terça-feira, 26 de novembro de 2013

2.º Encontro sobre Jogos & Mobile Learning acontece em maio de 2014 em Coimbra; Submissão de trabalhos até janeiro

"O que jogam os nossos alunos? Que implicações têm esses jogos na aprendizagem? Poderemos alterar as nossas práticas letivas inspirados nesses jogos? Que dispositivos móveis têm os nossos alunos? São rentabilizados no ensino? De que modo?" Essas são apenas algumas perguntas que pretendem movimentar os debates em torno do 2.º Encontro sobre Jogos & Mobile Learning, que acontecerá no dia 9 de maio de 2014, na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, da Universidade de Coimbra, em Portugal.

O evento, que inclui conferências, comunicações, pôsters e workshops, reunirá investigadores, alunos de mestrado e doutorado, professores e profissionais da Educação, Psicologia e Jogos, e abordará os seguintes temas: Jogos e aprendizagem; Criação e design de jogos educativos; m-Learning, modelos e abordagens pedagógicas; e Casos práticos de m-Learning.

Entre os conferencistas estão Agnes Kukulska-Hulme da Open University, Reino Unido e Licínio Roque da Universidade de Coimbra.

As submissões de trabalho (textos completos) são aceitas até 31 de janeiro de 2014. E as regras podem ser consultadas no link: http://www.fpce.uc.pt/ejml2014/submissao.htm

Para mais informações: http://www.fpce.uc.pt/ejml2014/index.htm

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Pedofilia na internet

Mais uma excelente contribuição do artista Silvano Mello para nossa reflexão.

Pedófilo Digital

"É preciso ficar atento ao ambiente por onde nossas crianças têm navegado na internet e com quem elas tem se relacionado a fim de evitar este crime hediondo".
Para conhecer mais sobre o trabalho de Mello: http://mellocartunista.blogspot.pt/

sábado, 9 de novembro de 2013

Literacia para a publicidade


Programa "Sociedade Civil", da RTP2, de Portugal, apresentou no último dia sete de novembro, mesa redonda sobre a publicidade com especialistas no tema. Um deles é a Professora Dra. Sara Pereira, do Centro de Estudos da Comunicação e Sociedade, da Universidade do Minho.

O que é, qual o impacto, para que serve, papel de pais e educadores em relação à leitura crítica da publicidade por parte das crianças, foram alguns dos tópicos abordados.


Para ver o programa: http://www.rtp.pt/play/p1043/e133929/sociedade-civil-viii
Descrição do programa: Em Portugal, as crianças veem, em média, três horas de televisão por dia, cerca de 26 mil anúncios por ano. Os especialistas não são consensuais quanto à eficácia da proibição da publicidade infanto-juvenil como aconteceu na Noruega, Suécia ou Canadá, mas concordam que as escolas têm um papel determinante na educação para o consumo.

Há por todo o lado influências a que todos, incluindo os mais pequenos, estão sujeitos.
Mas como é possivel formar para a publicidade? Como se desenvolve sentido crítico em relação à informação que nos chega? Existe literacia para a publicidade nas escolas? Que papel têm pais e educadores? E as marcas?

De 2ª a 6ªfeira, o programa Sociedade Civil, da RTP2, traz-lhe gente que se dedica a melhorar a nossa vida, cidadãos com uma larga experiência na resolução de problemas, pessoas de várias organizações mobilizadas para soluções nas mais diversas áreas.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Debate coloca jornal na sala de aula

Sétima edição de evento na Unicamp abre inscrições de olho no uso 
das mídias na educação

Vista geral da última edição do seminário, realizado em 2012: temas debatidos já viraram livros sobre a importância da imprensa para as escolas
Vista geral da última edição do seminário, realizado em 2012: temas debatidos
já viraram livros sobre a importância da imprensa para as escolas
As inscrições para o 7º Seminário Nacional “O Professor e a Leitura de Jornal” começam na segunda-feira (04/11). O evento será realizado nos dias 24 e 25 de abril de 2014, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e terá como tema 'Educação, Comunicação e Liberdade na Sociedade do Espetáculo'.

Organizado a cada dois anos, o evento é uma realização da Associação de Leitura do Brasil (ALB), da Faculdade de Educação da Unicamp, do programa Jornal e Educação da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e do projeto Correio Escola Multimídia, do Grupo RAC. Desta vez, também conta como organizador com o Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal), que mantém um curso de especialização em Educomunicação, em parceria com o Correio Escola Multimídia.

O objetivo do evento é promover discussões com pesquisadores e especialistas que façam relações entre as produções midiáticas e a atividade docente. O seminário é realizado desde 2002. Embora tenha surgido para abordar o uso do jornal na sala de aula, nas últimas três edições as discussões foram norteadas pela relação com outras mídias, principalmente, com a internet.

É possível participar do seminário de duas formas: como ouvinte — com direito a assistir às conferências, mesas-redondas e oficinas — ou como apresentador de trabalhos acadêmicos ou relatos de experiências pedagógicas com o uso de mídia na escola. As inscrições antecipadas têm valores com desconto até o dia 10 de dezembro. 

Até essa data, quem for participar como ouvinte pagará R$ 110,00. Aqueles que querem submeter trabalhos para apresentação pagarão R$ 130,00. Os valores para inscrição sofrem reajustes a cada mês. As inscrições podem ser feitas pelo site www.correioescola.com.br, clicando no link “7º Seminário”. Todas as informações sobre o evento também estão disponíveis no site.

De acordo com o coordenador de Jornalismo do Correio Escola Multimídia e um dos organizadores do seminário, Fabiano Ormaneze, “a programação pretende problematizar as diferentes formas de produção de subjetividade na sociedade contemporânea, levando em consideração o consumo e a espetacularização”. Por isso, parte da programação pretende analisar temas contemporâneos do mundo midiático como reality shows, sensacionalismo e redes sociais. 

Publicações
Desde 2002, o seminário gerou várias publicações sobre a relação entre educação e comunicação. Entre elas está o livro Educomunicação, Redes Sociais e Interatividade, lançado neste ano pela Editora Leitura Crítica, com a organização de Cecília Pavani, Cristiane Parente e Fabiano Ormaneze. 

A obra traz textos das conferências, mesas-redondas e algumas das comunicações realizadas durante a sexta edição do seminário, em 2012. Também foi produzida uma edição da revista Linha Mestra, editada pela ALB, com trabalhos de participantes do seminário. O livro O Jornal na Vida do Professor e no Trabalho Docente (Editora Cortez), organizado por Ezequiel Theodoro da Silva, também reúne textos apresentados em edições anteriores do seminário.
Inscrições: www.correioescola.com.br
Fonte: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/capa/projetos_correio/correio_escola/115604-debate-coloca-jornal-na-sala-de-aula.html 03/11/2013

Biografia de Anne Frank agora em quadrinhos

A editora Devir traduziu para o Português o trabalho do escritor norte-americano Sid Jacobson e do artista Ernie Colón, que traduziram para os quadrinhos a vida de Anne Frank, já retratada no seu famoso diário, quando ela conta como foram os últimos três anos de sua vida,  durante o período do Holocausto.  

O trabalho de Jacobson e Colón, porém, tenta resgatar a vida da garota antes mesmo dela nascer, quando do encontro de seus pais, Otto e Edith Frank, assim como o contexto da Alemanha naquele tempo, a crise econômica que se seguiu, a saída da família para Amsterdã e o dia em que Anne, já com 13 anos, recebe de presente um diário, em 1942.
A partir daí, quadro a quadro a história desenrola-se mostrando o amadurecimento de Anne, o primeiro beijo, o momento em que a família é descoberta, etc até a morte de seu pai, em 1980, já bem depois que publica o diário (em 1947) e cria a ‘Fundação Anne Frank'.

Serviço:
‘Anne Frank - Biografia Gráfica'
Sid Jacobson e Ernie Colón
Editora Devir - Em colaboração com a Casa de Anne Frank (Amsterdã)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Como crianças reagem ao casamento gay

O que crianças e adolescentes de 5 a 13 anos pensaram ao ver dois pedidos de  casamentos gay?O vídeo abaixo é um episódio da série “Kids React” (Crianças Reagem), do YouTube, e tem como objetivo mostrar como as crianças se comportam ao verem diversas situações.

Revistas científicas de países emergentes aumentam processo de internacionalização

As revistas científicas de países emergentes, como China, Coreia do Sul, Rússia e Brasil, têm intensificado seu processo de internacionalização – que pode ser medido pelo número de artigos publicados em inglês, citação por outros países e pela publicação de artigos de autoria de pesquisadores estrangeiros, entre outros indicadores.
Os periódicos brasileiros, contudo, estão atrás das coleções desses outros países na corrida pela internacionalização, uma vez que ainda publicam menos artigos em inglês e em colaboração com o exterior.
A avaliação foi feita por participantes de um painel sobre medição da qualidade das pesquisas e dos periódicos internacionais, realizado no dia 24 de outubro, durante a conferência de comemoração dos 15 anos da Rede SciELO – Scientific Eletronic Library Online – um programada FAPESP e do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme).
O evento em São Paulo reuniu especialistas em pesquisa e comunicação científica de 25 países para debater a publicação da ciência em acesso aberto e os desafios para o desenvolvimento dos periódicos científicos.
“Há um crescimento da internacionalização dos periódicos dos países emergentes, que pode ser observado no fato de que muitas revistas dessas nações começam a abrir espaço para a publicação de trabalhos de autoria de pesquisadores internacionais”, disse Rogério Meneghini, diretor científico da Rede SciELO, durante o evento.
Meneghini realizou um estudo comparativo da visibilidade internacional de periódicos da China, Coreia do Sul, Brasil, Índia, Rússia e África do Sul nos últimos anos, levando em consideração o número de artigos publicados citados internacionalmente.
O estudo revelou que os artigos publicados nas revistas da China e da Coreia do Sul têm maior impacto, em termos de citação internacional, do que os disponibilizados nos periódicos da Rússia, da África do Sul, da Índia e do Brasil. A coleção de revistas científicas brasileiras ficou em quinto lugar nesse quesito entre os seis países emergentes analisados, à frente apenas da África do Sul.
“As revistas científicas brasileiras ainda estão publicando um menor número de artigos em inglês do que os periódicos desses quatro outros países emergentes. Isso traz menos visibilidade internacional”, disse Meneghini.
“Esse é um parâmetro importante, e que podemos controlar mais facilmente, para possibilitar que os periódicos brasileiros tenham maior visibilidade internacional”, avaliou.
Em comum, segundo Meneghini, esses países publicam uma grande quantidade de artigos de autores nacionais – que representam, no total, 6% dos artigos indexados na base Web of Science. E seus periódicos têm como um de seus objetivos escoar produções científicas que, muitas vezes, não encontram espaço nas publicações internacionais.
Para aumentar esse escoamento, nações como a China recorrem aos periódicos do Brasil e de outros países emergentes. A China é um dos que mais citam artigos publicados em periódicos brasileiros e submete estudos para revistas brasileiras realizados, em sua maioria, só por pesquisadores chineses, sem colaboração internacional, ressaltou Meneghini.
“É muito claro, no caso da China, que eles têm uma produção científica imensa, que não encontra aceitação em periódicos internacionais de maior destaque, e estão procurando espaço para publicação que não possuem nem dentro do próprio país”, disse.
“Por isso, o país recorre a publicações de outras nações, como o Brasil, como pode ser atestado pela quantidade de artigos de autoria de pesquisadores chineses recebidos pelos editores de revistas brasileiras”, disse Meneghini.
As revistas brasileiras que mais publicaram artigos de outros países em 2010 e 2011, segundo Meneghini, foram a Genetics and Molecular Research e o Journal of the Brazilian Chemical Society. No caso da primeira, dois terços das publicações da revista – que não está indexada na base da SciELO Brasil – são de autoria de pesquisadores estrangeiros.
“Nos últimos dez anos, os países avançados aumentaram duas vezes a publicação nos periódicos das nações emergentes, como os do Brasil”, disse Meneghini. “Por outro lado, esses países emergentes aumentaram dez vezes a publicação nos periódicos brasileiros.”
Já entre os periódicos brasileiros mais citados por outros países estão o Latin American Journal of Solids and Structures, o Brazilian Journal of Chemical Engineering e oThe Brazilian Journal of Infectious Diseases – os três indexados na base da SciELO Brasil.
“É interessante que dois desses três periódicos brasileiros mais citados internacionalmente sejam da área de Engenharia de Materiais, ao contrário dos outros países emergentes, onde as revistas nacionais mais citadas são das áreas de Biologia e Medicina”, comparou Meneghini.
Pouca colaboração internacional
De acordo com outros especialistas participantes do evento, não há um levantamento oficial do total de revistas científicas publicadas pelo Brasil atualmente. Estima-se que existam 8 mil periódicos brasileiros em atividade – número considerado muito alto.
“Essa grande quantidade de revistas talvez cause efeitos de dispersão e de nivelamento por baixo da qualidade dos artigos científicos publicados em periódicos brasileiros”, disse Isabelle Reiss, gerente de contas da divisão de pesquisa científica da Thomson Reuters para a América do Sul. Segundo ela, uma menor quantidade de periódicos brasileiros tornaria a seleção de artigos mais rigorosa e, consequentemente, aumentaria a qualidade e a visibilidade dos trabalhos publicados.
Outro fator que influencia a baixa visibilidade dos trabalhos publicados por pesquisadores brasileiros, de acordo com Reiss, é a pouca colaboração com pesquisadores de outros continentes e da própria América Latina.
Na avaliação dela, isso pode estar relacionado ao fato de a ciência brasileira ainda ser muito jovem [em comparação com países da Europa ou os Estados Unidos].
Reiss também comenta baixo número de artigos de revisão de literatura – voltados a fazer um levantamento dos avanços em uma determinada área do conhecimento – publicado nas revistas brasileiras.
“Os artigos de revisão são escritos por pesquisadores muito informados, com experiência acumulada de muitos anos em suas respectivas áreas”, disse.
“Em geral, esse tipo de artigo gera muito mais citações do que o de resultados de estudos, porque apresenta uma síntese inteligente do atual estágio de desenvolvimento de uma determinada área do conhecimento, que será utilizado por diversos outros pesquisadores”, disse Reiss.
Quando os artigos de revisão são escritos em colaboração com pesquisadores do exterior, o número de citações pode até ser duplicado, afirmou a especialista.
Por isso, as revistas brasileiras deveriam publicar mais esse tipo de artigo, que representa apenas 2,4% dos trabalhos publicados, estimou Reiss.
“As revistas brasileiras poderiam tentar identificar dentro de suas áreas pesquisadores muito experientes para escrever essas sínteses, a fim de aumentar a visibilidade”, indicou.
Integração na Web of Knowledge
Durante o evento, a divisão de propriedade intelectual e ciência da Thomson Reuters anunciou uma parceria com a SciELO para integrar o SciELO Citation Index (índice de citação da SciELO) na Web of Knowledge – plataforma que permite o acesso a várias bases de dados de referência bibliográfica, como a Web of Science, Current Contents Connect e Journal Citation Reports (JCR), tanto para busca como para geração de indicadores bibliométricos.
Na avaliação das instituições, a iniciativa vai proporcionar maior visibilidade e melhor acesso à pesquisa dos 15 países ibero-americanos e da África do Sul, cujas coleções estão indexadas na base da Rede SciELO.
“O acordo com a Web of Knowledge abre novos horizontes na missão da SciELO de melhorar a visibilidade da ciência que é feita na América Latina, Espanha, Portugal e África do Sul”, declarou Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, em um comunicado conjunto das três instituições, anunciando o lançamento da iniciativa.
O SciELO Citation Index incluirá, aproximadamente, 650 títulos e mais de 4 milhões de referências citadas de periódicos de acesso livre da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, México, Portugal, África do Sul, Espanha e Venezuela.
“Há uma vasta quantidade de conteúdo científico valioso gerada e publicada por periódicos de regiões emergentes, como a América Latina, Caribe e África do Sul, e é importante que esse trabalho esteja visível e possa ser acessado globalmente”, afirmou Abel Packer, diretor da SciELO, no comunicado.
De acordo com a Thomson Reuters, a adição da SciELO na Web of Knowledge seguirá um modelo semelhante ao do Chinese Science Citation Database, que está hospedado na Web of Knowledge desde 2008, e do lançamento planejado para 2014 de um banco de dados de periódicos com literatura acadêmica coreana.
“Para nós, é um prazer colaborar com a SciELO para promover o alcance de pesquisas importantes de regiões emergentes, bem como para aumentar os nossos próprios dados ao integrar conteúdo de alta qualidade e acesso livre na Web of Knowledge”, afirmou no comunicado Christopher Burghardt, vice-presidente de negócios de pesquisa acadêmica e científica da Thomson Reuters.
Fonte: Agência FAPESP/ Elton Alisson (http://agencia.fapesp.br/18142)

Ciclo de formação "Mídia e Educação em Direitos Humanos" com inscrições abertas


O Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, lança o “Ciclo de Formação Mídia e Educação em Direitos Humanos”. O objetivo é discutir a relação dos meios de comunicação com os direitos humanos a partir de oficinas que terão início em cinco capitais brasileiras: Brasília, Salvador, Fortaleza, São Paulo e Curitiba.

"O foco do trabalho são os direitos humanos de crianças e adolescentes, negras e negros, mulheres, população LGBT, idosos e pessoas com deficiência, incluindo a questão da acessibilidade aos meios de comunicação. De forma transversal, também será abordado o direito à comunicação, o acesso à informação e a liberdade de expressão, passando pela conjuntura da economia política da comunicação e seu cenário atual."

Durante a formação será elaborado um material (Guia Mídia e Direitos Humanos) com sugestões aos meios de comunicação a partir dos debates com os participantes e, posteriormente, enviado a jornalistas, para que sejam sensibilizados em relação à importância da comunicação para a promoção e garantia dos direitos humanos. Essa publicação será lançada num seminário nacional em Brasília, com representantes do poder público e organizações da sociedade civil e transmitido ao vivo pela internet.

Veja no link a seguir alguns vídeos com representações do público LGBT na mídia brasileira: http://www.intervozes.org.br/direitoshumanos/index.php?option=com_youtubegallery&view=youtubegallery&Itemid=107

Mais informações e inscrições:http://www.intervozes.org.br/direitoshumanos/

Instituto de Ciências Sociais da UMinho comemora 37 anos



No próximo dia 8 de novembro o Instituto de Ciências Sociais - ICS da Universidade do Minho (Braga - Portugal) celebra seu 37º aniversário. 

Para marcar a data, o Reitor da Universidade do Minho presidirá a comemoração com uma Mesa Redonda intitulada “Horizontes para as Ciências Sociais”, na qual participarão reconhecidos nomes desse campo científico em Portugal: Professor Carlos Fortuna, Professor Jorge Malheiros, Professor José Manuel Paquete de Oliveira e Professora Maria Helena da Cruz Coelho.

O evento será na Sala de Actos do ICS, Universidade do Minho, no Campus de Gualtar, em Braga, a partir das 14h30. Mais informações: infoics@ics.uminho.pt

sábado, 2 de novembro de 2013

Conferência Internacional "Media Education Futures" acontece na Finlândia em 2014

University de Tampere, na Finlândia, será a sede da Conferência Internacional "Media Education Futures", nos dias 8 e 9 de maio de 2014. 


The International Conference on Media Education Futures 2014 examines media literacies and education from various perspectives. The conference highlights participation, well-being and citizenships as the current Nordic perspectives in media education and, discusses media and information literacies contributing to intercultural dialogue. The goal is to display and promote research in the field along with the practices of media education.

The conference is aimed at international researchers in the field, as well as national and international organizations and actors in European and global fields of media education.

Escolas independentes: devolver o ensino aos professores?



O guião com orientações para a reforma do Estado (português), apresentado na quarta-feira pelo vice-primeiro-ministro Paulo Portas, propõe algumas mudanças na Educação. Desde logo, que os professores se possam organizar para se tornarem donos de escolas independentes. O documento sublinha as propostas de autonomia e uma efetiva liberdade de escolha através da aplicação do cheque-ensino. O desenvolvimento do ensino profissionalizante e da sua vertente dual e um novo modelo de ensino superior de ciclo curto são outras das sugestões incluídas neste guião. Os sindicatos do setor prometem não facilitar a vida ao Governo. “Educação: propostas de autonomia, liberdade de escolha e escolas independentes” é o nome da parte dedicada à área educativa. O Governo sublinha que o guião é uma proposta aberta e assegura que a função educativa não estará em causa, continuando aliás a ser reforçada. “Todo o esforço para tornar a escola mais exigente é um esforço que robustece a escola como um instrumento de alargamento de oportunidades”, sustenta. Todavia, admite que a rede escolar não pode ficar intacta quando o número de alunos continua a diminuir, lembrando que nos últimos 30 anos os alunos inscritos no 1.º ciclo do Ensino Básico diminuíram para metade - de 536 mil alunos inscritos no 1.º ciclo em 2001 passou-se para 454 mil em 2012. “Há mais a fazer para dar novo impulso à qualidade do ensino, há mais a fazer para motivar e dar oportunidades aos profissionais e há ainda mais a fazer para robustecer a liberdade de escolha das famílias”, defende. 

O Governo está interessado em criar escolas independentes. Isto é, convidar, mediante procedimento concursal, a comunidade dos professores a organizar-se num projeto de escola específico, de propriedade e gestão dos próprios docentes, mediante a contratualização com o Estado do serviço prestado e do uso de instalações. Uma oportunidade que, sublinha, “significa uma verdadeira devolução da escola aos seus professores e garante à sociedade poder escolher projetos de escola mais nítidos e diferenciados”. Os professores passariam, portanto, a ser donos de escolas. 

Alargar o âmbito de competências das câmaras municipais em termos educativos é também uma das propostas que seria concretizada através de concursos públicos. As autarquias interessadas, ou associações de várias autarquias, poderiam candidatar-se a verdadeiras concessões de escolas, alargando gradualmente a sua responsabilidade a novos níveis de ensino. O Governo explica quais são as suas intenções. “Neste domínio, partimos de algumas premissas: a proximidade é, em geral, mais humanista, a descentralização, por regra, é mais eficiente. A organização e direção das escolas têm hoje um modelo estabilizado e a qualidade do ensino é um fator de concorrência saudável entre municípios”. 

Reforçar a autonomia das escolas é também um dos objetivos. O guião da reforma do Estado propõe um novo ciclo de contratos de associação ligados a critérios de superação do insucesso escolar. “Na verdade, o Ministério da Educação pode e deve abrir concursos para que, desde logo, nalguns territórios em que as instituições educativas, continuadamente, apresentam resultados escolares com maiores dificuldades e níveis de insucesso, haja uma maior abertura da oferta e uma saudável concorrência de projetos de escola, mediante contratualização”, revela. 

A aplicação do cheque-ensino, no sentido de aplicar a liberdade de escolha das famílias, também surge no texto apresentado por Paulo Portas. Neste ponto, sugere-se que essa aplicação no terreno seja feita através de um método “prudente e gradual, assente em projetos-piloto que permitam à sociedade e às instituições aferir a resposta e os resultados de um modelo de financiamento diferente”. 

A aplicação do novo Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, que atualizará as matérias relativas à autonomia, iniciativa, abertura e fiscalização de escolas particulares e cooperativas, está igualmente na lista. Assim como o desenvolvimento do ensino profissionalizante e da sua vertente dual. Ou seja, de efetivar uma associação entre escolas e empresas na formação técnica dos jovens. “Queremos, em breve, ter no ensino secundário cerca de 50% dos jovens em ofertas profissionalizantes, que permitam o acesso direto a uma profissão útil e necessária à sociedade.” 

No ensino superior, o Governo manifesta interesse em consolidar a oferta politécnica e criar, com início em 2015, um novo modelo de ensino superior de ciclo curto, “muito próximo da realidade do mercado de trabalho”. “A rede de instituições de ensino superior do Estado será adaptada às novas necessidades educativas e à alteração da procura que ocorreu nos últimos anos.” 

A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) olha para as propostas e vê uma “desvirtuação completa” do Estado social, vê a privatização e municipalização do ensino e promete “oposição tenaz” às propostas anunciadas para a Educação. “Eles podem querer ajustar contas com muita coisa, mas também vão ter de ajustar contas connosco”, avisa Mário Nogueira, secretário-geral da FENPROF, que vê no documento uma desresponsabilização do Estado. 

A Federação Nacional da Educação (FNE) tem dúvidas quanto à “eficácia e execução” das medidas propostas no guião do Governo relativamente ao setor educativo. João Dias da Silva, secretário-geral da FNE, lê no guião, tal como a FENPROF, “sinais preocupantes de desresponsabilização do Estado”. “São soluções em que o Estado se demite das suas responsabilidades de garantir a universalidade e equidade”, afirma em declarações à Lusa.


Fonte: http://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=21442&langid=1 Sara R. Oliveira 01/11/2013

Knight Center, da Universidade do Texas, abre novo curso online e gratuito de jornalismo

mooc"Desarrollo de Proyectos Periodísticos para la Web: Introducción al Periodismo Emprendedor" será o próximo curso aberto, massivo e online (MOOC) do Knight Center da Universidade do Texas, com início no dia 18/11 e final em 15/12.

Já é possível inscrever-se no curso, que será dado em espanhol pela expert norte-americana Janine Warner. Dirige-se especialmente a jornalistas, professores e estudantes de jornalismo da América Latina interessados a desenvolver novos projetos para a web, com conteúdos jornalísticos e gerar audiências. 

Haverá ênfase nos seguintes pontos:
• Modelos de negócios com enfoque em conteúdo digital;
• Geração de audiências;
• Desenvolvimento de fontes de ingressos para publicações digitais.


Informações: http://open.journalismcourses.org/