domingo, 23 de fevereiro de 2014

Metáfora do relógio



Trecho de "Ponto de Mutação" filme dirigido por Bernt Amadeus Capra, baseado no livro homônimo do cientista (e seu irmão) Fritjof Capra, publicado em 1983. Neste trecho, uma reflexão sobre a ideia de espaço-tempo e nossa concepção quanto ao funcionamento do mundo.

"Vocês podem ajudar a demolir minha escola, por favor?"



Por que uma criança ligaria para uma empresa de demolição pedindo para demolirem sua escola, e com os professores dentro? 
Mesmo que a ligação não seja real, compartilhamos o áudio com legendas neste espaço para que possamos refletir sobre o papel da escola e de todos nós, educadores, nos dias de hoje.

Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos

A escola de massas, onde um professor ensina ao mesmo tempo e no mesmo lugar dezenas de alunos, nasceu com a revolução industrial mas chegou ao século XXI. Em dois séculos, mudaram os estudantes, mudou a sociedade e mudou o mercado de trabalho. Quando mudará a escola?

Crianças sentadas em fila, olhando para a frente. Mãos cruzadas em cima da mesa, numa postura inerte. A secretária do professor fica no extremo esquerdo da sala de aula. Não está a ensinar. Os alunos têm uns capacetes de metal, ligados por uns cabos eléctricos a uma máquina onde o professor coloca uns livros. A função desse aparelho, compreende-se pela imagem, é a de extrair a informação dos manuais e introduzi-la directamente nos cérebros dos jovens, através da transmissão da energia eléctrica. Foi assim que os ilustradores franceses Jean Marc Cotê e Villemard imaginaram e retrataram a escola do ano 2000, num postal que era parte de uma série produzida para a Exposição Universal de Paris, em 1900.
A gravura é de 1899 e foi utilizada por João Barroso, especialista em políticas de educação e formação da Universidade de Lisboa, num trabalho que foi apresentado* em São Paulo, intitulado A Escola e o Futuro: As Mudanças Começam na Sala de Aula.
A escola do ano 2000 é imaginada, no final do século XIX, como um prolongamento da escola então existente. Cotê e Villemard não vislumbraram uma sala de aula com um funcionamento completamente diferente por causa da electricidade. Em vez disso, desenharam a aula de 1899 - um local onde os jovens recebem, de forma passiva, o conhecimento que lhes é transmitido pelo professor - e acrescentaram-lhe uma nova tecnologia, que lhes permitiria, simplesmente, ter a mesma informação, embora com a recepção facilitada.
Vítor Teodoro, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa, tem outra pintura - de uma sala de aula ainda mais antiga - na cabeça. O professor está num púlpito. Lá no alto, consegue ver todos os alunos, que se dispõem à sua frente, sentados por filas. Mas nem todos olham para ele. Uns conversam com os colegas do lado. Uns têm o olhar perdido noutra direcção. Um deles dorme apoiado no braço. Vítor Teodoro está a pensar na iluminura pintada por Laurentius de Voltolina no século XIV, que retrata Henrique da Alemanha a dar uma aula na Universidade de Bolonha, mas que, de acordo com o professor, podia retratar uma sala de aula dos dias de hoje.
A educação que hoje conhecemos tem duas bases, explica o professor da FCT-UNL: a da religião e a do apprenticeship - a aprendizagem por integração numa comunidade, que vem da tradição dos ofícios e dos mestres. Para Vítor Teodoro, durante o século XX, predominou o modelo religioso. A escola adoptou das igrejas o estrado e o púlpito e o professor, à semelhança do padre, começou a transmitir, expositivamente, a informação aos alunos, que a recebem de uma forma passiva. Ensina-se o grupo e não o indivíduo, o que, muitas vezes, leva a que alguns jovens não compreendam o que está a ser ensinado e percam o interesse: "Há 50 anos, as pessoas repetiam as orações em latim e não percebiam o que estavam a dizer. Hoje, acontece o mesmo com os alunos."
Há muito tempo que a escola se concentra em ensinar aos alunos as competências básicas da matemática, da escrita e da leitura. Agora, estas aprendizagens básicas já não são suficientes. No livro The global achievement gap, Tony Wagner, investigador de Inovação na Educação no Centro de Tecnologia e Empreendedorismo da Universidade de Harvard, descreve o que está a ser ensinado aos jovens nas escolas, por oposição ao que eles deveriam estar a aprender para triunfarem nas suas carreiras, numa economia global.
Wagner defende que a escola deve desenvolver sete "competências de sobrevivência" necessárias para que as crianças possam enfrentar os desafios futuros: pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas, colaboração, agilidade e adaptabilidade, iniciativa e empreendedorismo, boa comunicação oral e escrita, capacidade de aceder à informação e analisá-la e, por fim, curiosidade e imaginação.
Teresa Franco tem 15 anos e a partir de Setembro vai frequentar o 10.º ano no Liceu Rainha Dona Amélia, em Lisboa. Decidir-se por uma área de estudos foi complicado, diz: "Não tenho a certeza de nada porque não tenho experiência." Teresa fez um intenso trabalho de pesquisa e criou uma lista com os cursos que a interessavam: Psicologia, Serviço Social, Dança, Escultura, Pintura, Design de Ambientes, Design de Comunicação, Design de Moda, Fotografia, Ciências da Educação, Jornalismo... Áreas variadas e muitas delas relacionadas com a criatividade. Fez testes psicotécnicos e falou com profissionais de várias áreas para perceber com qual delas mais se identificava. Acabou por escolher o curso de Artes. Talvez um dia venha a ser designer.
Quem sabe se por causa das dificuldades que teve em decidir-se por um curso, Teresa defende que a escola deveria promover a interacção com pessoas com experiência nas diferentes áreas profissionais. Defende que aquilo que faz mesmo falta na escola é uma componente mais prática. Sugere, por exemplo, que o horário da tarde fosse ocupado com workshops de fotografia, desporto, artes... Quanto ao ensino das disciplinas, deveriam ser incentivados outros métodos para além do "decorar, decorar, decorar". É por essa razão que muitos dos seus colegas "odeiam História": "Deviam encontrar uma forma que nos cativasse. Em vez de nos obrigarem a decorar, podiam contar-nos mesmo uma história - levar-nos a falar com historiadores ou pessoas que tivessem vivido um determinado acontecimento."
Até aos seis anos, frequentou uma escola inglesa, a English Preparatory School. Como explica a sua mãe, Cristina Rebocho, o ambiente era descontraído e a auto-estima das crianças estimulada: "Ensinavam muito através da brincadeira." Os momentos de avaliação aconteciam de forma discreta. As crianças pensavam que estavam a fazer uma ficha de exercícios normal, quando, na verdade era um teste, e assim não ficavam tão nervosos. No ensino da língua - neste caso, do inglês - os erros ortográficos das primeiras composições não eram corrigidos. "Para que eles pudessem desenvolver a imaginação e a criatividade", explica Cristina Rebocho.
Teresa pensa que os anos que passou nesta escola lhe deram "estruturas sólidas". Também por causa dessa experiência, está convencida de que o ensino deveria ter uma base artística. Alguns colegas dizem-lhe que tinham jeito para as artes quando eram pequenos, mas como não tinham tempo foram-no perdendo. Para Teresa, é uma pena porque, diz, as artes "são muito úteis para que nos consigamos expressar e estar mais à vontade na relação com os outros. E são libertadoras".
A pedagogia tradicional da escola uniformizada está na base da criação da escola de massas a partir do século XIX e não sofreu alterações radicais desde então. Assenta na homogeneização dos alunos e na subordinação aos princípios da tragédia grega: unidade de espaço, de tempo e de acção - "Tudo se passa nos mesmos lugares, ao mesmo tempo e da mesma maneira. Uma escola é uma colecção de salas de aula e o ensino é uma repetição de actividades pré-formatadas, iguais todos os anos", de acordo com João Barroso.
Leia o texto completo em: http://www.publico.pt/temas/jornal/quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-de-alunos-27008265

Qual o futuro do aprendizado?




No palco do TED2013, Sugata Mitra faz um desejo ousado para o TED Prize: ajudem-me a projetar a Escola na Nuvem, um laboratório de ensino na Índia, onde crianças podem explorar e aprender umas com as outras - usando recursos e monitoria da nuvem

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Vines – Uma nova ferramenta narrativa dos jovens

Foto: DivulgaçãoPor Cristiane Parente de Sá Barreto (*)
Vocês se surpreenderia com o fato de se seis segundos serem, atualmente, o tempo máximo para denúncias, críticas, declarações de amor, paródias, humor, publicidade e até (pasme) notícia? Isso tem acontecido desde a criação do aplicativo Vine, que permite aos seus usuários criar e postar vídeos de seis segundos e que parece ser a nova moda dos jovens nas redes sociais.

Criado em julho de 2012, foi comprado pelo Twitter em outubro de 2012 e lançado oficialmente em janeiro de 2013. Enquanto o Facebook comemorava 10 anos em fevereiro de 2014 com 201, 6 bilhões de conexões desde 2004, o Vine comemorava seu primeiro aniversário em 24 de janeiro com 13 milhões de usuários e algumas histórias de sucesso: Em abril de 2013 ele já era o app mais baixado na Apple Store e chegou a ser listado na Times entre os 50 melhores aplicativos para Android.

Uma das características mais marcantes dos vines, além de seu “poder de síntese”, é a capacidade de tornar-se viral. Analisando aqueles de mais sucesso em páginas do Facebook como Best Vines BR ou Vines Brasil, o que percebemos é que, no geral, os “micro-vídeos” representam fatos cotidianos que acontecem especialmente aos mais jovens. Daí a explicação de mães, namorado(a)s e professores – além de representações autorreferenciais -  estarem entre os personagens mais caracterizados e caricaturizados nos vines. São vídeos que provocam nas pessoas uma sensação de pertencimento, por compartilharem sentimentos comuns, aproximando-as em um mundo onde se vive muitas vezes mais por representação do que por experiências.

A nosso ver, os vines são uma tentativa de narrar o mundo, explicar o mundo sob o ponto de vista dos jovens, ou de parte deles já que não existe uma única juventude. E é pela narrativa que compreendemos o mundo, deixamos de ser estrangeiros no mundo. Alguém nos conta sobre o mundo; nós contamos sobre o mundo para alguém, compartilhando emoções, histórias, imagens, etc

Miguel Sousa Tavares, no livro No teu deserto quase romance, afirma que as redes (sociais) funcionam como agentes de agregação, porque ninguém é capaz de enfrentar a solidão. De certo modo, elas também são agentes de significação. E a forma como significamos o mundo a nossa volta e o narramos é sócio-histórica e é modificada constantemente pela tecnologia.

Narrar sempre foi uma necessidade e uma característica da natureza humana; o que nos torna especiais. Segundo Cremilda Medina, “a arte de narrar acrescentou sentidos à arte de tecer o presente”. Somos verdadeiros contadores de histórias, afinal, é através da narrativa que conhecemos e fazemos conhecer.
Com a internet, as possibilidades ampliaram-se ainda mais. Além de mais pessoas a apropriarem-se das técnicas para narrarem um cotidiano, este passou a ser compartilhado em tempo real e com direito a comentários, debates, interação.

Talvez o Vine venha ao encontro dessa necessidade humana de contar e ser ouvido; de ser um narrador de nosso tempo e de nossos personagens, como afirma Benjamin:

“o cronista que narra os acontecimentos, sem distinguir entre os grandes e os pequenos, leva em conta a verdade de que nada do que um dia aconteceu pode ser considerado perdido para a história.” (1987, p.223)

Mas cabe refletir se junto com a maior possibilidade de participação, ferramentas como o Vine não trouxeram junto frivolidade, falta de crítica, desejo do espetáculo e da diversão sem reflexão, características muitas vezes “impostas” pela velocidade aliada ao poder de sedução das imagens. Seria o Vine um fruto dessa época de instantaneidade, supercialidade e fama (não mais em 15 minutos como profetizava Andy Warhol, mas em seis segundos) ou apenas mais uma ferramenta com a qual se pode criar infinitas possibilidades, inclusive análises críticas da realidade na qual estamos inseridos? Fica a dica para reflexões mais aprofundadas.

Benjamin, Walter (1997), Obras Escolhidas - Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo: Editora Brasiliense
Medina, Cremilda (2003) A arte de tecer o presente – Narrativa e cotidiano. São Paulo: Summus

(*) Doutoranda em Ciências da Comunicação (Universidade do Minho); Mestre em Educação (UnB); Máster em Comunicação e Educação (Universidade Autônoma de Barcelona); Membro da ABPEducom (Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação); Membro do Comitê Mundial Jovens Leitores da Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN-IFRA); Editora do Blog Mídia e Educação (culturamidiaeducacao.blogspot.com) – cristiane.parente@hotmail.com

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Alfabetización cinematográfica en Europa. El caso del British Film Institute

BFI.pngEl compromiso del British Film Institute (BFI) con la educación en cine y a través del cine ha ido más allá de ser un mero instrumento funcionarial: ha sido un agente activo en la construcción de una visión holística de su función pública. 
Este informe del Gabinete de Comunicación y Educación analiza el caso de esta institución como promotora de la alfabetización cinematográfica.
Informe: http://www.gabinetecomunicacionyeducacion.com/files/adjuntos/InformeBritishFilmInstitute.pdf
Fonte: Gabinete de Comunicación y Educación (UAB)

Informe: Alfabetización mediática en Europa. El caso de “Éducation et Médias”

Diferentes instituciones en Francia cuentan con una larga trayectoria en la educación en medios (EM) y, especialmente, en la implicación de los actores del paisaje mediático francés para garantizar un buen consumo de medios por parte de la audiencia.

Este informe del Gabinete de Comunicación y Educación de la Universidad Autónoma de Barcelona (UAB) analiza el caso del Consejo Superior del Audiovisual Francés en la promoción de la alfabetización mediática.
Informe: http://www.gabinetecomunicacionyeducacion.com/
files/adjuntos/Informeeducationetmedias.pdf
Fonte: Gabinete de Comunicación/UAB

"Toys as a Language and Communication" é tema de congresso em Braga, em julho de 2014


Acontece entre os dias 23 e 25 de julho na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa, em Braga, o 7º International Toy Research Association World Congress com o tema Toys as a Language and Communication. As chamadas de trabalho foram estendidas até o dia 28 de fevereiro, assim como alguma proposta de painel.

Os resumos dos papers, paineis e posters devem ser enviados, em inglês, a Luisa Magalhães (itra2014abstracts@gmail.com) e estar ligados a uma das temáticas abaixo:

1 - Toys, signs and meanings 
2 - Toys as verbal and non-verbal language 
3 - Toys, narratives and metaphors 
4 - Toys as texts in spatial, historical and socio-cultural contexts 
5 - Toys creativity and design 
6 - Toys, gender and generations 
7 - Toys, education, health and environment 
8 – Toys and media: production, marketing, advertising and consumption 

9 - Toys, games and new technologies 

Preços da inscrição:
Early registration until 30 April 2014                                             250 Euros 
Late registration after 1 May 2014                                                280 Euros 
Registration at the congress                                                        300 Euros 
Student (status confirmation needed) until 30 April 2014                150 Euros 
Student (status confirmation needed) after 1 May 2014                  175 Euros 
Student (status confirmation needed) registration at congress         200 Euros 
Accompanying person                                                                 100 Euros 

One-day registration (space permitting)                                       120 Euros 

Devem ser enviadas para: o itra2014braga@gmail.com 

Deadlines 
Abstracts of papers - 28 February 2014 
Proposals for symposia - 28 February 2014 
Abstracts of posters - 28 February 2014 
Request for financial assistance - 28 February 2014 
Response from review committee - 30 March 2014 
Early registration until - 30 April 2014 

Mais informações: http://itratoyresearch.org/ITRA_Conference_2014_CfP.pdf

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

David Buckignham dará palestra no XIII Congreso Internacional de Formación del Profesorado



XIII Congreso Internacional de Formación del Profesorado terá como tema "Investigar para acompañar el cambio educativo y social. El papel de la Universidad. O evento acontece na Universidad de Cantabria, em Santander/Espanha, entre os dias 20 e 22 de novembro de 2014.

Um dos pontos altos do congresso será a presença do professor e pesquisador David Buckignham, que dará uma conferência sobre a experiência de educação mediática no Reino Unido. O tema, inclusive, terá destaque no evento, com uma mesa de comunicações.

Veja abaixo os dias e momentos em que a educação para os meios será destaque:

Dia 20/11
16h30 às 18h30 - Mesa 2 (Comunicaciones): La influencia de los medios en la infancia y la juventud y su visibilidad en las escuelas En este panel se abordarán trabajos que analizan la influencia de los medios (internet, uso de redes sociales, etc.) en la infancia y la juventud, así como su impacto en las escuelas. Podrán ser objeto de discusión, también, las experiencias educativas e investigaciones que usan estos medios como instrumento para generar aprendizajes en la línea de la alfabetización crítica y transformadora.

Dia 21/11
10h às 12h - Plenario 2. La investigación en educación mediática y su visibilidad e impacto en las escuelas. La experiencia del Reino Unido, con David Buckingham (Loughborough University, UK)

12h às 14h - Panel 10: El cine como elemento de transformación personal y social

16h30 às 18h30 - Mesa 2 (Comunicaciones): La influencia de los medios en la infancia y la juventud y su visibilidad en las escuelas

Informações sobre envio de trabalhos:

  • Envío de los resúmenes: hasta 31 de mayo de 2014
  • Aceptación / Rechazo de la propuesta: hasta 31 julio 2014
  • Envío de las comunicaciones aceptadas: hasta 1 de septiembre de 2014
As propostas decomunicações devem ser enviadas para uma das mesas abaixo:

  1. Experiencias e investigaciones que profundizan en el ideal de la escuela democrática y participativa. En este panel de comunicaciones se analizarán y debatirán algunas experiencias de investigación y práctica docente que nacen con el objetivo de democratizar las escuelas, ya sea en el ámbito del currículum, de la organización docente y/o de la figura del profesorado. Se aceptarán trabajos dirigidos a profundizar en la idea de participación en las instituciones educativas en sus múltiples formas y a través de canales diversos.
  2. La influencia de los medios en la infancia y la juventud y su visibilidad en las escuelas. En este panel se abordarán trabajos que analizan la influencia de los medios (Internet, redes sociales, etc.) en la infancia y la juventud, así como su impacto en las escuelas. Podrán ser objeto de discusión, también, las experiencias educativas e investigaciones que usan estos medios como instrumento para generar aprendizajes en la línea de la alfabetización crítica y transformadora.
  3. Escuelas e investigaciones que aprenden de la diferencia y la diversidad. En este panel discutiremos diferentes experiencias docentes e investigadoras que se nutren de las visiones y aportaciones de aquellos colectivos que han tenido, tradicionalmente, un papel secundario o marginal en la escuela y en el terreno de la investigación, pero que hoy analizan el fenómeno educativo desde una mirada renovada, tratando de modificar la homogénea cultura escolar y las prácticas de investigación que cosifican a los sujetos investigados. Son aportaciones que, en definitiva, reconocen la diversidad de los grupos humanos como una riqueza y que la ponen en valor como un camino para mejorar la investigación y la docencia.
  4. Investigaciones y experiencias que promueven el desarrollo profesional.  En este panel analizaremos aquellos trabajos que logran crear y mantener una red, una comunidad de prácticas u otras formas de trabajo colaborativo entre docentes, ya sean de un mismo nivel educativo o de instituciones y niveles diferentes. Se trata de un campo de trabajo donde se hacen evidentes las productivas relaciones entre la universidad y las instituciones educativas y entre todas ellas y su comunidad. Se trata de trabajos que utilizan una metodología encuadrada en el amplio campo de la investigación cualitativa (investigación-acción, etnografía, investigación biográfico-narrativa, etc.).
  5. Repensar la docencia en la universidad como agente de cambio. La Universidad comprometida con la mejora social. En este panel discutiremos algunas propuestas docentes que surgen desde la Universidad y que tienen por objetivo analizar el momento histórico actual, ampliando los límites de las aulas como espacios de aprendizaje. Se trata de propuestas que conectan la educación superior con otras instituciones sociales y con otras dimensiones de nuestras sociedades, buscando con ello que los aprendizajes tengan una utilidad desde el punto de vista del análisis crítico y del cambio sociocultural.
Mais informações: http://www.congresoaufop2014.unican.es/

RTP lança portal educativo com conteúdo voltado a Educação para os Media


A rede de televisão RTP lançou no início de 2014 o Portal de Educação -  Ensina.rtp.pt - que reúne vídeos, áudios, fotos, textos e infografias produzidos pelo serviço público de rádio e televisão portuguesa nos últimos anos, além de disponibilizar uma área infantil onde se pode encontrar músicas, jogos e vídeos. O objetivo é tornar acessível seu conteúdo a alunos e educadores do ensino básico e secundário.
É possível encontrar no Ensina documentários com grande relevância para determinadas matérias escolares. O portal foi otimizado para funcionar nos vários dispositivos – PC, tablet e smartphone – e está suportado na cloud.

Os conteúdos estão divididos em rubricas como Artes, Ciência, Cidadania, História, Português, Conhecer a RTP e, o que é melhor para quem trabalha com o tema, Educação para os Media.


Site: ensina.rtp.pt

Qual o poder das redes sociais?



No dia 7 de fevereiro a RTP, no Programa Sociedade Civil, levantou a discussão sobre o poder das redes sociais tendo como convidados debatedores a professora e investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da Universidade do Minho, Emília Araújo; o jornalista Daniel Catalão, especialista em novas tecnologias e Tito Morais, do projeto "Miúdos Seguros na Net", entre outros.

Veja o vídeo no link http://www.rtp.pt/play/p1043/e143313/sociedade-civil-viii 

Florianópolis será sede de dois eventos educomunicativos em maio


III Colóquio Iberoamericano de Educomunicação (CIEDUCOM) e o IV Colóquio Catarinense de Educomunicação (CCEducom) acontecem em Florianópolis, de 6 a 9 de maio, na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) - Centro de Ciências Humanas e da Educação - FAED (Av.Madre Benvenuta, 2007, Itacorubi, Florianópolis/SC).

A Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação - ABPEducom será uma das apoiadoras do evento.

O envio de trabalhos pode ser feito até 14 de março e a informação sobre aceite será dada no dia 7 de abril. A palestra de abertura do evento será com o pesquisador Guillermo Orozco Gómez.



Mais informações em: http://educomfloripa.blogspot.pt/p/coloquio-2014.html

Chamada de trabalhos para I SIACOM — I Seminário Iberoamericano de Estudos e Pesquisas em Comunicação e Moda: Estéticas Contemporâneas


Está aberta até 16 de fevereiro a chamada de trabalhos para o I SIACOM — I Seminário Iberoamericano de Estudos e Pesquisas em Comunicação e Moda: Estéticas Contemporâneas. O evento terá lugar nos dias 11 e 12 de abril, na Universidade do Minho (Braga) e é organizado conjuntamente pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), pela Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas em Moda (ABEPEM) e pelo Centro de Pesquisas Sociossemióticas (CPS - PUC- S.P.). 

O dia 11 será dedicado à apresentação e à discussão de comunicações e o dia 12 à realização de workshops.

São objetivos do I SIACOM a promoção do debate sobre as mudanças relativas ao pensamento estético no contexto da cultura contemporânea e à sua transdução em novas práticas, formas e possibilidades imagísticas no campo da moda.

Datas importantes:
Chamada de trabalhos: até 16 de fevereiro
Notificação de aceitação: 10 de março
Prazo para entrega do texto integral: de 11 de março a 28 de março
Inscrições: até 31 de março
Línguas oficiais: Português e Espanhol

Workshops:
Estão previstos 3 workshops para o dia 12 de Abril: 

Negócios de Moda à Escala Global, conduzido por António Ressureição; 
Vitrinismo, conduzido por Ricardo Preto; 
Marcas internacionais e Agentes Comerciais Locais, conduzido por Isabel Pereira.

Inscrições:
As inscrições podem ser de três tipos: 

Professores e outros profissionais 
— 1) Comunicação + workshops (50€); 
2) Workshops (35€); 
3) Comunicação (40€); 

Estudantes — 1) Comunicação + workshops (45€); 
2) Workshops (35€); 3) 
Comunicação (35€). 

Inclui documentação/material do encontro e certificado de participação. O prazo das inscrições termina a 31 de Março.

Para mais informações, por favor contacte a comissão organizadora:
Gabriela Gama (mgama@ics.uminho.pt)
Káthia Castilho (katcast@uol.com.br)

Informações:
http://www.comunicacao.uminho.pt/upload/docs/SIACOM_2014_Chamada_de_trabalhos.pdf

IV Congresso Internacional em Estudos Culturais tem conferência de abertura com Martín-Barbero





O IV Congresso Internacional em Estudos Culturais - Colonialismos, Pós-Colonialismos e Lusofonias acontece de 28 a 30 de abril de 2014, no Museu de Aveiro (Santa Joana). Martín-Barbero profere a conferência de abertura do evento e Boaventura de Sousa Santos a de encerramento.

O congresso é organizado pelo doutoramento em Estudos Culturais, da responsabilidade conjunta das universidades de Aveiro e do Minho, bem como do Centro de Estudos em Comunicação e Sociedade (CECS) da UMinho.

Informações: www.comunicacao.uminho.pt/cecs 
http://estudosculturais.com/congressos/ivcongresso

Das Rádios Piratas às Rádios Locais, 25 anos depois da legalização


Das Rádios Piratas às Rádios Locais, 25 anos depois da legalizaçãoTerá lugar às 21h30 do dia 13 de fevereiro a tertúlia Das Rádios Piratas às Rádios Locais, 25 anos depois da legalização, na Livraria Centésima Página, em Braga, com a intervenção de António Durães (ator e co-fundador da Rádio Universitária do Minho), Luís Miguel Loureiro (jornalista da RTP, ex-jornalista de rádio) e Francisco Amaral (autor do programa Íntima Fracção, da Antena1). 

Os convidados vão recordar a transição das rádios piratas para as rádios locais, na sequência da promulgação da Lei que viria a regular o setor em 1988. Com moderação de Ana Isabel Reis, investigadora do projeto Estação NET, os intervenientes vão discutir ainda alguns dos desafios que a digitalização e a Internet apresentam ao universo das rádios locais da atualidade. 

Durante este evento, vai ainda ser divulgado o vencedor do concurso Produções Radiofónicas - Estação NET, uma iniciativa que pretendeu contribuir para um maior envolvimento dos estudantes do ensino superior e secundário no universo das criações sonoras. O evento é patrocinado pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho e conta com o apoio da Rádio Universitária do Minho (RUM) que transmitirá o debate em diferido.

Com duas atividades distintas, uma voltada para o público infantil e outra para o público em geral, os investigadores do projeto Estação NET: moldar a rádio para ambiente web perseguem este ano dois objetivos distintos: levar a rádio às crianças numa altura em que as preocupações pedagógicas ao nível dos média se centram na TV e na Internet e assinalar os 25 anos da legalização das rádios locais em Portugal.
Fonte: ICS Uminho - Mais informações: http://www.lasics.uminho.pt/netstation

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

As crianças já absorveram as regras para uma Internet mais segura, mas isso pode ser um problema

Doutoramento de investigadora da Universidade do Minho debruça-se sobre os usos que as crianças fazem das tecnologias e mostra que estas são hoje um factor central das suas vidas. (Samuel Silva - Público)

Muitas escolas fazem acções de educação para o uso seguro da Internet,
como aconteceu em 2009, em Carcavelos, recorrendo aos Magalhães
 
FERNANDO VELUDO/NFACTOS
Evitar contactos com estranhos ou conteúdos sexuais na Internet são advertências comuns para as crianças. E estas parecem já ter absorvido este discurso depois da mediatização das regras para uma utilização mais segura dos meios digitais nos últimos anos. Foi isso que descobriu a investigadora Ana Francisca Monteiro, na sua tese de Doutoramento feita na Universidade do Minho sobre os usos que os mais novos fazem das tecnologias. Mas isso até pode ser contraproducente, avisa a autora: há outros perigos da utilização das tecnologias que estão a ser deixados para segundo plano.

“Já todos sabem que quem está a falar com eles do outro lado da rede pode não ser quem diz ser e pode ser arriscado um encontro pessoal com essa pessoa”, conta Ana Francisca Monteiro. A pornografia também só vem à baila como “curiosidade”, especialmente por parte dos rapazes, mas sempre num registo muito contido. “O que eles acham é que só se mete nestes problemas quem quer”, afirma. E isto é fruto de um discurso que está muito inculcado entre esta população.

A investigadora nota uma evolução neste campo nos últimos anos. Quando há cerca de cinco anos começou o trabalho de campo que resultou na tese de doutoramento em Estudos da Criança defendida no mês passado na Universidade do Minho, “pouco se falava do assunto”. Entretanto, tem havido acções de sensibilização, como a Semana da Internet Segura que começa esta segunda-feira (ver caixa), que tornaram este discurso muito presente entre os adultos, mas também entre as crianças.

“Há um padrão de comportamento, dentro do qual ninguém quer cair e acabam por recusar essas práticas”, diz a autora. E isso leva a uma certa “estigmatização” daqueles que têm comportamentos considerados arriscados por parte da maioria das crianças. Só que este resultado aparentemente positivo, “pode ser contraproducente”. O forte reconhecimento das regras para uma Internet mais segura parece contribuir para que muitas crianças escondam comportamentos perigosos: “Não vão deixar sequer que haja sobre eles a suspeita de que estão a falar com alguém que possa ser estranho. Há uma crítica tão grande, que ninguém quer ser associado a esse papel”.

Por isso, há outros problemas e riscos da utilização das tecnologias por parte das crianças que, como estão fora desse padrão, não são debatidos, nem sequer reconhecidos. Por exemplo, as crianças disponibilizam com relativa facilidade os seus números de telemóvel em suportes digitais – para se inscreverem em jogos online por exemplo – e é “muito comum” o relato de utilizadores que ficam sem saldo no telemóvel sem explicação aparente.

Outro comportamento pouco reconhecido é o da adição. As crianças “raramente desligam” do seu ambiente virtual e mesmo na escola “passam o tempo a falar dos jogos que fazem na internet”, explana Ana Francisca Monteiro. “Alguns fazem apostas no fim das aulas para ver quem é o primeiro a chegar a casa para ligar o computador”, ilustra. Mas todos recusam a ideia de serem viciados nas tecnologias. O problema só começa a ser visto como real a partir do momento em que estas crianças começam a ter más notas na escola, associando os maus resultados ao tempo “excessivo” passado online.

Estudos anteriores já tinham demonstrado que os pais portugueses não fazem um acompanhamento tão próximo do uso da internet por parte dos seus filhos como noutros países europeus, porque têm mais dificuldades no domínio da tecnologia. “Isso faz com que as crianças sejam muito mais independentes”, explica Ana Francisca Monteiro. O que as famílias fazem, sobretudo, é controlar o tempo que os filhos passam em frente ao computador, explica, mas não tanto os conteúdos consumidos.

Isso também explica que a investigadora tenha encontrado discursos divergentes nestas crianças quando se dirigem às famílias ou aos amigos. “As famílias parecem valorizar um distanciamento face às tecnologias”, por isso as crianças tendem a desvalorizar a importância que a tecnologia tem nas suas vidas quando conversam com os pais. Pelo contrário, juntos dos amigos das mesmas idades, “às vezes torna-se difícil justificar por que não estiveram online”.

Os pais não conseguem prever o que os filhos fazem, porque na sua infância estes não eram dispositivos à sua disposição. “Os pais sentem-se inseguros relativamente ao que os miúdos estão a fazer”, diz a autora. Este trabalho tenta, por isso, criar um ponto de ligação entre pais e crianças no que toca ao uso das tecnologias que são um ponto de “tensões e conflitos” nas famílias.

“«Tem é de ser de mim»: Novas tecnologias, riscos e oportunidades na perspectiva das crianças”, a tese aprovada no mês passado, é o resultado do trabalho de campo com crianças e pré-adolescentes dos 9 aos 14 anos. O estudo é centrado nas crianças e pretendeu entender a forma como elas usam a Internet no dia-a-dia.  “Para acompanhar com mais eficácia é necessário compreender. Até porque o uso é muito autónomo e independente”, defende Ana Francisca Monteiro.

Hoje, a Internet é algo “muito importante no grupo de amigos” e que “estrutura as relações”, aponta a investigadora. Se, em idade mais jovens, a Internet é um passatempo, à medida que vão envelhecendo, começa a haver um compromisso maior. A forma como eles se relacionam e as suas amizades são construídas e negociadas a partir do que eles fazem na Internet, concluiu.
Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/as-criancas-ja-absorveram-as-regras-para-uma-internet-mais-segura-mas-isso-pode-ser-um-problema-1623029 Público - 10/02/2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Adeus às novelas

Em visita ao Brasil no começo de 2013 para ministrar cursos a roteiristas da Globosat, autora de "Friends" diz que séries substituirão as novelas na TV brasileira. Confira artigo de João Fernando publicado no Estadão, em 15/03/2013, sobre o tema. 


Imagem do Canaltech

Por João Fernando

"Assim como acontece com as novelas, parece que a maioria das séries de vocês têm uma ideia limitada. Nos EUA, a primeira coisa que você se pergunta  é: isso pode durar cinco ou dez anos? De onde virão outras histórias? Essa será a mudança", analisa a autora, que não se lembra do nome das atrações que viu. "Uma era sobre uma família e a outra era uma coisa policial", conta. Questionada se o segundo programa era o seriado Força-Tarefa (Globo), ela concorda.
Marta Kauffman

Em uma palestra aos roteiristas, na terça passada, ela reforçou a opinião de que as tramas da noite estão com os dias contados. "Direi coisas que vão deixá-los tristes. A telenovela não vai ser o primeiro gênero de entretenimento, não vai funcionar mais. Todo mundo tem de pensar algo diferente a ser feito. As pessoas não veem mais TV como antes. Quando a novela acaba, ninguém vê no DVD nem assiste no YouTube", avalia.

Para ela, produzir programas com temporadas é o caminho da TV. "Acho que isso está evoluindo aqui. Minha esperança é que o mercado saiba que é preciso fazer um investimento para os próximos anos. Nos EUA, tudo está acontecendo na TV e nas séries para internet. Há outras maneiras de contar histórias."

Agora, Marta está envolvida na produção de Call me Crazy: A Five Film, continuação do filme para TV Five, sobre mulheres com câncer de mama. "Descobri que gosto de fazer as pessoas chorarem assim como faço rir", aposta. Ela, porém, afirma que não fará uma versão de Friends para o cinema. "Não há esperança. Prefiro que as pessoas fiquem querendo que aconteça em vez de desapontá-las. É um programa com muitas câmeras, difícil de transformar em filme. E as pessoas envelhecem. Vão passar metade do filme falando: 'Nossa, ele está acabado'. Não podemos fazer o que já fizemos. Vamos deixar todos querendo mais." 

Fonte: Estadão e Meditation is an Emergency

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Critical Thinking: Educating Competent Citizens

Critical Thinking: Educating Competent Citizens
We are becoming increasingly aware of the need to analyze the enormous amount of information we receive every day.  This information helps us in our cognitive development and participates in the construction of our patterns of perception of reality. In the case of children and young people, these patterns are in continual development.
Critical thought is a cognitive process that proposes the systematic analysis of information, opinion and statements that we accept in our daily life as valid or true. It is a basic skill for a competent, free and responsible citizen.
It is not about questioning every information we get everyday, it is about being critical with the information that is relevant to us when we make up an opinion about something.
To educate an individual in critical thinking implies educating him or her in the ability to make decisions. It implies that students do not accept opinions or statements as valid without submitting them to their own analysis and as such, to their consideration, based on their knowledge and on other opinions or information that enables them to form their own criteria about what is true or false.

Education in Critical Thinking Implies…

Education in Critical Thinking Implies...
  • Reflection. We should ask ourselves about the information we receive.
  • Analysis. By using our own knowledge and other data we evaluate information and arguments that reinforce or question ideas.
  • Acquisition of information. By contrasting and collecting data from other sources we can, in many cases, confirm or reject the information we have analyzed.
  • Creativity. This is stimulated by the need to associate ideas and knowledge with the purpose of building up our arguments.
  • Structuring arguments. Learning to build up cases on a solid foundation in order to support the criteria we have constructed.
  • Decision making. Learning to take decisions based on our own criteria.
  • Commitment to our own opinions and arguments.
  • Debate. The ability to explain and defend our ultimate criteria and contrast it with other criteria that may be as valid as our own.
Cross-curricular Connected to Education in Values
All these capacities have a clear relationship with the underlying value based educational objectivity of our system, given that these values are ever present in a world  that is increasingly technological and, for some, in process of dehumanization.
In working with students, critical thinking encourages and promotes:
  • Humility to accept criteria that is not their own.
  • Courage to defend their own criteria against others.
  • Responsibility to contrast and take into account the appropriate information.
  • Commitment to filtering out and separating valid from useless information.
  • Respect for the group and for the individual when the time comes for debate and contrasting ideas.
To educate an individual in critical thinking is to educate him or her to be capable of governing or controlling their own personal and professional life and to be able to find answers and solutions to problems. It is the road to forming critical and responsible citizens who are capable of confronting the challenges of the future.
Fonte: http://www.elesapiens.com/critical-thought-educating-competent-citizens/#.Uu9sBoSR6uw.twitter

Professor cria game para estimular leitura de notícias

Alunos do ensino médio precisam descobrir notícias de diversos países em troca de pontos na média


Professor cria game para estimular leitura de notícias

Diante da dificuldade de despertar o interesse dos alunos por notícias, 
um professor norte-americano desenvolveu, em 2009, uma ferramenta 
chamada Fantasy Geopolitics. Baseado no conceito de gamification, o 
app começa com uma sessão na qual estudantes podem selecionar um 
time de três países (exceto Estados Unidos e China, devido à vasta 
quantidade de notícias) e então os jogadores rastreiam histórias sobre 
os países selecionados e ganham pontos por isso. Esse bônus podem 
servir para aumentar a média final do aluno.

“Quando comecei a ensinar, o estudante típico da nona série parecia

um zumbi”, afirmou Eric Nelson em entrevista ao Mashable. O professor 
de Minnesota diz que a ideia surgiu a partir do jogo Fantasy Football. 
Por meio do Times Developer Network API, oferecido pelo New York
Times, ele criou um site que rastreia quantas vezes um país é mencionado 
nas notícias.

O jogo foi aceito no programa 4.0 Schools, organização de educadores

inovadores que exploram maneiras de redefinir as escolas. No momento, 
Nelson está trabalhando para expandir o formato e tecnologia do jogo. “Costumava relutar em afirmar isso, mas Fantasy Geopolitcs está 
revolucionando o modo como estudantes aprendem sobre o mundo”, diz. 

Fonte: Proxxima - 03/02/2014

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Educomunicadores trabalharão na formação de educadores na SME


A Secretaria Municipal de Educação (SME) de São Paulo contratou formadores para a realização de ações de formação continuada destinada aos educadores e profissionais da Rede Municipal de Ensino que atuarão em projetos desenvolvidos no âmbito do Programa Nas Ondas do Rádio. 

A contratação possibilitará aos educadores da Rede formação em diversos temas da Educomunicação, inclusive implementação de projetos que subsidiarão o Programa mais Educação São Paulo, nas atividades de ampliação da jornada escolar. 

Como meta, os cursos de formação poderão atender 1.000 professores da rede. Para isto, os cursos serão oferecidos em todas as regiões da cidade e contemplarão todas as linguagens de comunicação como rádio, vídeo, cinema, fotografia, HQ, fanzine, jornal, blog e redes sociais, além de cursos presenciais e à distância de Gestão de Projetos e Imprensa Jovem. 

Para Carlos Lima, coordenador do Programa, “a formação educomunicativa permitirá um trabalho com projetos focado no desenvolvimento de ações educativas interdisciplinares, visando o desenvolvimento da comunicação democrática no espaço escolar”. Ainda segundo o coordenador, “nosso trabalho é promover, na escola, a participação e o protagonismo do aluno, para isto, é fundamental a formação educomunicativa aos profissionais da Educação”. 

Nas Ondas do Rádio – O programa é uma proposta pedagógica da SME que utiliza as linguagens midiáticas no processo ensino-aprendizagem. É utilizado o conceito de Educomunicação, educar por meio da comunicação. A proposta foi implementada na rede em 2001, com o projeto Educom.Rádio, desenvolvido em parceria com o Núcleo de Comunicação e Educação da USP.


Fonte: http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/anonimosistema/detalhe.aspx?List=Lists%2FHome&IDMateria=1722 - 31/01/2014