros, programas especiales de televisión, webisodios animados … Tener clara cuál es su idea esencial, incluso, le ha permitido expandirse en el mundo real y participar en una campaña contra el bullying infantil en las escuelas, sin perder su esencia.
Cuando una franquicia quiere crecer a través de diferentes plataformas, puede ocurrir que las personas y los equipos creativos trabajen de forma separada para cada uno de los medios. Sin unavisión coordinada,  se corre el riesgo de perder las señales de identidad e incluso de entrar en contradicciones flagrantes. Los responsables de la productora Kotoc (Freddy Córdoba, David Diéguez) se dieron cuenta de este peligro en el proceso de creación de los contenidos de a Desafío Champions Sendokai . Optaron porque el mismo equipo desarrollara los guiones de la serie y ayudase a concebir sus videojuegos. De esta manera, además, consiguieron que ideas interesantes surgidas de una plataforma se pudieran aprovechar y expandir en la otra.
El vínculo más intenso que tiene el público con unos contenidos de entretenimiento es su conexión emocional con los personajes. Y esto, no sólo es cierto para las series y las películas sino que también se da en los juegos, aplicaciones, mundos virtuales… Por ejemplo, gran parte del éxito de Where ‘s My Water?  (la aplicación para Iphone más vendida en los App Store de 79 países) se debe a su personaje Swampy the Alligator, el primer personaje original de Disney para un juego móvil. “La continua demanda y el entusiasmo por Swampy indican claramente que hay un montón de gente ahí fuera que están interesados ​​no sólo en el juego sino también que quieren saber más sobre los personajes y la historia “, declaróMark Walker vicepresidente senior de Disney.com. Para satisfacer esta necesidad de conocimiento, se ha desarrollado una serie de episodios online. A través de ella, los fans pueden saber más sobre cómoSwampy y su antagonista Cranky tratan de impresionar a la hembra de caimán Ally.
Un juego debe facilitar la diversión pero la cuestión fundamental es: ¿cómo es el mundo en el que estamos tomando parte y cómo encaja el juego en él?“, explica Bart Decrem, jefe de Disney Mobile y toda una leyenda en Silicon Valley. Se deben definir cuáles son los principios que rigen lo que es posible y lo que no, en el mundo ficticio que se está creando. Si estos principios no están claros, terminan creando una desconexión entre el público y los contenidos que se le ofrecen.
El mundo ficticio debe tener suficiente dimensión y entidad como para que el público quiera explorarlo y experimentarlo a través de diferentes plataformas. “Horrible Histories tenía todos los ingredientes para convertirse en un mundo virtual de éxito: los diferentes países y periodos de la historia que aparecían en los libros y la serie de televisión tenían un enorme potencial para que los niños los quisieran explorar por sí mismos” (Graeme Harvey, director general de Huzutech) .
La participación hace que la historia sea más real. La narración de 39 clues (39 pistas).  Comienza cuando la matriarca del clan Cahill, Grace, cambia su testamento cinco minutos antes de morir, dando a sus descendientes la posibilidad de elegir entre 1 millón $ o una pista. Los niños también tienen la posibilidad de participar en la investigación, siguiendo pistas y cazando respuestas. Para ayudarles, la editorial Scholastic ha puesto a su alcance centenares de cromos coleccionables, webs con miles de páginas de información general, blogs escritos por personajes de la historia, juegos online, mapas, videos históricos y geográficos …
Todas las partes deben estar perfectamente sincronizadas con las otras y cada parte debe ser específica de cada plataforma“,   según David Levithan, vicepresidente y director editorial de Scholastic. La narrativa Transmedia permite que las historias no sean lineales. Cada plataforma puede explicar una parte. Esto implica, por ejemplo, que a través de la tablet, un personaje que no es el protagonista nos explique su versión de la historia. O que unos websodis nos muestren la precuela …
El resultado de una estrategia Transmedia exitosa es una intensa fidelidad de la audiencia.   “La festa dels Súpers” (que ya va por su 16 ª edición) permite que cada año los personajes de los programas infantiles de Televisión de Cataluña se expandan en el mundo real e  interactúen en vivo y en directo con su audiencia. Incluso, posibilita que el público tome parte activa en la historia, que tiene su clímax en el ámbito de la fiesta. El año 2011 batió su récord de asistencia, situándose en los 420.000 visitantes.
El enfoque Transmedia permite que el público explore, interactúe, profundice… pero sobre todo que se sienta emocionalmente implicado. 
Fonte: http://storytalaesp.wordpress.com/

Transmedia infantil y juvenil (I): Érase una vez una historia que nació en la televisión y creció en otras plataformas...

Compartilhamos para reflexão texto dos Gionistes en Acció em dois posts. Vale a pena ler e refletir com educadores, produtores audiovisuais, escritores, desenvolvedores de softwares, alunos e como usuários. Afinal, como são criadas as novas histórias infanto-juvenis da atualidade?

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La narrativa transmedia aplicada a los contenidos infantiles y juveniles es una nueva forma de contar historias a través de diferentes plataformas: películas, series, webs, redes sociales, smartphones … Los diversos formatos actúan como “piezas de un rompecabezas” que encajan entre sí, constituyendo un todo(Transmedia) más satisfactorio que la simple suma de las partes(Multiplataforma). Los productores, cadenas de TV, educadores … están descubriendo las ventajas del Transmedia, que permite que el público participe, recoja y conecte las distintas piezas que lo conforman. Al mismo tiempo, los espectadores también sienten que la historia es más real, consiguiendo formar parte de una experiencia única.

El año pasado, diferentes webs de fans de Harry Potter informaron al unísono de que JK Rowling tenía una noticia importante para todos los seguidores del personaje. Para descubrir de qué se trataba, debían localizar diferentes mensajes ocultos en Secret Street View, una web creada para la ocasión e integrada en Google Maps. Los mensajes remitían a un canal de Youtube donde aparecía una cuenta atrás. Finalmente, Rowling reveló en un vídeo  que estaba a punto de aparecer una nueva plataforma llamada Pottermore. La divulgación misma del proyecto es ya toda una declaración de principios Transmedia. Pottermore es, según sus creadores – la agencia interactiva TH_NK  y Sony-una experiencia on-line que no se parece a ninguna otra y que permitirá a  los fans interactuar con la historia y compartirla.
Por su parte, Disney está intentando crear una vivencia Transmedia que pueda ser tan intensa para los fans como visitar uno de sus parques temáticos. La ventaja del transmedia es evidente: a través de los medios interactivos on-line, Disney puede llegar a un público potencial mucho más amplio. De momento, sus sites Club Penguin  y Create   están creciendo día a día en aplicaciones que permiten una mayor interactividad.
La generación digital de hoy será la de los consumidores activos de los medios de comunicación del mañana. El Transmedia, por su naturaleza, permite establecer múltiples puntos de vista sobre una historia o evento. Facilita que los más jóvenes exploren perspectivas diferentes de las habituales. Los educadores perciben que se puede convertir en una herramienta muy eficaz para aprender y reflexionar de forma interactiva. Esto quedó de manifiesto en el reciente Transmedia Living Lab de Madrid, donde el tema ‘Transmedia y niños’ protagonizó una jornada completa.
The Time Tribe”  es una aventura que explora las posibilidades del transmedia en la educación. Presenta el viaje en el tiempo de un grupo de niños entre 8-13 años y ofrece la posibilidad de revivir algunos de los momentos más emocionantes de la Historia. La experiencia combina la narración en serie, los juegos de aventuras, redes sociales… Sus creadores quieren fomentar la idea de que la Humanidad siempre se ha enfrentado a problemas similares a lo largo del tiempo y el espacio.
Los niños han crecido con la tecnología: esperan la información en cualquier lugar y en cualquier momento. Su consumo televisivo cada vez disminuye más. Una serie de animación tiene que luchar contra un montón de ofertas lúdicas. Por eso no es extraño que las repeticiones de los episodios no resulten suficientemente atractivas para el público infantil. Un planteamiento Transmedia permite fidelizar a la audiencia más allá de la emisión de una serie.
La alianza con las redes sociales ha permitido que productos televisivos que habían perdido adeptos puedan resurgir con fuerza. El último éxito de “The Muppets” (Teleñecos) se remontaba a 1979 con “The Muppet movie”, desde entonces habían iniciado una lenta pero inexorable decadencia. No fue hasta el años 2009, con “The Muppets: Bohemian Rhapsody” – se convirtió en vídeo viral y ganó 2 webbies – que la franquicia creada por Jim Henson comenzó a remontar de la mano de YouTube, Facebook, Twitter y Google +.
Incluso, las mismas cadenas de televisión quieren fidelizar a su público a través de otras pantallas. Nickelodeon creó a finales del 2011, Nickmom  un proyecto multiplataforma que incluye una revista, redes sociales, web para compartir vídeos y fotos, un blog …
Algunas editoriales y escritores están incorporando elementos Transmedia en sus historias para alentar a los jóvenes a entusiasmarse por la lectura. El autor Patrick Carman  por ejemplo, define su última creación Dark Eden‘  de la siguiente manera … “No es una novela, no es un libro de audio, no es una película, es … las tres cosas a la vez. “
El fabricante de juguetes Mattel ha utilizado la premisa “no ser perfecto no es nada malo” que define a su franquicia Monster High para crear (además de las muñecas): una línea de ropa, una colección de libros, programas especiales de TV, webisodios animados que ya han tenido más de 80 millones de visionados … Incluso, ha dado el salto al mundo real participando en una campaña contra el bullying  infantil  en las escuelas.
El Transmedia también es, evidentemente, una forma de amortizar las inversiones económicas en la creación de los contenidos. Los productores, como es natural, desean que sus franquicias creativas sean operativas en el máximo número de plataformas posibles.
Pero queda una pregunta por responder: ¿todos los mundos de ficción, todas las historias y todos los personajes son aptos y tienen suficiente entidad y potencial como para crear un Storyworld  Transmedia a su alrededor?

Fonte: http://storytalaesp.wordpress.com/2012/06/28/transmedia-infantil-y-juvenil-i-erase-una-vez-una-historia-que-nacio-en-la-television-y-crecio-en-otras-plataformas/#more-145

Fim do jornal em papel...


Limpadores de janela trabalham vestidos de super-heróis em hospital infantil


O super-herói fez a felicidade do menino
O super-herói fez a felicidade do menino Foto: AP / Brandon Dill

As crianças que fazem tratamento contra o câncer no hospital infantil Le Bonheur, em Memphis, nos Estados Unidos, se surpreenderam ao encontrar super-heróis pendurados na janela. Elas sequer desconfiaram, mas os poderosos em questão eram, na verdade, os lavadores de janelas.

Os heróis Jordan Emerson, Steve Oszaniec e Danny Oszaniec trabalham na companhia American National Skyline. Os três conseguiram arrancar sorrisos das crianças internadas, o que para eles já foi tão empolgante quanto salvar o mundo.

Os três trabalham fantasiados

Fonte: Extra/O Globo: http://extra.globo.com/noticias/mundo/limpadores-de-janela-trabalham-vestidos-de-super-herois-em-hospital-infantil-6454148.html#ixzz2A3GAufCI 19/10/2012

Formação de professores, usos das mídias e consumos culturais

Por Monica Fantin

Para continuar a conversa sempre atual sobre repertórios culturais e formação de professores, vamos comentar alguns aspectos de uma pesquisa intercultural sobre usos das mídias, consumos culturais dos professores e a formação em mídia-educação desenvolvida em dois contextos socioculturais: Brasil e Itália. A referida pesquisa foi publicada no livro recentemente lançado Cultura digital e escola: pesquisa e formação
,organizado por Monica Fantin e Pier Cesare Rivoltella (Editora Papirus, 2012), que também coordenaram a pesquisa em Florianópolis, na Universidade Federal de Santa Catarina, e em Milão, na Università Cattolica del Sacro Cuore.
O que os professores costumam fazer nos seu tempo livre? Com que regularidade vão ao cinema, teatro, shows musicais, shopping centers? Que tipo de livro, revista, jornal preferem ler? Quais os programas que assistem na televisão? Com que frequencia usam internet e as redes sociais? O que costumam fotografar e filmar? Se as tecnologias estão presentes na vida da maioria das pessoas, com os professores não seria diferente, sobretudo aqueles que participaram da pesquisa, que demonstraram ser altamente conectados com a cultura digital. Mas como essas e outras tecnologias que fazem parte da vida pessoal de cada um estão presentes na vida profissional? E de que forma os professores usam essas e outras tecnologias da cultura digital na vida pessoal, profissional, na escola e na sala de aula?
Essas foram algumas perguntas iniciais da pesquisa desenvolvida com professores de escola pública de Florianópolis e de Milão, e resguardadas as especificidades dos contextos socioculturais, é possível dizer que muitas respostas se aproximam e transcendem certas fronteiras e tradições. Ao elaborar um perfil de uso das mídias, encontramos desde o professor não usuário (que não usa as mídias e tecnologias porque não sabe ou porque não quer), o iniciante, o praticante e o pioneiro.
Certamente tais perfis são flexíveis e também se modificam conforme a mídia e as condições de formação. O importante nesse mapeamento inicial é poder identificar as dificuldades que os professores sentem para trabalhar com as mídias e tecnologias em sala de aula para poder pensar propostas de formação. Assim como é importante reconhecer e destacar as boas práticas para dar visibilidade e socializar as experiências significativas.
Entre as dificuldades, evidenciam-se problemas de formação, de infraestrutura e manutenção dos equipamentos nas escolas, falta de tempo para aprender a usar as tecnologias e outros. Nas boas práticas, experiências com uso e produção de mídia (fotografias, audiovisuais, blogs, rádio escolar) de forma crítica, autoral e colaborativa, projetos interdisciplinares na escola envolvendo professor de sala, bibliotecária, coordenador de sala informatizada, professor de Educação Física. Uma experiência que chamou atenção foi o projeto monitor, em que os alunos que sabem ajudam o professor no contra-turno ensinando aspectos dos usos da cultura digital aos colegas que não sabem.
Outro aspecto que chamou nossa atenção, foi a possibilidade de os professores participarem de um grupo de estudos no contexto da pesquisa com objetivo de discutir propostas de formação. O grupo era formado por professores/pesquisadores da universidade que atuam com formação inicial, professores de sala de aula e formadores do NTM que atuam com formação continuada em Florianópolis. Como um desdobramento da pesquisa, o grupo abordou a questão da formação e das competências midiáticas e tecnológicas necessárias ao professor hoje a partir de olhares possíveis e dos lugares que cada um se situava. O destaque à formação cultural e à valorização profissional do professor sempre esteve presente nessa discussão, que também está registrada num artigo coletivo “Práticas formativas e colaborativas em mídia-educação”, publicado no livro acima mencionado.
Os desafios e dilemas da formação, das políticas públicas de inserção das tecnologias na escola, e dos usos da cultura digital de forma responsável, ética e estética são muitos e remetem a diversas outras questões e pesquisas.
No entanto, é importante destacar que ao final desse percurso, além de socializar e divulgar os resultados da pesquisa e da formação entre os pares e em eventos acadêmicos, organizamos uma viagem com um grupo de professores brasileiros que participaram da investigação para conhecer e dialogar de perto com os professores italianos. No roteiro, além das atividades na universidade e nas escolas italianas, museus, parques, galerias, outros espaços turísticos e culturais europeus também fizeram parte da viagem.
Certamente, uma bela experiência de pesquisa e formação, em que professores e pesquisadores transcenderam as fronteiras das escolas e universidades para construir outras parcerias e outras possibilidades de pensar a formação, os usos das mídias e os consumos culturais na perspectiva da mídia-educação.

Metade dos adolescentes deleta o registro dos sites que visita

Pesquisa Kids Online 2012, do CGI.br, revela ainda que a parcepção da maioria é a de que seus pais têm pouco conhecimeto sobre suas atividades online


A pesquisa Kids Online 2012, realizada pelo Centro de Estudos das Tecnologias de Informação e Cominicação (Cetic.br), com o objetivo de conhecer o uso do computador e da Internet entre crianças e adolescentes de 9 a 16 anos, revela dados preocupantes sobre a percepção de pais e filhos com relação à segurança online. Enquanto 71% dos pais e responsáveis acreditam que os filhoes usam a internet com segurança, apenas 38% dos filhos creem que seus pais sabem bem o eles fazem online. A maioria (52%) crê que seus pais conheçam "mais ou menos" ou  "apenas um pouco" as atividades que realizam quando estão conectados. E metade deles deseja que o interesse dos pais pelo que faz online permaneça "igual ao que é hoje".

A percepção dos adolescentes sobre o desconhecimento dos pais a respeito do que fazem na internet pode estar relacionada a outros dois dados da pesquisa: metade dos adolescentes entre 11 e 16 anos (grande parte do universo de 1580 jovens pesquisados) revelou saber deletar o registro/histórico dos sites que visitou e 31% disse saber como mudar as preferências de filtros de navegação. Já metade dos pais verifica frequentemente o histórico de navegação do filho.
São dados que chamam a atenção, quando considerado o fato de que a maioria das crianças/adolescentes (47%) usa computadores de mesa ou laptops compartilhados com a família para acessar a internet. Só 30% o faz de computador próprio e 21% via celular.  A maior parte desses computadores está em ambientes coletivos, como a escola (42%) ou na sala da casa (40%).
Segundo a pesquisa, a maioria dos pais (74%) tem o hábito de conversar com os filhos  sobre o que eles fazem na Internet, mas apenas 35% dos pais fazem atividades junto com os filhos na Internet e 45% senta ao lado dos filhos para acompanhar as atividades online. Já 35% encoraja os filhos a explorarem e aprenderem coisas na internet sozinhos(as).
"O monitoramento é maior entre os pais de maior poder aquisitivo que são usuários da rede", afirma o gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa. Só 47% dos pais usam a internet. Deles, 44% todos os dias. Embora os pais sejam importantes mediadores das crianças e adolescentes no uso da Internet, os resultados da pesquisa mostram que sua percepção dos riscos no uso da Internet é baixa.
O maior temor dos pais é o de que os filhos sejam vítimas de algum crime (61%) ou venham a manter contato com desconhecidos na internet (52%). De fato 23% dos jovens pesquisados já teve contato com desconhecidos na Internet, sendo que 5% deles afirmou ter encontrado pessoalmente alguém que conheceu na rede.
Entre os pais, 48% verifica o perfil do filho em redes sociais ou comunidades on-line como Orkut e Facebook, onde grande parte das crianças (86%) publica fotos em que mostra claramente o rosto, revela o sobrenome verdadeiro (69%) e chegam até a revelar endereço (13%) e telefone (12%). Entre os jovens pesquisados, 42% do universo de 9 a 10 anos têm o próprio perfil, proporção que alcança 83% na faixa de 15 a 16 anos. Entre os que possuem o próprio perfil, 42% são privados, configurado de forma que apenas os amigos consigam visualizá-lo. Outros 31% permitem que contatos dos seus amigos também possam visualizar seu perfil, ou seja, é parcialmente privado. Ainda, 25% possuem perfis públicos, que podem ser visualizado por qualquer pessoa. Apenas 2% desconhecem a configuração do perfil na rede social.
O Cetic.br é um departamento do NIC.br, braço executivo do Comitê Gestor da Internet, CGI.br. Apoiada pela Unesco e a Unicef, a realização da pesquisa Kids Online 2012 usou a metodologia internacional da pesquisa EU Kids Online, desenvolvida pela universidade InglesaLondon School of Economics e já aplicada  em mais de 25 países da Europa. No Brasil a pesquisa entrevistou, entre abril e julho deste ano, 1580 crianças/adolescentes entre 9 e 16 anos, de todas as regiões do país dediferentes classes sociais e os respectivos pais. Parte da pesquisa foi respondida por pais e filhos, juntos, e parte pela próprio adolescente (de 11 a 16 anos) de forma anônima.

El comunicador 2.0: Dudas, oportunidades y herramientas para construir el futuro

Por Santiago Tejedor



Conferencia del Doctor en Periodismo Santiago Tejedor de la Universidad Autónoma de Barcelona, para el 2o Congreso Internacional de Comunicación, las Tic y las nuevas sociedades. Organizado por la Facultad de Ciencias de la Comunicación de la Universidad Autónoma de Nuevo León con el propósito de difundir y fortalecer las líneas de investigación institucionales, de los cuerpos colegiados, de profesores e investigadores, así como los trabajos de investigación de los estudiantes de posgrado.

“Es el momento de promover la alfabetización audiovisual”

El Grupo de Comunicadores Audiovisuales Chaski –creadores de las reconocidas películas Gregorio y Juliana– conversó con el CONCORTV para comentar sobre la producción audiovisual en el Perú, la importancia de educar en la imagen y sonido, y las oportunidades que nos brinda las nuevas tecnologías en la actualidad.


Por Alejandra Orosco/Alexander Chiu
La educación no siempre va al mismo ritmo que las nuevas generaciones y hoy en día la información y el conocimiento se consume principalmente a través de lo audiovisual. Por tal motivo, hay quienes buscan desarrollar promover este lenguaje bajo una óptica multicultural, inclusiva y además rentable.
"Buscamos que el espectador popular vea al cine como un reflejo de su propia realidad”
Stefan Kaspar, presidente del Grupo Chaski, conversó con el CONCORTV y nos contó la visión de su organismo realizar contenidos que reflejen una realidad social y cultura del país. “Nuestro primer espectador es el espectador popular, quien conoce esa realidad, y lo que buscamos es que vean al cine como un espejo,  un reflejo de su propia realidad. De esta manera podrán observar, reflexionar y conversar sobre lo que ven y cómo podrían mejorar su situación. Es un cine de compromiso con la realidad.”
Nueva relación emisor-receptor
De esta manera, Stefan Kaspar define el trabajo que –junto con un grupo de profesionales– viene realizando desde hace años con el propósito de generar un sentimiento de identidad hacia los contenidos audiovisuales consumidos en el Perú. Para Stefan existe una comunicación vertical entre espectador y realizador en donde “el rol del espectador es quedarse con la boca abierta mirando hacia arriba sintiendo que nunca podría hacer algo así, menos estando en Perú”.
Esta relación emisor-receptor impediría que el público se sienta parte del producto final y, por ende, no reflexione sobre su contenido ni adquiera conocimiento o nuevas perspectivas.  “Encontramos un desierto audiovisual, con algunos centros donde se aplicaba la versión de consumo rápido, superficial, que en lugar de alimentar identidad, reflexión, diálogo y comunicación, lo que hacía era distorsionar las mentes, distraerte con efectos especiales mientras que el mensaje que recibes es nulo, casi vacío. Se tiene una cultura de lo frenético y explosivo en vez de apuntar hacia una emancipación y liberación cultural”.
Enfoque participativo
Stefan indica que la llegada de las nuevas tecnologías traen consigo nuevas posibilidades para lograr una realización audiovisual desde los propios consumidores, haciendo factible la idea de una producción integral. “Cuando la presión económica disminuye o cuando puedes realizar una secuencia audiovisual con una cámara de fotos o celular, puedes empezar a pensar en formas más participativas, mas lúdicas y espontáneas de realizar un contenido audiovisual. Es ahí cuando proponemos un programa de formación cinematográfica que utilice metodologías más participativas.”
Para lograr esto, Stefan apunta a una educación descentralizada e inclusiva desde la imagen y el sonido, y “como avanzamos hacia un nuevo tipo de sociedad del conocimiento y la gran parte de este conocimiento circula de manera audiovisual, entonces es el momento de empezar con una gran campaña de formación, de alfabetización audiovisual.”
El Grupo de Comunicadores Audiovisuales Chaski --creadores entre otras películas de las conocidas Gregorio y Juliana-- conversó con el CONCORTV para comentar sobre la producción audiovisual en el Perú, la importancia
de educar en la imagen y sonido, y las oportunidades que nos brinda las nuevas tecnologías en la actualidad.
Nutrición audiovisual
"Vivimos bajo una oferta audiovisual restringida, en donde la alimentación audiovisual del resto del país es limitada”
Stefan Kaspar propone nuevas metodologías para llegar a la gente haciendo que se tome un interés por el aprendizaje como interés propio y no como imposición: “necesitamos experiencias, conceptos, modelos y proyectos de cómo desarrollar cultura audiovisual desde la comunidad, porque la diversidad de estos sabores cinematográficos audiovisuales (costa, sierra y selva), como lo observamos en la comida, solo sucederá si todos empiezan a ‘cocinar’ desde las comunidades, desde el colegio, la familia y los amigos.”
En base a esto, Stefan habla de una nutrición audiovisual, la cual considera de igual importancia para un desarrollo en los contenidos audiovisuales, como lo es la comida para la salud de una persona. “Vivimos bajo una oferta audiovisual restringida, en donde la alimentación audiovisual del resto del país es limitada. Lo ideal sería lograr un menú audiovisual nacional, para saber qué siente el ser humano sobre su identidad y su autoestima. Así se podría abrir una ventana hacia otras culturas, otro mundo que forma parte del mismo planeta. Eso más o menos sería la alimentación que contribuye a tu emancipación y a tu  crecimiento como persona”.
Haciendo una micro empresa audiovisual
Por último, Kaspar apunta hacia una meta integradora, en la que sean los mismos peruanos los que deseen sacar adelante su industria audiovisual, aprendiendo a demandar buenos contenidos e incentivando en ellos el deseo de armar sus propios proyectos. “Sostenible no significa rentable, sostenible es tener claro cómo financiar tu actividad. Prácticamente los únicos que invierten, distribuyen, venden, exhiben, recuperan y ganan tienen esa cadena productiva es Estados Unidos, el resto tiene grandes dificultades de encontrar fórmulas que permitan recuperar lo invertido.”
Bajo esa realidad, el grupo Chaski cuenta con un proyecto en el cual las comunidades intervenidas puedan crear su propia microempresa audiovisual, en la que aprendan a realizar y distribuir sus productos de manera sostenible y abriendo puertas hacia una integración cinematográfica con el resto de países latinoamericanos. Además, indica Stefan Kaspar, podrán utilizar sus productos audiovisuales como herramientas de integración dentro de la misma comunidad, dado que han podido comprobar que esta metodología ha tenido mucha más acogida que muchas de las propuestas presentadas por los municipios o gobiernos regionales.
“Las municipalidades, los ministerios o las cooperaciones internacionales empiezan a descubrir que sus proyectos fracasan por no haber incluido suficientemente el aspecto cultural. Es ahí cuando se dan cuenta que tienen que invertir más en la cultura, que es desarrollo, generándose así un nuevo rubro de interés. Una microempresa audiovisual que de nuevos servicios a la comunidad.”