sexta-feira, 28 de junho de 2013

Revista Comunicação e Sociedade abre chamada de artigos


Revista Comunicação e Sociedade, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, da Universidade do Minho (Braga/Portugal), abre chamada para submissão de artigos para sua edição nº 24, cujo tema será Moda e Contemporaneidade. 

O prazo de envio de textos é 31 de julho e a comunicação de aceitação será no dia 15 de setembro. A revista deve ser publicada até o final do segundo semestre de 2013.

Problematização do tema:
A moda repele o já visto, movendo-se em territórios marcados por práticas indefinidas e 
ilimitadas, ensaiando múltiplas experiências, com o único pressuposto de que o que subsiste para além das modas que são apresentadas é que estas se esgotem no desejo imediato de as possuir, de as consumir, de voltar a desejar o novo. A moda funda-se nos contrários, assenta na eterna volatilidade do todo onde a celeridade garante a ausência da obsolescência. Nada é fabricado para durar e a obsolescência dos produtos garante às estruturas económicas a sobrevivência. Tudo é experimentado na fruição do presente. O  Fast-fashion revolucionou o modo como se passou a olhar para a moda. Que tempo é este que sacraliza o novo em que as peças de roupa têm a duração dos kleenex? Como pensar um tempo que se rege pela sedução e pelo desejo? 

Se a moda se democratizou, simultaneamente rumou a sua produção para outras paragens em busca de preços mais  competitivos.  Mas será que perante um liberalismo desenfreado em que vivemos a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável são assegurados na realidade? No passado, o mercado do luxo de matriz francesa era imune às agitações económicas. Hoje, na Europa, o luxo ressente-se e deslocou-se para outras geografias. Como pensarmos estas deslocações? 

Se gostamos de ver a moda como espaço de criação, não podemos desligá-la do seu lado comercial. Como olhar para a inspiração num tempo em que as marcas estão nas mãos de grandes grupos económicos? Qual o papel dos criadores de moda quando estão associados aos grupos económicos e o seu nome é convertido em marca? Qual a importância da “utilização” das celebridades para a imagem das marcas?

A contrafação e o plágio não são um fenómeno de hoje. Como pensar a contrafação, o plágio num tempo em que se procura um regresso às origens?  Os consumidores compram artigos de luxo falsificados pelo que são, ou pelo que representam?

A mundialização da economia, o fenómeno da globalização acelerou a indiferenciação de  gostos e de estilos entre as pessoas que não vivem afastadas das “rotas” do progresso. Face ao passado, a identidade, que é cada vez mais transitória, mutante, é caraterizada por ruturas. Se a moda diferencia, hierarquiza, é, simultaneamente, portadora de ideias, de estéticas distintas em rutura com o instituído. Como lidam as tribos urbanas com a globalização dos estilos de vida?  

Hoje, o corpo está no epicentro de todas as ficções, reptos e inquietações. As tatuagens, os piercings, o body building, as dietas, as práticas desportivas, as cirurgias estéticas revelam um emergente descontentamento relativamente ao seu corpo. Mas somos apenas um corpo?

Há mais de um século que as revistas de moda funcionam como o meio mais seguro para a disseminação do que se joga na indústria da moda, sempre em sintonia com o mercado. Que corpo é esse que habita nas revistas de moda? Um corpo perfeito que rompe com os corpos reais? Um corpo não corpo?

Objetivo 
Neste número da revista Comunicação e Sociedade pretendemos contribuir para o 
aprofundamento da compreensão destes problemas e destas realidades. Serão aceites artigos que se constituam como ensaios e/ou apresentação de investigações empíricas sobre as problemáticas anunciadas, estando aberta, no entanto, a possibilidade de se incluírem outras questões como relevantes, nomeadamente em matéria de recensões.

As regras editoriais para a submissão eletrônica de originais estão disponíveis no link: http://www.comunicacao.uminho.pt/upload/docs/revista_com_e_soc_normas_apresentação_originais.pdf

Estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos no XXXVI Intercom



Estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos no XXXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - INTERCOM/2013, que será realizado de 4 a 7 de setembro na UFAM - Universidade Federal do Amazonas, em Manaus/AM.
O evento irá debater, socializar o conhecimento e buscar a construção de projetos coletivos, como um livro e o blog do GP.
O prazo para inscrição de trabalhos é 12 de julho, mas o pagamento deve ser feito até o dia 9, conforme o calendário abaixo. Essa também é a data limite para obter o desconto de associado.
Inscrição de trabalhos 
Prazo inicial para inscrição de trabalhos
8 de abril
Prazo máximo para inscrição de trabalhos12 de julho
Os interessados em submeter trabalhos devem efetuar o pagamento da taxa de inscrição até essa data
Os coautores que queiram receber certificados TAMBÉM devem efetuar o pagamento até essa data.
Atenção para NÃO AGENDAR o pagamento para a data do vencimento do boleto. Tem que PAGAR até essa data.
Se você deseja obter o desconto de associado:
- se não for associado, você deve se filiar antes dessa data;
- se for associado, deve efetuar o pagamento da anuidade de 2013 antes dessa data. 
9 de julho
Data final para comunicação dos aceites dos trabalhos
Atenção: após a submissão do trabalho, verifique periódicamente o status da avaliação em sua área reservada, para o caso de alterações solicitadas pelos avaliadores
31 de julho
Taxa de inscrição – 2013 ¹
Categoria
de 05/04/13
a 30/06/13
de 01/07/13
a 16/07/13
de 17/07/13
a 05/08/13¹
Não SócioR$ 470,00R$ 560,00R$ 680,00
Sócio da Intercom ²R$ 156,00R$ 192,00R$ 240,00
Estudante de Graduação ³
Recém Graduado (2012/2013)*
R$ 120,00R$ 144,00R$ 168,00
¹ A inscrição no congresso será aceita até o limite da capacidade de acomodação dos participantes nos locais do congresso. Recomenda-se a inscrição antecipada, sobretudo para os que pretendem apresentar trabalhos.
² Sócios que quitaram a anuidade 2013.
³ No ato da inscrição, o estudante deve informar o número de sua matrícula na instituição em que estuda.
* Os inscritos nessa categoria somente poderão enviar trabalhos para o Intercom Júnior
Obs 1: Não serão realizadas inscrições no local. Não haverá restituição da taxa de inscrição.
Obs 2: ATENÇÃO: PARA AQUELES QUE IRÃO ENVIAR TRABALHOS, O PAGAMENTO DEVERÁ SER FEITO ATÉ 09/07/2012
Obs 2: Os certificados de participação e apresentação de trabalhos serão online. Após o evento e a comprovação da presença do participante, o certificado será liberado na área reservada do inscrito para impressão.

Mais informações:
http://www.portalintercom.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3965%3Acalendario-2013&catid=45&Itemid=2

Revista espanhola especializada em Direitos da Comunicação recebe proposta de artigos

A Derecom, revista online especializada em Direitos da Comunicação, recebe propostas de artigos originais para sua edição de setembro. O prazo para entrega dos textos é 15 de julho e a aceitação será confirmada em 15 de agosto. 

Revista Derecom é uma publicação eletrônica trimestral vinculada à seção departamental de Direito Constitucional da Faculdade de Ciências da Informação da Universidad Complutense de Madrid (UCM). 

Veja mais detalhes em: http://www.derecom.com/criterios.html

Profª Maria Immacolata Vassallo de Lopes (USP) é oradora convidada da Conferência Internacional “Interfaces da Lusofonia”


A Conferência Internacional “Interfaces da Lusofonia”, que acontecerá de 4 a 6 de julho na Universidade do Minho, em Braga, Portugal, terá a Professora Maria Immacolata Vassallo de Lopes (Universidade de São Paulo/ Brasil), como oradora convidada. 


A Conferência Internacional "Interfaces da Lusofonia", que se realiza de 4 a 6 de julho, na UMinho (Braga), terá a Professora Maria Immacolata Vassallo de Lopes (Universidade de São Paulo, Brasil), reputada investigadora na área dos estudos de comunicação, como oradora convidada. A organização do evento está cargo do CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade.

A Professora Maria Immacolata Lopes possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo; mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo; e pós-doutorado na Universidade de Florença, Itália. Atualmente é professora titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, São Paulo, Brasil. Tem larga experiência na área de Comunicação, com ênfase em Epistemologia da Comunicação, Teoria da Comunicação e Metodologia da Pesquisa em Comunicação. Ensina e desenvolve investigação principalmente nos seguintes temas: campo da comunicação, recepção da comunicação, ficção televisiva, metodologia da comunicação. Coordena o Centro de Estudos de Telenovela da USP e o Centro de Estudos do Campo da Comunicação da USP. Criadora e coordenadora da rede de pesquisa internacional OBITEL-Observatório Ibero-Americano da Ficção Televisiva e da rede de pesquisa OBITEL-Brasil. Presidente de IBERCOM - Associação Ibero-Americana de Comunicação (2012-2015). Diretora de MATRIZes, Revista do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da USP. Membro da Comissão Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade de São Paulo. Foi representante da área de Comunicação no CNPq (2004-2007). Membro do Conselho Curador da INTERCOM como ex-presidente da entidade. Membro de conselho editorial de periódicos nacionais e internacionais. Publicou numerosos artigos e livros, no Brasil e no estrangeiro. É pesquisadora 1A do CNPq e membro do Conselho Consultivo do CECS.

A Conferência contará ainda com a presença de outros reputados especialistas das áreas das ciências humanas e sociais, que se têm dedicado ao estudo de temas relacionados com a lusofonia, entre os quais destacamos: Ana Carolina Escosteguy (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Brasil), Annabela Rita (Universidade de Lisboa), Armando Jorge Lopes (Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique), Cláudia Castelo (Instituto de Investigação Científica Tropical, Portugal), Feliciano Mira (Universidade de Coimbra), Fernando Cristóvão (Universidade de Lisboa), Isabel Ferin Cunha (Universidade de Coimbra, Portugal), Jacinto Rodrigues (professor jubilado - Universidade do Porto), José Carlos Venâncio (Universidade da Beira Interior, Portugal), José Eduardo Franco (Universidade de Lisboa, Portugal), Joseph Straubhaar (Universidade do Texas em Austin, EUA), Juremir Machado da Silva (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Brasil), Luísa Paolinelli (Universidade da Madeira, Portugal), Margarita Ledo Andión (Universidade de Santiago de Compostela, Espanha), Maria Immacolata Vassallo Lopes (Universidade de São Paulo, Brasil), Neusa Bastos (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil), Paulo Bernardo Vaz (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil), Regina Pires de Brito (Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo, Brasil), Rogério Miguel Purga (Universidade Nova de Lisboa, Portugal), Silvino Lopes Évora (Universidade de Cabo Verde, Cabo Verde) e Vera Veiga França (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil).

No âmbito da conferência haverá também mesas redondas com escritores, nomeadamente: Amélia Dalomba (Angola), Filimone Meigos (Moçambique), José Luandino Vieira (Angola), Lupito Feijóo (Angola), Luís Costa (Timor Leste), Miguel Miranda (Portugal), Olinda Beja (São Tomé). Haverá ainda um painel com bloguistas de diversos países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Adolescentes são condenadas por insultos no Instagram


Instagram
Estocolmo - Duas adolescentes suecas foram consideradas nesta terça-feira culpadas por difamação por postar insultos sexuais sobre outros jovens no site de compartilhamento de fotos Instagram.
O tribunal condenou as meninas, com 15 e 16 anos, por escrever comentários depreciativos ao lado de fotos de 38 jovens, a maioria meninas, em uma conta anônima no Instagram. As garotas foram multadas e condenadas a prestar serviços comunitários.
Postados em dezembro, os comentários rapidamente se espalharam pela internet e levaram centenas de jovens a tomar as ruas em Gotemburgo, cidade natal das adolescentes, em protestos que se tornaram violentos.
O bullying cibernético entre jovens tornou-se uma tendência crescente com o avanço das mídias sociais. "Muitos pensam que são anônimos quando estão sentados atrás de um computador e, portanto, tomam liberdades maiores", afirmou o advogado da acusação, Arash Raoufi.
"A decisão envia um sinal para os jovens e para a sociedade de que esta cultura não pode continuar a existir. Também espero que ela resulte em pais mais atentos ao que as crianças fazem no computador", disse.

Jornalismo de qualidade produzido por alunos do primeiro semestre da USP


Os alunos do primeiro semestre de jornalismo da USP começaram a experimentar os primeiros passos na profissão bem cedo, e já produziram o jornal "Notícias do Jardim São Remo". 

Um dos temas abordados foi o uso de jornal nas escolas, com entrevista à educadora Samara Sousa dos Santos e à jornalista Cristiane Parente, Coordenadora Executiva do Programa Jornal e Educação/ANJ e membro da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação - ABPEducom. A matéria foi escrita pelo estudante Dimitrius Pulvirenti. 
O jornal também abordou o trabalho escravo. As alunas Helena Rodrigues e Thaís Matos conversaram com o jornalista Leonardo Sakamoto, fundador da ONG Repórter Brasil e representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.
Outros assuntos atuais que os estudantes trouxeram no jornal foram as manifestações em São Paulo e a violência obstétrica no Brasil, sem esquecer dos personagens locais como o cearense Sr. Luis Martins, que conhece como poucos a história de São Remo.
Conheça o jornal NJSR no linkhttp://www.eca.usp.br/njsaoremo/?p=3999.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

La red de Jóvenes periodistas de la UNESCO lanza la plataforma Young Journalists


Young journalists principal.JPGLa Escuela de Verano en MILID concluyó el pasado viernes 23 de junio con la presentación de la Plataforma Young Journalists y la consolidación de la red de Jóvenes periodistas de la UNESCO.
Conocimiento compartidoproducción colaborativa de contenidos, diálogo entre diversas culturas y nuevas alianzas amistades han sido los principales resultados de este encuentro que acogió a jóvenes de todos los continentes. 
Los estudiantes, organizados en equipos de producción, presentaron sus trabajos durante la sesión de clausura y compartieron sus experiencias y aprendizajes durante esos días.
La mesa, integrada por los profesores Azza Ahmed Heikal, Decana de la Facultad de Lenguaje y Comunicación de la Arab Academy for Science, Technology & Maritime Transport; Samy Tayie, José Manuel Pérez Tornero Santiago Tejedor, directores del evento y Laura Cervi, coordinadora de la MILID Summer School, otorgó premios a los participantes más destacados. 
Presentando al equipo de tv, junto a la mesa
Algunos jóvenes periodistas destacaron lo valioso del encuentro para conocer a personas de otros contextos, dialogar y conocer sobre otras culturas.  Entre ellos estuvo la estudiante catarí Romeya Mubarak AL Mansoori, de solo 16 años, la más joven del grupo, quien afirmó que "será una experiencia que recordaré para toda mi vida". 
Jóvenes periodistas trabajando en la plataformaDurante la clausura, la red de Jóvenes periodistas de la UNESCO presentó la plataforma Young Journalists.
Más de medio centenar de estudiantes de diversos continentes trabajaron en la creación de contenidos para esta nueva plataforma, que aborda temas de interés internacional desde la perspectiva de jóvenes periodistas. 
Organizados en equipos de producción de radiowebtelevisión prensa, los estudiantes desarrollaron varias piezas informativas, entrevistas, debates, reportajes sobre política, cultura y temas de interés de la propia red. 
Entre los asuntos abordados en esta primera semana de producción se encontró la libertad de expresión y los movimientos sociales, (un tema muy debatido durante las sesiones plenarias de la MILID Summer School) y  la violencia en el deporte, entre otros.
La plataforma se encuentra abierta a la participación de los miembros de la red, así como de jóvenes periodistas que quieran participar en el proyecto. 
El proceso de producción de contenidos supuso la colaboración de jóvenes diversos en cuanto a sus países de origen, cultura, idioma, género, y los conocimientos y experiencias previos.  

Site foca em adolescentes e ajuda alunos simplificando notícias diárias


Um jornal diário online para adolescentes com foco nas grandes questões que estão transformando o mundo. Essa é a proposta do The Day, iniciativa com dois anos de existência e que possui 670 escolas britânicas inscritas.
O fundador e editor-chefe do jornal Richard Addis, que ocupou cargos altos no "The Sunday Telegraph", "The Daily Mail" e "The Daily Express" na Inglaterra, além do "The Globe and Mail" no Canadá, disse que decidiu lançar um jornal para alunos depois de perceber um "vasto abismo de incompreensão" na forma como os meios de comunicação relatavam histórias complexas.
"Todos os meios de comunicação assumem que as pessoas sabem mais do que realmente sabem", afirmou ele em entrevista.
"As pessoas não entendem matérias complexas, de modo que não se preocupam em lê-las", destacou Addis. "Já que ninguém as lê, a mídia desistiu de publicá-las a fim de concentrar-se em matérias simples, como a vida sexual de George Clooney ou qual jogador de futebol bebeu demais."
"Celebridades, esportes e assuntos de interesse humano ainda vendem jornais", disse Addis, "mas se ninguém entende as matérias reais, e ninguém se dá ao trabalho de explicá-las, todos nós vamos ficar mal informados."
Junto com um ex-colega do "Financial Times", onde Addis havia editado o caderno de Fim de Semana, ele montou o jornal The Day, cujo lema é "Explicar é Importante".
Apoiado por um pequeno grupo de investidores, o editor-chefe comercializou o projeto para as escolas, que pagam R$ 2,05 por aluno por um pacote básico de matérias cotidianas, questionários e recursos para sala de aula. O pacote premium de R$ 3,38 inclui fotos grandes, oficinas de jornalismo em sala de aula e traduções para o francês, alemão, espanhol e italiano para uso em aulas de línguas.

As escolas recebem três matérias por dia explicando as questões por trás da notícia, além de acesso a um arquivo de matérias antigas. A plataforma foi projetada para ser impressa em tamanho A4, embora muitos professores coloquem os artigos em quadros brancos, ou em telas interativas conectadas a um computador.
O jornal não tem anúncios, o que é atraente para Stephen Adcock, diretor-assistente da Burlington Danes Academy, uma escola do centro de Londres que foi um dos primeiros assinantes de The Day. "Era bastante comum os professores pegarem cerca de 25 cópias do jornal Metro", disse Adcock, referindo-se ao tablóide distribuído gratuitamente nas estações de ônibus e metrô da cidade. "Mas é um jornal muito comercial, cheio de publicidade. E o conteúdo não é necessariamente voltado a adolescentes."
Adcock diz que sua escola usa o site pelo menos três vezes por semana. "Nós temos uma sessão em grupo todas as manhãs, e os tutores usam o The Day para discutir assuntos atuais", disse ele. "Mas nós também o usamos em assuntos específicos. Um professor de ciências pode procurar matérias sobre a engenharia genética, por exemplo."
Adcock diz que os alunos eram expostos a muitos meios de comunicação, embora a maior parte fosse de qualidade questionável. "E, embora sejam obrigados a ler o The Day, parecem gostar", diz ele. "Há um apetite real para descobrir sobre o mundo. Eles querem se envolver, mas não sabem por onde começar ou como encontrar o que é relevante. Isso abre um caminho para eles."
Andrea James, chefe da orientação da escola Holland Park, em Londres, diz que quer mais para os alunos do que apenas uma maneira de entender as histórias complexas. "Espero que ele nos permita oferecer aos alunos um caminho para perseguir seu interesse pelo jornalismo", disse ela.
Addis também quer incentivar estudantes de jornalismo. Primeiro, porém, ele tem que fazer o The Day crescer. Mais de 80% dos assinantes renovam suas assinaturas, disse ele, e seu público atual de cerca de 600 mil significa que o The Day "é visto por cerca de duas vezes mais leitores que a revista Top of the Pops, o título mais vendido do país para adolescentes."

Em setembro, ele espera lançar outro site - "uma espécie de versão infantil do 'The Huffington Post'" – editado por adultos, mas escrito por e para adolescentes. "Só pode escrever para o site quem tem 19 anos ou menos", disse ele.
*Com informações do jornal "The New York Times"/ Tradutor: Eloise De Vylder

A Educomunicação da TV USP: veja a nova fase do "Quarto Mundo'



Está no ar, pela TV USP, a nova temporada do Programa Quarto Mundo, com formato totalmente reformulado.
Com vinheta e quadros novos, a proposta desta temporada é também mostrar como funcionam os encontros de formação e preparação dos jovens que atuam no Quarto Mundo. O programa, realizado em parceria da TV USP com a Viração Educomunicação, é feito de forma colaborativa, envolvendo adolescentes e profissionais da comunicação na produção do programa.
 
No programa de estreia, a galera assiste a uma entrevista com o advogado e especialista em Políticas de Segurança Pública, Ariel de Castro Alves, sobre o tema da redução da maioridade penal.

Jovens integrantes do Programa Quarto Mundo se reunem, no espaço da Viração, para discutir a pauta e os procedimentos de coleta e edição do mateiral irá ao ar pela Tv USP.
Outro assunto é a apresentação do Clube de Trocas do Jardim São Luiz, na zona sul de São Paulo. Com falas de moradores, consumidores e vendedores, os adolescentes do programa mostraram como funciona esse espaço, que já está em seu do 24º encontro e acontece no CEU Casa Blanca. Tem meninas no grafite, com a participação de Evelyn Negahamburguer e Tainá Índia, mostrando uma arte maneira no Escadão da Cultura, no Jd. Ibirapuera.

Ainda no programa, uma entrevista com as jornalistas Lilian Romão, da Viração, e Ana Paula Chinelli, da TV USP, que contam como surgiu o projeto Quarto Mundo, em 2008, e com o coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da USP, Ismar de Oliveira Soares, que aborda o trabalho educomunicativo do programa. Tudo isso com a ajuda de jovens ex-quartomundenses.
Imersão

O aluno Guilherme Yazaki, da Licenciatura em Educomunicação, realiza sua experiêbncia de imersão educomunicativa no programa Quarto Mundo. A imersão é uma prática adotada pelo curso para permitir aos alunos uma experiência prática do exercíco da educomunicação.
Saiba mais sobre o Quarto Mundo
Seguem os links relativos ao programa:

1º Programa da atual temporada do Quarto Mundo:

Página oficial do Quarto Mundo no Facebook:

Blog alimentado pelos Quarto-mundenses:

Assista

O programa Quarto Mundo pode ser assistido na NET (canal 11), e na TVA (canais 71 e 187).Na Internet, o programa é acessível no sthttp://www.youtube.com/watch?v=sb8gyFlu09greaming:
 
 
Vejas os horários de exibição em junho:
    17/06 - 02:30
    17/06 - 07:00
    17/06 - 19:00
    18/06 - 02:30
    18/06 - 19:00
    19/06 - 02:30
    19/06 - 11:30
    20/06 - 06:30
    20/06 - 22:30
    21/06 - 02:30

Defendida a primeira monografia da Especialização em Educomunicação da ECA/USP



Teve início na tarde do dia 24 de junho as defesas das monogarafias dos alunos que acabam de concluir a primeria edição do curso de Especialização em Educomunicação, promovida pelo Departamento de Comunicações e Artes da ECA/USP. O primeiro trabalho apresentado à banca examinadora, composta pelos professores Maria Cristina Mungioli (orientadora), Ismar de Oliveira Soares (professor do programa) e Gustavo Aloe (comunicador, representando a sociedade) teve como título "Educomunicação para a sustentabilidade: uma experiênciano Programa Jovem Sustentável da Fundação Alphaville", de autoria do aluno Ricardo Jesus Santana.
 
Com a nota 10 (dez) o trabalho foi recomendado para integrar a programação do V Encontro Brasileiro de Educomunicação, previto para realizar-se no espaço do Memorial da América Latina, em setembro de 2013.
 
Ao todo, serão apresentadas e defendidas, até do dia 5 de julho, um total de 19 monografias. De acordo com a Profa Maria Cristina Costa, que como como coordenadora do programa, acompanhou a turma ao longo dos dois últimos anos, os textos das monografias, pela qualidade das abordagens e as contribuições tanto para a o entendimento quanto para a aplicação do novo campo às ações educomunicativas no ensino formal e na esfera do terceiroo setor, passam a figurar como bibliografia para as próximas turmas da especialização.

Concurso da UFTO exige especialização em Mídias na Educação



A Universidade Federal de Tocantins recebe, atualmente, inscrições para concurso público que exige, para 5 das 143 vagas oferecidas, formações que tenham, no mínimo, pós-graduação lato sensu em Mídias na Educação. As vagas estão lotadas no curso de Educação do Campo, campus de Arraias, e Letras, campus de Tocantinópolis, com exigência de graduações em Música, Letras/Libras, Pedagogia e Artes Visuais. As inscrições vão até dia 8 de julho.
 
As jornadas de trabalho para as 5 funções preveem regime de dedicação exclusiva em 40 horas semanais, o que perfaz salário base de R$ R$ 3.597, 57, mais a retribuição por titulação de especialista, de R$ 496,08. Se além da especialização em Mídias na Educação o candidato for mestre, a remuneração agregada adicional será de R$ 1.871,98, somada ao salário base.
 
Em conformidade com a Medida Provisória nº 614, de 14 de maio de 2013, alterando a lei 12.772, de dezembro de 2012, o docente contratado com o perfil de formação de especialista em Mídias na Educação enquadra-se na Classe A, de Professor Auxiliar. É a partir dessa legislação vigente que as instituições federais podem, desde o início do ano, dependendo da demanda de candidatos com titulação que varia de doutores a portadores somente do diploma de graduação, contratar, em concurso, especialistas com formação lato sensu.
 
O curso de especialização em Mídias na Educação foi implantado, em São Paulo, numa parceria entre o Ministério da Educação, o NCE/ECA/USP e a Universidade Federal de Pernambuco, e teve a última turma formada no mês de maio de 2013. O concurso da Universidade Federal do Tocantins é o primeiro que exige formação em Mídias na Educação como pré-requisito de inscrição de candidatos.

O link com o edital completo do concurso pode ser acessado no endereço 

A imagem do professor na mídia e a carreira docente



"A educação é a base de tudo": os jovens e sociedade sabem disso, mas precisamos tirar implicações da compreensão
 
Por Richard Romancini - Para o portal NET Educação
 
Há algumas semanas, a imprensa divulgou resultados de uma pesquisa mostrando o baixo interesse de estudantes de licenciaturas da USP pelo magistério. Esta investigação é antecedida por outros estudos que enfocam temática similar, como o trabalho de Paula Louzano et al. (Quem quer ser professor? Atratividade, seleção e formação docente no Brasil. Estudos em avaliação educacional, n. 47, p. 543-568, 2010) e o de Bernadete Gatti e colaboradoras (A atratividade da carreira docente no Brasil. Estudos e pesquisas educacionais, n. 1, p. 139-209, maio 2010).
 
Em paralelo, alguns estudos sobre a imagem do professor na mídia têm sido realizados, como os do livro organizado por Adilson Citelli (Educomunicação: Imagens do professor na mídia. São Paulo: Paulinas, 2012).
 
Existem intersecções entre os temas “imagem do professor na mídia” e “atratividade da docência” que vale a pena explorar, notando, ainda, que a principal justificativa dos estudos sobre o último ponto está relacionada à importância dos professores na qualidade da educação. Exemplo muito citado é o da Finlândia, país no topo das avaliações do PISA desde 2000 e cuja seleção de docentes é feita dentre os 10% de alunos com desempenho mais elevado nas universidades.
 
A situação brasileira, conforme mostram as pesquisas, é diversa. Fenômeno notável é a escassez de professores, particularmente no ensino médio e das áreas de exatas. Os dados sobre a formação dos professores mostram avanços, como o aumento do índice de professores de ensino fundamental com diploma de ensino superior (20% em 1991, e 60% em 2006), que não se traduziram, porém, em melhor aproveitamento escolar dos alunos. Há uma tendência de mudança no perfil dos estudantes das licenciaturas, com mais alunos oriundos de famílias das classes populares, com formação em escolas públicas, até a graduação, e instituições privadas neste nível.
 
Um aspecto constatado sobre a percepção dos estudantes – e provavelmente da sociedade como um todo – é que a docência possui uma remuneração baixa, com condições de trabalho ruins e com reconhecimento social menor do que sua importância.
Os sinais de “crise” da profissão docente ultrapassam as fronteiras brasileiras, o que, se não atenua os problemas locais, ao menos indica que há fatores relacionados com mudanças estruturais num âmbito global que a afetam. Um exemplo dessa situação é que, nos Estados Unidos, 30% dos novos docentes desistem da profissão, após três anos, e estes são justamente os que tiveram melhor desempenho acadêmico prévio.
 
Do ponto vista social e também das subjetividades individuais, o modo como a mídia apresenta uma profissão influencia a percepção sobre esta. Assim, pode ser considerado um dos aspectos que afetam as representações sociais que incidem sobre a atratividade maior ou menos de uma carreira e a escolha de certo projeto profissional. 
Representações do professor
 
A discussão teórica feita por Adilson Citelli, na introdução do livro mencionado, esclarece que as formações discursivas produzidas pelos meios de comunicação evidenciam determinadas imagens que orientam processos de representação. As representações, por sua vez, envolvem as relações entre os planos da significação, da realidade e as imagens decorrentes; possuem vínculos com a realidade, porém, correspondem a um nível de construção e não de reprodução estrita do mundo. Esse aspecto é submetido a estratégias de disfarce, no discurso midiático.
 
"A professora" - obra do artista J. Borges,  xilogravurista e cordelista brasileiro.
 
O autor avança, notando que duas grandes categorias narrativas tendem a representar a figura do professor: uma representação comprovadora e outra de predicação. A primeira é composta, tanto por registros e discursos negativos (falta de preparo dos professores, violência escolar, greves, etc.), quanto pela menção a experiências de sucesso. No âmbito do jornalismo essas representações têm em comum o fato de relegarem a educação e o professor às editorias de polícia ou economia. Na representação predicativa, o discurso não apenas indica sucessos e fracassos, mas também encaminha alternativas. Estas são observadas, nos estudos de caso do trabalho, principalmente a partir dos tecnocratas e administradores, sendo o professor, bem como suas entidades e órgãos de classe, uma exceção dentre os produtores desse tipo de discurso/representação. 
 
Observa-se, quanto à representação comprovadora, um cruzamento entre o campo midiático e os efeitos da imagem do professor nas falas de alunos do ensino médio pesquisados sobre a profissão docente. Assim como os meios de comunicação tendem a ressaltar a importância da educação, mas dão à mesma um tratamento aligeirado, os estudantes são quase unânimes em falar da relevância dos professores, porém, enxergam a docência, na maioria das vezes, como uma profissão indesejada. Aqui, transparece a contradição existente na imagem que a sociedade brasileira constrói sobre a profissão docente: “ao mesmo tempo em que ela é louvável, o professor é desvalorizado, social e profissionalmente, e, muitas vezes, culpabilizado pelo fracasso do sistema escolar”, conforme observam Gatti e colaboradoras. 
 
Não por acaso, essas autoras destacam, entre o conjunto de proposições derivadas de sua pesquisa quanto à atratividade da carreira docente, a “necessidade de intervenções midiáticas e outros movimentos que resgatem no imaginário social a valorização do professor e do ensino público”.
 
O tipo de “intervenção midiática” fica em aberto, no entanto, é certo que os dados das pesquisas apontam para a urgência de imaginar positivamente – no plano das práticas e representações – os professores. Buscar outras vozes para elaborar uma nova representação social da identidade e imagem dos professores, incluindo a dos docentes – pouco ouvidas e divulgadas pelos meios, como mostra o trabalho de Citelli – também será tarefa importante. A própria mídia poderá ser enriquecida nesse processo.
 
P.S.: alguns dias após a conclusão deste texto, vi em minha linha de postagens do Facebook uma imagem incomum sobre a profissão docente (compatirlhada acima). Trata-se de uma xilogravura do artista e cordelista J. Borges. No trabalho, uma professora de olhar sério e singelo está rodeada de alunos e prováveis pais dos estudantes; à sua esquerda, há um quadro no qual está escrito: “A educação é a base de tudo”. Aparentemente, os jovens e a sociedade brasileira sabem disso, mas precisamos tirar implicações dessa compreensão.

TV Bloguinho



A TV Bloguinho é o espaço da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. Lá é possível encontrar uma  lista de filmes e programas das últimas edições da mostra. 

Para acessar, é só clicar em: http://www.youtube.com/user/TVbloguinho

A 12ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis ocorre de 28 de junho a 14 de julho de 2013 no Teatro Governador Pedro Ivo. Mais informações no site: http://www.mostradecinemainfantil.com.br/

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Sobre as manifestações pelo país, algumas sugestões para os professores


1 - Juntem notícias de jornais (impressos e/ou online (além de notícias da tv, rádio, etc, se conseguirem) e comparem informações. 

2 - Mostrem que a mídia tanto pode errar em suas avaliações, como fazer boas coberturas. Quais foram os equívocos? Quais foram os bons exemplos?

3 - Mostrem exemplos de boas fotos e de bons textos; da participação do cidadão na construção das matérias (quando enviam fotos e vídeos)...

4 - Discutam as notícias de forma crítica com os alunos. O que foi bom e o que pode ser melhorado (houve diversidade de fontes? a notícia foi tendenciosa? o título correspondeu ao texto? ...)

5 - Há muito maniqueísmo nesses debates e é preciso ter cuidado para não escorregar nele.

6 - Mostrem também a força da mobilização via redes sociais. Nós, professores, precisamos estar atentos a esse movimento no país e à forma de se comunicar dos jovens.

7 - A cobertura feita pela imprensa internacional também é interessante para avaliar. Como um correspondente internacional vê tudo isso? 

8 - Lembrem-se que um fato é diferente de uma notícia. Ela é apenas uma representação do fato. Como há vários meios, há várias representações. Procurem ver como jornais internacionais estão avaliando o que está acontecendo aqui em relação aos jornais nacionais.

9 - É possível também fazer uma análise só das imagens, que falam muito!!! 

10 - Os manifestantes estão sendo ouvidos? O governo? A polícia? Especialistas? Quem são as fontes do que está acontecendo?

11 - Que tal pedir aos estudantes para entrevistar pessoas de opiniões diferentes e publicar no blog ou jornal da escola para levantar um debate sobre o assunto?! Ou levar para a escola pessoas que pensam as manifestações de maneira contrária?!

12 - Que pautas estão sendo reivindicadas nas manifestações? Os alunos conhecem todas elas? É hora de dizer o que é uma PEC, trabalhar a questão da diversidade, dos direitos humanos, do ECA, de temas como a corrupção e das atitudes diárias de cada (será que também não somos corruptos em algum momento?), etc

Enfim...há muitas atividades que podem ser feitas. Esse é um momento ímpar para discutir de forma educomunicativa tudo que está acontecendo no país!!!

Boa sorte!!! 
Cristiane Parente 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Les jeunes et la presse magazine





























Compartilhamos dica de publicação: "Les jeunes et la presse magazine", de Jean-François Barbier-Bouvet, Amandine Pellizzari e Paola Spaventa, publicado em outubro de 2011/Bibliotèque Centre Pompidou.


On les croit rebelles à l'imprimé, accrochés à leurs téléphones portables et addict de Facebook. Pourtant, à l'heure d’Internet, l’intérêt des adolescents et des jeunes adultes pour la presse magazine ne faiblit pas.
Comment expliquer cet attrait persistant pour le magazine imprimé ?

Une enquête en trois temps apporte ici des éléments de réponse.
Jean-François Barbier-Bouvet dresse un état des lieux en observant finement l’impact des principaux titres de la presse magazine chez les 15-30 ans.

Paola Spaventa et Amandine Pellizzari ciblent pour leur part la tranche d’âge des 20-30 ans. Elles présentent une étude sémiotique portant à la fois sur les titres les plus en affinité avec cette tranche d’âge et sur ceux qui, au contraire, malgré leur volume de diffusion important, voient les jeunes adultes sous-représentés dans leur lectorat.

Enfin, la synthèse de l’étude de réception qu’elles ont menée à partir d’entretiens approfondis et de focus groups vient compléter l’ouvrage. Pour Jean-François Barbier-Bouvet, la lecture des magazines fait sans doute le pont entre la lecture en continuité, propre au livre, et la lecture de prélèvement, propre à Internet. En ce sens, la presse magazine se présente aujourd’hui comme un véritable laboratoire des nouvelles manières d’écrire. Et de lire.