segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O que o jovem quer da educação

O Portal Porvir compilou uma série de pesquisas sobre o que os jovens querem da Educação e disponibilizou os links para os interessados. São pesquisas da Consultoria McKinsey, Fundação Telefônica, Finantial Times, Companhia de Talentos, etc que revelam cientificamente o que muitas vezes percebemos na prática, no dia a dia, nas nossas lembranças e nas conversas com os jovens. Um desses dados é o de que  o que aprendem na escola não lhes é útil na vida.

Porvir compilou pesquisas sobre a juventude e correlaciona dados com as tendências do universo educacional

Confira os links das pesquisas:
- Educação para Emprego, McKinsey;
A Empresa dos Sonhos dos Jovens, Companhia de Talentos;
Global Millennial Survey, Fundação Telefonica e Finantial Times;
Jovem Digital, Conectaí;
O Sonho Brasileiro, BOX 1824.
Fonte: Porvir 24/09/2013 (http://porvir.org/porpensar/os-jovens-querem-da-educacao-brasileira/20130924)

“E se aprender fosse o motivo da nossa existência?”

Por Vinícius Boprê

Henrique Vedana já foi presidente da AIESEC, a maior organização de estudantes universitários do mundo. Já estudou por três anos na escola dinamarquesa de empreendedorismo e inovação social Kaospilot. Em tantas idas e vindas, descobriu que sua Henrique Vedana já foi presidente da AIESEC, a maior organização de estudantes universitários do mundo. Já estudou por três anos na escola dinamarquesa de empreendedorismo e inovação social Kaospilot. Em tantas idas e vindas, descobriu que sua paixão é a sustentabilidade que, segundo ele, também significa criar diálogos, estimular a economia colaborativa, repensar a mobilidade urbana. Atrelado a tudo isso, Vedana, que vai palestrar no TEDx Unisinos – evento que tem como tema Inovação em Educação –, no dia 31 de outubro, acredita no poder da cocriação para resolver problemas complexos da sociedade.


“O que eu pretendo discutir no dia é a necessidade de conectar aprendizado com propósito. É tentar levantar a seguinte questão: E se aprender fosse o propósito que todos compartilhamos, seja como indivíduos, como raça ou como coletivo? Se fosse esse o motivo da nossa existência?”, explica. Esse tipo de pergunta, ou melhor, de provocação, é o que guia grande parte de seu trabalho.
Henrique Vedana, que vai palestrar no TEDx Unisinos, acredita no poder da co-criação para resolver problemas complexos
                                                                                        Crédito Julián Rovagnati
Vedana, junto com mais três pessoas, fundou a Co-Criar, organização que ajuda grupos de pessoas, como empresas, ONGs, escolas, institutos, a se entenderem melhor por meio de conversas que valorizem a habilidade de cada membro para a realização de um trabalho coletivo. “Quando as pessoas precisam resolver alguma coisa de forma coletiva, mesmo que seja só para gerar reflexão ou aprendizado, nós somos chamados para mostrar como a interação pode ajudar nesses processos, como a inteligência coletiva pode emergir de um diálogo informal e ser eficaz para atingir melhores resultados.”

O trânsito de uma grande cidade como São Paulo, por exemplo, é um problema complexo. São várias as razões que podem influenciar seu mau funcionamento: má distribuição das vias, superlotação e transporte de má qualidade do transporte público. Neste caso, a solução não vai estar nas mãos de um único engenheiro, político ou arquiteto. É um problema que demanda a criação conjunta de novas ideias que sejam capazes de aproveitar a inteligência coletiva de vários grupos ou pessoas.
Numa escola, por exemplo, os problemas podem ser tão complexos quanto as avenidas de uma grande cidade. Os professores querem apoio logístico e a valorização do seu trabalho. Os diretores, por sua vez, desejam gerir melhor a escola, valorizando tanto o ensino como a obtenção de lucros. Os alunos precisam de um aprendizado de qualidade, enquanto os pais esperam que seus filhos tenham uma boa formação para competir no mercado de trabalho.
Em casos como estes, o primeiro passo é conversar primeiro com cada um desses grupos. Depois, desenvolver um pensamento sistêmico que organiza as demandas gerais para o melhor desenvolvimento da escola e, por fim, fazer uma reunião com todos eles para permitir que, nesse diálogo, surjam as ideias, que podem, ou devem, partir desde os alunos até os cargos mais importantes da escola. “O objetivo nunca é chegar com uma fórmula pronta ou esperar que alguém diga qual fórmula usar, mas sim fazer com que as ferramentas que essa organização tem em mãos sejam usadas das melhores maneiras possíveis”, diz Vedana, que também é antena do Porvir.

Sobre isso, ele conta que, certa vez, durante um evento sobre inovação e estratégia teve uma conversa em que o filósofo dizia que, sobre a natureza humana, temos, basicamente, duas crenças. A primeira delas é de que o ser humano nasce selvagem, irresponsável e incapaz, que precisa ser vigiado, comandado. A segunda é aquela que segue a ideia de que todo mundo nasce perfeito, belo e criativo e capaz.
“Eu acredito nessa segunda opção e o objetivo é cultivar essa beleza e potencializar esse ser como alguém criativo e capaz de trazer soluções. O segredo é confiar nele, porque, se você acredita, você dá autonomia, liberdade e é disso que precisamos para alcançar objetivos comuns”, afirma Vedana e completa: “Se você empodera alguém, ele se sente parte e é por isso que vai estar sempre disposto a estar por perto, a ajudar. Se ele não se sentir parte do todo, vai se desmotivar em questão de tempo”.
Educação para a sustentabilidade
Outro projeto da Co-Criar é o Educação para Sustentabilidade, que leva oficinas de sensibilização sobre o tema para diversas instituições. A ideia aqui não é apresentar dados sobre a mobilidade urbana, a violência ou o meio-ambiente, mas aproveitar o conhecimento de todos e tentar entender como essas informações afetam suas vidas na prática.
“Não vou chegar na escola e dizer para criar um jardim, uma horta e um minhocário para os alunos aprenderem biologia. A gente sabe que cada lugar tem um contexto diferente, com habilidades diferentes e, por isso, deixamos eles livres para a co-criação”. Segundo Vedana, o melhor aprendizado não é aquele que se dá por meio de teoria, mas sim com a aplicação prática, por isso, o objetivo é estimular a proposição de projetos e empoderar a equipe para que eles possam realizar essa melhoria sozinhos, com suas próprias habilidades.
Vedana explica, por fim, que todo seu pensamento se resume a estimular a vontade e a necessidade que as pessoas têm de usar a criatividade para fazer a diferença no espaço em que vivem. Para ele, as organizações não devem impor regras e atividades pré-determinadas para seus funcionários, impedindo que eles tenham curiosidade e vontade de mudar os padrões estabelecidos de trabalho. “Quando perdemos a curiosidade de aprender algo novo, é nesse momento que morremos, porque a chama da vida está ligada à curiosidade, que é inerente ao ser humano. Todos nós precisamos querer aprender sempre”, conclui.


Observatório de projetos e políticas de leitura

Por Lucia Penteado
Pesquisadora de Políticas, Programas e Projetos de Leitura do iiLer / Cátedra UNESCO de Leitura
Um lugar em que podemos observar e estudar um determinado tema ou fenômeno no tempo e no espaço. Apesar de simples, essa é uma definição de Observatório que pode ser aplicada em várias áreas de interesse. O campo da leitura e da formação de leitores é uma delas. Com essa intenção e perspectiva, a Cátedra Unesco de Leitura da PUC-Rio está criando o Observatório de Projetos e Políticas de Leitura no Brasil e na América Latina: um espaço dinâmico, de convergência de informações e interações pessoais, que estimula a reflexão e o diálogo permanentes, em torno de diversas ações de incentivo à leitura no Brasil e demais países da América Latina.
Que projetos estão sendo desenvolvidos? Onde podemos localizá-los? Quais iniciativas podem ser consideradas casos de sucesso? Quem está pesquisando sobre determinado assunto? No Observatório, respostas e informações sobre essas e outras questões estão organizadas e sistematizadas com o objetivo de auxiliar pesquisadores e professores na área de leitura, por meio de análises e discussões que contribuam para decisões e ações no campo da leitura e da formação de leitores. Sua estrutura foi desenvolvida para oferecer visibilidade aos projetos, programas e políticas de leitura, divulgar exemplos bem sucedidos como fonte de inspiração para outras iniciativas, bem como eventos e notícias relacionados ao tema. Possuindo uma rede de comunicação como base de sua estrutura, o Observatório alimentará e será alimentado por várias pessoas e instituições, articulando especialistas, gestores e mediadores.
Como exemplo, podem ser citadas fontes públicas nacionais e internacionais, como Ministério da Cultura, Biblioteca Nacional, Ministério da Educação, Unesco, IFLA, CERLALC, todos com atuação central para o desenvolvimento da leitura na América Latina, além de iniciativas do terceiro setor e do setor privado, como Itaú Cultural, Instituto Votorantim, Natura, entre outras.
Vale ressaltar que várias ações desenvolvidas pela equipe da Cátedra também serão utilizadas como fontes importantes para o Observatório, tais como os projetos Viva Leitura e Serra Viva. O papel dos especialistas, com análises em diversas áreas de interesse no âmbito da leitura, será fundamental para garantir o dinamismo e a visão ampla e multidisciplinar desse ambiente.
O Observatório funcionará por meio de uma plataforma de consulta e diálogo dentro do portal da Cátedra, com as seguintes áreas: link de cada projeto, programa e política, contatos, documentação, análises, opiniões, pesquisas, artigos e fóruns. Em um primeiro momento, o trabalho do Observatório terá como foco o Brasil, oferecendo um banco de dados sobre projetos e políticas públicas de leitura existentes e com histórico de continuidade. Ao avançarmos na construção deste observatório, trabalharemos com informações sobre outros países da América Latina.

A escola, a aula e eu

Estudantes do Ensino Médio de escolas públicas de todo o Brasil têm até o dia 7 de outubro para participar do 2º Festival Nacional Imagens EMdiálogo. Os interessados devem produzir vídeos com duração máxima de cinco minutos que abordem a qualidade da educação no país. O tema para a produção é A Escola, a Aula e Eu.
Os vídeos podem ser realizados nas modalidades de ficção, documentário, animação ou experimental. Os estudantes devem usar a tecnologia disponível, como filmadoras de uso doméstico, câmaras de celulares, fotografia digital, softwares de edição de imagens e som e imagens de arquivo da web. “O que está em jogo é a linguagem digital, a possibilidade de uma nova escrita, a partir das novas tecnologias que estão à mão desses estudantes”, explica Geraldo Pereira, responsável pela coordenação do evento.
Para a seleção, serão avaliados itens como adequação do filme ao tema do festival, originalidade e reflexão sobre o cotidiano escolar e a vida do estudante no ensino médio. A lista dos vídeos selecionados será divulgada em 14 de outubro. Os três primeiros colocados participarão, em novembro próximo, da 12ª edição do Festival Arariboia Cine, em Niterói (RJ).
O Festival Imagens EMdiálogo é promovido pelo portal EMdiálogo Ensino Médio, uma das iniciativas da rede de parceria formada por nove universidades federais. É coordenado pelo Observatório Jovem da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e tem o apoio da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC.
O festival é realizado totalmente on-line, no portal. Os vídeos inscritos poderão ser vistos a partir de 18 de outubro. As inscrições a postagem do vídeo devem ser feitas na página do festival na internet.
Acesse aqui o regulamento do evento

E-Book: Mídia e Educação: novos olhares para a aprendizagem sem fronteiras






O livro Mídia e Educação: novos olhares para a aprendizagem sem fronteiras reúne artigos que buscam discutir a questão das mídias e da educação, trazendo, conforme nota o prefácio, "pesquisas relevantes não somente para o espaço escolar, mas para o desenvolvimento de novas formas de aprendizagem considerando as diferenças entre os sujeitos e o respeito à diversidade".

domingo, 29 de setembro de 2013

Braga recebe em julho de 2014 Congresso Mundial sobre Educação de Crianças e Jovens com Necessidades Educativas Especiais



O Congresso Mundial sobre Educação de Crianças e Jovens com Necessidades Educativas Especiais, intitulado Embracing Inclusive Approaches, acontecerá em julho de 2014 em Braga/ Portugal. O evento é uma realização do Instituto de Educação (IE) da Universidade do Minho (Braga/Portugal) e Division of International Services and Special Education, do Council for Exceptional Children/EUA. 

Organizações não-governamentais, políticos, investigadores e profissionais de educação da Europa, Ásia Central, América do Sul, América Central e América do Norte promoverão debates informativos e reflexivos sobre o estado atual e o conhecimento especializado ao nível do atendimento às crianças e jovens com necessidades educativas especiais. No sentido de garantir a qualidade desse congresso, a organização convida autores a submeterem propostas de trabalhos científicos para apresentação nesse evento.

Lista parcial de áreas temáticas:
• Tecnologias de Informação e Comunicação
• Apoio ao Comportamento Positivo
• Currículo e Aprendizagem
• Advocacia: Defesa dos direitos das crianças e jovens com necessidades educativas especiais
• Intervenção Precoce
• Transição para a Vida Ativa
• Políticas Educativas
• Avaliação
• Práticas Baseadas na Investigação

Nesse congresso serão ainda debatidas as seguintes questões:
• Integração da investigação na prática educativa e na decisão política;
• Partilha de experiências inclusivas inovadoras na escola, na comunidade e no país;
• Divulgação da investigação que promove práticas eficazes, com destaque para as que garantem o acesso, a qualidade e a equidade ao longo da vida;
• Exploração de desafios e oportunidades de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

O congresso terá oradores convidados nas áreas temáticas, painéis de discussão, bem como apresentações com investigadores conceituados, decisores políticos e representantes da sociedade civil. 


O evento será ainda uma oportunidade para os participantes explorarem redes de prática e de conhecimento, bem como a investigação e as políticas atuais e futuras. Aliado a todas as dinâmicas do congresso destaca-se a existência de um programa social diversificado que permitirá aos participantes conhecerem e explorarem Portugal e a Região do Minho em particular.

Submissão de propostas de Comunicação: até 31 de outubro 2013

Pela Comissão Organizadora: Doutora Ana Paula Loução Martins (IE – UMinho)
Centro de Investigação em Educação (CIEd), Instituto de Educação da Universidade do Minho, Braga, Portugal

Mais Informações em:
http://www.dises-cec.org/braga.html
e-mail: braga2014@ie.uminho.pt"

"Jornal e Educação" é tema de debate no V Encontro Educom

A coordenadora executiva dos Programas de Jornal e Educação (PJE), da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Cristiane Parente, marcou presença no V Encontro Brasileiro de Educomunicação. Ela participou do painel "Inclusão de práticas educomunicativas em projetos pedagógicos", e apresentou a palestra "Práticas Educomunicativas no projeto Jornal e Educação da ANJ", na qual destacou o trabalho realizado pelos veículos de comunicação que atualmente contam com um programa dessa categoria, como, por exemplo, o Dat - Formando o Cidadão do Futuro e Mogi News Cidadania - Ler para Saber Mais, do Grupo Mogi News de Comunicação.

A palestrante promoveu o debate sobre a importância de levar o jornal à sala de aula. Trata-se de um veículo que deve ser considerado um apoio nas práticas pedagógicas, pois não só auxilia no conteúdo a ser transmitido nas diversas disciplinas como também incentiva a cidadania, a criticidade, a interação e socialização entre os alunos, que, ao terem contato com as mídias, aprendem, na prática, a adquirir novas visões e concepções acerca do que veem e leem no dia a dia. "O jornal não pode ser visto como mais um projeto a ser desenvolvido numa escola. Pelo contrário, ele precisa ser reconhecido como um parceiro, apto a ajudar no processo de aprendizagem. Por meio dele, é possível trabalhar a diferença entre fato e notícia, promover o senso crítico, a autonomia e a integração entre os alunos, que aprendem, além disso, a interpretar as notícias do cotidiano e a fazer uma leitura do seu mundo", aponta Parente. 


Fonte: Jornal Mogi News/ Suéller Costa - 25/09/2013

Encontro de Educomunicação discute educação midiática e políticas públicas

Realizado em São Paulo, evento reuniu profissionais envolvidos em práticas que aderem aos ideais desse novo campo


Mesas debateram as tecnologias em sala de aula, a importância
do trabalho com as mídias,as melhorias a serem implantadas
no sistema de ensino, dentre outros temas
Trocas de experiências, relatos de práticas pedagógicas positivas, compartilhamento de iniciativas comprometidas com o ensino brasileiro e a reunião de pessoas dispostas a oferecer o melhor aos jovens distribuídos nas unidades escolares espalhadas pelo Brasil. O V Encontro Brasileiro de Educomunicação proporcionou a união entre profissionais da Educação e Comunicação que acreditam que essas duas áreas oferecem novas possibilidades de trabalho e propostas eficazes ao ensino.

O encontro foi realizado entre os dias 19 e 21 de setembro, na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (FAPCOM), em São Paulo, e organizado pela Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom), pelo Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (USP) e pela Licenciatura em Educomunicação da USP.

A edição deste ano teve como tema "Educação midiática e políticas públicas". Por meio de mesas-redondas, painéis, relatos de experiências, exposição de pôsteres e oficinas, as palestras apresentaram práticas desenvolvidas no Brasil afora dentro do tema abordado. O debate sobre as novas tecnologias em sala de aula, a importância do trabalho com as mídias, as melhorias a serem implantadas no sistema de ensino, as necessidades dos profissionais da Educação, além do compartilhamento de experiências que estão fazendo a diferença em suas respectivas regiões, foram discutidas durante o encontro.

Ao todo, o evento reuniu 563 pessoas, incluindo 134 convidados, os responsáveis pelas palestras. Além de profissionais das áreas da Comunicação e Educação, marcaram presença representantes de organizações não governamentais e instituições envolvidas com o segmento educacional e que realizam trabalhos no campo da Educomunicação. 
Devido à sua grandiosidade, o evento ganha mais visibilidade a cada ano, e, inclusive, visitantes de todo o Brasil. O presidente da ABPEducom, professor Ismar de Oliveira Soares, de São Paulo, destaca o diferencial desta edição. "Todos os anos esse encontro se fortifica cada vez mais ao apresentar novas experiências e receber representantes de várias regiões do Brasil. No entanto, em 2013, recebemos educomunicadores do Sul, Sudeste e Centro Oeste, por exemplo. Para se ter uma ideia, 70% dos convidados eram de fora de São Paulo. Esse momento explicitou a legitimidade da Educomunicação, muito bem representada em todo o País", aponta.

A equipe organizadora comemora o sucesso da iniciativa, e, principalmente, a dimensão da Educomunicação, que, ao inter-relacionar a Educação e Comunicação, defende as práticas pedagógicas que foquem o aprendizado participativo, colaborativo, horizontal, multidisciplinar, além de eficaz, interessante e envolvente. E, desta forma, ajude a promover melhorias ao sistema de ensino. Diante desse cenário, a vice-presidente da ABPEducom, professora Rosane Rosa, do Rio Grande do Sul, não poupa elogios ao evento. "Como é motivador participar de um encontro como este e ver a dimensão da Educomunicação. São nesses eventos que conhecemos a variedade de experiências que aliam a Comunicação à Educação e que vêm sendo realizadas em todo o Brasil. A Família Educom está de parabéns", destaca.


Fonte: Jornal Mogi News 25/09/2013 (http://www.moginews.com.br/materias/?ided=2063&idedito=78&idmat=156161) Suéller Costa

Produção dos alunos da Especialização em Educomunicação

Veja abaixo a produção dos alunos da Especialização em Educomunicação (ECA-USP) durante o V Encontro Brasileiro de Educomunicação, que aconteceu entre os dias 19 e 21 de Setembro, na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (FAPCOM).
A produção foi dos alunos da disciplina "Práticas em Comunicação em Rede", ministrada pela professora Luci Ferraz. Os alunos criaram narrativas em estilo de quadrinhos. 



















sábado, 28 de setembro de 2013

Conceito de Educomunicação do NCE/ECA/USP é objeto de pesquisas na Inglaterra e Itália

Pesquisas acadêmicas que estão sendo desenvolvidas na Europa abordam o conceito de Educomunicação na Inglaterra e na Itália. As pesquisas tomaram como referência os estudos do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE-USP) que têm como principal pesquisador, o coordenador do NCE, professor Ismar de Oliveira Soares, responsável pela identificação desse novo campo do conhecimento.

A pesquisa do Ricardo Canavezzi Castellini da Silva elucida as diferenças entre o conceito de Media Education e Educomunicação. Outras duas brasileiras que pesquisaram a temática são Daniela Moreira e Maria Célia Giudicissi Rehder. Ainda da América Latina, destaca-se a pesquisa de doutorado do salesiano do Paraguai Claudio Arévalos Coronel defendida em Roma sobre uma proposta de Educomunicação para o ambiente salesiano latino-americano.

Deram continuidade às suas pesquisas no Brasil, a britânica Beth Titchiner da
Univesity of London e a italiana Isabela Bruni que tiveram como objeto de pesquisa o Programa Nas Ondas do Rádio e o projeto Educom.rádio da Prefeitura de São Paulo, respectivamente. 

Londres: a Educomunicação na perspectiva dos Estudos Culturais

O pesquisador brasileiro Ricardo Canavezzi Castellini da Silva acaba de defender dissertação de mestrado junto  ao Institute of Education da University of London, tendo como título: Bringing education and communication together in order to transform the school: the educommunication experience in Brazil and some thoughts on media and cultural studies.

A dissertação busca elucidar as diferenças entre o conceito de “Media Education”, vigente na Europa, e o paradigma presente no termo “Educommunication”, proposto pelo NCE - Núcleo de Comunicação e Educação da USP, no Brasil. Ao final, chega à conclusão de que  a Educomunicação se constitui, efetivamente, num campo diferenciado na interface comunicação/educação, traduzindo para o âmbito das relações entre as áreas da comunicação e a da educação, os princípios que deram suporte aos Estudos Culturais ingleses.

Problemas da pesquisa
A pesquisa assumiu como questões para análise um conjunto de perguntas, tais como:
- How can educommunication theories and practices contribute to the current debates about educational reform? (Podem as teorias e as práticas da educomunicação contribuir com os debates contemporâneos em torno da reforma educacional?)

- How can we characterize the dialogical relation between educommunication and media education? (Como podemos caracterizar o diálogo entre a educomunicação e a área da mídiaeducação?)

- In what ways does educommunication address questions related to cultural studies? (Em que condições e contextos a educomunicação vem focando as questões relacionadas aos estudos culturais?)

- In terms of theory, what are the cultural and communicative elements present in the educommunication field that effectively provide a different view to educational debates? (Em termos teóricos, quais são os elementos culturais e comunicativos próprios do campo da educomunicação que efetivamente contribuem, de forma diferenciada, para o debate educacional?).

Uma verdadeira revolução!

Para desenvolver seu trabalho, o autor se apoderou da literatura sobre os estudos culturais, a mídiaeducação e a educomunicação, levantando os conceitos básicos de cada área do conhecimento.

Para trabalhar o campo da educomunicação, o pesquisador partiu dos estudos do NCE/USP, publicados no final dos anos de 1990, visitando, ademais, os trabalhos produzidos pela escola latino-americana (notadamente Jesus Martín Barbero, Mario Kaplún e Ismar Soares), além de dialogar com o jornalista Alexandre Sayad, coordenador executivo da Rede CEP. Como  trabalho de campo, tomou como amostragem escolas públicas e privadas da cidade de São Paulo que adotam o conceito  e implementam sua prática.

Ricardo finaliza seu trabalho, afirmando: It’s not about change, it’s about revolution! (Não se trata de inovações, mas de uma verdadeira revolução!).

Textualmente:

To bring education and communication together means making sense of how meaning is created and social relations are formed, thus expanding the possibilities of interpretation of the reality and allowing a new and more complete way to experience the world. It means, as educommunication suggests, understanding that education is, first of all, an action of communication, based on continuous dialogue, freedom of speech and comprehension of media processes, so that people can make sense of their own culture always accepting and respecting other people’s culture. It means that the school needs to be transformed into something else, something new, free from the conservative shackles that have held it back for so long. It’s not about change, it’s about revolution!

Educomunicação, na London    School    of    Economics
Ricardo Castellini não é o único pesquisador que produziu tese sobre a educomunicação, em Londres. Em 2010, Daniela Moreira defendeu uma dissertação junto ao Department    of  Media    and   Communications,  da  London    School    of    Economics, com o título:  Educommunication: addressing school challenges in Brazil through media education.

Outra pesquisadora vinculada à Univesity of London finaliza pesquisa sobre o tema. Trata-se de Beth Titchiner, cujo objeto é o Programa Nas Ondas do Rádio da Prefeitura de São Paulo. Perguntada sobre o objeto de sua pesquisa, Titchiner afirmou: A minha pesquisa trata das experiências de alunos e docentes da rede municipal de educacão em escolas que fazem parte do Programa Nas Ondas, e tenho interesse especifico nas temas de 'identidades', 'poderes', e 'saberes' do ponto de vista de alunos e docentes frente à experiência das mudancas nos ambientes educativas e comunicativas no seculo XXI.

Durante sua estadia em São Paulo, em 2012, a pesquisadora entrou em contato com a coordenação do  NCE e frequentou, como aluna ouvinte, disciplinas do PPGCOM, entrevistando pesquisadores da ECA envolvida com o mesmo objeto.

Pesquisas do NCE, base de estudos em Roma e Pádoa

Em 2010,  Iabella Bruni , estudante da Università La Sapienza, de Roma publicou o livro L´ Educomunicazione brasiliana sulle onde della radio, tendo tomando como referência o Projeto Educom.Rádio, implantado pelo NCE na rede pública de educação do município de São Paulo.

Claudio Coronel em visita à USP conforme matéria no CCA.ECA.USP.BR

Em 2012, coube a Claudio Arévalos Coronel defender a tese doutoral intitulada “Análisis de la interrelación Educación y Comunicación en vista a una propuesta de Educomunicación para el ambiente escolar salesiano latinoamericano". O trabalho, baseado nos estudos do Prof. Ismar de Oliveira Soares foi apresentado à Universidade Pontifícia Salesiana de Roma.

Maria Rehder e Hércules Barros com o documento de direitos humanos do continente Africano em mãos durante formação realizada no Kenya em Novembro de 2012
Foto do blog educomusp.wordpress com a história de Maria Redher

Em 2013, foi a vez da brasileira  Maria Célia Giudicissi Rehderdefender sua dissertação intitulada An Educommunicat ion-based approach for the rights of the child: Responding to the challenge of implementing article 12 of the CRC in Guinea-Bissau. O trabalho foi apresentado ao European Master´s Degreee in Human Rights and Democratisation, mantido pela ONU junto à Università degli Studi de Padova, Itália. Rehder é colaboradora do NCE/USP, tendo implantado a prática educomunicativa na África emprograma patrocinado pelas Nações Unidas.(Fonte: APBEducom)

"Educação de qualidade depende também de mídia de qualidade"

Abaixo, vídeo de um dos momentos do V Encontro Brasileiro de Educomunicação, com a Profª Marília Franco, mediadora da mesa "Educomunicação nas políticas públicas de Educação".


O V Encontro Brasileiro de Educomunicação ocorreu entre os dias 19 e 21 de Setembro, na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, numa realização conjunta entre o Núcleo de Comunicação e Educação da USP, Licenciatura em Educação da USP e Associação Brasileira e Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação - ABPEducom. Para mais informações: http://educomunicacao2013.blogspot.pt/

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Histórias de carinho: para ajudar o amigo doente, menino escreve livro e arrecada quase um milhão de reais

Ao ver o melhor amigo com uma doença incurável, Dylan decidiu fazer o que estivesse ao seu alcance para ajudá-lo. Conheça essa história emocionante; um lindo gesto de amizade e carinho!

Dylan com Jonah, o seu melhor amigo

Você se lembra do seu melhor amigo de infância? Alguns o guardam com carinho nas mentes e corações, outros convivem com ele até hoje. O fato é que é neste período da vida, quando ainda somos pequenos, que as amizades surgem naturalmente, sem qualquer tipo de interesse ou preconceito. A vida pode até nos levar para lugares diferentes, mas a memória permanece; as lembranças e brincadeiras ficam guardadas para sempre!

Dylan Siegel, um menino americano de seis anos, já sabe quem é o seu melhor amigo: Jonah Pounazarian, de sete anos, que infelizmente foi diagnosticado com uma doença rara no fígado, ainda sem cura. Com medo de perder o amigo para sempre, Dylan decidiu que não poderia ficar parado e estava determinado em encontrar uma maneira de ajudar.

Após várias ideias para juntar dinheiro, ele resolveu escrever um livro. Assim nasceu “Chocolate Bar” (“Barra de Chocolate”), um livreto de 16 páginas escritas à mão e ilustradas pelo próprio Dylan. Ele imediatamente mostrou aos pais, que se mobilizaram e mandaram fazer 200 cópias do livrinho para o menino vender em um evento da escola. Em questão de horas todos os exemplares se esgotaram, arrecadando um incrível montante de seis mil dólares (cerca de R$ 13 mil).

Logo, a história ganhou a atenção da mídia nacional, fazendo com que Dylan e Jonah participassem de sessões de autógrafos em livrarias famosas e entrevistas em programas de televisão. Com a repercussão positiva, pessoas de todo o país começaram a pedir pelo livro. Na última segunda-feira (23 de setembro), os meninos conseguiram uma façanha impressionante: alcançaram 400 mil dólares (cerca de R$ 900 mil) em vendas!

A ideia é que toda essa quantia seja encaminhada para um programa de pesquisa da Universidade da Flórida. O Dr. David Weinstein, que lidera o grupo de pesquisadores, ficou surpreso com o valor arrecadado e está muito esperançoso em conseguir encontrar, nos próximos anos, uma cura para a doença do pequeno Jonah.

Amigos e familiares estão muito felizes com o resultado da campanha. Entre uma brincadeira e outra, os garotos comemoram cada venda, cada centavo que entra na conta. Segundo o pequeno Dylan, “Barra de chocolate” quer dizer “incrível”, o que descreve perfeitamente o gesto de amizade e carinho que ele teve ao ajudar o amigo doente. “Eu gosto de ajudar meus amigos. Isso é tão barra de chocolate", escreveu o menino em uma das páginas do livro.

Assim como qualquer um de nós, as crianças podem mudar o mundo. Basta olhar ao seu redor e fazer a diferença, dando carinho a quem precisa: seja alguém estranho ou quem a gente ama - como um querido e verdadeiro amigo!

Fonte:http://estilo.br.msn.com/carinho/hist%C3%B3rias-de-carinho-para-ajudar-o-amigo-doente-menino-escreve-livro-e-arrecada-quase-um-milh%C3%A3o-de-reais

Qué distingue un periodista de internet de uno que escribe para el papel

Periodistas papel vs digitales

Es el viejo debate en las redacciones. ¿Hay realmente diferencias entre los periodistas que escriben para el papel y los que escriben para internet?  
Estas son las reglas que debería seguir un periodista de internet. Salta a la vista lo que le distingue del 'viejo periodismo'.
  • Escribe corto y ve al grano: los lectores de internet tienen menos paciencia que los de papel. Oraciones cortas y párrafos cortos.
  • En los temas candentes, escribe varias versiones: la primera que sea un flash, por ejemplo, "dimite el Gobierno de Francia". Mételo enredes sociales inmediatamente. Y luego, ve ampliando la noticia y corrigiendo erratas.
  • Añade fotografías y videos: los CMS (los sistemas editoriales) te permiten meter en medio del texto, al principio o  al final, toda clase de imágenes fijas o móviles. En caso de los videos de YouTube debes copiar e insertar el código del video (usando html) en tu artículo. Se llama embeber. A veces, tienes que cambiar el ancho del video: entra en el código html y cámbialo. Es coser y cantar
  • Llena tu artículo de enlaces: los enlaces salen subrayados y si el lector pincha en ellos, se va a otro artículo que le puede ampliar la información, y que puede ser una fuente (por ejemplo, el CSIC) u otro periódico. Así trabajan todos los periodistas de lainformacion.com
  • Introduce noticias de tu propio medio: en los márgenes o en la parte inferior, añade artículos de tu propio medio para ampliar la información. 
  • Introduce noticias en medio del texto: entre dos párrafos, puedes meter un artículo entre corchetes con este encabezamiento: [Te gustará leer también...]
  • Firma arriba con tu nombre en Google Author. Y arriba o abajo, con tu avatar en Twitter.
  • Cuando vayas a contar algo, piensa qué es mejor: ¿texto corrido o bolitos como este post? Acostúmbrate a los bolitos, las listas, las numeraciones, las cronologías...
  • Las fotogalerías con buenos pie de foto han demostrado ser una nueva forma de narrar: úsalas en lugar de largos textos corridos.
  • Destaca con negritas las palabras más importantes.
  • En los grandes acontecimientos, empieza tu titular con las palabras clave que la gente está buscando en ese momento. No es difícil saberlo. Si hay elecciones en Cataluña, pon en Google "elecciones...." y verás que el buscador te añade todas las que salen. Escoge la primera cadena de palabras para Cataluña y titula por ahí: "Elecciones Cataluña 2012: primeros resultados".
  • Si tienes una buena historia, y te extraña de que no haya triunfado, cambia el titular por uno con más garra.
  • Usa las redes sociales para divulgar tus artículos: por la mañana, la tarde, la noche y otra vez al día siguiente. Si puedes, ábrete una cuenta en meneame.net y lanza tu artículo por ahí. 
  • Sigue la evolución de tu artículo en Google Analytics: verás cuánta gente entra al segundo, a qué hora, de qué país, por qué medio y en qué dispositivo. Aprende a sacar conclusiones y a corregir tus errores.
  • Consulta Google Insight para saber cuáles son las tendencias: puedes incluso captar las tendencias anuales y preparar artículos con antelación. Es una de las razones del éxito de Practicopedia.
  • Vuelve a usar ese artículo que escribiste hace un año. Actualízalo, cambia la fecha y publícalo. Avisa al lector de la fecha de origen si crees que hay confusión.
  • Trata de conocer las nociones básicas del lenguaje html: te permitirá partir titulares, ampliar el tamaño de los videos y resolver cuestiones sencillas sin necsidad de molestar a los técnicos (total, no vas a comprender lo que te dicen). 
  • Si consigues una gran exclusiva o tienes el super-reportaje, todo lo anterior pasa a segundo plano.

  • Fonte: 
    http://233grados.lainformacion.com/blog/2013/09/qu%C3%A9-distingue-un-periodista-de-internet-de-uno-que-escribe-para-el-papel.html

    More than 60% of nine year olds in the EU are in schools which are still not digitally equipped

    More than 60% of nine year olds in the EU are in schools which are still not digitally equipped. The European Commission today unveils 'Opening up Education', an action plan to tackle this and other digital problems which are hampering schools and universities from delivering high quality education and the digital skills which 90% of jobs will require by 2020. To help kick-off the initiative, the Commission today launches a new website, Open Education Europa, which will allow students, practitioners and educational institutions to share free-to-use open educational resources.
    Between 50% and 80% of students in EU countries never use digital textbooks, exercise software, broadcasts/podcasts, simulations or learning games. Most teachers at primary and secondary level do not consider themselves as 'digitally confident' or able to teach digital skills effectively, and 70% would like more training in using ICTs. Pupils in Latvia, Lithuania and the Czech Republic are the most likely to have internet access at school (more than 90%), twice as much as in Greece and Croatia (around 45%).
    Higher education also faces a digital challenge: with the number of EU students set to rise significantly in the next decade, universities need to adapt traditional teaching methods and offer a mix of face-to-face and online learning possibilities, such as MOOCs (Massive Open Online Courses), which allow individuals toaccess education anywhere, anytime and through any deviceBut many universities are not ready for this change.
    A joint initiative led by Androulla Vassiliou, Commissioner for Education, Culture, Multilingualism and Youth, and Neelie Kroes, Commission Vice-President, responsible for the Digital Agenda, Opening up Education focuses on three main areas:
    • Creating opportunities for organisations, teachers and learners to innovate;
    • Increased use of Open Educational Resources (OER), ensuring that educational materials produced with public funding are available to all; and
    • Better ICT infrastructure and connectivity in schools.
    "The education landscape is changing dramatically, from school to university and beyond: open technology-based education will soon be a 'must have', not just a 'good-to-have', for all ages. We need to do more to ensure that young people especially are equipped with the digital skills they need for their future. It's not enough to understand how to use an app or program; we need youngsters who can create their own programs. Opening up Education is about opening minds to new learning methods so that our people are more employable, creative, innovative and entrepreneurial," said Commissioner Vassiliou.
    Vice-President Kroes added: "My dream is to have every classroom digital by 2020. Education must be connected to real life; it cannot be a parallel universe. Young people want to use digital technology in every aspect of life. They need digital skills to get jobs. All of our schools and universities, not just some of them, must reflect that reality."
    Initiatives linked to Opening up Education will be funded with support from Erasmus+, the new EU programme for education, training, youth and sport, and Horizon 2020, the new research and innovation programme, as well as the EU structural funds. For example, Erasmus+ will offer funding to education providers to ensure business models are adapted to technological change and to support teachers’ development through open online courses. All educational materials supported by Erasmus+ will be freely available to the public under open licences.
    Background
    We are living in connected societies, where more and more people of all ages use digital technologies in their everyday lives. However, when many children go to school, they enter a system that doesn't reflect this everyday reality.
    The online world is changing how education is resourced, delivered and enjoyed. Over the next 10 years, the e-Learning market is projected by some to grow fifteen-fold, accounting for 30% of the whole education market. The benefits of these developments should be available to all Europeans.
    This transformation should be shaped by educators and policy-makers, rather than something that simply happens to them.
    recent survey of the use of ICT in schools found that only one-in-four 9 year olds study at a 'highly digitally-equipped school' – with recent equipment, fast broadband (10mbps plus) and high 'connectivity' (website, email for students and teachers, local area network, virtual learning environment). Only half of 16 year olds are in such 'highly digitally-equipped schools' and 20% of secondary students have never or almost never used a computer in their school lessons.
    The impact of Opening up Education will be boosted by recommendations due to be published next summer by the high level group for the modernisation of higher education. The group, launched by Commissioner Vassiliou and chaired by Ireland’s former President, Mary McAleese, is currently assessing how higher education can make best use of new modes of teaching and learning.
    This initiative also ties in with the Grand Coalition for Digital Jobs, a multi-stakeholder platform tackling the lack of ICT skills and up to 900,000 unfilled ICT-related vacancies.
    For more information
    MEMO/13/813 Opening up Education – Frequently Asked Questions
    Communication on 'Opening up Education: Innovative teaching and learning for all through new Technologies and Open Educational Resources'
    Staff Working Document 'Analysis and mapping of innovative teaching and learning for all through new Technologies and Open Educational Resources in Europe'
    European Commission: Education and training
    Fonte: http://europa.eu/rapid/press-release_IP-13-859_en.htm?locale=en (European Comission Press Release)