domingo, 29 de dezembro de 2013

Los estilos de aprendizaje de la "Generación Z”

Si queréis saber más acerca de las “generaciones” o tenéis curiosidad por saber a cuál pertenecéis podeís consultar el post Aprender en un mundo siempre en beta, teniendo en cuenta que hoy en día el término “generación” no es un término biológico, sino que viene definido socialmente como “conjunto de personas nacidas en un período de tiempo similar (con un margen de unos 15 años más o menos) y que comparten un estilo de vida determinado por un conjunto de hechos, tendencias y desarrollos sociales a causa de vivir el mismo período de tiempo”
El informe, evidentemente ha sido realizado en inglés, y tomando como referencia la población australiana, pero me ha interesado especialmente el apartado concerniente a EDUCACIÓN, ESTILOS DE APRENDIZAJE y ENTORNOS DE APRENDIZAJE que caracterizan a la última generación de habitantes de países con un desarrollo socio-económico similar al de Australia (entre ellos el nuestro, salvando las diferencias…), y que recoge las siguientes ideas, que me he atrevido a traducir “libremente”:

LA EDUCACIÓN

  • La EDUCACIÓN ya no es una etapa cerrada y acabada  de la vida, ni limitada a espacios concretos.
  • El auge tecnológico facilita que sea una generación MÁS EMPRENDEDORA.
  • El PROFESOR pasa a ser un transmisor de contenidos a un CREADOR y CONSUMIDOR de los mismo.
  • Se pasa de entornos formales a ENTORNOS INTERACTIVOS.
  • El foco pasa del contenido al PROCESO DE TRATAMIENTO DE LA INFORMACIÓN: cómo almacenarla, analizarla y aplicarla.

LOS ESTILOS DE APRENDIZAJE

  • La Generación Z vive y crece en un enorme “LIBRO ABIERTO”, donde todo está a “dos clicks” de distancia. Se está interconectado con otros países y culturas y con una forma de COMUNICACIÓN  primordialmente VISUAL.
  • El APRENDIZAJE es cada vez más FLEXIBLE y MÓVIL, lo que plantea nuevas alternativas de “tiempo escolar”.
  • Las aulas tienden a cambiar: de espacios donde se imparten clases a espacios COLABORATIVOS E INTERACTIVOS, donde se apoye “EL VIAJE EDUCATIVO”.
  • La tecnología permite que el aprendizaje tenga lugar también en casa (clase “invertida”)
  • Los estudiantes fallan porque EL SISTEMA LES FALLA: la forma de comunicación que se emplea en las aulas, usa métodos del siglo XX para alumnos nacidos en el siglo XXI.
  • Los estudiantes de hoy son una generación MULTI-MODAL, y por ello demandan múltiples formas y canales de aprendizaje.

CÓMO HA CAMBIADO LA FORMA DE APRENDER

Aquí os dejo una infografía que resume los principales cambios en la forma de aprender en el siglo XXI:
Generación X vs Generación Z

Ahora sólo falta que los profesores que todavía no se han dado cuenta de que la generación actual no tiene nada que ver con las anteriores,  comiencen cuanto antes a formarse y actualizarse en sus métodos de enseñanza. Que así sea…
Sería una lástima que los niños de la  Generación Z pasaran a ser una generación fracasada porque el sistema educativo no ha sabido adaptarse a ellos.

European Conference on Information Literacy (ECIL) - October 2014



The 2nd European Conference on Information Literacy (or ECIL) organized by the Department of Information and Communication Sciences of Zagreb University and Department of Information Management of Hacettepe University, Turkey. 2nd European Conference on Information Literacy (or ECIL) will be held on 20-23 October 2014 in Dubrovnik at the Valamar Lacroma Hotel, in Dubrovnik, Croatia.

Important Dates
First Call: 24 November 2013
Second Call: 26 January 2014
Third Call: 23 February 2014
Abstract submission: 16 March 2014
Notification of acceptance: 6 April 2014
Deadline for submitting final versions: 18 May 2014
Full paper: 15 June 2014
Notification of acceptance full paper: 27 July 2014
Full paper final version: 17 August 2014
Registration starts: 30 May 2014
Conference sessions: 20-23 October 2014

More information: http://ecil2014.org/

Media literacy research and policy in Europe. A review of recent, current and planned activities


Media literacy research and policy in Europe. A review of recent, current and planned activities is "the report of an expert seminar held in Brussels on 12/09/13, organised by the Media Literacy Task Force of the COST Action, Transforming Audiences, Transforming Societies. 25 media literacy experts from academia, policy and regulatory institutions came together to identify the current state of play and future directions for media literacy research and policy in Europe. In addition to capturing the main contributions made during the seminar, the report pulls out the recent history of media literacy policy at European level and highlights new indications of interest in this domain within the EC. The report concludes with recommendations for advancing this increasingly important area of research and policy".

By Livingstone, S., Bulger, M. & Zaborowski, R. 
2013 - London

To read the reportclick here: http://www.lse.ac.uk/media@lse/documents/MPP/COST-Media-literacy-research-and-policy-in-Europe-final.pdf

sábado, 28 de dezembro de 2013

How to focus in the age of distraction



Via @viamultimedia

Em livro, crianças imaginam significados para diferentes palavras


Criança é "responsável pelo dever de casa", segundo Luisa, de oito anos. Já para Johanna, de dez, criança é o que ela está vivendo. Essa é apenas uma das muitas palavras definidas em "Casa das Estrelas", livro do professor colombiano Javier Naranjo, que acaba de sair pela editora Foz, com ilustrações da francesa Lara Sabatier.

Javier teve a ideia de unir frases de seus alunos em 1988, durante uma festa de comemoração do Dia da Criança, quando pediu para que cada um da turma escrevesse em seu caderno uma resposta para a questão "O que é uma criança para você?".

Desde então, o professor foi juntando definições de crianças para palavras como adulto ("Pessoa que, em toda coisa que fala, vem primeiro ela", segundo Andrés, 8), branco ("O branco é a cor que não pinta", Jonathan, 11), corpo ("É no que colocamos a roupa", Camila, 7) e tempo ("É hora, é demora", Ligeya, 9).

A ideia é valorizar o que dizem as crianças, já que, segundo Javier, "em todos os lugares do mundo sua voz é menosprezada".

Muitos dos alunos de Javier hoje são adultos, e ele se encontrou com alguns deles já crescidos. "Eles reafirmaram com um brilho de verdade nos olhos o que disseram quando pequenos", conta.

Lara, ilustradora de Paris que mora na Bolívia, imaginou o livro como a vida -começou com a infância e foi até a velhice.

Ao final, ela desenha uma equilibrista. Para Lara, essa figura representa a busca pela felicidade, que ela define como "um equilíbrio entre alegria, amor, ódio e raiva".

A frase favorita de Lara é a definição de Weimar, 9, para quem a eternidade "é esperar uma pessoa".

"CASA DAS ESTRELAS"
AUTOR Javier Naranjo (tradução Carla Branco)
EDITORA Foz
PREÇO R$ 29,90
INDICAÇÃO a partir de 7 anos

Leia a entrevista com o professor que fez o dicionário com definições de crianças:

Facebook está 'morto e sepultado' para adolescentes mais velhos, diz estudo

Adolescentes estão migrando do Facebook para serviços alternativos por
causa de usuários mais velhos, segundo estudo
Segundo um extenso estudo europeu, o Facebook está "morto e sepultado" para os adolescentes mais velhos, que estão migrando para Twitter, Instagram, WhatsApp e Snapchat.

Ao pesquisar o uso da rede social por pessoas entre 16 e 18 anos em oito países da União Europeia, o estudo Global Social Media Impact diz que, enquanto pais, mães e usuários mais velhos saturam o Facebook, os mais jovens vão para plataformas alternativas.

"O Facebook não está apenas em queda –está basicamente morto e enterrado", escreveu Daniel Miller, antropólogo que liderou a equipe da pesquisa e professor de cultura material na UCL (University College London).

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A leitura em números - Guia sobre hábitos de leitura no Brasil

Em dezembro o Instituto Ecofuturo completa 14 anos e para comemorar a data lança o guia "A Leitura em Números", desenvolvido em parceria com a Secretaria de Assuntos do Governo Federal (SAE). 

Na publicação é possível encontrar vários dados sobre hábitos de leitura no Brasil, frutos de pesquisas nacionais e internacionais. A ideia é subsidiar artigos, trabalhos, reflexões, futuras pesquisas e debates sobre a melhoria do nível de leitura no país.

A organização foi de Andrezza Rosalém, da Estudos e Oportunidades, sob a coordenação de Ricardo Paes de Barros, pesquisador do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e atual secretário da SAE.

Para acessar: http://www.bibliotecavirtualecofuturo.org.br/item/leitura-em-numeros 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Warsaw session explored the latest best practice -- and new ideas

Winners of 2013 World Young Reader Prizes received 
their awards, told how they did it and then explored 
new territories with the other participants at 
WAN-IFRA's Youth Engagement Summit in Warsaw,
Poland


Aslak Gottlieb of Denmark. left, interviewed Polish 
students Emilia Kolodziej and Piotr Slugocki, who then 
judged participants' proposals in the Ideathon


News executives from 22 countries who already do well 
at engaging the young spent two and a half days in 
Warsaw this week at WAN-IFRA’s Youth Engagement 
Summit & Workshops exploring how to do even
better.
“This meeting was NOT for people who wanted to 
discuss how important young readers are for the 
future of newspapers,” explained Grzegorz Piechota, 
Head of Editorial Development for Gazeta Wyborcza, 
which hosted the event. “We know it already. 
We met rather to share case studies on successful
initiatives, to discuss in detail what works and 
what is a waste of money, and to network with 
people like us who prefer to face challenges in 
a bold way instead of only talking about them.”
And bold they were.












First participants heard the winners of the 2013 
World Young Reader Prizes share the lessons 
for others in their successes.Then they explored 
how to work with corporate partners, how to think
again about sustainable print editions for children 
and how to do truly effective digital-first connections.
Then they  engaged in an “Ideathon” led by the 
Knight Foundation's Chris Sopher and Danish 
Newspapers in Education (NIE) expert Aslak Gottlieb 
that included testing some new ideas on a two-person 
panel of Polish teenagers after creating personas 
based on their likes and dislikes.
Panel member Piotr Slugocki, 19, a music lover and 
drummer, said he “didn’t read newspapers ever” and 
both he and Emilia Kolodziej, 17, agreed that if they 
needed to find out breaking news they’d turn to the 
internet, radio or just “call my mother.”
Personas of Piotr and EmiliaPersonas of Piotr and Emilia















Their personas -- depicted visually by artist Julian 
Kücklich –- included demographics, habits and 
behaviors to were used by the group to 
brainstorm new products that would catch
their attention, and ultimately their loyalty.
Emilia’s “persona” described her as loving books, 
especially Tolkien and fantasy, fire dancing and
her mobile phone.
Throughout the three-day summit many particpants 
and speakers commented on the importance of focusing
on life stage interests and content rather than only 
considering a young person's age. This left the 
participants with a challenge: how to harness Piotr 
and Emilia's interests to improve their news literacy, 
and set up them up to be lifelong readers.

Participants had to pitch ideas to the student panel.
Pitches included a tailored newsfeed that grows only
with your interests, user-generated reviews on music
and books by youth, and a to-make-it-happen 
application where users showcase their wishes in 140
characters and readers vote for the best dream.
Emilia and Piotr said they liked most of the ideas, 
especially ones that targeted just their interests. 
At the close of the session, participants were able to 
pitch their own idea that could become the next
innovation at home.
From left, Markus, Alexandra, Cristiane, Aslak and Chris.From left, Markus, Alexandra, Cristiane, Aslak and Chris.












Other members of the Ideathon team were Alexandra
Waldhorn of WAN-IFRA and Radio France International,
Markus Pettersson of Resultatfabriken Consulting in Sweden)
and Cristiane Parente, former youth programme director
for ANJ, the Brazilian publishers association and now a
researcher at Minho University in Portugal, and Dr.
Aralynn McMane, WAN-IFRA executive director for
youth engagement and news literacy.
Both of the Polish students have been involved with
the Junior Media programme of Polskapresse, which
arranged for their participation, along with their
teacher Monika Konopnicka.

PARTNERS AT WORK

Several organizations helped make the event possible:
Gazeta Wyborcza, which contributed the venue,
staff and other crucial elements of support; Polskapresse,
which hosted several key events and people; IWP,
the Polish publishers association, which heartily endorsed
and publicized the event; The Knight Foundation,
which provided a key team member;Chevron Indonesia,
which supported key elements of the event, the Indian 
Embassy in Warsaw, which hosted an event to honor
the publishers who combined efforts to make India the
World Young Reader Country of the Year, the
European Newspaper Publishers Association, which
provided a guide to top-notch media literacy actions
by European news publishers, and the Warsaw 
Tourism Bureau, which helped make sure particpants
could expore and better understand Poland's capitol city.
Here is a look some ways they helped.
Gazeta Wyborcza founding editor Adam Michnik (top) 
opened the session noting that the events in Ukraine 
served as a sobering reminder that democracy and freedom
are neither guaranteed nor easy to assure, and editorial 
director Grzegorz Piechota reminded the audience at 
the special Presidential Palace session about the 
path to and lessons of Poland’s own hard-won democracy.
Marketing director Magdalena Chudzikiewicz (center) 
shared the secrets of success of youth-related partnerships. 
The company provided two students from the 
Polskapresse JuniorMedia initiatlive (Piotr Slugocki,at 
left, and Emilia Kolodziej, at right) to help participants 
practice creating personas to help them better 
determine effective modes of youth engagement.
A working group of IWP, the Polish national publishers 
association, met in a session hosted by Poskapresse to 
explore with representatives of such associations in 
Ireland, Brazil (with Cristiane Parente talking about 
Media Literacy), Norway, Finland and Russia various
options for a joint youth action in Poland. 
Kicking off the session was IWP president Wieslaw 
Podkanski of Ringer Axel Springer Polska. 
The Knight Foundation kindly provided Christopher 
Sopher, journalism programme associate, to lead an 
Ideathon designed to help participants transform a few 
– or even one -- of the many ideas that came to them 
during the summit into workable actions they could 
actually do once they returned to the 
realities of the office.
Harry Bustamen of Chevron Indonesia, above center, 
reminded participants about why a corporation might 
want be a partner with a news publisher in efforts 
than enhance the education of young citizens, 
especially in ways that combine basic knowledge with
news literacy. Chevron and the Jakarta Post 
Foundation supported the all-important transport 
of participants around chilly Warsaw. 









Indian ambassador to Poland Monika Kapil Mohta 
hosted a get-together for all the 2013 World Young 
Reader Prize winners from 21 countries in honor 
of the Indian news publishers who combined to 
win that country WAN-IFRA's World Young Reader 
Country of the Year award.  She is pictured here 
with the news executives representing the 
country: from The Telegraph, The Times of India, 
Mathrubhumi, I-next, Malayala Manorama, Dainik 
Bhaskar Group and The Hindu. It is only the 
second time WAN-IFRA has made such a 
country-level award, with Brazil being the 
first such honoree in 2005.










The media literacy committee of the European 
Newspaper Publishers Association, chaired 
by Danièle Fonck of Editpresse, Luxembourg, 
provided copies of its new compendium of the
wide variety of actions by news organizations 
that help youth learn about the news all 
over Europe. Details and a PDF download of the 
publication are available here: 
http://preview.tinyurl.com/ENPA guide

terça-feira, 26 de novembro de 2013

2.º Encontro sobre Jogos & Mobile Learning acontece em maio de 2014 em Coimbra; Submissão de trabalhos até janeiro

"O que jogam os nossos alunos? Que implicações têm esses jogos na aprendizagem? Poderemos alterar as nossas práticas letivas inspirados nesses jogos? Que dispositivos móveis têm os nossos alunos? São rentabilizados no ensino? De que modo?" Essas são apenas algumas perguntas que pretendem movimentar os debates em torno do 2.º Encontro sobre Jogos & Mobile Learning, que acontecerá no dia 9 de maio de 2014, na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, da Universidade de Coimbra, em Portugal.

O evento, que inclui conferências, comunicações, pôsters e workshops, reunirá investigadores, alunos de mestrado e doutorado, professores e profissionais da Educação, Psicologia e Jogos, e abordará os seguintes temas: Jogos e aprendizagem; Criação e design de jogos educativos; m-Learning, modelos e abordagens pedagógicas; e Casos práticos de m-Learning.

Entre os conferencistas estão Agnes Kukulska-Hulme da Open University, Reino Unido e Licínio Roque da Universidade de Coimbra.

As submissões de trabalho (textos completos) são aceitas até 31 de janeiro de 2014. E as regras podem ser consultadas no link: http://www.fpce.uc.pt/ejml2014/submissao.htm

Para mais informações: http://www.fpce.uc.pt/ejml2014/index.htm

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Pedofilia na internet

Mais uma excelente contribuição do artista Silvano Mello para nossa reflexão.

Pedófilo Digital

"É preciso ficar atento ao ambiente por onde nossas crianças têm navegado na internet e com quem elas tem se relacionado a fim de evitar este crime hediondo".
Para conhecer mais sobre o trabalho de Mello: http://mellocartunista.blogspot.pt/

sábado, 9 de novembro de 2013

Literacia para a publicidade


Programa "Sociedade Civil", da RTP2, de Portugal, apresentou no último dia sete de novembro, mesa redonda sobre a publicidade com especialistas no tema. Um deles é a Professora Dra. Sara Pereira, do Centro de Estudos da Comunicação e Sociedade, da Universidade do Minho.

O que é, qual o impacto, para que serve, papel de pais e educadores em relação à leitura crítica da publicidade por parte das crianças, foram alguns dos tópicos abordados.


Para ver o programa: http://www.rtp.pt/play/p1043/e133929/sociedade-civil-viii
Descrição do programa: Em Portugal, as crianças veem, em média, três horas de televisão por dia, cerca de 26 mil anúncios por ano. Os especialistas não são consensuais quanto à eficácia da proibição da publicidade infanto-juvenil como aconteceu na Noruega, Suécia ou Canadá, mas concordam que as escolas têm um papel determinante na educação para o consumo.

Há por todo o lado influências a que todos, incluindo os mais pequenos, estão sujeitos.
Mas como é possivel formar para a publicidade? Como se desenvolve sentido crítico em relação à informação que nos chega? Existe literacia para a publicidade nas escolas? Que papel têm pais e educadores? E as marcas?

De 2ª a 6ªfeira, o programa Sociedade Civil, da RTP2, traz-lhe gente que se dedica a melhorar a nossa vida, cidadãos com uma larga experiência na resolução de problemas, pessoas de várias organizações mobilizadas para soluções nas mais diversas áreas.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Debate coloca jornal na sala de aula

Sétima edição de evento na Unicamp abre inscrições de olho no uso 
das mídias na educação

Vista geral da última edição do seminário, realizado em 2012: temas debatidos já viraram livros sobre a importância da imprensa para as escolas
Vista geral da última edição do seminário, realizado em 2012: temas debatidos
já viraram livros sobre a importância da imprensa para as escolas
As inscrições para o 7º Seminário Nacional “O Professor e a Leitura de Jornal” começam na segunda-feira (04/11). O evento será realizado nos dias 24 e 25 de abril de 2014, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e terá como tema 'Educação, Comunicação e Liberdade na Sociedade do Espetáculo'.

Organizado a cada dois anos, o evento é uma realização da Associação de Leitura do Brasil (ALB), da Faculdade de Educação da Unicamp, do programa Jornal e Educação da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e do projeto Correio Escola Multimídia, do Grupo RAC. Desta vez, também conta como organizador com o Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal), que mantém um curso de especialização em Educomunicação, em parceria com o Correio Escola Multimídia.

O objetivo do evento é promover discussões com pesquisadores e especialistas que façam relações entre as produções midiáticas e a atividade docente. O seminário é realizado desde 2002. Embora tenha surgido para abordar o uso do jornal na sala de aula, nas últimas três edições as discussões foram norteadas pela relação com outras mídias, principalmente, com a internet.

É possível participar do seminário de duas formas: como ouvinte — com direito a assistir às conferências, mesas-redondas e oficinas — ou como apresentador de trabalhos acadêmicos ou relatos de experiências pedagógicas com o uso de mídia na escola. As inscrições antecipadas têm valores com desconto até o dia 10 de dezembro. 

Até essa data, quem for participar como ouvinte pagará R$ 110,00. Aqueles que querem submeter trabalhos para apresentação pagarão R$ 130,00. Os valores para inscrição sofrem reajustes a cada mês. As inscrições podem ser feitas pelo site www.correioescola.com.br, clicando no link “7º Seminário”. Todas as informações sobre o evento também estão disponíveis no site.

De acordo com o coordenador de Jornalismo do Correio Escola Multimídia e um dos organizadores do seminário, Fabiano Ormaneze, “a programação pretende problematizar as diferentes formas de produção de subjetividade na sociedade contemporânea, levando em consideração o consumo e a espetacularização”. Por isso, parte da programação pretende analisar temas contemporâneos do mundo midiático como reality shows, sensacionalismo e redes sociais. 

Publicações
Desde 2002, o seminário gerou várias publicações sobre a relação entre educação e comunicação. Entre elas está o livro Educomunicação, Redes Sociais e Interatividade, lançado neste ano pela Editora Leitura Crítica, com a organização de Cecília Pavani, Cristiane Parente e Fabiano Ormaneze. 

A obra traz textos das conferências, mesas-redondas e algumas das comunicações realizadas durante a sexta edição do seminário, em 2012. Também foi produzida uma edição da revista Linha Mestra, editada pela ALB, com trabalhos de participantes do seminário. O livro O Jornal na Vida do Professor e no Trabalho Docente (Editora Cortez), organizado por Ezequiel Theodoro da Silva, também reúne textos apresentados em edições anteriores do seminário.
Inscrições: www.correioescola.com.br
Fonte: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/capa/projetos_correio/correio_escola/115604-debate-coloca-jornal-na-sala-de-aula.html 03/11/2013

Biografia de Anne Frank agora em quadrinhos

A editora Devir traduziu para o Português o trabalho do escritor norte-americano Sid Jacobson e do artista Ernie Colón, que traduziram para os quadrinhos a vida de Anne Frank, já retratada no seu famoso diário, quando ela conta como foram os últimos três anos de sua vida,  durante o período do Holocausto.  

O trabalho de Jacobson e Colón, porém, tenta resgatar a vida da garota antes mesmo dela nascer, quando do encontro de seus pais, Otto e Edith Frank, assim como o contexto da Alemanha naquele tempo, a crise econômica que se seguiu, a saída da família para Amsterdã e o dia em que Anne, já com 13 anos, recebe de presente um diário, em 1942.
A partir daí, quadro a quadro a história desenrola-se mostrando o amadurecimento de Anne, o primeiro beijo, o momento em que a família é descoberta, etc até a morte de seu pai, em 1980, já bem depois que publica o diário (em 1947) e cria a ‘Fundação Anne Frank'.

Serviço:
‘Anne Frank - Biografia Gráfica'
Sid Jacobson e Ernie Colón
Editora Devir - Em colaboração com a Casa de Anne Frank (Amsterdã)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Como crianças reagem ao casamento gay

O que crianças e adolescentes de 5 a 13 anos pensaram ao ver dois pedidos de  casamentos gay?O vídeo abaixo é um episódio da série “Kids React” (Crianças Reagem), do YouTube, e tem como objetivo mostrar como as crianças se comportam ao verem diversas situações.

Revistas científicas de países emergentes aumentam processo de internacionalização

As revistas científicas de países emergentes, como China, Coreia do Sul, Rússia e Brasil, têm intensificado seu processo de internacionalização – que pode ser medido pelo número de artigos publicados em inglês, citação por outros países e pela publicação de artigos de autoria de pesquisadores estrangeiros, entre outros indicadores.
Os periódicos brasileiros, contudo, estão atrás das coleções desses outros países na corrida pela internacionalização, uma vez que ainda publicam menos artigos em inglês e em colaboração com o exterior.
A avaliação foi feita por participantes de um painel sobre medição da qualidade das pesquisas e dos periódicos internacionais, realizado no dia 24 de outubro, durante a conferência de comemoração dos 15 anos da Rede SciELO – Scientific Eletronic Library Online – um programada FAPESP e do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme).
O evento em São Paulo reuniu especialistas em pesquisa e comunicação científica de 25 países para debater a publicação da ciência em acesso aberto e os desafios para o desenvolvimento dos periódicos científicos.
“Há um crescimento da internacionalização dos periódicos dos países emergentes, que pode ser observado no fato de que muitas revistas dessas nações começam a abrir espaço para a publicação de trabalhos de autoria de pesquisadores internacionais”, disse Rogério Meneghini, diretor científico da Rede SciELO, durante o evento.
Meneghini realizou um estudo comparativo da visibilidade internacional de periódicos da China, Coreia do Sul, Brasil, Índia, Rússia e África do Sul nos últimos anos, levando em consideração o número de artigos publicados citados internacionalmente.
O estudo revelou que os artigos publicados nas revistas da China e da Coreia do Sul têm maior impacto, em termos de citação internacional, do que os disponibilizados nos periódicos da Rússia, da África do Sul, da Índia e do Brasil. A coleção de revistas científicas brasileiras ficou em quinto lugar nesse quesito entre os seis países emergentes analisados, à frente apenas da África do Sul.
“As revistas científicas brasileiras ainda estão publicando um menor número de artigos em inglês do que os periódicos desses quatro outros países emergentes. Isso traz menos visibilidade internacional”, disse Meneghini.
“Esse é um parâmetro importante, e que podemos controlar mais facilmente, para possibilitar que os periódicos brasileiros tenham maior visibilidade internacional”, avaliou.
Em comum, segundo Meneghini, esses países publicam uma grande quantidade de artigos de autores nacionais – que representam, no total, 6% dos artigos indexados na base Web of Science. E seus periódicos têm como um de seus objetivos escoar produções científicas que, muitas vezes, não encontram espaço nas publicações internacionais.
Para aumentar esse escoamento, nações como a China recorrem aos periódicos do Brasil e de outros países emergentes. A China é um dos que mais citam artigos publicados em periódicos brasileiros e submete estudos para revistas brasileiras realizados, em sua maioria, só por pesquisadores chineses, sem colaboração internacional, ressaltou Meneghini.
“É muito claro, no caso da China, que eles têm uma produção científica imensa, que não encontra aceitação em periódicos internacionais de maior destaque, e estão procurando espaço para publicação que não possuem nem dentro do próprio país”, disse.
“Por isso, o país recorre a publicações de outras nações, como o Brasil, como pode ser atestado pela quantidade de artigos de autoria de pesquisadores chineses recebidos pelos editores de revistas brasileiras”, disse Meneghini.
As revistas brasileiras que mais publicaram artigos de outros países em 2010 e 2011, segundo Meneghini, foram a Genetics and Molecular Research e o Journal of the Brazilian Chemical Society. No caso da primeira, dois terços das publicações da revista – que não está indexada na base da SciELO Brasil – são de autoria de pesquisadores estrangeiros.
“Nos últimos dez anos, os países avançados aumentaram duas vezes a publicação nos periódicos das nações emergentes, como os do Brasil”, disse Meneghini. “Por outro lado, esses países emergentes aumentaram dez vezes a publicação nos periódicos brasileiros.”
Já entre os periódicos brasileiros mais citados por outros países estão o Latin American Journal of Solids and Structures, o Brazilian Journal of Chemical Engineering e oThe Brazilian Journal of Infectious Diseases – os três indexados na base da SciELO Brasil.
“É interessante que dois desses três periódicos brasileiros mais citados internacionalmente sejam da área de Engenharia de Materiais, ao contrário dos outros países emergentes, onde as revistas nacionais mais citadas são das áreas de Biologia e Medicina”, comparou Meneghini.
Pouca colaboração internacional
De acordo com outros especialistas participantes do evento, não há um levantamento oficial do total de revistas científicas publicadas pelo Brasil atualmente. Estima-se que existam 8 mil periódicos brasileiros em atividade – número considerado muito alto.
“Essa grande quantidade de revistas talvez cause efeitos de dispersão e de nivelamento por baixo da qualidade dos artigos científicos publicados em periódicos brasileiros”, disse Isabelle Reiss, gerente de contas da divisão de pesquisa científica da Thomson Reuters para a América do Sul. Segundo ela, uma menor quantidade de periódicos brasileiros tornaria a seleção de artigos mais rigorosa e, consequentemente, aumentaria a qualidade e a visibilidade dos trabalhos publicados.
Outro fator que influencia a baixa visibilidade dos trabalhos publicados por pesquisadores brasileiros, de acordo com Reiss, é a pouca colaboração com pesquisadores de outros continentes e da própria América Latina.
Na avaliação dela, isso pode estar relacionado ao fato de a ciência brasileira ainda ser muito jovem [em comparação com países da Europa ou os Estados Unidos].
Reiss também comenta baixo número de artigos de revisão de literatura – voltados a fazer um levantamento dos avanços em uma determinada área do conhecimento – publicado nas revistas brasileiras.
“Os artigos de revisão são escritos por pesquisadores muito informados, com experiência acumulada de muitos anos em suas respectivas áreas”, disse.
“Em geral, esse tipo de artigo gera muito mais citações do que o de resultados de estudos, porque apresenta uma síntese inteligente do atual estágio de desenvolvimento de uma determinada área do conhecimento, que será utilizado por diversos outros pesquisadores”, disse Reiss.
Quando os artigos de revisão são escritos em colaboração com pesquisadores do exterior, o número de citações pode até ser duplicado, afirmou a especialista.
Por isso, as revistas brasileiras deveriam publicar mais esse tipo de artigo, que representa apenas 2,4% dos trabalhos publicados, estimou Reiss.
“As revistas brasileiras poderiam tentar identificar dentro de suas áreas pesquisadores muito experientes para escrever essas sínteses, a fim de aumentar a visibilidade”, indicou.
Integração na Web of Knowledge
Durante o evento, a divisão de propriedade intelectual e ciência da Thomson Reuters anunciou uma parceria com a SciELO para integrar o SciELO Citation Index (índice de citação da SciELO) na Web of Knowledge – plataforma que permite o acesso a várias bases de dados de referência bibliográfica, como a Web of Science, Current Contents Connect e Journal Citation Reports (JCR), tanto para busca como para geração de indicadores bibliométricos.
Na avaliação das instituições, a iniciativa vai proporcionar maior visibilidade e melhor acesso à pesquisa dos 15 países ibero-americanos e da África do Sul, cujas coleções estão indexadas na base da Rede SciELO.
“O acordo com a Web of Knowledge abre novos horizontes na missão da SciELO de melhorar a visibilidade da ciência que é feita na América Latina, Espanha, Portugal e África do Sul”, declarou Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, em um comunicado conjunto das três instituições, anunciando o lançamento da iniciativa.
O SciELO Citation Index incluirá, aproximadamente, 650 títulos e mais de 4 milhões de referências citadas de periódicos de acesso livre da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, México, Portugal, África do Sul, Espanha e Venezuela.
“Há uma vasta quantidade de conteúdo científico valioso gerada e publicada por periódicos de regiões emergentes, como a América Latina, Caribe e África do Sul, e é importante que esse trabalho esteja visível e possa ser acessado globalmente”, afirmou Abel Packer, diretor da SciELO, no comunicado.
De acordo com a Thomson Reuters, a adição da SciELO na Web of Knowledge seguirá um modelo semelhante ao do Chinese Science Citation Database, que está hospedado na Web of Knowledge desde 2008, e do lançamento planejado para 2014 de um banco de dados de periódicos com literatura acadêmica coreana.
“Para nós, é um prazer colaborar com a SciELO para promover o alcance de pesquisas importantes de regiões emergentes, bem como para aumentar os nossos próprios dados ao integrar conteúdo de alta qualidade e acesso livre na Web of Knowledge”, afirmou no comunicado Christopher Burghardt, vice-presidente de negócios de pesquisa acadêmica e científica da Thomson Reuters.
Fonte: Agência FAPESP/ Elton Alisson (http://agencia.fapesp.br/18142)